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Mirisola sem camisola: ou medido na balança Filizola

3 de dezembro de 2009 - 6:48:16

Seria cansativo catalogar os tumores existenciais por trás de um notório exibicionista que ainda não cresceu e cuja linguagem cheia de hipérboles não diz absolutamente nada. Hoje em dia é moda falar um monte de asneiras a um público cada vez mais imbecilizado e acostumado a ler tolices bizarras. O grosso do povo, no geral, pensa cada vez menos, age por empatia, por instinto ou automação. O pior é que essa doença não age apenas sobre a população, e sim nas elites intelectuais, que endossam os Mirisolas da vida. Quanto menos incompreensível a fala de quem escreve e quanto maior as asneiras ditas e consagradas, melhor sucesso terá os Mirisolas da vida, num país de soberba indigência intelectual. Falar mal dos cristãos, dos católicos, dos evangélicos, de Jesus Cristo, injuriá-los, e se apegar a picuinhas mesquinhas, são os lugares-comuns da atualidade. É a coisa mais fácil do mundo. Não há originalidade alguma nisso. Atacar uma sociedade cristã acuada, chantageada, caluniada, psicologicamente amedrontada, é apenas um ato de covardia, um ato de quem está do lado do mais forte. Corajosa é a atitude de Julio Severo, que denuncia, ao risco de perder sua liberdade, as injustiças, perseguições e hostilidades que o povo cristão, seja católico e protestante, sofre, mesmo dentro das democracias. O poder, representado pela mídia, pelas universidades, pelas escolas, pelos setores culturais e mesmo pelo Estado, está nas mãos dos ateus, dos proxenetas, dos satanistas, dos anticristãos, dos comunistas. Isso explica o sucesso dos Mirisolas, cujas aberrações intelectuais são compatíveis com o espírito de uma época decadente.

Se o Sr. Mirisola enfiasse um rábano na bunda e saísse pela Parada Gay, ao invés de escrever seus excrementos intelectuais, daria no mesmo, já que os níveis estão equiparados. Cronistas de qualidade, escritores reais, verdadeiros, autênticos, espíritos criativos, especulativos, indagadores, são criaturas em extinção neste país. Marginalizados pelo meio cultural, na imprensa, na mídia e mesmo nas universidades, as figuras de excelência, os bons homens, estão sendo eliminados, para dar lugares aos Mirisolas da vida, cuja ânsia exibicionista é digna dos travecos de camisola.

E o que é o Sr. Mirisola perto da Apologética Cristã, da Patrística, da Escolástica, das páginas literárias da bíblia e de todos os romances e escritos inspirados nessa tradição gloriosa que molda o ocidente desde sempre? É apenas um bicho-do-pé de Santo Tomás de Aquino. E um micróbio, perto de Jesus Cristo. Um dia, os textos do sujeitinho prepotente serão jogados na lata do lixo, junto com toda a literatura tosca do “Congresso em Foco”, e ainda discutiremos sobre Jesus Cristo, Santo Tomás e Agostinho até o final dos tempos! A grande obra do homem de camisola, a literatura do “Proibidão”, será literalmente proibida por questões de sanidade mental.

Mais assustadora, contudo, é a resposta protocolar que o diretor do “Congresso em Foco”, o Sr. Sylvio Costa, deu ao “Mídia Sem Máscara”, em resposta ao artigo de Julio Severo. Ele diz, com aquele papinho politicamente correto típico dos cagões: “O ‘Congresso em Foco’ é um veículo pluralista, sem que a opinião destes possa ser confundida com o pensamento do próprio site”. Com certeza esse papinho “pluralista” jamais seria concedido aos evangélicos atacados como Julio Severo. O “pluralismo”, por assim dizer, serve para criaturas neuróticas com menopausa como o Sr. Mirisola. O Sr. Sylvio Costa é, naturalmente, como publicador de textos, um cara desfocado, que precisa urgentemente de óculos escuros e de um canil!

Contudo, o que me espanta é a carência de discernimento intelectual deste cidadão que é diretor de um site que diz focalizar a notícia. Permitir a publicação de textinhos vagabundos, mentirosos e cretinos de uma criatura desajustada é uma prova viva de profundo mau gosto. Ao menos o Sr. Sylvio deveria assumir as cretinices que permite publicar, já que demonstra simpatias pelas idéias do rufião de camisola.

Por falar em camisola, é uma grossa sacanagem colocarem um sobrenome tão sugestivo numa pessoa. Até no registro público, tiraram sarro com o espírito de porco! Confesso, quando ouvi o sobrenome Mirisola, lembrei-me de um filme de terror. O Mirisola, sem camisola, está nu, como o zumbi da meia-noite. Ainda que o cérebro não pese nem mesmo na balança Filizola!

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