1. Artigos
  2. Destaques
  3. Europa
  4. Internacional
  5. Notícias Faltantes
  6. Perseguição Anticristã
  7. Religião

Europa: a islamização do Natal

4 de janeiro de 2018 - 20:54:06

Por Soeren Kern.

“Um boneco de neve vestido com uma burca como símbolo de tolerância?”

Esta fusão religiosa, por vezes chamada de “Chrislão”, está ganhando terreno em um Ocidente ignorante no que diz respeito à Bíblia.

O período em que se comemora as festividades do Natal deste ano foi marcado por controvérsias relacionadas ao Islã em praticamente todos os países europeus. A maioria das discórdias foi gerada pelas elites políticas e religiosas multiculturais da Europa, que estão inclinadas a secularizar o Natal, ao que tudo indica, para garantir que os muçulmanos não se ofendam com as comemorações natalinas.

A muitos dos tradicionais mercados de Natal foram dados novos nomes como por exemplo Desfile de Inverno de Amesterdã, Confraternizações de Inverno de Bruxelas, Kreuzberger Wintermarkt, London Winterville, Festival de Inverno de Munique, com o intuito de projetar uma aparência multicultural de tolerância secular.

Mais preocupante ainda são as crescentes iniciativas de islamizar o Natal. A reinvenção da teologia do Natal se baseia na falsa premissa de que o Jesus da Bíblia é o Jesus (Isa) do Alcorão. Esta fusão religiosa, por vezes chamada de “Chrislão”, está ganhando terreno em um Ocidente que se tornou ignorante no que diz respeito à Bíblia.

Por exemplo, na Grã-Bretanha, a All Saints Church em Kingston upon Thames recentemente patrocinou uma comemoração conjunta de aniversário de Jesus e Maomé. A “Comemoração de Milad, Advento e Natal” realizada em 3 de dezembro tinha como objetivo “marcar o aniversário do Profeta Maomé , seguida pelo aniversário de Jesus.” A cerimônia religiosa de cerca de uma hora teve tempo suficiente para a oração islâmica, seguida pela distribuição de fatias de um bolo de aniversário.

O conceituado blog cristão “Archbishop Cranmer” censurou duramente a igreja pela falta de discernimento:

“Observe como essa comemoração ‘destaca o aniversário do Profeta Maomé’, ao mesmo tempo que não está muito interessada no aniversário do Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus. A Maomé é reservado o título de profeta, enquanto que a Jesus não é dado o título nem de profeta nem de sacerdote, nem de realeza nem de messias. É a exaltação do Profeta Maomé ao lado do simples e ultrapassado Jesus, porque se fosse acrescentado qualquer asserção à sua divindade, indubitavelmente alienaria inúmeros muçulmanos (se é que eles já não foram alienados pelo conceito do haram, proibido pelo Islã), o que não teria sido lá muito interreligioso ou missionariamente sensitivo, não é mesmo?”

O blog acrescentou que exaltar Maomé nas igrejas efetivamente proclama que Maomé é maior que Jesus:

“Toda vez que uma igreja aceitar o epíteto de “Profeta” a Maomé, ela estará repudiando a crucificação, negando a ressurreição de Cristo e refutando que a Palavra se fez carne e habitou entre nós, pelo fato de Maomé ter negado todos esses princípios fundamentais da fé cristã”.

Anteriormente, uma passagem do Alcorão negando que Jesus é o Filho de Deus foi lida durante uma cerimônia religiosa em uma igreja episcopal escocesa em Glasgow durante a epifania, comemoração da encarnação de Deus na pessoa de Jesus Cristo. Um dos capelães da rainha, Gavin Ashenden, classificou a leitura do Alcorão em uma igreja de “blasfêmia”. Ele acrescentou que “existem outras maneiras consideravelmente melhores para se construir pontes de entendimento” com os muçulmanos.

