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Como o “casamento gay” nos agride? Aqui está.

8 de julho de 2017 - 20:07:33

Integrantes do Templo Satânico de Seattle na parada gay de 2016.
(Foto: https://thesatanictempleseattle.com/)

Comentário de Olavo de Cavalho: Pura verdade. É IMPOSSÍVEL haver “casamento gay” sem perseguição religiosa.

 

Os cristãos são freqüentemente perguntados por gayzistas quanto aos motivos de se oporem ao “casamento” homossexual. “Como nosso ‘casamento’ os agride?”, perguntam eles.

Bem, posso pensar em uma forma significativa de como isso nos agride: isso vai destruir a liberdade religiosa e os direitos de liberdade de expressão.

A pergunta está escrita num muro no Canadá, que legalizou o “casamento” do mesmo sexo em 2005, mudando completamente seu verdadeiro significado. Desde então, como Michael Coren observa na National Review Online, “houve entre 200 e 300 procedimentos … contra críticas e opositores do casamento do mesmo sexo.” É claro que ele quis se referir a procedimentos legais.

Por exemplo, em Saskatchewan, um homem homossexual chamou um comissário estadual de casamento, querendo “se casar” com seu parceiro. O comissário, um cristão evangélico, recusou-se a realizar a cerimônia por razões religiosas. Ele simplesmente encaminhou o homem para outro comissário.

Mas isso não foi suficiente para o casal gay. Embora tenham recebido a cerimônia, eles queriam punir o cristão que havia recusado a conduzi-la. O caso acabou nos tribunais. E o resultado? Aqueles com objeções religiosas para realizar tais cerimônias agora enfrentam a perda de seus empregos.

As igrejas canadenses também estão sob ataque. Coren escreve que quando Fred Henry, o bispo católico romano de Calgary, Alberta, enviou uma carta às igrejas que explicam o ensino católico tradicional sobre o casamento, ele foi “acusado de violação dos direitos humanos” e “ameaçado de litígio”.

Igrejas com objeções teológicas para realizar cerimônias de “casamento” do mesmo sexo estão sendo ameaçadas com a perda do status de isentas de impostos. Na Colúmbia Britânica, os Knight of Columbus concordaram em alugar seu prédio para uma recepção de casamento antes de descobrir que se tratava de um casal de lésbicas. Quando descobriram, pediram desculpas às mulheres, concordaram em encontrar um local alternativo, e pagaram os custos da impressão de novos convites. Mas isso não foi bom o suficiente. As mulheres entraram como processo, e a Comissão de Direitos Humanos ordenou aos Knights of Columbus que pagassem uma multa.

É claro que as lésbicas sabiam perfeitamente o que a Igreja Católica ensina sobre o casamento, mas, ainda assim, buscaram um edifício de propriedade católica.

Como diz Michael Coren, “está se tornando óbvio que pessoas, líderes e organizações cristãs estão sob a mira, quase que certamente, para criar precedentes legais” – precedentes destinados a silenciar e punir qualquer um que se atreva a discordar do chamado “casamento” gay.

Se você acha que isso não poderia acontecer aqui, pense novamente. Em 2012 vimos o ObamaCare atacar a autonomia das igrejas católicas tentando forçá-las, em violação do ensino católico, a pagar por contraceptivos e abortivos para os funcionários da igreja. Logo em seguida, uma funcionário lésbica de um hospital católico em Nova York processou o hospital por negar seus benefícios de saúde conjugal.

Isto é o que precisamos dizer aos nossos vizinhos quando nos perguntam: “Como o casamento gay” os faz mal?” Isso significa que aqueles hostis a nossas crenças tentarão nos dobrar a vontade deles para nos forçar a não apenas aceitar esse tipo de “casamento “, mas para desculpá-lo também.

É por isso que exorto você a se juntar ao meio milhão de cristãos que assinaram a Declaração de Manhattan.

