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Julio Severo prega “ódio” aos homossexuais?

10 de março de 2010 - 21:10:20

Verdadeiro:
Regularmente, Julio Severo recebe mensagens enfurecidas de ativistas gays xingando-o e acusando de crimes e ódio contra homens que praticam atos homossexuais.

Falso: Regularmente, Julio Severo manda mensagens aos ativistas gays xingando-os.

Verdadeiro: Algumas das mensagens hostis que Julio Severo recebe vêm acompanhadas de ameaças de agressão.

Falso: Julio Severo envia mensagens a homossexuais ameaçando-os de agressão física.

Falso: Julio Severo é acusado de ódio porque ele matou homossexuais.

Verdadeiro: Julio Severo segue a norma bíblica de amar o pecador homossexual e concorda com a condenação bíblica e divina ao pecado homossexual.

Falso: O homossexualismo é um comportamento natural sem nenhuma ligação com doenças e abuso sexual de meninos.

Ódio na Bíblia? Ódio no Blog Julio Severo?

Eu e milhões de outros cristãos apenas repetimos e citamos a Bíblia, que condena explicitamente a homossexualidade, o homossexualismo, o sexo entre um homem e outro homem – seja lá como se queira chamar o comportamento de um homem enfiando o pênis no ânus de outro homem.

Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Se houvesse, os homossexuais não teriam chance alguma, pois há milhões de cristãos no Brasil que respeitam o que a Bíblia diz, inclusive sobre homossexualismo. Com milhões de cristãos movidos por “ódio”, todos os homossexuais seriam mortos, e com a ausência total de homossexuais na sociedade não teríamos mais problemas de enfadonhas acusações de “homofobia” e preocupações com doutrinação pró-homossexualismo forçada das crianças nas escolas. Ninguém precisaria mais se preocupar com nenhuma ameaça de ditadura gay.

Voltando à pergunta: Há incitação de ódio aos homossexuais na Bíblia? Há incitação à violência contra homossexuais no Blog Julio Severo?

A expectativa de vida média dos homossexuais é baixa, mas não por culpa da Bíblia e de Julio Severo. Com seu estilo de vida comprovadamente prejudicial à saúde, eles adquirem tantas doenças que a própria homossexualidade é um risco sério para a vida deles.

Há os casos de alguns homossexuais que foram mortos por “carecas” e por neonazistas. Mas esses indivíduos não se interessam pelo que a Bíblia diz. Eles também não gostam do que Julio Severo escreve. Muitos prostitutos homossexuais são mortos por bandidos (traficantes e assaltantes), não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo, mas porque escolheram localidades propensas à criminalidade.

Muitos gays são mortos – e muitos mais são agredidos – por parceiros violentos, mas não por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo. E, finalmente, muitíssimos homossexuais morrem por causa de uma vida de excessos, drogas, álcool e práticas insalubres e destrutivas. Nada disso por incitação da Bíblia ou do Blog Julio Severo.

Tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo são uma fonte de orientação e informação, contendo recomendações contra as drogas, bebidas alcoólicas e comportamentos destrutivos, inclusive o homossexualismo. Mesmo assim, os militantes gays insistem em que tanto a Bíblia quanto o Blog Julio Severo incitam ódio aos homossexuais.

O Blog Julio Severo “incita” seus leitores a odiar homossexuais?

Alexandre, um leitor do Blog Julio Severo que sofre discriminação apenas por não ser a favor da criação de leis especiais e ‘casamentos para homossexuais’, conta que no domingo de 7 de março, lá por volta das 11h da noite, ele começou a ouvir palavrões que vinham do apartamento de cima. Em seguida vieram mais palavrões e gritos assustadores. “Seu *&%$#@ Venha aqui… Seu *&%$#@, você merece isso [seguido de um grito]… Agora seu *&%$#@, você vai ver [seguido de outro grito]”.

Alexandre diz: “Logo as ameaças e gritos aumentaram, e era evidente que alguém queria fugir a todo custo de um agressor. Pulei do sofá e fui cautelosamente escada a cima para ver o que acontecia, e quando cheguei mais perto ficou claro que era uma briga violenta de um ‘casal’ homossexual. Quando ouvi novamente os gritos não tive dúvidas, bati na porta. Nesse momento aquela voz que gritava de desespero gritou mais alto ainda: ‘Socorro!!!! Por favor, socorro!!!’ Bati novamente na porta, que estava trancada. Quando continuei a bater, a porta se abriu parcialmente: era o agressor segurando a porta e dizendo que tudo estava bem, e que eu deveria ir embora. Pela fresta eu consegui ver o rosto do outro homem, que tremia e estava visivelmente desesperado querendo sair do apartamento. Seminu e com um olhar de pânico, ele gritou: “Por favor, me ajuda! Me tira daqui! Ele tá me batendo!”

O agressor então mandou Alexandre embora. Imediatamente, Alex chama a polícia, e em 5 minutos chegaram 3 policiais que por longo tempo negociaram para entrar no apartamento para salvar um homossexual de outro homossexual…

Alexandre então me conta: “Enfim, Julio, esta foi a minha história de domingo à noite… a história de um ‘homofóbico’ que teve que salvar um gay que era vítima de agressão de outro gay”.