Em Londres, o Grupo Parlamentar Multipartidário dos Muçulmanos Britânicos, um grupo parlamentar composto por membros da Câmara dos Comuns e da Câmara dos Lordes, emitiu o seguinte comunicado: “Feliz Natal Muçulmano”, visando chamar a atenção para o “humano” dos muçulmanos durante o Natal. O comunicado assinala:

“Com muita frequência as instituições de caridade muçulmanas chamam a nossa atenção devido à cobertura negativa na mídia… O que ouvimos menos ainda é o “Feliz Natal Muçulmano”. As sopas comunitárias, bancos de alimentos, distribuição de ceias natalinas, faxina após as festas de Ano Novo, trabalho que as instituições de caridade muçulmanas fazem durante o período de Natal”.

Na Escócia, o governo local foi acusado de “carcomer” a herança cristã da Grã-Bretanha, ao promover “festivais de inverno” para as minorias étnicas, sem dar a devida atenção ao Natal. O ministro do Desenvolvimento Internacional da Escócia, Alasdair Allan, prometeu cerca de US$535.000 para financiar 23 eventos nos meses de inverno. Ele descreveu os eventos como “datas expressivas em nosso calendário nacional” acrescentando que o “estimulante e diversificado” programa ajudará os escoceses a “comemorarem tudo o que há de bom em nosso maravilhoso país durante os meses de inverno”. No entanto nenhum dos eventos tem qualquer relação com o Natal. Um porta-voz da Igreja Católica da Escócia ressaltou:

“é profundamente decepcionante que o governo escocês tenha optado por não aceitar a realidade religiosa do Natal nos eventos do Festival de Inverno. Mais da metade da população declarou no último censo ser cristã. Os católicos e demais cristãos devem, com toda razão, estar se perguntando qual seria o motivo deste festival financiado com dinheiro público não incluir nenhum evento destinado a ajudar os escoceses a comemorarem o nascimento de Cristo, que é, sem a menor sombra de dúvida, a comemoração mais importante dos meses de inverno”.

Gordon Macdonald, da sociedade beneficente cristã CARE, salientou:

“Faz parte da secularização generalizada que está em curso há vários anos dentro do governo escocês na qual nosso sistema de valores e patrimônio cristão vem sendo corroído como consequência direta da política governamental”.

Na Dinamarca, uma escola de ensino fundamental em Graested cancelou um tradicional serviço religioso da igreja que marca o início das festas natalinas para não ofender os alunos muçulmanos. Alguns pais acusaram a escola de fazer uso de dois pesos e duas medidas: há pouco tempo a escola realizou um evento chamado “Semana da Síria”, no qual as crianças mergulharam na cultura do Oriente Médio. Ignorando os pais, a diretoria da escola tomou o lado da escola:

“A diretoria apoia a decisão da escola de criar novas tradições (ênfase adicionado) que envolvam crianças e jovens”.

O primeiro-ministro da Dinamarca Lars Lokke Rasmussen, que frequentou a escola quando criança, assinalou que a decisão deveria ser revogada. A ministra da saúde, Ellen Trane Norby, salientou:

“As escolas de ensino fundamental da Dinamarca têm o dever de difundir a educação e ensinar os valores culturais e os conhecimentos ligados ao natal fazem parte essencial desse ensino”.

Na França, o mercado de Natal anual que ocorre no distrito de Croix-Rousse de Lyon foi cancelado devido aos exorbitantes custos de segurança atrelados à proteção do evento de ataques terroristas islâmicos. Este ano o festival anual das luzes da cidade teve permissão de prosseguir. O governador militar de Lyon, General Pierre Chavancy, ressaltou que, por causa da “suscetibilidade” do evento, 1.500 soldados e policiais, apoiados por cães farejadores, Defesa Civil e detectores de minas terrestres, serão utilizados para a segurança do evento.

Na vizinha Bélgica, o chefe da Cruz Vermelha em Liège, André Rouffart, determinou que todos os 28 escritórios da cidade retirem os crucifixos para asseverar a identidade secular da organização. Observadores disseram que a decisão faz parte de um programa abrangente de “alterar certas terminologias” e “romper com nossas tradições e nossas raízes” com o intuito de apaziguar os muçulmanos. “Outrora nos referíamos às festividades do Natal, hoje dizemos festividades de inverno”, assinalou um voluntário da Cruz Vermelha local. “O mercado de Natal em Bruxelas agora é chamado de ‘Confraternizações de Inverno’. Deixem as coisas como estão”.

