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Sociologia do jornalismo: o episódio do MAM e as criaturas que infestam as redações

29 de setembro de 2017 - 20:05:06

Comentário do autor, Cristian Derosa:
A “performance” apresentada no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) que expôs um homem nu à apreciação de crianças e adolescentes gerou protestos, mas a jornalista Rita Lisauskas, do Estadão, reagiu, no Twitter, com ironia à justa indignação do público. Em sua mente “jornalisticamente correta”, soa absurdo que alguém tente “cercear” uma “livre expressão”, mesmo que seja criminosa ou pedófila, pelo simples fato dessas expressões representarem, para o meio jornalístico do qual ela faz parte, a mais excelsa e intocável arte. Certamente, para ela, toda a sociedade deve aceitar, em silêncio, abusos de crianças em museus e escolas e o grande vilão que a sua mente jornalística consegue visualizar é o MBL (Movimento Brasil Livre), o maior grau de conservadorismo que ela consegue perceber.

Rita Lisauskas é apenas mais um exemplo, entre centenas de jornalistas, do que aponto no presente artigo.

Redações em espiral: a sociologia do jornalismo

Em uma época em que o reforço psicológico e a auto-afirmação fazem as vezes de valores morais, não há maior apóstolo da credibilidade jornalística do que o próprio jornalista. Ele é, portanto, a vítima mais indefesa e mais submetida às forças psicológicas que se distribuem pela sociedade contemporânea. E, portanto, a quem menos se deve dar crédito.

Toda a vida moderna gira em torno da socialização, do afago a egos cada vez mais sedentos de confirmação, a autoimagens hiper-sensíveis e à beira do pânico diante da possibilidade de rejeições e do medo do isolamento, que representaria a morte social. O autoengano, neste sentido, torna-se uma prática diária de sobrevivência.

O sociólogo David Riesman diagnosticou esse fenômeno em sua obra A multidão solitária, publicado na década de 1950, no qual destacava a ascensão de um novo caráter social que chamou de alterdirigido, isto é, dirigido pelo outro. Desde a época das suas primeiras observações a respeito, o foco no ambiente social aumentou drasticamente. Hoje, ninguém pode estar totalmente imune ao juízo público. Nas palavras da politóloga Elisabeth Noelle-Neumann, quem mostra-se indiferente à opinião pública é ou um louco ou um santo.

Se estamos todos individualmente submetidos a essa pressão latente, um dos principais veículos responsáveis por disseminar a homogeneização das opiniões e crenças é a grande mídia, representada especificamente pelos meios noticiosos ou pretensamente informativos. Esses meios possuem, eles próprios, um ambiente no qual são produzidas as informações como atividade profissional, mas também social. Assim como nas ruas, nas repartições, no ponto de ônibus, na fila do banco ou no caixa do supermercado, as redações dos jornais fornecem um ambiente social especialmente fértil à transmissão de comportamentos e condutas imitativas. O jornalista está sujeito às mesmas forças que o restante da opinião pública, mas carrega consigo muito mais motivos para depositar credibilidade no seu próprio trabalho, pelas mesmas razões psicológicas presentes no restante da sociedade: a auto-afirmação, o desejo mimético de pertencimento à classe dos informadores e a solidariedade da categoria. Mas há algo mais.

Universidade: onde tudo começa
Formado por pessoas oriundas das universidades, locais em que hoje vigora o vício em álcool, drogas como maconha e opiniões superficiais, o jornalista chega à redação com crenças tanto mais firmes e convictas quanto menos fundamentadas em fatos ou experiências. O ambiente universitário, especificamente o do jornalismo, fundamenta-se na disseminação de uma imagem de sociedade que independe de experiências ou vivências reais. Pelo contrário: toda experiência real deve, por força e pressão do pertencimento à nova classe, ser moldada e ressignificada dentro das categorias presentes na imagem ideológica de sociedade que foi aprendida em sala de aula. E a força persuasiva dessa imagem não está de forma alguma na força dos seus postulados, no rigor da observação, tampouco na credibilidade intelectual ou pessoal do professor. A maior força de persuasão está no próprio compartilhamento das crenças pelos membros do grupo, uma vez que isso fortalece, não a crença ou conjunto de crenças em si mesmos, mas o pertencimento do indivíduo àquela comunidade pretensamente pensante.

