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Os francenildos

29 de agosto de 2009 - 7:18:33

Alguns dizem que Palocci não foi absolvido porque não foi julgado. Foi absolvição sim, e essa decisão foi muito melhor para a República de Ribeirão Preto. Não há mais sequer o incômodo de continuar pagando advogados com o dinheiro do povo!

O STF se cagou, embora o voto de quatro componentes da sessão de ontem terem sido pela aceitação da denúncia. Os votos vencedores, no entanto, já eram conhecidos – nós sabemos quem são esses ministros. Eu fico imaginando se fosse o contrário: um ministro tucano, ou outro qualquer, quebrando ou mandando quebrar o sigilo bancário de um do povo, de um francenildo. Que gritaria! Ditadura! Chamem os homens de preto dos Direitos Humanos! Aqui vale lembrar a que se reduziu a justiça brasileira da era petralha: para os amigos a legalidade; para os inimigos a legitimidade. Ou seja, Hans Kelsen invertido dando de goleada em Carl Schmitt! Foi exatamente esse o voto do Hans Kelsen, o alemão presidente desse tribunalzinho brasileiro.

Perdemos, entretanto, de saber qual seria o voto do Negrão. Incomodado com terríveis dores nas costas, provavelmente oriundas da surra que levou dos capangas do alemão Hans Kelsen, o Negrão ficou de fora. Quem sabe vem uma vingançazinha dos francenildos por aí, já que o negrão é o relator do caso dos mensaleiros, e representante assumido dos francenildos. Às vezes eu fico otimista, deve ser a hora do almoço em que escrevo – ela sempre me deixa assim -, para acreditar que o “representante do povo” colocado lá pelo Ali Babá vá defender os francenildos da quadrilha dos 40. Vamos ver.

O resultado do prêmio foi o embaixador das FARC no Brasil ter ficado livre para concorrer ao governo de São Paulo, e com chances enormes. A KGBIN a essa altura deve estar preparando um “substancioso” dossiê, tanto quanto foi o voto do Hans Kelsen nacional. Os tucanos que se cuidem em São Paulo com a República de Ribeirão Preto, e os gaúchos mais ainda, com a República de Santa Maria de Eros Grau, Nelson Jobim, e Tarso Genro, a.k.a, Carl Schmitt.

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