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Marina Silva na Piauí

5 de janeiro de 2010 - 8:24:22

Eu li, como sempre, a excelente matéria da revista, assinada por Daniela Pinheiro e perguntei-me: quem é Marina Silva? Qual o seu conteúdo intrínseco? O que a torna um nome presidenciável? Li e reli. Deparei-me com um conjunto vazio, uma mulher de história banal cujas qualidades são falsas qualidades: ter sido militante esquerdista a vida toda, ter se ligado ao esquerdista Chico Mendes, ao PT, ser militante ecológica xiita. A única coisa de mais concreto que possui é o mandato de senadora, que a alçou ao ministério do Meio Ambiente de Lula, onde atrasou todas as licenças para construção de hidrelétricas, no período crítico em que o país estava sob ameaça de escassez de energia. E mandou prender 700 pessoas por supostos crimes ambientais. E uma conversão a uma igreja neopentecostal, reduto da mentalidade evangélica mais boçal.

Marina Silva é um conjunto vazio que pleiteia a Presidência da República. Depois do apedeuta Lula seria uma apoteose, o caminho para o desastre, vê-la no Palácio do Planalto. Por detrás das saias da senadora estão os radicais esquerdistas do PSOL e todos os radicais ecologistas das ONGs, que imaginam a perfeição do mundo como a implantação das imagens do filme Avatar, tornando o Brasil uma grande floresta e seu povo uma tribo de silvícolas aborígenes. O Brasil teria, em um governo seu, saudades dos delírios e dos palavrões de Lula.

Tentei pinçar alguma coisa de substantivo da longa narrativa de Daniela Pinheiro. Não tem, porque a personagem é um conjunto vazio. Sua vida agora está ornada pela rotina burocrática de candidata, mas continua sendo um conjunto vazio, um nada portador de um mandato. Valha-nos Deus! Se ela vier a compor a chapa de José Serra, como informou Mainardi, é porque está tudo dominado mesmo. O Brasil caminhará para a entropia inapelável.

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