“O mundo é governado pela opinião”.
Gravura publicada em 1641, representando a opinião pública regada pelos jornais, comandada pelo governante.

O fator catalisador das ideias e opções ideológicas e idealistas está, sem sombra de dúvida, na permanente e onipresente socialização a que o estudante universitário se vê submetido desde a entrada às portas daquilo que crê ser o “templo do conhecimento”. Hoje as universidades estão rodeadas de bares e cervejarias, bem o contrário do que um ingênuo observador poderia supor ao imaginar um campus circundado por livrarias, cafés e museus. A vida universitária de nossas cidades foi, já há algumas décadas, reduzida àquilo que antes era reservado aos estratos mais baixos da vida urbana, às periferias não apenas geográficas, mas morais. O mundo ordinário do estudante há muito deixou de ser o das letras e das artes para precipitar-se à mais baixa escala de existência. Uma mudança desse tipo, de graves consequências para milhares de vidas individuais, não pode ser esquecido quando tentamos compreender o conteúdo abjeto de notícias advogando em favor de crimes como pedofilia, uso de drogas e assassinatos. Também não nos deve impressionar uma decadência desse tipo.

Cada vez mais estudos apontam para uma verdadeira epidemia de depressão e ansiedade em estudantes universitários. Até mesmo casos de esquizofrenia e surtos psicóticos não são raros. A exposição a drogas e socialização constante produz evidentemente um aumento nos níveis de ansiedade e demandas maiores por atividade social, o que no meio universitário é facilmente confundido com estudo, atividade social, ativismo e uma gama de coisas vistas hoje somente em seu caráter positivo.

A redação
Chegada a formatura, o jornalista recém formado se crê no direito de ser contratado pelos jornais proeminentes e, tão logo o consiga, sabe que tem o dever de transformar a sociedade naquilo que seus professores o ensinaram. Mas, chegado ao ambiente social da redação, tudo muda. Até mesmo o idealismo universitário pode ser deixado de lado em nome da adaptação social ao novo grupo. O chefe, o colega, os “famosos” da redação, os exemplos dos quais todos falam, aquele repórter premiado que passa na redação distribuindo brincadeiras íntimas sem, no entanto, aceitar muita proximidade. O recém chegado adoraria ser amigo dele. Eis o objetivo profissional inicial e imediato. Tão logo se tornar aceito e integrante daquelas brincadeiras, será notado pelo editor-chefe. Este é o critério inicial e a demora ou incapacidade de perceber isso pode representar a ruína ou o ostracismo editorial: ser relegado à diagramação ou a algum outro setor já previamente estigmatizado como depósito de inúteis sociais. O inútil social é alguém que não foi capaz de conquistar o sorriso do chefe (ou dos colegas que o fizeram) ou não atraiu para si qualquer interesse ou simpatia, o que indicaria a submissão às ordens dadas sempre em tom de confiança. Ordens estas que significam obviamente opções muito claras em direção a políticas editoriais vindas de cima.

Em suma: todos precisam demonstrar afabilidade e flexibilidade extremas, que beiram o puxa-saquismo e a tolerância com humilhações, para comprovar a sua utilidade a um sistema de obediência absurdamente rígido, mas que aparenta ser apenas um jogo social necessário ou inevitável.