Na Alemanha, uma escola em Lüneburg adiou uma festa de Natal porque um estudante muçulmano reclamou que as canções de Natal cantadas na escola eram incompatíveis com o Islã. A decisão da escola de reprogramar o evento, passando a considerá-lo uma atividade extracurricular não obrigatória, gerou “um tsunami de cartas de ódio e até ameaças contra a administração da escola e contra o conselho da escola”, de acordo com a revista Focus. Em uma iniciativa com o objetivo de apaziguar os furiosos pais, o diretor da escola Friedrich Suhr disse que as canções de natal “não cristãs” como “Rudolph a Rena do Nariz Vermelho” não seriam proibidas. Alexander Gauland, líder do partido anti-imigração Alternativa para a Alemanha (AfD), ressaltou que a atitude da escola representava “uma submissão inaceitável e involuntária ao Islã” e nada mais era do que uma “covarde injustiça” para as crianças não muçulmanas.

Em Munique, a publicidade de um “mercado de inverno” multicultural retratava um boneco de neve coberto com uma burca (foto). O presidente do partido AfD da Baviera, Petr Bystron, comentou a ironia: “um boneco de neve vestido com uma burca como símbolo de tolerância?” Em Halle, o mercado de Natal recebeu um novo nome “Mercado de Inverno”.

Em Berlim, o tradicional mercado de natal foi protegido por barreiras de concreto para evitar a repetição do ataque jihadista do ano passado em que 12 pessoas foram mortas e mais de 50 ficaram feridas. Em Stuttgart um homem de 53 anos foi preso no mercado de Natal ao afirmar que levava consigo uma bomba na mochila. Em Potsdam o mercado de Natal foi fechado porque uma farmácia próxima recebeu uma carta-bomba. Em Bonn, o mercado de Natal foi evacuado devido a uma ameaça de bomba.

Na Itália, uma escola em Milão retirou referências ao Natal em uma festividade dando o seguinte nome a ela: “Grande Festival de Boas Festas”. Escrevendo no Facebook, o político local Samuele Piscina acusou a escola de implementar “uma política politicamente correta da esquerda” que priva as crianças italianas da alegria do Natal:

“Após as peripécias com a natividade e com os crucifixos, até as festas de Natal estão sendo coibidas nas escolas. O termo ‘Natal’, símbolo da nossa fé e cultura, não discrimina ninguém. A remoção dos símbolos natalinos não garante o respeito de ninguém, não produz uma escola e uma sociedade acolhedora e inclusiva, ao contrário, fomenta a intolerância contra a nossa cultura, nossos costumes, nossas leis e nossas tradições. Temos plena convicção que as nossas tradições devem ser respeitadas”.

Em Bolzano, uma árvore de Natal de papelão foi removida da prefeitura conforme determinado, porque ela “poderia ofender as suscetibilidades” dos muçulmanos. Alessandro Urzì, político local, manifestou indignação com a medida: “o rigor burocrático com o qual a árvore foi removida para evitar o risco de irritar alguém reflete o embrutecimento do clima cultural”.

Na Noruega, uma escola de ensino fundamental em Skien anunciou que as festividades de Natal deste ano incluirão não apenas a habitual leitura dos versos da Bíblia pelos alunos, mas também dois versos do Alcorão que se referem a Jesus. O incomparável Bruce Bawer esclareceu as implicações dessa medida:

“A programação de Natal da Escola Stigeråsen proporciona mais um exemplo de dhimmitude: covarde submissão europeia ao Islã. Este ano poderá haver alguns versos do Alcorão em uma festividade de Natal, no ano que vem, um evento da época natalina, no qual ambas as religiões são celebradas em pé de igualdade e poucos anos depois, talvez, uma celebração infantil em que não haja nenhuma árvore de Natal e nenhuma cruz, apenas tapetes para as orações, bênçãos em árabe e hijabs para as meninas”.

