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Fumando Minc e cheirando Tarso

13 de setembro de 2009 - 20:13:05

Comecemos pelo maconhista Minc. Aliás, maconhista, e não maconheiro, como o Temporão é abortista e não aborteiro – não confundamos o ato e a prática, com a defesa e a apologia de seu objeto. Pois o Ministro do Meio Ambiente enfumaçado do cocalero Lula (eu não disse também que Lula consome cocaína – talvez uma folhinha ou outra, em infusão alcoólica) soltou totalmente sua franga psicodélica em show de reggae defendendo o uso e a liberdade que cada um tem de destruir sua cabeça com a erva do diabo. Em seu delírio maconhista, falou em “defender o cerrado, a caatinga, a Amazônia, a Mata Atlântica e o reggae. O reggae é a liberdade,…”. A galera do reggae adorou. Já é a segunda vez que o Ministro das Ervas faz apologia da maconha e da sua liberação diante de público tão distinto. Chegou a citar a liberalidade da Argentina de Maradona e o seu futebol, sem se dar conta que a situação miserável dos hermanos talvez corra por conta dessa mesma liberação. A cocaína está no comando da seleção deles como está no comando do governo de Lula.

Com o outro ministro, o peremptório Tarso Genro, o caso é diferente. Confesso que fico com dificuldade de tipificar a espécie do ridículo. Começo por lembrar que eu apontei isso no momento em que o peremptório se transformou em Ministro da Justiça do cocalero Lula. Cito a mim mesmo:

“…Repito, querem desmontar aquela montanha de ego e essa máquina fantástica de falsificar a verdade? Denunciem a sua indigência intelectual. Isso desestabilizará mais facilmente o governo Lula e sua quadrilha palaciana e par(a)lamentar. Não percam tempo tentando fazê-lo lembrar da nossa moral porque ele nem sabe que ela existe. Mostrem um espelho para Tarso Genro. Digam para ele que ele não tem estatura física nem de um Carl Schmitt…

… Somente Tarso Genro poderia tornar óbvio o estado policialesco que o governo Lula, com ajuda tucana, conseguiu esconder até aqui…

… Tenho certeza que esta foi uma escolha acertada para o país. Tarso Herz Genro é um homem de Partido; um militante valioso com um senso perfeito da justiça social e tem conhecimento pleno da atual democracia brasileira que tem muito de sua marca. Não concordo com as previsões pessimistas e derrotistas de alguns analistas apressados. Não tenho dúvidas que o Brasil ganhará muito com a escolha feita. Será o coroamento final das instituições dessa democracia. Finalmente a verdade escondida será revelada. Além disso, o povo do Rio Grande o conhece e o recomenda. Deixem-no trabalhar e o povo brasileiro será amplamente recompensado, lhe ficando eternamente grato: SERÁ O FIM DE LULA! (de artigo de 16/03/2007).

Atacado impiedosamente no intelecto pelo voto de Cesar Peluso, que acho que leu o texto acima, e que o colocou na posição incômoda de um protetor vulgar do comunismo, do terrorismo e do companheirismo criminoso, agora o peremptório se desgasta ainda mais e se enreda ainda mais como mosca apanhada em uma teia: já tendo insultado a República da Itália, agora insulta o ministro do Supremo. Ora, Tarso Genro, deixa que eu insulte o supreminho! Você não!

A face do ridículo brilha a cada frase sua; a torpeza comunista avulta em cada gesto seu, como seu companheiro de ridículo, Suplicy, que se solidarizou com o criminoso de sangue com quatro mortes nas costas. Nem um nem outro sabem que estão defendendo o verdadeiro pai do PAC (Proletari Armati per il Comunismo) quando assumem a posição de protetores de criminosos condenados e foragidos. Já tinha sido assim com o gerente de vendas de cocaína no Brasil, Oliverio Medina, protegido de Dilma Roussef. Mas Tarso Genro foi longe demais porque tentou emprestar ar solene e pomposo a uma farsa, a uma mentira, a uma vulgar defesa de criminoso de sangue porque perpetrado por comunista, no abstrato alguém que defende em comum com ele a mesma causa assassina. Pegou muito mal fazer de um criminoso de sangue um perseguido político, um rifugiatti. Agora exposto, sangrando no ego, expõe o governicho cocalero de Lula à vergonha até no estrangeiro.

E por tudo isso, não será difícil imaginar essa República cocaleira como uma enorme pedra de crack ou uma carreirinha amazônica de coca. O Brasil de Lula, de Tarso, só fumando Minc…onha! E foi isso exatamente que um povo viciado, a Tribo Brasil fez: consumiu Lula, Dilma Roussef, Tarso Genro, e que não se diga, infelizmente, que não consumirá de novo. Se o fizer, entretanto, terá que assumir e subir no palco da maconha e do crack. Em outro lugar que não a República Cocalera estaria lançado o programa eleitoral para a sucessão presidencial, de governadores e parlamento, mas aqui não. No ano que vem saberemos se as drogas políticas estarão totalmente liberadas.

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