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Obrigado, Iara Lee

21 de junho de 2010 - 8:39:49

A história dos cartões de memória costurados na cueca do seu cinegrafista aumentava o nível de heroísmo da aventura cinematográfica. A forma como que tais imagens foram adquiridas, protegidas e contrabandeadas de uma zona de guerra e sob as fuças de um governo sanguinário como o de Benjamin Netanyahu, causaram um frenesi entre os inimigos de Israel.

Aí veio o imprevisto: A cineasta foi convidada a falar na ONU! E como não tivera tempo de editar o tal “material bombástico”, Iara Lee se vê obrigada a divulgar uma pequena parte da sua ‘obra prima’.

Frustração. A bomba de meio megaton era, digamos, tão somente um traque de salão.

Pressionada pelas circunstâncias, Iara Lee resolveu radicalizar, jogar tudo no ventilador. Então, postou o vídeo na íntegra no seu website, transformado agora no centro das atenções daqueles que se deliciam em atacar Israel.

Não apenas postou tudo como sugeriu que a ONU deveria observar bem as imagens, frame by frame, pois quem sabe ela, a ONU, enxergasse lá as provas que ela, Iara, não havia encontrado.

Na verdade, Iara Lee começava a tirar o corpo fora. Ao perceber que seus planos de ter imagens suficientes para uma produção pallywoodiana começavam a fazer água, e sabendo que estava lidando com uma organização acostumada a se posicionar sempre contra Israel, a cineasta jogou a responsabilidade de “encontrar chifre em cabeça de minhoca” para a ONU.

As imagens de Iara Lee confirmam versão das IDF
Ao observarmos as imagens de Iara Lee, percebemos que os soldados israelenses foram na verdade vítimas de uma emboscada. E que a morte dos 9 ativistas do navio Mavi Marmara, num ato de legítima defesa das Forças de Defesa de Israel (IDF), foi pouco diante do eminente massacre para o qual estas foram atraídas.

As fotos abaixo são uma cortesia da cineasta Iara Lee. Pegamos seu vídeo e selecionamos as melhores imagens para que os leitores do Notícias de Sião possam perceber a armadilha que prepararam para os soldados das IDF.

Agora vocês entenderão porque em diversos momentos aparece alguém pedindo para que o cinegrafista de Iara Lee não registre determinadas cenas. Afinal de contas, as imagens poderiam provar que além de NÃO TER NENHUMA AJUDA HUMANITÁRIA À BORDO, havia ódio de sobra entre os tais Ativistas Humanitários.

E foi exatamente por isso que, atendendo aos apelos dos seus cúmplices, o cinegrafista deixou de filmar muita coisa que aconteceu naquela manhã na costa de Gaza nas águas do Mar Mediterrâneno.

Da mesma forma que Mohammad Bakri, o diretor de “Jenin-Jenin”, foi obrigado a admitir que exagerou quando sugeriu que as IDF haviam feito um massacre na cidade de Jenin, Iara Lee deve também admitir que falou besteira ao dizer que seu filme provaria a brutalidade do Exército de Israel.

Na verdade, as imagens mostram o oposto. Vejam alguns dos frames que eu pincei do filme divulgado por Iara Lee.

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A primeira imagem a ser desconstruída no filme apresentado por Iara Lee na ONU foi a de uma parede supostamente ensangüentada. A medida que o filme corria o mundo as pessoas foram se dando conta de que pela seqüência dos fatos aquilo não poderia ser sangue.

Quando o filme completo foi exibido percebeu-se que se tratava de tinta de armas de brinquedo. Isso porque os soldados israelenses usaram armas de paintball, uma brincadeira onde times adversários lutam entre si usando armas muito parecidas com armas reais, só que estas atiram bolinha de tinta.

Alguns sites ironizaram as declarações israelenses dizendo que só trouxas acreditariam que um exército tão poderoso quanto o exército de Israel se prestariam ao trabalho de abordar um barco inimigo usando armas de brinquedo.

Pois usaram. E as imagens de Iara Lee comprovam. Vejam no frame abaixo.

