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Obrigado, homem branco cristão!

20 de setembro de 2017 - 22:13:31

No tempo em que sofismas imbecilizantes como o da “apropriação cultural” vão ganhando espaço e a manipulação  politicamente correta vai se consolidando descaradamente como instrumento para a perseguição jurídica, religiosa e racial, Andrew Klavan oferece uma rara demonstração de gratidão a um grupo de pessoas a quem ninguém diz “obrigado!”: o homem branco cristão.

Tradução: Flávio Ghetti
Revisão: Rodrigo Carmo
http://tradutoresdedireita.org

 

  • Odilon Rocha

    Os que não bebem do conhecimento, especificamente das excelentes fontes de História da Humanidade, não sabem que muçulmanos já escravizaram brancos. Não sabem que na África negros escravizaram e ainda maltratam negros por causa de richas tribais. Só isso. Verdadeiras ditaduras violentas. Mas,…parece não interessar aos jornais publicar esse tipo de matéria.
    Não sabem que nos EUA foi onde os escravos negros (sim, pode ter escravo/escrava branca, amarela, pardo, etc., todos, seres humanos) tiveram a maior chance de sairem da sua condição para situações melhores. Os melhores músicos, intérpretes, o maior economista (Thomas Sowel), atores consagrados, cantores, enfim, uma pleiade de destaques, que não deixam margem a dúvidas.
    O legado deixado pelo “violento homem branco” nos vários países africanos, onde foram só “sugar” (foram fazer só isso, mais nada!), ainda se encontra presente nas construções dos prédios públicos, escolas, administrações e toda uma infraestrutura que qualificou o espaço.
    Pergunto, sem me preocupar com a questão cor: um povo, independente de cor, com mais experiência e mais conhecimento não pode levar (e ensinar) a outro as benesses disso? Algum problema nisso? Não é justamente isso que se espera?

  • Osvaldo Pereira Júnior

    Os maiores escravagistas de negros em todos os tempos foram os próprios negros.

    • Romanorum

      E no Brasil os chamados “cristãos novos”… Mas isso não é “semiticamente correto” divulgar…

  • José

    Porque ele diz ao final,… “normalmente eu agradeceria a Deus, mas não quero ofender ninguém” (ou algo parecido)? Essa frase encerra em si mesmo um sofisma que o homem branco cristão não deveria ter, que é negar o louvor, a glória e a obediência devidos a Deus por respeito a outros homens.