Você e eu devemos demonstrar amor aos nossos vizinhos homossexuais, é claro, lembrando que estamos envolvidos, em última análise, numa guerra espiritual. Mas devemos defender-nos corajosamente quando os nossos direitos como cidadãos e as exigências da nossa consciência estão ameaçados.

Publicado na CNSNews.

 

 

  • José Amaro

    A história do Michael Voris está a disposição dos moralistas de plantão que quiserem pesquisar. MV esteve ativamente envolvido com o estilo de vida homossexual durante um período de tempo prolongado; fundou o site Church Militant e ficou conhecido com o seu programa ‘The Vortex’.
    Segue um vídeo recente sobre os católicos fanáticos:

  • Ser contra o casamento gay não é apenas uma questão religiosa e moral, mas também uma questão lógica e até mesmo científica.

    A instituição casamento não foi feita para se obter sexo,ou para se ter alguém ao seu lado na velhice e nem mesmo para a consolidação de um amor juvenil. Tudo isso pode ser alcançado sem o casamento pois para se ter sexo basta ter uma amizade colorida ou se encontrar com prostitutas, para ter alguém ao seu lado na velhice basta ter uma cuidadora ou acompanhante particular e para se ter amor basta arrumar animais de estimação ou ter alguns amigos verdadeiros por perto.

    O casamento assim sendo, não foi constituído para se obter nada disso, mas sim para alcançar uma procriação legítima e para proteger e preparar essa prole tanto moralmente como espiritualmente para os desafios da vida. Ou seja, não existe outro motivo lógico e racional para a existência do casamento além desse. A própria lei brasileira é clara e diz que se a mulher ou o homem for estéreo o casamento pode então ser anulado.

    Portanto, a partir do momento que você reconhece duas pessoas do mesmo sexo como sendo um casal ou uma família, você obrigatoriamente e até para não cometer um ato de hipocrisia e injustiça, deverá reconhecer vários outros tipos de “relações humanas” igualmente bizarras como por exemplo os poliamoristas, os incestuosos e os pederastas como também sendo relações amorosas dignas de reconhecimento social e legal.

    Se para constituir uma relação é necessário apenas o amor, então tudo, absolutamente tudo deve ser considerado uma família, bastando para isso a vontade das pessoas envolvidas e porque não até mesmo de animais, plantas ou objetos?

    Por que um sujeito não poderia se casar com sua cadela já que o parâmetro utilizado para se constituir uma família e um casal é apenas o amor. Nesse caso, tanto o dono ama o seu cão como o cão ama seu dono. Sendo o dono o proprietário do cão, ele tem autorização para fazer o que bem entender com o animal (exceto matá-lo), inclusive se casar com ele se assim for sua vontade já que a desculpa para a existência de um casamento se resume ao amor. Imaginem o impacto legal disso e na própria previdência de um país.

    Não podemos desprezar também a questão científica se quisermos realmente discutir o assunto a sério. Muitos já sabem que o homosexualismo foi considerado transtorno mental até 1973 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O fato de ter saído da lista de doenças psiquiátricas dessa organização, não foi fruto de estudos serios e conscenso da classe cientifica, mas sim por puro lobby gay e pressão de grupos e organizações revolucionárias. Assim sendo é uma decisão que não deve ser respeitada ou levada a sério.

    Se ninguém consegue provar que o homosexualismo é de fato uma doença, também ninguém até hoje conseguiu provar o contrário. Portando é uma discussão que está em aberto e esse é um dos únicos pontos que discordo do professor Olavo de Carvalho que diz que o homosexualismo não é uma doença, coisa que eu discordo mas respeito até pela grandeza do professor.

    Claro que não deveríamos em hipótese alguma obrigá-los a se tratar pois seria fascismo, mas também jamais devemos cometer o erro grotesco de considerá-los pessoas tão normais como os heterosexuais dignas assim de obterem a instituição casamento ou a adoção de crianças já que se permitirmos que crianças sejam adotadas por homosexuais, estamos privando essas crianças do cristianismo já que para se tornar um cristão essa criança deverá não mais reconhecer seus país gays como legítimos, coisa que dificilmente acontecerá devido ao convívio acumulado entre eles. Ou seja, a cada criança adotada por gays é quase certo que é um cristão a menos no mundo.