O problema por trás do que chamamos muito genericamente de “militância esquerdista nas redações”, não é uma questão ideológica. O que viabiliza toda a transmissão de ideias é, na verdade, a submissão psicológica, a dependência social em que indivíduos são cooptados não em nome de ideais, mas da sua sobrevivência social e profissional. Uma minoria dos jornalistas e repórteres possuem crenças fixas e convictas. A grande massa disforme de profissionais está apenas sujeita a uma rede de ameaças emocionais que forma um sistema psicótico de produção de histéricos em série. Nada disso pode ser possível sem aquela dependência longamente construída na universidade, regada a muito álcool, drogas e uma vida moral pautada pela imitação de comportamentos, incrementos à hipersensibilização, distanciamento da realidade e confusão entre realidade e mundo social abstrato.

 

Leia também: “Cura gay” e Fake News: mentiras, sensacionalismo e a construção de estereótipos

Cristian Derosa é jornalista e autor do livro ‘A Transformação Social – Como a Mídia de Massa se Transformou numa Máquina de Propaganda’.
http://estudosnacionais.com

 

 

  • Luis Antonio Galbiatti

    Não sei explicar o porque,mas desde os meus tempos de estudante (e lá se vão 40 anos!) eu já imaginava que um dia chegaríamos a isso e sabem porque? Já ouvia muitos jovens da época dizerem que não iriam criar seus filhos como tinham sido criados,em uma “repressão” incrível e ruim e portanto seus filhos seria livres para “viverem a vida ” segundo eles.Pelo jeito,viver a vida é isso aí que temos hoje em dia,correto? Uma depravação sem limites e um falta de vergonha na cara que eu vi nem em casas de meretrizes! E assim vamos todos caminhando rapidamente para o inferno!

    • Seu Zé

      vemos uma geração cada vez mais sexualizada, vemos jovens que não conseguem entender conceitos como ordem e hierarquia importantes para uma vida profissional, vemos o estado punindo pais que educam seus filhos com rigor e patrocinando pais que levam filhos para eventos depravados como o do MAM

    • Osvaldo Pereira Júnior

      O que será que essa vagabunda da Rita lisauskas faria se um sujeito para-se na frente dela, tira-se o bilau pra fora e fica-se se masturbando?

      Será que ela diria “Nossa um homem! Nossa um pinto!” ou chamaria a polícia?

      Que tal chamar alguns tarados pra fazer o teste?

      • Luis Antonio Galbiatti

        Era bem capaz que ela caísse de boca no pinto do tarado né Osvaldo? Mulheres desse tipo são tão anormais quanto os tarados!

        • Osvaldo Pereira Júnior

          Que nada! Essas vagabundas são as mais conservadoras quando se trata de defender elas próprias contra assédios alheios. É provável que ela fique indignada até mesmo com um elogio ou uma cantada de predreiro na rua.

          Agora, entre quatro paredes e no meio da turminha de maconheiros esquerdistas da USP pode tudo. Até levar crianças para colocar a cara no pau de um desconhecido.

          Essa ideologia tem de ser criminalizada. Esses vagabundos sem vergonhas tem que ser proibidos de abrir a boca.

  • Luis Antonio Galbiatti

    Muitos “professores” hoje em dia não tem mais do que 35 anos! Alguns podem ser filhos daqueles amigos e amigas dos meus tempos de estudante.Foram criado conforme eles mesmos tinham prometido e vejam em que se transformaram.E vai piorar cada vez mais ok?

  • Danilo Dalla Vecchia

    Jornal aqui em casa só serve para limpar coco de gato ou cachorro . Preferível manter-se mal informado do que desinformado .

  • Odilon Rocha

    Excepcional artigo esclarecedor. Muito bom!

  • nando_dsqs

    Tá me parecendo que estamos vivenciando uma época de provocações e de testes para ver a que nível a sociedade está ou qual é a sua tolerância.
    Creio que está na hora de responder a altura, mandando o politicamente correto para o lixo , sem medo algum de ser tachado de todos os predicados do mesmo,
    Conforme a esquerda e o PT vão perdendo força politica, as provocações culturais estão aumentando.