Na Espanha, a câmara municipal de Madrid substituiu as festividades de Natal na capital pela “Feira Internacional das Culturas” neopagã. Segundo a prefeita de Madri, Manuela Carmena, ex-membro do Partido Comunista da Espanha, o propósito explícito do evento com um mês de duração, é descristianizar o Natal para torná-lo mais inclusivo:

“Todos nós sabemos que o Natal é uma festa de origem religiosa, mas também é uma exaltação da humanidade, da solidariedade. Portanto, a Câmara Municipal de Madrid quer fazer de tudo para que todos que estão nesta cidade, de onde quer que sejam, possam desfrutar o Natal”.

Rompendo com a tradição, a prefeitura de Madrid também se recusou em colocar um cenário da natividade na Puerta de Alcalá, um dos monumentos mais famosos da cidade. José Luis Martínez-Almeida, político local, acusou Carmena de “colaborar com fervor a celebração do Ramadã”, “procurando esconder quaisquer símbolos cristãos referentes ao Natal”. Ele acrescentou: “queremos recuperar nossas raízes culturais e religiosas”.

 

Soeren Kern é membro sênior do Instituto Gatestone sediado em Nova Iorque.

Publicado no site do Gatestone Institute.
Tradução: Joseph Skilnik

 

  • Robson La Luna Di Cola

    É a velha estratégia Politicamente Correta: vamos tratar nossos inimigos com ternura, e então eles se transformarão em nossos amigos. Paz e amor, bicho! Felizmente em todos os eventos citados no texto, tivemos autoridades se manifestando contra estes absurdos cometidos.

  • tabajara_music

    Os mouros estão voltando. Dessa vez, ocupando a Europa com posse mansa e a convite, ainda por cima.

    • Gustavo Costa de Oliveira

      mas serão expulsos de novo, daqui a 900 anos

      • Robson La Luna Di Cola

        Fique tranquilo. O leste europeu virá salvar a covarde Europa Ocidental. Go Putin!

        • ANDRÉ LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

          Antes disso, Putin terá que empreender uma guerra interna sem precedentes contra os cerca de 25 milhões de islâmicos de nacionalidade russa. Também terá que contar com a lealdade de quase 40% de seu exército, fatia essa que é de jovens muçulmanos. A quem esses jovens soldados serão fiéis? A Putin ou a Allah?

          • Robson La Luna Di Cola

            Fiz uma pesquisa, e descobri que em Moscou, 15% da população é de muçulmanos. E deve ser a cidade com o maior percentual. Como é possível que quase 40% do exército russo seja constituído de muçulmanos?

          • ANDRÉ LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

            Analisar somente Moscou não serve de parâmetro para toda a Rússia. Há as regiões fronteiriças próximas ao mundo árabe, onde a população islâmica sobe muito, chegando a 2/3 em alguns casos.

            Sobre os 25 milhões, aquele site russo em vários idiomas se referiu a esse número de islâmicos em território russo em uma matéria especial de saudação ao Ramadam.

            Já sobre os 40% de jovens soldados russos, tem a ver com a crise de natalidade pela qual passa a Europa como um todo. A maioria da população ainda é de etnias russas, mas essa população envelhece e não é reposta com novos jovens em quantidade suficiente. Em compensação, os islâmicos têm natalidade de 4 a 8 filhos, o que dá uma população islâmica jovem superior à proporção de islâmicos na população total.

            Em breve a França e Grã-Bretanha passarão por este fenômeno.