    O casamento gay nada mais é portanto do que a tentativa de preparar o terreno para a legalização de todas as demais bizarrices humanas que se possa imaginar e assim sepultar de uma vez por todas a moral judaico-cristã e o direito romano, abrindo espaço para a implantação de uma sociedade de loucos histéricos e de ditadores psicopatas vorazes disfarçados de grandes democratas e estadistas.

  • Ser contra o casamento gay não é apenas uma questão religiosa e moral, mas também uma questão lógica e até mesmo científica.

    A instituição casamento não foi feita para se obter sexo,ou para se ter alguém ao seu lado na velhice e nem mesmo para a consolidação de um amor juvenil ou obter a felicidade. Tudo isso pode ser alcançado sem o casamento pois para se ter sexo basta ter uma amizade colorida ou se encontrar com prostitutas, para ter alguém ao seu lado na velhice basta ter uma cuidadora ou acompanhante particular e para se ter amor e felicidade basta ter amigos verdadeiros por perto e arrumar alguns animais de estimação.

    O casamento assim sendo, não foi constituído para se obter nada disso, mas sim para alcançar uma procriação legítima e para proteger e preparar essa prole tanto moralmente como espiritualmente para os desafios da vida. Ou seja, não existe outro motivo lógico e racional para a existência do casamento além desse. A própria lei brasileira é clara e diz que se a mulher ou o homem for estéreo o casamento pode então ser anulado.

    Portanto, a partir do momento que você abre espaço jurídico e reconhece duas pessoas do mesmo sexo como sendo um casal ou uma família do mesmo patamar que um casal heterosexual, você obrigatoriamente e até para não cometer um ato de hipocrisia e injustiça, deverá reconhecer também vários outros tipos de “relações amorosas” igualmente bizarras como por exemplo os poliamoristas, os incestuosos e os pederastas como também sendo grupos dignos de reconhecimento social e legal. Imaginem o impacto legal disso e na própria previdência de um país.

    Se para constituir um casamento é necessário apenas o amor e a busca da felicidade, então tudo, absolutamente tudo deve ser considerado uma família, bastando para isso a vontade das pessoas envolvidas e por que não até mesmo de animais, plantas ou objetos?

    Por que um sujeito não poderia se casar com sua cadela já que o parâmetro utilizado para se constituir uma família e um casal é apenas o amor? Nesse caso, tanto o dono ama o seu cão como o cão ama seu dono. Sendo o dono o proprietário do cão, ele tem autorização para fazer o que bem entender com o animal (exceto matá-lo), inclusive se casar com ele se assim for sua vontade já que a desculpa para a existência de um casamento se resume ao amor e a busca da felicidade.

    Não podemos desprezar também a questão científica se quisermos realmente discutir o assunto a sério. Muitos já sabem que o homosexualismo foi considerado transtorno mental até 1973 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O fato de ter saído da lista de doenças psiquiátricas dessa organização, não foi fruto de estudos serios e conscenso da classe cientifica, mas sim por puro lobby gay e pressão de grupos e organizações revolucionárias. Assim sendo é uma decisão que não deve ser respeitada ou levada a sério.

    Se ninguém consegue provar que o homosexualismo é de fato uma doença, também ninguém até hoje conseguiu provar o contrário. Portando é uma discussão que está em aberto e esse é um dos únicos pontos que discordo do professor Olavo de Carvalho que diz que o homosexualismo não é uma doença, coisa que eu discordo mas respeito até pela grandeza do professor.

    Claro que não deveríamos em hipótese alguma obrigá-los a se tratar pois seria fascismo, mas também jamais devemos cometer o erro grotesco de considerá-los pessoas tão normais como os heterosexuais dignas assim de obterem a instituição casamento ou a adoção de crianças já que se permitirmos que crianças sejam adotadas por homosexuais, estamos privando essas crianças do cristianismo já que para se tornar um cristão essa criança deverá não mais reconhecer seus país gays como legítimos, coisa que dificilmente acontecerá devido ao convívio acumulado entre eles. Ou seja, a cada criança adotada por gays é quase certo que é um cristão a menos no mundo.