    • Evelyn Petter

      Existe isso, também. Leia Maquiavel Pedagogo, de Pascal Bernardin. Chocante.

      • Odilon Rocha

        Prezada Evelyn, coincidentemente estou lendo. Incrível como estamos sendo submetidos a experiências sob a égide da ONU, há muito!
        Recomendo a leitura a todos.

        • Rafael

          Vc vai ficar chocado quando descobrir que toda a cúpula da ONU é formada por repitilianos de NIbiru.

          • The Question

            Seu deboche não muda o que acontece nas universidades, caro professor, faculdades federais hoje são redutos da cut, aquela facção criada pela esquerda a fim de tomar pela força propriedades privadas. A UFRJ hoje está reservando vagas para transgêneros, se isso não é a “nova educação”, o que mais seria?

          • Rafael

            Sério procura akuda profissional, está delirando.

          • The Question

            como está santa cruz da serra?

          • The Question

            Toda vez que eu ver um comentário seu aqui, desse engraçadinho vou postar aqui dados seu ta bom?!
            quer falar besteira comenta lá naquele monte de merda chamado diário do centro do mundo, ou em qualquer outro lixo de esquerda.

          • Lucas Santos Amaral

            Vulgo DIÁRIO DO CÚ DO MUNDO… rsrsrrsssssss… é que cú esquerdista aceita qualquer coisa… rsrsrrsrsssssss…

          • Newton (ArkAngel)

            Que diferença faz a nacionalidade dos membros da ONU, sejam da Terra ou de outro planeta? Filhos da puta são filhos da puta em qualquer lugar.

  • Júlio

    Rita Lisauskas vagabunda!

  • Marcos Pereira

    O Bizarro, é que os agentes e agências, todos esquerdo globalistas, os tais “Fact Checkers”, sempre dispostos a buscar picuinhas na internet, nem deram as caras……de pau.
    Os carinhas da esquerda estão abusando da dialética: Todo abuso leva ao Erro, descamba para o Mal, mergulha no Pecado e se auto aniquila na Iniquidade.
    É bom saber meus caros: Transgressões tem níveis de perversidade. Nem todos os nossos Erros e Males podem ser enquadrados como Pecado. “O pecado é a transgressão consciente, consebida e deliberada da lei divina, a vontade do Pai. O pecado é a medida da falta de vontade de ser conduzido divinamente e dirigido espiritualmente.

  • Jorge Dal Salve Moro

    Estamos vivendo a geração do blá, blá, blá. Não é só universitário que é vitima deste estado de coisas. Tudo vem sendo implantado há muito tempo e hoje, no mundo todo (exceto em países islamicos, é óbvio) os resultados estão aparecendo e a sensação é a de que não tem volta.
    Por que ? Porque fomos todos omissos, fomos todos, relativamente, permissivos e o que é pior, toda a nossa indignação se resume em desabafar nas tais “redes sociais”, como se isso resolvesse nossos problemas. A esquerdalha quando quer atingir um objetivo, para a Paulista, para o Congresso, para o país. E nós, que somos a maioria?…. desabafamos em “redes sociais”. A decadência geral é culpa nossa, por nossa própria omissão, achando que “redes sociais” são armas de revolução. Dia 12 de Outubro próximo, haverá uma marcha dos cristãos, a partir das 15h, em frente ao prédio da Gazeta na avenida Paulista, São Paulo.Já sei… coincidentemente neste dia não vai dar para voce ir, não é? Eu já sabia!

    • Marcos Alves

      Perfeito! E como dizia o comunista (lixo) Lenin (1870-1924):

      “A minoria organizada irá derrotar a maioria desorganizada todas as vezes.”

      “Usaremos o IDIOTA ÚTIL na linha de frente. Incitaremos o ódio de classes. Destruiremos sua base moral, a família, e a espiritualidade. Comerão as migalhas que caírem de nossas mesas. O Estado será Deus.”

