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Donald Trump fez uma nova declaração de independência

7 de junho de 2017 - 16:00:24


Marque este dia como histórico: 1º de junho de 2017: o dia em que o presidente Donald Trump retirou os Estados Unidos do acordo climático de Paris.

É um dia de júbilo. É um dia de liberdade. É algo semelhante a outra declaração de independência – independência não de um império, mas de um establishment de bem-estar social global que vem se alimentando dos Estados Unidos desde a Segunda Guerra Mundial.

Se você só votou em Donald Trump porque ele prometeu acabar com a fraude da mudança climática, então o presidente manteve sua promessa. Mas ele também manteve sua promessa a todos os americanos, não apenas por colocar os Estados Unidos em primeiro lugar, ao invés de vender a América para a ONU e para o lobby das “mudanças climáticas” que está gerando os medos de pessoas de todo o mundo e fazendo fortuna deste pânico.

Quando o “aquecimento global” já não parecia mais verdadeiro, os ambiento-fascistas começaram a chamá-lo de “mudança climática” porque isso pode significar praticamente qualquer coisa. O clima pode ser quente, frio, chuvoso, árido ou algo intermediário e você pode atribuir tudo à mudança climática.

Não só isso: os governos podem tributá-lo até a morte na tentativa sem fim de reduzir as emissões de carbono de um país. Os ambientalistas podem matar empregos e fazer com que todos nós passemos a viver em cavernas sem o benefício dos automóveis enquanto fazemos nosso dever para salvar o meio ambiente.

E é tudo bobagem. Enquanto os americanos e outras nações ocidentais sofrem em silêncio, a China e a Índia continuam uma expansão industrial que tem pouca preocupação com o tamanho das emissões de carbono.

Bem, na quinta-feira, Trump disse não. Ele disse o suficiente: que os americanos não seriam mais governados pelos enganadores ambientalistas da ONU.

Haverá esquerdistas muito decepcionados e doloridos neste dia. Para eles, o ambiente não era apenas uma questão política, não apenas uma plataforma política, nem mesmo uma causa. Era uma religião. Eles adoram o planeta e eles prestam obediência ao deus da terra através de suas várias exibições de devoção ambiental – que em grande parte se traduzem em impostos e taxas que são notavelmente semelhantes às indulgências que podiam ser compradas para a remissão de pecados na Igreja Católica pré-Reforma. Os liberais acreditam em sofrer pelo planeta. Eles acreditam em seguir o flautista mágico da globalização.

Trump está assumindo uma posição corajosa com sua saída. A mídia esquerdista que já antevê seu impeachment, se não a sua morte, observou rapidamente que Trump está fora de compasso com o resto do mundo, um negador de mudanças climáticas, abdicando do papel de liderança dos Estados Unidos no mundo. Mas vamos ser realistas, alguém realmente acredita que a América liderou o mundo nas mudanças climáticas? Você realmente quer que a América lidere o mundo neste problema? Você não prefere que os Estados Unidos liderem o mundo na expansão econômica, liberdade política e liberdade de pensamento e de expressão?

Você viu o comentarista da ala esquerdista da Fox News, Shep Smith, dizer que “aqueles que reconhecem que as ‘mudanças climáticas’ são reais e que são causadas por seres humanos” não gostaram da decisão de hoje. O que é uma declaração totalmente totalitária e apresentada como se fosse absolutamente banal. Mas é precisamente assim que os liberais enquadraram este debate: dizendo que não há debate, que a questão está resolvida e fora de discussão.

Esta decisão terá consequências de grande alcance. Isso não significa apenas que os EUA finalmente disseram o suficiente, mas a liderança de Trump pode realmente forçar alguns dos outros líderes pusilânimes do mundo a questionar sua devota simpatia pelo ambientalismo. Talvez alguns desses palhaços parem de falar sobre esta “guerra contra a mudança climática” totalmente boba e despertem para a verdadeira guerra contra o terrorismo.

É esperar muito? Talvez não. Muitos de nós duvidavam que Trump rejeitasse o acordo climático de Paris, pois sua administração possui apaixonados ambientalistas como o secretário de Estado Rex Tillerson [*]. Mas Trump mostrou força e previsão – e o tipo de senso comum de que os nababos que jogam conversa fora na ONU nunca compreenderão.


Nota do tradutor:
[*] Não tão apaixonados assim, pois a Exxon Mobil, da qual Tillerson foi CEO até há pouco e da qual teve possuir um monte de ações, aproveitou a onda das fontes “limpas” de energia e investiu pesado nelas.

Publicado no Daily Caller.

Tradução e divulgação: Papéis Avulsoshttp://www.heitordepaola.com

 

 

 

  • EDUARDO CARREIRO MACHADO

    Decisão correta, devíamos fazer o mesmo no Brasil e sair dessa fantasia que extorque as nações.

  • Sérgio Weege Jr.

    Vamos ver quanto tempo ele aguenta (fora do acordo e/ou no governo). Certamente apertarão ainda mais o cerco contra o ‘Laranja-Mecânica’.

  • Odilon Rocha

    O único acordo climático (como se alguém pudesse acordar isso!) possível no momento seria dar uma ‘esfriada’ nos ataques terroristas, que continuam quentes.
    Mas sobre isso ninguém fala nem quer saber. Impressionante.

  • Eluis Ruano

    Nunca me enganei com Trump ! Eis o primeiro grande homem do séc XXI.

  • O autor ia bem até demonstrar sua intolerância religiosa ao comparar a esquerda verde a uma “religião” – absurdo muito comum entre “ateus puristas” que tentam inutilmente desvencilhar o ateísmo do socialismo e do esquerdismo em geral.

    Para piorar, ainda exuma essa mentira sobre a “venda de indulgências”, inventada no século XIX pelo herege Ignaz von Döllinger. Por sinal, na Internet já desmentiram tanto isso que fazia tempo que não via alguém falar esse absurdo!

  • Luiz F Moran

    O estoque de ataques e mentiras contra Trump inventados pela mídia globalista está acabando. Já é possível notar muitos “jornalistas” e “especialistas” apavorados com a ameaça de perderem sua fonte de renda. Demorou, mas estamos assistindo muitos destes tagarelas sendo desmascarados pelos fatos.

    • Enquanto isso, por aqui já foram desmoralizados, por outros motivos, Reinaldo Azevedo e Marco Antônio Villa.

      E o Mito ainda nem ganhou…

  • Danilo Dalla Vecchia

    ‘Ambiento-totalitarismo’ aproxima-se mais de uma ”seita” , com todos seus seguidores guias-cegos e aparatos midiáticos empulhadores .
    Não esquecer que aqui no Brasil temos á grande representante , dessa ideologia de defesa das matas , Marina Silva . A cria mais proeminente do eco-comuno-petismo .

  • Francisco Carlos Siqueira Mour

    Verde a nova cor do comunismo. Dá-lhe Trump, a sua eleição foi um marco histórico.

  • Moises de Oliveira

    E como os eleitores de D. Trump e os demais americanos vê essa decisão dele?