    O casamento gay nada mais é portanto do que a tentativa de preparar o terreno para a legalização de todas as demais bizarrices humanas que se possa imaginar e assim sepultar de uma vez por todas a moral judaico-cristã e o direito romano, abrindo espaço para a implantação de uma sociedade de loucos histéricos e de ditadores psicopatas vorazes disfarçados de grandes democratas e estadistas.

  • Ser contra o casamento gay não é apenas uma questão religiosa e moral, mas também uma questão lógica e até mesmo científica.

    A instituição casamento não foi feita para se obter sexo,ou para se ter alguém ao seu lado na velhice e nem mesmo para a consolidação de um amor juvenil ou obter a felicidade. Tudo isso pode ser alcançado sem o casamento pois para se ter sexo basta ter uma amizade colorida ou se encontrar com prostitutas, para ter alguém ao seu lado na velhice basta ter uma cuidadora ou acompanhante particular e para se ter amor e felicidade basta ter amigos verdadeiros por perto e arrumar alguns animais de estimação.

    O casamento assim sendo, não foi constituído para se obter nada disso, mas sim para alcançar uma procriação legítima e para proteger e preparar essa prole tanto moralmente como espiritualmente para os desafios da vida. Ou seja, não existe outro motivo lógico e racional para a existência do casamento além desse.

    Portanto, a partir do momento que você abre espaço jurídico e reconhece duas pessoas do mesmo sexo como sendo um casal ou uma família do mesmo patamar que um casal heterosexual, você obrigatoriamente e até para não cometer um ato de hipocrisia e injustiça, deverá reconhecer também vários outros tipos de “relações amorosas” igualmente bizarras como por exemplo os poliamoristas, os incestuosos e os pederastas como também sendo grupos dignos de reconhecimento social e legal. Imaginem o impacto legal disso e na própria previdência de um país.

    Se para constituir um casamento é necessário apenas o amor e a busca da felicidade, então tudo, absolutamente tudo deve ser considerado uma família, bastando para isso a vontade das pessoas envolvidas e por que não até mesmo de animais, plantas ou objetos?

    Por que um sujeito não poderia se casar com sua cadela já que o parâmetro utilizado para se constituir uma família e um casal é apenas o amor? Nesse caso, tanto o dono ama o seu cão como o cão ama seu dono. Sendo o dono o proprietário do cão, ele tem autorização para fazer o que bem entender com o animal (exceto matá-lo), inclusive se casar com ele se assim for sua vontade já que a desculpa para a existência de um casamento se resume ao amor e a busca da felicidade.

    Não podemos desprezar também a questão científica se quisermos realmente discutir o assunto a sério. Muitos já sabem que o homosexualismo foi considerado transtorno mental até 1973 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O fato de ter saído da lista de doenças psiquiátricas dessa organização, não foi fruto de estudos serios e conscenso da classe cientifica, mas sim por puro lobby gay e pressão de grupos e organizações revolucionárias. Assim sendo é uma decisão que não deve ser respeitada ou levada a sério.

    Se ninguém consegue provar que o homosexualismo é de fato uma doença, também ninguém até hoje conseguiu provar o contrário. Portando é uma discussão que está em aberto e esse é um dos únicos pontos que discordo do professor Olavo de Carvalho que diz que o homosexualismo não é uma doença, coisa que eu discordo mas respeito até pela grandeza do professor.

    Claro que não deveríamos em hipótese alguma obrigá-los a se tratar pois seria fascismo, mas também jamais devemos cometer o erro grotesco de considerá-los pessoas tão normais como os heterosexuais dignas assim de obterem a instituição casamento ou a adoção de crianças já que se permitirmos que crianças sejam adotadas por homosexuais, estamos privando essas crianças do cristianismo já que para se tornar um cristão essa criança deverá não mais reconhecer seus país gays como legítimos, coisa que dificilmente acontecerá devido ao convívio acumulado entre eles. Ou seja, a cada criança adotada por gays é quase certo que é um cristão a menos no mundo.