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Esta estratégia está bem explicada na matéria “Sem Nexo, Mentiras e Vídeotape“, publicada anteriormente neste BLOG. Desta forma, o excelente equipamento da cineasta acabou por comprovar uma coisa que as pessoas sensatas sabem há muito tempo: Israel joga da forma mais limpa e honesta que pode, contra inimigos que agem de forma completamente oposta.

No destaque , uma arma de Paintball semelhante a utilizada pelo soldados das Forças de Defesa de Israel. Compare-a com as armas que aparecem na imagem feita por Iara Lee.

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A outra farsa que o vídeo de Iara Lee ajuda a desvendar é que o grupo era “pacifista” e que foi “atacado” por Israel. Mentira! Na imagem acima vocês podem observar um grupo de Ativistas Humanitários, armados de barras de ferro, esperando os soldados israelenses passarem pela porta.

É sempre bom lembrar que MENOS DE DEZ soldados desceram no Mavi Marmara, pois o objetivo não era uma ação de guerra, mas sim uma inspeção de rotina num navio que se dizia carregado de Ajuda Humanitária. Estavam armados? Evidentemente. Tanto é que este pequeno grupo conseguiu controlar, subjugar e vencer mais de 100 terroristas do IHH. Que estavam com a “disposição pacífica” que vocês podem ver na foto acima.

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Mas, não foram apenas estilingues (baladeiras) e barras de ferro que foram utilizados pelos Pacifistas. Também lançaram mão de grossas correntes para atacar os soldados israelenses.

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Nesta parte do vídeo, um aparentemente pacato senhor abre a embalagem de um daqueles canivetes embutidos que quando você aperta um dispositivo no cabo a lâmina desponta. Para abrir a embalagem deste “brinquedinho”, ele usa um punhal.

Como o canivete é novo, embalado, e Israel não encontrou NENHUMA AJUDA HUMANITÁRIA no Mavi Marmara, pode ser que este fazia parte da tal Ajuda.

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Ativista Humanitário exibe um capacete de soldado israelense como se fosse troféu. Como os soldados que estavam no pavimento superior ainda não haviam descido, presume-se que o capacete seja do soldado que aparece sendo jogado para beixo nos filmes distribuídos pelas IDF. Pode ser que o capacete seja do soldado que ficou gravemente ferido na tentativa de linchamento.

O capacete erguido em triunfo e a parede manchada de vermelho no fundo nos remete a uma cena assustadora: O linchamento dos soldados israelenses em uma cadeia de Ramalla, na Samaria. Aquele episódio em que um palestino aparece na janela com as mãos ensangüentadas, depois de ter participado do esquartejamento do soldado israelense.

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Iara Lee flagrou detalhes dos seus amigos se preparando para emboscar os soldados israelenses. Na foto acima você pode ver em destaque uma das barras de ferro utilizadas na ação. É sempre bom relembrar que havia mais de 700 pessoas no barco, centenas delas armadas com este tipo de “equipamento”, se lançando sobre menos de 10 soldados israelenses. E foram vencidos!

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Por tudo isso que você viu, e pelo fato de não ter sido encontrada ‘Ajuda Humanitária’ nenhuma no Mavi Marmara, é que em diversos momentos das filmagens aparece alguém pedindo para o cinegrafista de Iara Lee não filmar determinada área.

Agora, mesmo que a cineasta monte um filme pallywoodiano para deleite da sua platéia, o estrago à sua imagem já está feito.

NOTA: Como o site da cineasta franqueou as imagens, o BLOG NOTÍCIAS DE SIÃO agradece a imensa contribuição que Iara Lee deu para a elucidação dos fatos.

Aliás, alguém aí sabe como se diz “Muito Obrigado” em coreano? (Com sotaque coreano do norte, evidentemente.)

Quanto aos bravos soldados das IDF que colocaram suas vidas em risco na defesa da verdade, orgulhosamente nós lhes dizemos:

Toda rabá chaverim!
(Muito obrigado, amigos!)

 

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