      Será que essas duas frases antigas têm alguma semelhança com os dias de hoje?

      • Rafael

        A esquerda precisa ler mais Lenin pq não tá dando certo.

    • Newton (ArkAngel)

      Pra quem trabalha fica difícil mesmo comparecer no dia 12 (uma quinta-feira) às 15 h. na Paulista. Já vagabundos esquerdistas, geralmente têm tempo de sobra para se dedicarem ao seu mister.

      • Jorge Dal Salve Moro

        A propósito, dia 12 é um feriado.

        • Newton (ArkAngel)

          Bem lembrado! Aí é possível ir, e nem precisa de sanduíche de mortadela!

  • Luiz F Moran

    Essa geração está sendo literalmente transformada em animais domésticos, serão cãeszinhos de estimação nas mãos do Estado.
    Somente uma pequena parcela destas crianças e jovens conseguirão escapar dessa triste situação, àqueles que os pais ainda conseguem com grande esforço, tal qual Davi contra Golias, fazê-los ver e sentir o mundo como realmente ele é.

    • Lucas Santos Amaral

      FENOMENAL suas colocações… é de uma síntese analítica retumbante… parabéns… é o que vai realmente acontecer… aliás, já está acontecendo… quem assistiu IDIOCRACY sabe do que falamos…

  • Luis Eduardo Fiori Fiori

    O texto estava indo bem até você dizer “universidades, locais onde vigoram o vício em drogas, álcool…”. Sou professor universitário de várias turmas há 20 anos em nível de graduação e pós e te afirmo que isso acontece de forma esmagadoramente minoritária nas universidades. A generalização pôs teu texto a perder.

    • Marcell

      Olha, realmente não se pode generalizar, mas aqui em Santos onde moro, só tem bares ao lado das universidades e faculdades. Isso não é um bom sintoma.

    • Renato

      Também sou professor universitário há 20 anos. A coisa é muito pior do que dito no texto. As universidades, de modo geral, mas muitíssimo disseminadamente, absorvem pessoas susceptíveis e desenvolvem a escoria intelectual e moral do país. São verdadeiros antros de imoralidade e incapacidade crônicas.

    • Rafael

      Exatamente, aqui eles adoram um clichê.

      • Lucas Santos Amaral

        Clichê de cú é rola, meu caro entendido do assunto… dependendo da universidade há sim um grupo MAJORITÁRIO de drogados de todos os tipos, incluso álcool, o mais usado… quem nega isso não conhece as universidades públicas e privadas ou está agindo como advogado do diabo… vou citar algumas que conheço pessoalmente: UFRJ, UFMT, UFMG, UNB… universidades pública e privadas TAMBÉM: UNINOVE, UNIC, UNISINOS entre outras… quanto ao esquerdismo atávico, então, TODAS, sem exceção, possuem núcleos de formação de militância esquerdista… talvez só escapem os colégios militares… e olha lá se já não foram cooptados… o esquerdismo é mais consumido que drogas pela juventude analfabeta funcional…

      • Thiago

        E vc adora uma giroba né

      • Newton (ArkAngel)

        Já se perguntou por que algo se transforma em clichê? É como aquilo que chamam de preconceito; na minha opinião, quando o mesmo tipo de pessoas faz repetidamente as mesmas coisas, obviamente quem não é burro sempre vai ficar esperando algo do tipo quando avistar esse tipo de gente. No caso, a expressão mais correta é pós-conceito.

  • Marcell

    Texto perfeito! Parabéns!

  • Antonio

    Brilhante texto. Imagino que seja assim no Brasil, e creio que aqui em Portugal é muito parecido.

  • Phillip Garrard

    A agenda gayzista-pedofila-comunista a pleno vapor no Brasil. Abram os olhos porque esse lixo nem nos paises mais liberais passaria impune. Prender e pouco para esses monstros.