    O casamento gay nada mais é portanto do que a tentativa de preparar o terreno para a legalização de todas as demais bizarrices humanas que se possa imaginar e assim sepultar de uma vez por todas a moral judaico-cristã e o direito romano, abrindo espaço para a implantação de uma sociedade de loucos histéricos e de ditadores psicopatas vorazes disfarçados de grandes democratas e estadistas.

  • Ser contra o casamento gay não é apenas uma questão religiosa e moral, mas também uma questão lógica e até mesmo científica.

    A instituição casamento não foi feita para se obter sexo,ou para se ter alguém ao seu lado na velhice e nem mesmo para a consolidação de um amor juvenil ou obter a felicidade. Tudo isso pode ser alcançado sem o casamento pois para se ter sexo basta ter uma amizade colorida ou se encontrar com prostitutas, para ter alguém ao seu lado na velhice basta ter uma cuidadora ou acompanhante particular e para se ter amor e felicidade basta ter amigos verdadeiros por perto e arrumar alguns animais de estimação.

    O casamento assim sendo, não foi constituído para se obter nada disso, mas sim para alcançar uma procriação legítima e para proteger e preparar essa prole tanto moralmente como espiritualmente para os desafios da vida. Ou seja, não existe outro motivo lógico e racional para a existência do casamento além desse.

    Portanto, a partir do momento que você abre espaço jurídico e reconhece duas pessoas do mesmo sexo como sendo um casal ou uma família do mesmo patamar que um casal heterosexual, você obrigatoriamente e até para não cometer um ato de hipocrisia e injustiça, deverá reconhecer também vários outros tipos de “relações amorosas” igualmente bizarras como por exemplo os poliamoristas, os incestuosos e os pederastas como também sendo grupos dignos de reconhecimento social e legal. Imaginem o impacto legal disso e na própria previdência de um país.

    Se para constituir um casamento é necessário apenas o amor e a busca da felicidade, então tudo, absolutamente tudo deve ser considerado uma família, bastando para isso a vontade das pessoas envolvidas e por que não até mesmo de animais, plantas ou objetos?

    Por que um sujeito não poderia se casar com sua cadela já que o parâmetro utilizado para se constituir uma família e um casal é apenas o amor? Nesse caso, tanto o dono ama o seu cão como o cão ama seu dono. Sendo o dono o proprietário do cão, ele tem autorização para fazer o que bem entender com o animal (exceto matá-lo), inclusive se casar com ele se assim for sua vontade já que a desculpa para a existência de um casamento se resume ao amor e a busca da felicidade.

    Não podemos desprezar também a questão científica se quisermos realmente discutir o assunto a sério. Muitos já sabem que o homosexualismo foi considerado transtorno mental até 1973 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O fato de ter saído da lista de doenças psiquiátricas dessa organização, não foi fruto de estudos sérios e consenso da classe cientifica, mas sim por puro lobby gay e pressão de grupos e organizações revolucionárias. E uma decisão que não deve ser levada a sério.

    Se ninguém consegue provar que o homosexualismo é de fato uma doença, também ninguém até hoje conseguiu provar o contrário. Portando é uma discussão que está em aberto e esse é um dos únicos pontos que discordo do professor Olavo de Carvalho que diz que o homosexualismo não é uma doença, coisa que eu discordo mas respeito até pela grandeza do professor.

    Claro que não deveríamos em hipótese alguma obrigá-los a se tratar pois seria fascismo, mas também jamais devemos cometer o erro grotesco de considerá-los pessoas tão normais como os heterosexuais dignas assim de obterem a instituição casamento ou a adoção de crianças já que se permitirmos que crianças sejam adotadas por homosexuais, estamos privando essas crianças do cristianismo já que para se tornar um cristão essa criança deverá não mais reconhecer seus país gays como legítimos, coisa que dificilmente acontecerá devido ao convívio acumulado entre eles. Ou seja, a cada criança adotada por gays é quase certo que é um cristão a menos no mundo.

