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Perseguição anticristã e politicamente correto: Porto Alegre sob assédio

22 de setembro de 2017 - 19:43:59

A convergência dos assédios contra o cristianismo e os cristãos, contra a infância e quem busca protegê-la, fica claramente percebida quando nos lembramos das palavras de Jesus Cristo.

 

Há quem creia que o “politicamente correto” tem algo a ver com convívio social respeitoso. No entanto, não é assim. Respeitar, e mais do que isso, amar o próximo, é o segundo maior mandamento afirmado pelo cristianismo. Surrupiar essas qualidades e virtudes sociais para o âmbito do “politicamente correto” é uma fraude praticada por quem, de hábito, não lhes dá a mínima e chama fascistas os cristãos e conservadores que as pregam e praticam.
O “politicamente correto” é uma fórmula esperta de ação política. Manifesta-se como produto de sistemática construção por incessante repetição, para:

– proclamar vencidas discussões que ainda estão abertas, impondo conceitos, destruindo valores e ofendendo crenças alheias;

– dar por consensuais e moralmente superiores concepções que não são uma coisa nem outra;

– eximir de críticas pessoas e práticas que põe sob seu manto protetor.

Trata-se, portanto, de algo político no sentido mais ladino e enganoso dessa ciência. E não por acaso, a tarefa de construir postulados “politicamente corretos” é pretensão exclusiva dos partidos e grupos à esquerda, rotulando como incorreta toda a divergência. O politicamente correto tem sido uma trincheira para:

– dar cobertura à ideologia de gênero;

– tratar bandidos como vítimas;

– identificar como “fobia” e incorreção as mais tênues divergências;

– arrancar crucifixos das paredes;

– proteger os mais variados tipos de cotas;

– justificar o desaprisionamento;

– defender a sacralidade do Queermuseu; e por aí vai.

Todas as reações contrárias ao  Queermuseu foram carimbadas por jornalistas corregedores da opinião pública como “politicamente incorretas”. Chegava a ser bisonho. Diante das portas fechadas do Santander Cultural, manifestantes nuas defendiam a sacralidade do profano enroscadas em práticas sexuais. No interior do recinto fechado pelo proprietário, o realmente respeitável (a infância em todas as suas dimensões) e o realmente sagrado (uma religião e seus símbolos) haviam sido profanados e vilipendiados. E o vilipêndio cobrava para si exibição pública!

Não é contraditório? O mesmo critério político, legislativo e jurídico que, em nome do respeito “politicamente correto”, tenta inibir humor e piadas de gosto duvidoso, não se sente minimamente desconfortável – ao contrário, não raro se assanha – quando o ataque se dirige a quem recebe, através dos séculos, o amor e a adoração de bilhões de pessoas.

Mal virou a semana, novamente em Porto Alegre – cidade sob assédio, bem se vê – um monólogo exibido com patrocínio público (essas drogas não sobrevivem da bilheteria) apresenta Jesus Cristo como um travesti e “Rainha do céu”. A tentativa de sustar-lhe a exibição por via judicial trombou contra o … “politicamente correto”. Entendeu o magistrado do feito que não precisa citar lei para negar a medida solicitada “porque todos somos iguais”. Questão que não estava em causa. Fosse a pessoa exposta em situação aberrante alguém vivo, poderia certamente requerer a proteção de sua imagem. O magistrado é, por certo, respeitabilíssimo, mas esse tal Jesus Cristo? Quem por Ele?

A convergência dos assédios contra o cristianismo e os cristãos, contra a infância e quem busca protegê-la, fica claramente percebida quando nos lembramos das palavras de Jesus: “Deixai vir a mim as crianças, não as impeçais porque o Reino dos Céus pertence aos que se tornam semelhantes a elas” (Mt 19:14). Para muitos isso é simplesmente intolerável.

 

http://puggina.org

 

  • Os maiores incentivafores da destruição dos valores e da moral são os integrantes do judiciario, MP e OAB.

  • Elvis Trivelin

    Muito bem exemplificado o uso prático dessa ferramenta subversiva (politicamente correto). Dois exemplos notórios de como esses psicopatas são canalhas, cínicos e intolerantes, aplicando o que se chama de “decálogo de Lênin”:

    – Quem não se lembra do caso da garota da Alezzia – loja de móveis que colocou
    uma modelo em cima de uma mesa na publicidade de seus produtos? A reação da
    canalha oscilou entre o legal pedido de boicote (que eles jamais admitem contra
    eles) à loja, até uma chuva de processos e constrangimentos midiáticos.

    – Quem não se lembra das reações de censura ao filme de Olavo de Carvalho? Censura à presença do filme nos festivais e até à possibilidade de ser exibido em qualquer canto do planeta?

    – Quem não se lembra das reações de censura e punição ao direito de livre
    expressão que essa turma tentou contra o Bolsonaro quando este resolveu fazer
    uma saudação ao Cel. Brilhante Ustra, na votação do impeachment da musa deles?

    Aos analfabetos funcionais devemos lembrar que aqui não se está elogiando Bolsonaro nem tampouco Ustra, mas lembrando que o critério de “legítima liberdade de expressão” é a eles bastante relativo e que esses psicóticos não vêem nem mesmo como ultraje odes a satanás, vilipêndios que deixariam qualquer apologia a Filinto Miller, por exemplo, parecer birra de criança. E tudo isso para não falar das odes a Marighella, Fidel Castro e Che Guevara, personagens mórbidos e repugnantes.

    Se os psicopatas falam em direitos de expressão ilimitados e complacência absoluta com todo tipo de pintura, de fotografia, de música, de texto, etc (que eles condensam na expressão ‘arte’ esvaziada de significado semântico original), que comecem aplicando a tal complacência em suas próprias ações.
    Canalhas que são, vão ignorar qualquer apelo lógico pelo bom senso e vão continuar persistindo no jogo de acirramento de grupos pois isso lhes rendeu o poder que se traduziu em cargos e influências políticas.

    ESTÁ PROVADO QUE ESSA RAÇA É AUTORITÁRIA E NÃO DEFENDE LIBERDADE DE EXPRESSÃO PORCARIA NENHUMA! Defendem apenas a liberdade DELES dizerem o que bem entendem, desrespeitarem quem estiver no caminho deles. Psicopatas!

  • KC7reality .

    Liberdade de expressão é uma coisa.
    Libertinagem de expressão é outra coisa completamente diferente.

  • Felix André

    Recentemente um ancião (pastor) da denominação da minha mãe (Testemunha de Jeová) foi detido na Argentina por ter dito num sermão que o homossexualismo, segundo a Bíblia, é pecado.

  • Leo Nardus Mouras

    A nojeira lhes é peculiar; o profano é santo, e o santo, profano.

  • Marcelo Carneiro de Souza

    A arte e a cultura são elementos que visam o crescimento intelectual e interno do ser humano e não sua degradação através da bestialidade anticristã. Por isto a exposição de Porto Alegre com incentivo fiscal do Santander é digno de todo o repúdio e censura. Felizes os clientes que fecharam e que fecharão suas contas correntes no Santander.