  • Débora Matos

    Ainda há a questão da “coerência”. É difícil um belo dia olhar para trás e dizer: “Como fui idiota! Como falei tanta besteira? Agora preciso me sustentar…”. Então o sujeito segue em frente, coerente com a sua história, defendendo até o indefensável, para não dar o braço a torcer, para não ter de aceitar que perdeu sua juventude, quando deveria estar estudando. Então se une a quem seja bobo como ele para juntos viverem o sonho de que lutam por algo nobre. E disso tiram uma profissão. Acabam por criar mecanismos para que sua vil atividade nunca morra: Jornalismo de Esquerda.

  • Lucas Santos Amaral

    O crime praticado no MAM de que trata o texto não se resume só ao descumprimento do que determina o ECA, mas principalmente a participação dos pais que, em tese, deveriam ser os primeiros a defenderem seus filhos de atos criminosos… e para aqueles que querem entrar na seara do relativismo, ai vai um “papa reto” para acabar de vez com tergiversações: NÃO HÁ QUE DISCUTIR SE TRATA-SE DE ARTE OU NÃO… A DISCUSSÃO CORRETA É SE HOUVE CRIME OU NÃO… e a resposta é um retumbante SIM, houve crime… então as autoridades judiciarias se não tomarem providência estarão cometendo crime de PREVARICAÇÃO… o mesmo para os pais das crianças, diretores do MAM e os que presenciaram essas cenas degradantes…

    • NewLife Suzi

      Pois é, só pode ter merda na cabeça desses que se dizem pais. Absurdo. Isso é crime, e querem legalizar a pedofilia.

  • Alexandre Sampaio Cardozo de A

    Não devemos perder nosso tempo, nem desperdiçar nosso latim com pessoas como essa tal de Lisauskas(???). Se a criatura é amoral ao ponto de escrever sandices como a que escreveu em uma rede social a respeito do caso MAM, então a única resposta plausível a ser dada é VÁ TOMAR NO CU!

  • Rafael

    Que quantidade de clichês, acho que foi o texto daqui com maior número.

    • Felipe Toget

      Rafael, o esquerdista gay, que apoia a “arte” brasileira. Animais fazendo sexo com pessoas e crianças sendo aprisionadas nas mentes de pedófilos.
      Você é merecedor de uma bela surra, rapaz!

      • Thiago

        Merece uma surra de gato morto — até o gato miar

    • Thiago

      Ignorem os Trolls Cagael e Bostívio Gireli

    • Newton (ArkAngel)

      Sua postagem também é um clichê.

  • Lucas Santos Amaral

    É que a verdades sob a óptica esquerdista, quando lhes interessa, passou a ser denominado por eles de “clichê”… mais quer mais clichê que a frase “a culpa da miséria humana é da burguesia capitalista opressora” !!!???… rsrsrsrrsssss… mas para não ficarmos nos clichês, proponho uma frase encantadora sem nenhum clichê: BURGUESES CAPITALISTAS MALVADÕES, UNI-VOS !!!… A PARTIR DE AGORA IREMOS BEBER HIDRO MEL NOS CRÂNIOS DE NOSSOS INIMIGOS VERMELHOS !!! O QUE TENHAIS A PERDER SENÃO A GLÓRIA DE DESTERRAR PARA SEMPRE A ANTIGA SERPENTE DE CIMA DA TERRA ???… 🙂

  • Américo Vespúcio Ribeiro de Ol

    Eu pensava que comunista comer criancinha fosse brincadeira.

  • orlando il

    Existe uma batalha em curso, mas os conservadores apenas estão dando munição aos progressistas agindo “violentamente” da maneira que agem , a Nova Ordem Mundial vem se estabelecendo e ela não tem ideologia usa tudo e todos, para eles é muito bom este combate e assim vão avançando , “se ligem nisso “

  • Aristeu Goodman

    Como dizia meu professor de Filosofia, jornalismo é equivalente a “coisa alguma”. Mas ele usava palavras mais fortes.