    O casamento gay nada mais é portanto do que a tentativa de preparar o terreno para a legalização de todas as demais bizarrices humanas que se possa imaginar e assim sepultar de uma vez por todas a moral judaico-cristã e o direito romano, abrindo espaço para a implantação de uma sociedade de loucos histéricos controlada por ditadores psicopatas vorazes disfarçados de grandes democratas e estadistas.

  • Ser contra o casamento gay não é apenas uma questão religiosa e moral, mas também uma questão lógica e até mesmo científica.

    A instituição casamento não foi feita para se obter sexo,ou para se ter alguém ao seu lado na velhice e nem mesmo para a consolidação de um amor juvenil ou obter a felicidade. Tudo isso pode ser alcançado sem o casamento pois para se ter sexo basta ter uma amizade colorida ou se encontrar com prostitutas, para ter alguém ao seu lado na velhice basta ter uma cuidadora ou acompanhante particular e para se ter amor e felicidade basta ter amigos verdadeiros por perto e arrumar alguns animais de estimação.

    O casamento assim sendo, não foi constituído para se obter nada disso, mas sim para alcançar uma procriação legítima e para proteger e preparar essa prole tanto moralmente como espiritualmente para os desafios da vida. Ou seja, não existe outro motivo lógico e racional para a existência do casamento além desse.

    Portanto, a partir do momento que você abre espaço jurídico e reconhece duas pessoas do mesmo sexo como sendo um casal ou uma família do mesmo patamar que um casal heterosexual, você obrigatoriamente e até para não cometer um ato de hipocrisia e injustiça, deverá reconhecer também vários outros tipos de “relações amorosas” igualmente bizarras como por exemplo os poliamoristas, os incestuosos e os pederastas como também sendo grupos dignos de reconhecimento social e legal. Imaginem o impacto legal disso e na própria previdência de um país.

    Se para constituir um casamento é necessário apenas o amor e a busca da felicidade, então tudo, absolutamente tudo deve ser considerado uma família, bastando para isso a vontade das pessoas envolvidas e por que não até mesmo de animais, plantas ou objetos?

    Por que um sujeito não poderia se casar com sua cadela já que o parâmetro utilizado para se constituir uma família e um casal é apenas o amor? Nesse caso, tanto o dono ama o seu cão como o cão ama seu dono. Sendo o dono o proprietário do cão, ele tem autorização para fazer o que bem entender com o animal (exceto matá-lo), inclusive se casar com ele se assim for sua vontade já que a desculpa para a existência de um casamento se resume ao amor e a busca da felicidade.

    Não podemos desprezar também a questão científica se quisermos realmente discutir o assunto a sério. Muitos já sabem que o homosexualismo foi considerado transtorno mental até 1973 pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O fato de ter saído da lista de doenças psiquiátricas dessa organização, não foi fruto de estudos sérios e consenso da classe cientifica, mas sim por puro lobby gay e pressão de grupos e organizações revolucionárias. E uma decisão que não deve ser levada a sério.

    Se ninguém consegue provar que o homosexualismo é de fato uma doença, também ninguém até hoje conseguiu provar o contrário. Portando é uma discussão que está em aberto e esse é um dos únicos pontos que discordo do professor Olavo de Carvalho que diz que o homosexualismo não é uma doença, coisa que eu discordo mas respeito até pela grandeza do professor.

    Claro que não deveríamos em hipótese alguma obrigá-los a se tratar pois seria fascismo, mas também jamais devemos cometer o erro grotesco de considerá-los pessoas tão normais como os heterosexuais dignas assim de obterem a instituição casamento ou a adoção de crianças já que se permitirmos que crianças sejam adotadas por homosexuais, estamos privando essas crianças do cristianismo já que para se tornar um cristão essa criança deverá não mais reconhecer seus país gays como legítimos, coisa que dificilmente acontecerá devido ao convívio acumulado entre eles. Ou seja, a cada criança adotada por gays é quase certo que é um cristão a menos no mundo.