          • Robson La Luna Di Cola

            Com o progresso econômico e tecnológico gigantesco que o mundo vive, ninguém mais quer gastar tempo tendo filhos, e gastar um tempão trocando fraldas, dando educação, e sustentando finaceiramente. Querem aproveitar a vida. Celular último tipo, corpão fitness na academia, maquiagem e roupas da moda, dentes bem cuidados para parecerem famosidades, etc. Tempos modernos

    • Gustavo Costa de Oliveira

      na outra vez também começou com convites.. os muçulmanos já vinham atacando a costa da península ibérica quando o Conde Julião, em retaliação ao fato de Rodrigo, o Último Rei dos Godos, ter raptado sua filha, mandou trazer 3 barcas cheias de muçulmanos.. o terreno foi explorado e anos depois Tarique começou a conquista

  • Jorge Dal Salve Moro

    Parece que a profecia biblica é irreversivel.

  • João Farias

    O engraçado é que no Alcorão Jesus é tratado como superior a Maomé: ele diz que Jesus morreu e ressuscitou, mas Maomé não, que ele vai voltar um dia, mas Maomé não…kkk

  • Eduardo Sol

    Grave.

  • Evelyn Petter

    Muita reclamação, muita gente indignada, artigos, gritarias repudiando isso daí, mas o que efetivamente se está fazendo contra?
    É o que me questiono.

  • Renato

    Clash of Civilizations, Samuel Huntington.
    Está tudo lá – enquanto o Islã for um projeto de poder espiritual e político, com vistas a uma reforma geral da sociedade, não haverá convivência possível.

    • Odilon Rocha

      De pleno acordo, caro Renato. Bem lembrado.

  • Baderelson Euler

    Todo muçulmano tem a obrigação de propagar o Islã até sua supremacia em todo o mundo, e todo muçulmano é um soldado da jihad. A jihad tem três etapas, e a segunda etapa ocorre quando os muçulmanos estão em minoria mas já acumularam bastante força, como atualmente na Europa. Nesta etapa, fazem provocações constantes e afirmam a todo momento sua religião, e caso ocorram reações contrárias, colocam-se como vítimas e respondem com violência, gerando uma espiral crescente de confronto. Os muçulmanos vão travar essa luta em cada momento, em cada trincheira, nas escolas, nas ruas, na mídia, nos tribunais.

  • Rafael Nascimento

    A história é cíclica. Tudo isso já aconteceu no século X. Os muçulmanos chegaram a ocupar quase metade da Europa, no último segundo os europeus viraram o jogo com o rei D. Afonso Henrique vencendo uma batalha tida como perdida. As coisas ainda vão piorar muito até os cristão acordarem de novo.

  • ANDRÉ LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

    O próprio Cristianismo plantou, regou e adubou as sementes de sua queda.

    Poderiam ter transigido nas questões que levaram ao primeiro Cisma, evitando a fragmentação entre romanos e ortodoxos e preservando a unidade da Igreja. Mas, não.

    Poderiam ter aceito as críticas dos reformistas e recolocado o Cristianismo no prumo, evitando a cisão entre Católicos e Protestantes. Mas, não.

    Os próprios protestantes poderiam ter-se unificado, evitando a miríade de denominações atuais que ficam brigando entre si por ninharias. Basta dizer que se os evangélicos brasileiros se unificassem, teriam poder de eleger o Presidente da República e fazer, no mínimo, 1/3 do Congresso Nacional. Mas, não.

    O Cristianismo só preferiu transigir ao inimigo, desde o Iluminismo, passando pelos comunistas, e agora aos multiculturalistas.

    Com isso, o Cristianismo torna-se uma mera sopa aguada, enquanto o Islam derrama seu caldo grosso sem pressa e metodicamente.

    Prefiro ver meus netos sob a Charia do que vê-los sob o domínio desse mundinho cor de rosa pregado pelos politicamente corretos e prestes a ser abraçado em sua plenitude pela igreja de Roma.

    • tabajara_music

      Ter que optar entre divisão e apostasia coletiva foi terrível mesmo. Houve confusão entre autoridade delegada e poder em vários momentos, mas a essência de Cristo permanece.

      • ANDRÉ LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

        É o que diferencia cristãos e islâmicos: os cristãos ficam conjecturando as profecias, de braços cruzados, esperando a volta de Cristo para fazer o trabalho purificador que eles próprios, os cristãos, não deveriam ter abdicado de fazer.

