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Declaração de voto

15 de março de 2010 - 17:39:43

Por que não abrem o jogo e convidam pessoas a um mutirão para eleger Serra? Por que se escondem hipocritamente atrás de um convidativo movimento “anti-petista”? Será que se envergonham de defender o voto num dos representantes no que há de pior no movimento globalista da Nova Ordem Mundial, moleque de recados de George Soros, da ONU, do Diálogo Interamericano e do Movimento Socialista Fabiano?

Originou-se num destes movimentos – um que reúne uma imensa quantidade de blogs – um email com a comparação entre as biografias de Dilma e Serra, em que a primeira é mostrada como o diabo em pessoa e o segundo como um anjo que desceu nos céus para nos livrar da ditadura petista. Eu que conheço Serra desde 1963 atesto que a biografia dele é mentira da grossa, de um injustiçado perseguido sem nenhuma razão pelos sanguinários militares, enquanto ela era uma terrorista, assassina, ladra e tudo o mais. Sim, Dilma foi tudo isto e seu lugar deveria ser a cadeia e não o Planalto. Mas quem é mais execrável: ela, que ao menos colocou sua vida em risco na luta aberta, ou Serra que, de um gostoso e confortável exílio era um dos comandantes das ações revolucionárias que as dilmas e os dilmos da Ação Popular Marxista Leninista do Brasil executavam?

Não tenho a mínima intenção influenciar quem quer que seja. Como autêntico liberal-conservador à moda antiga, acredito que só homens livres, capazes de pensar por si mesmos de forma independente e autônoma podem construir uma ordem nacional e internacional realmente livre. Não aceito – e desdenho – de movimentos coletivistas de quaisquer orientações ideológicas, que estão destruindo nosso País. Por isto, peço encarecidamente que se abstenham de me convidar para outros movimentos deste tipo. Ficarão simplesmente sem resposta!

Aos que pretendem construir aqui uma réplica do movimento Tea Party recomendo que desistam, no Brasil isto é impossível! A invasão gramcista foi de tal ordem que tudo se vê como política e/ou ideologia, enquanto o Tea Party não é nem uma coisa nem outra: é um movimento contra o governo forte e os altos impostos, de profundas raízes nas comunidades rurais, grassroot (raiz de grama), apartidário e longe de intelectuais das costas Leste ou Oeste – na verdade um movimento contra a longa dominação destes na política americana. Não é à toa que escolheram para seu maior evento nacional o Gran Ole Opry, em Nashville, Tennessee, palco do que há de mais tradicional do interior, a country music, música caipira de primeira. Sei porque estive lá, é o que há de mais autenticamente americano, longe dos detestáveis salões e galerias intelectualóides de New York, Los Angeles ou San Francisco, onde a música e o povo do interior são chamados de cafonas.

Aqui no Brasil este povo é petista, alimentado pelos investimentos “sociais” iniciados pelos governos tucanos e incrementados pelos petistas. Tea Party de intelectuais? Nonsense!

Minhas opções por enquanto, caso não surjam novidades – a única até agora foi a candidatura do Dr. Mario de Oliveira Filho, à qual não me engajei, mas observo atentamente – são:

– Apesar de não estarmos num País livre com voto opcional: abstenção e pagar a multa (o maior problema é comparecer à uma agência desta praga chamada Banco do Brasil para pagá-la!)

– Voto em branco (nulo é interpretado como erro do eleitor)

(Sempre que há eleições surge o mito de que 51% de votos nulos + 1 anulam as eleições. Há quatro anos, Rafael Moura-Neves e eu pesquisamos a lesgilação e publicamos dois artigos desmentindo esta bobagem: VOTOS NULOS ANULAM ELEIÇÕES? e AINDA OS VOTOS NULOS).

 

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