    O casamento gay nada mais é portanto do que a tentativa de preparar o terreno para a legalização de todas as demais bizarrices humanas que se possa imaginar e assim sepultar de uma vez por todas a moral judaico-cristã e o direito romano, abrindo espaço para a implantação de uma sociedade de loucos histéricos controlada por ditadores psicopatas vorazes disfarçados de grandes democratas e estadistas.

  • Aderbal Matias

    Na verdade a cruzada gay não é uma luta pelos “direitos dos homossexuais”, no fim de tudo ela se constitui em uma cruzada lenta, mas fatal contra o cristianismo, último reduto de resistência contra esse comportamento.

  • Seu Zé

    lembrando que no comunismo o estado cria obstáculos a religião quando não a proibe…

    é importante até não cristãos se atentarem a essa violação a liberdade religiosa porque começando com essa imposição do casamento gay a igrejas podemos ter restrições e obrigações criadas pelo estado que podem dificultar quem quer seguir sua fé

  • Thalita

    Gente, mas o que a comunidade lgbt quer não é o direito de casar em igrejas. Cada religião tem seu dogma e o direito garantido de exerce-lo. O que eles quererem é direito iguais perante a lei. É, realmente, muito triste ver um casal unido por anos e não poder ter seu direito exercido no papel, como os casais heterossexuais. Lembro que há uns anos um amigo ficou na UTI e seu parceiro de anos não pode visitá-lo, pois as visitas eram restringidas à família…
    Em tempo, se você não quer que determinados setores da sociedade restrinjam seus direitos individuais, nada mais sensato que você tolere os direitos dos outros.

    • jonesbraw santos

      Casamento só existe por causa do Deus da bíblia! o movimento LGBT não acredita em Deus, então porque querem casar? para afrontar a religião mais nada.

      • Thalita

        Não importa a origem da cultura do casamento. O que importa eh que nossa sociedade se organiza em famílias e essas tem seus direitos resguardados pelo estado. Não faz sentido uma família unida por uma União estável não ser reconhecida pelo estado simplesmente por ser formada por pessoas do mesmo sexo. O que essas pessoas querem é apenas ter seus direitos resguardados perante o estado, que eh democrático e laico. O que os pastores e padres farão dentro de suas igrejas, diz respeito apenas a eles e aos fieis. No dia em que o movimento lgbt quiser obrigar as religiões a fazer cerimonias que não condizem com suas crenças, serei a primeira a ser contra. Mas, o que vejo agora, são grupos religiosos querendo impedir civis de terem seus direitos resguardados simplesmente por não concordarem com sua conduta pessoal de vida.

        • Thiago

          Olha no Brasil o casamento gay já foi legalizado em 2013, há 4 anos. Mas a militância sossegou? Nada, somente cresce.

          Eu particularmente acho repugnante ver dois homens se beijarem ou duas mulheres se beijarem, até mesmo ficarem de mãos dadas. Mas eu guardo essa opinião para mim. Todavia, dependendo de quem “ouça” eu dizendo algo assim, já posso ser processado judicialmente por “homofobia”. Isso não é absurdo?

          Os gays que são militantes anti-cristãos também não poderiam ser então processados por “cristãofobia”?

          Pois é, mas a justiça caminha por dois pesos e duas medidas. Igualdade jamais, privilégios sim.

          Só quem é muito ingênuo, inocente ou idealista não percebe (ou não quer perder a conveniência).

          E mais: é só olhar o arcabouço de militâncias que andam de mãos dadas (a saber: pró-drogas, pró-aborto, pró-ambientalismo exacerbado, anti-cristão, pró-islamismo, pró multiculturalismo/imigração em massa/sem fronteiras, gayzista e feminista dentre outras) e quem as representa, os grupos que as patrocinam, para notar que nenhuma delas presta.