        Se Deus existe e se Ele é o Deus das escrituras cristãs, os cristãos da Terra só fazem ainda mais difícil o trabalho de Deus.

        Enquanto isso, os islâmicos tomam de assalto os lugares por onde passam e impõem sua cosmovisão.

        Olhando de fora, pouco importa se Allah existe ou não, pois o Islam usa as próprias mãos para fazer com que o trabalho de Allah exista.

        Se (quando) o Islam tornar-se hegemônico, terá sido por merecimento.

        • tabajara_music

          Ao que tudo indica, o senso prático mal disfarçado do ateísmo tem vários pontos em comum com a dita “religião da paz”

          • ANDRÉ LUIZ VIEIRA DOS SANTOS

            O Islam não é a religião da paz. A religião da paz é o Cristianismo. Da paz dos seus opositores.

            Os inimigos do Cristianismo vêm minando-o ao longo dos séculos. E em paz.

            O Cristianismo é a cosmovisão que oferece o melhor código de conduta moral e social numa sociedade. Se minha vontade valesse alguma coisa, eu preferiria que o mundo vivesse eternamente sob o Cristianismo de meados do século passado.

            Porém, como o Cristianismo está ruindo, as opções passam a ser três: 1) o vale-tudo do multiculturalismo ateísta; 2) o velho esquemão comunista; 3) o sistema moral e social do Islam (que eu prefiro, uma vez que tenha sido derrotado o Cristianismo).

  • Marcos Pereira

    Estamos envolvidos num círculo vicioso extremamente perigoso. Círculo esse, regado a ignorância, covardia e infelizmente, fé cega. Fé cega que leva ateístas (insisto que o ateísmo é uma questão de fé), muçulmanos e mesmo cristãos potencializarem o círculo vicioso. Com tantas informações e revelações disponíveis para todos, continuamos nos afundar no pântano da ignorância, na senda da destruição. Como não se aperceber, com tantas evidências da realidade, da Divindade da Criação, Operação , Manutenção e Expansão do Universo dos Universos. Desde Deus o Pai, de Deus o Filho, de Deus o Espírito, a Magnífica e Absolutamente Perfeita Trindade do Paraíso, tudo verte, tudo existe, tudo funciona. Negar a realidade de Deus, é negar a existência e continuidade da vida, é desprezar nossa origem comum, nosso destino potencialmente glorioso: É suicídio. E nós, fortemente influenciados e desenvolvidos pelas tradições judaico-cristãs, estamos aí, reféns, dos insanos ateístas, que abarca praticamente toda a esquerda, ou qualquer grupo coletivista que o valha e dos fanáticos islamitas ( seria injusto classificar todos os islamitas como fanáticos – muitos e muitos não o são mas, se acovardam). Enfim, não é deixando a criança fazer o que quer, que você conseguirá educá-la para o bem. Longe disso: não dando limites ao ser humanos e ele perverterá seu livre arbítrio, como consequência, Nova Queda. A esquerda quer romper limites, liberar geral, perverter……Destruir. Enquanto isso, o tempo passa, perdemos dias preciosos.Isto, por nos afastarmos teimosamente de Deus Pai.

  • grace MACEDO

    Enquanto as mulheres ocidentais geram 1,8 filhos em média, as muçulmanas geram 5.
    Quem vai ganhar essa briga ? As feministas q promovem o aborto, o fim da masculinidade ou aqueles q mesmo propagando ódio, ainda geram vida sobre a terra ?

  • Odilon Rocha

    Não vejo, ao menos não tenho visto, e muito menos tenho conhecimento sobre notícias alvissareiras de medidas efetivas no combate ao islamismo intromissivo.
    Muito estranho, pois parece mais o contrário, malgrado as notícias.

  • Valdir Marques de Souza

    Estou assistindo de camarote a Europa ser destruída pelo satânico islamismo.

  • Everton Pereira

    Acredito que a Europa em 20 anos se tornará um califado islâmico.

  • Razorback De Faria

    Esses ingênuos e idiotas ainda vão pagar com sangue esses salamaleques com muçulmanos.