Só difamações

Entretanto, em vez de se preocuparem com o genuíno bem-estar dos homossexuais e atacar as causas reais do problema, o que os ativistas gays fazem costumeiramente é destratar, injuriar e caluniar as pessoas que não concordam com as opiniões deles. Eles empregam campanhas sistemáticas de difamação contra suas vítimas, acusando-as de ter exatamente o mesmo ódio que é tão predominante entre eles.

Eles escolheram viver uma vida de mentiras e difamações, e iram-se com qualquer cristão que lembre a eles de que eles precisam se arrepender, a fim de evitar o lugar de eterno castigo apontado pela Bíblia como lugar de destino para aqueles que escolhem rejeitar a salvação e permanecer no pecado: o inferno.

Eles têm muita sorte de os cristãos do Brasil não terem todo o ódio que eles tanto apregoam contra nós em suas difamações, porque se tivéssemos, já não existira no Brasil nenhum ativista gay para se queixar e para sugar nossos impostos para suas paradas da suruba gay.

As difamações deles são tão ridículas que eles chegam ao ponto de acusar o Brasil de ser campeão de assassinatos de homossexuais, como se o Irã fosse um paraíso onde nenhum homossexual é assassinado.

Mande os ativistas gays do Brasil para os paraísos islâmicos do Oriente Médio

Contudo, se eles quiserem combater ódio genuíno contra eles, dou uma sugestão: que eles enviem uma delegação homossexual ao Irã, chefiada por Luiz Mott, com a meta de convencer os muçulmanos do Irã a não matar homossexuais. Se essa delegação não voltar ao Brasil, sugiro mandar outra, chefiada por Toni Reis, para a Arábia Saudita. Se por algum motivo “misterioso” a segunda delegação também não retornar ao Brasil, sugiro mandar uma delegação por dia, com aviões fretados com centenas de ativistas gays, para outros países muçulmanos.

No final, Paulo Vanucchi, ministro da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e responsável pelo programa federal Brasil Sem Homofobia, desabafaria para Lula: “Majestade, o Brasil mandou tantos gays para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos que daria para fazer grandes paradas gays brasileiras nesses países.

O grande problema é que não sobrou quase nenhum gay aqui para receber as enormes verbas que Vossa Majestade destinou para as entidades gays, que estão esvaziadas de suas diretorias e membros, que acompanharam essas delegações. O que é que vamos fazer agora com tanto dinheiro sobrando? Além disso, até agora não recebemos nenhum telefonema ou email do Luiz Mott e do Toni Reis. Nossos maiores aliados sumiram! O Brasil está agora enfrentando uma escassez de gays sem precedentes em toda a sua história. Isso é um estado de calamidade pública!”

É possível (mas não certo) que Lula poderia telefonar para seu amigo Mahmoud Ahmadinejad do Irã perguntando: “Compadre Ahmadinejad, nos meses passados centenas de delegações homossexuais partiram do Brasil para o Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos. Saiu tanto gay daqui que agora corremos perigo de que eles tenham virado uma espécie em extinção no Brasil”.

Com voz tímida e constrangida, ele prossegue: “Você ficaria ofendido ou incomodado se eu lhe fizesse uma pequena pergunta? Ainda não recebemos nenhuma notícia dessas delegações, e eu só queria saber se aconteceu alguma coisa…”

Ahmadinejad: “Amigo Lula, vou ser sincero. Aqui no Irã não há homossexuais”.

Lula, que é um beberrão notório, responderia sob o efeito de bebidas: “Companheiro Ahmadinejad – hic! -, se o Brasil não estivesse sob uma crise de reduzida população homossexual – hic! -, nós poderíamos dar alguns deles para você gratuitamente!”

Sem álcool, provavelmente a resposta de Lula seria: “Obrigado, companheiro Ahmadinejad. Eu sabia que você ia ser sincero. Seja como for, não vou deixar uma questão tão pequena assim interferir na nossa amizade ou na minha amizade com outros presidentes muçulmanos. Meu forte abraço a você”.

Vanucchi: “E agora, Majestade, como explicaremos ao público brasileiro esse ‘desaparecimento’ em massa de ativistas gays? A quem responsabilizaremos?”

Lula: “Você não ouviu o que o companheiro Ahmadinejad disse? Não há homossexuais no Irã. Desgraçados cristãos homofóbicos do Brasil: eles devem ter explodido os aviões das delegações gays antes de chegarem ao Irã, Arábia Saudita e outros países muçulmanos!”

Lula prossegue: “Precisamos agir rápido, antes que alguém na mídia insinua que nossos aliados islâmicos podem ter alguma culpa nesses atos terroristas”.

Vanucchi: “Majestade, podemos criar uma Comissão da Verdade para apurar todo o terrorismo que os cristãos do Brasil empregam há anos contra os homossexuais. Há muito tempo eles dizem que homens que praticam atos homossexuais estão condenados ao inferno. Isso é terrorismo dos mais sérios! Podemos também criar leis anti-terrorismo e uma lista nacional de alerta anti-terroristas contendo os nomes de todos os líderes cristãos homofóbicos do Brasil. Isso nos possibilitará rastrear, monitorar e prender qualquer um deles a qualquer momento”.

Lula: “Excelente idéia, Vanucchi! E não se esqueça de colocar na lista também aqueles fanáticos que passaram meu governo inteiro infernizando todos os meus esforços para legalizar o aborto”.

 

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