          VADE RETRO SATANA

          • Thalita

            Olha thiago, acho bom ter cuidado com generalizações pq elas tendem a empobrecer o pensamento. O casamento é legal sim (graças a muita briga), mas a militância não existe só por isso. A militância esta ai pra mostrar pra sociedade que gays existem e, goste ou nao, eles merecem o mesmo respeito que não gays.
            Você não gostar de gays e expressar isso NUNCA vai te levar pra cadeia. Isso seria contra a liberdade de expressão. Agora, você agredir, física ou verbalmente, uma pessoa por ser gay, ai sim você enfrentará consequências. Alias, agressão é crime em qualquer instancia.
            De qq maneira, acho mt má-fé dizer que o movimento lgbt luta por privilégios. Você não sabe o que é nascer de um jeito e ter de se esconder pq não é aceito. Pessoas são denegridas, espancadas e assassinadas quase todos os dias simplesmente por se relacionarem com o mesmo sexo (isso sem falar em transexuais. Como o caso de Dandara, mulher trans que foi assassinada brutalmente sem chance de defesa só por ser quem é).
            Enfim, você não precisa aceitar nada. Se você respeita o direito de cada um de ser quem é, ótimo. Mas, apesar de viver num mundo muito mais justo e pacifico hj no que tange os direitos humanos, enquanto tiver gente apanhando na rua ou sendo perseguida só por se desviar do padrao, esses movimentos vão existir. Eles são a resposta à violencia, e não o contrário.

    • Pois, é, Thalita. Se fosse apenas isso, tudo bem. O verdadeiro problema é que os militantes LGBT não querem apenas isso: eles querem ser unanimidade, que todos pensem igual a eles, os elogiem sempre e jamais os contrariem em nada, adotem suas crenças e valores a respeito de tudo, deem a eles tratamentos especiais, que os demais renunciem a seus direitos fundamentais para dar a eles direitos especiais (privilégios).

      Por que duas lésbicas, em vez de irem direto a um local compatível, tentariam alugar um salão de festas pertencente a uma igreja tradicional já sabendo muito bem que o pedido seria negado? Por quê, a não ser para criar um factoide, posarem de “vítimas sociais” de preconceito para as redes sociais e para a mídia e processarem a instituição?

      O Movimento Gay, assim como outros movimentos esquerdistas, não é a respeito dos direitos dos gays (que são rigorosamente os mesmos direitos fundamentais que todos têm). O Movimento Gay é a respeito de poder, da conquista de privilégios.

      E o pior é que, na medida em que os políticos da esquerda assumem o pleno poder, eles passam a reprimir o Movimento Gay que antes usavam para desestabilizar a sociedade (vide Rússia) ou a desprezar os gays em favor de outra “minoria oprimida” (vide Europa).

      • Thalita

        Olha libercon, acho que você está reduzindo um pouco a coisa. A população lgbt não goza de todos os direitos que os heterossexuais tem. Se assim fosse, não precisariam brigar pelo direito de casar. Isso falando do nosso meio, ne. Em muitos países são ate condenados a prisão ou pena de morte por esse comportamento.
        Não discordo que há manipulação E utilização de pessoas como massa de manobra no meu da militância. Isso acontece no meio de qualquer organização humana. Mas, deslegitimar o movimento como um grupo de pessoas que busca privilégios é um grande desfavor. Pode ate haver sim indivíduos buscando “causar” aqui e ali (como em qualquer organização social) mas, num geral, o que o movimento busca é a conscientização das pessoas e direitos iguais.
        Concordo que muitas práticas escolhidas podem não ser as melhores, no entanto, a organização dessas pessoas teve influencia decisiva na conquista de direitos e na melhora da qualidade de vida de seus pares (pq direito no papel não basta. Afinal, não podemos ignorar que pessoas são perseguidas e ate assassinadas simplesmente por serem homossexuais).

  • O movimento gay vai se arrepender disso quando os muçulmanos começarem a tomar conta dos sistemas judiciários e começarem a jogar gente de prédios ou enforcar em guindastes

  • Alex Telis

    Pq eu nunca vi um casal homossexual tentar realizar seu casamento em uma mesquita ?