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Dona Regina e Fernanda Montenegro: O que elas têm em comum?

7 de outubro de 2017 - 19:08:36

“E as crianças?” No programa ‘Encontro’, da Rede Globo, Dona Regina defendeu o bom senso e a sacralidade da infância contra enaltecimento cínico de performances que glamorizam a pedofilia.

 

O que tem Fernanda Montenegro em comum com Dona Regina?

Não é novidade para o grande público nacional que figuras públicas do eixo Leblon-Projac-Jardins-Nova Iorque e Paris, apoiam o regime que destruiu as reais chances de desenvolvimento do Brasil e impôs o que há de mais insalubre na América Latina. Neste sentido, a conhecida atriz Arlette Pinheiro Esteves Torres, também chamada de Fernanda Montenegro, trouxe suas pérolas e mostrou sua insatisfação com relação ao “careta” povo brasileiro.

Povo este que não vive na redoma global, que não está na mídia para exaltar ditadores e suas obras. Um povo como você, eu, nossa avó, nossa tia, nossos pais, nosso vizinho e milhões de brasileiros – que assistiram a implantação do mais ousado projeto de poder e manipulação já visto na humanidade. Um povo que quer trabalhar, criar seus filhos, ter seu lazer saudável e poder viver conforme suas tradições familiares; herdadas na simplicidade da vida e daqueles que acreditam em um Deus. Um povo que não vive do delírio, ou de uma utopia barata que perdeu há décadas seu glamour para se tornar a máxima do atraso e do egoísmo – a antítese do que pregam.

Dona Arlette, a badalada atriz de festivais, uma fiel escudeira da escumalha que afundou o Brasil, sua arte, seus conceitos político-ético-morais, sua educação e seu futuro, está inconformada com a atual conjuntura mundial, em que nós – os ex-bovinos acordamos para a realidade e tentamos interpretar como ocorreu a transformação do mundo em um enorme hospício. Dona Arlette está amedrontada com tantos questionamentos e críticas. Dona Arlette quer que seu povo permaneça mudo, aceitando goela abaixo aquilo que criam nos Projacs da vida, nos laboratórios de engenharia sócio-comportamental que são capazes de mudar conceitos, relativizar valores seculares, “desconstruir“ padrões e em suma…Acabar com tudo de bom que conhecemos da bela civilização ocidental, trazendo o novo, a nova sociedade moldada na falta de valores morais e éticos, onde é proibido proibir e o limite é o além do infinito. Onde o Deus-Estado se encarregará de nos proteger e dirimir nossos passos.

Segundo a iluminada global, “há um desserviço a serviço de um poder político estranhamente poderoso. Isto está tendo uma amplidão assustadora para um mundo absurdamente reacionário onde só vale um único conceito. O conceito que traz alternância, no fundo, no fundo, [para eles] deverá ser morto — diz a mãe de Fernanda Torres, ressaltando ser a favor da liberdade mas contra radicalismos: — O careta deve ter o direito de ser careta, de pensar e de querer o que for, mas o fato de distinguir o contrário diante de um fato, de um fenômeno ou de uma postura humana, é amedrontador”.

A decadente Dona Arlette não deve ter gostado nada quando viu Dona Regina, uma senhora do povo, que poderia ser qualquer um de nós, que não suporta mais tanta “desconstrução lacradora“, tanta inversão de valores, tantos crimes, tantos bandidos oficiais e tanta cara de pau em defender o indefensável. Uma brasileira que não tem PhD em Arte Moderna, frequenta vernissage hodierna movida ao cheiro de cânabis, ou sente orgulho em assistir seu país afundar numa pseudodemocracia que prendeu o brasileiro na mais nefasta escravidão, a patética escravidão ideológica, mas, claro, muito bem remunerada para seus altos exponentes como Dona Arlette.

Dona Regina, uma brasileira simples que pensa como o senso comum, que não deve achar graça na miséria ou glorificar favelas, que muito provavelmente não defende bandidos, que quer proteger seus netos – para quem a infância é sagrada, que abomina a liberação de drogas e que também não é obscurantista, reacionária, racista, homofóbica ou fascista. Ela é o povo do Brasil: farto de uma falsa cultura sem arte e sem conteúdo, que atende apenas à superficialidade de imbecis endinheirados que são pagos para destruir a nossa sociedade e depois mudarem-se para o remanso do primeiro mundo.

Dona Arlette é aquela senhora que tapa o nariz para andar e desviar-se dos cem milhões de cadáveres que o comunismo produziu. Uma senhora que nos acusa de atraso enquanto ela mesma parou de respirar há um século. A simples Dona Regina aos setenta anos é o futuro do Brasil, já a Dona Arlette com seus quase noventa anos, é o atraso dele e não pela idade. Ela é a marca evidente da desfaçatez e da hipocrisia a serviço de um sistema nefasto e caquético – que só sobrevive através de boas transfusões de dinheiro, via Lei Rouanet e ainda graças a notória ignorância do povo brasileiro.

Voltando à pergunta: o que tem Dona Arlette em comum com Dona Regina?

Nada! Ademais, a “careta” Dona Regina é adorável e sensata. Já a “progressista” Dona Arlette é uma lástima.

 

Claudia Wild, articulista, é colaboradora do Mídia Sem Máscara e apresenta o programa ‘A Hora de Europa’, na Rádio Vox.

 

  • Claudio Oliveira

    Texto primoroso!!!
    Parabéns “xará” Claudia Wilder!!! 🙂

  • Elvis Trivelin

    Ácido e preciso! Me chama a atenção que uma figura antes aparentemente inócua e insosa como Fátima Bernardes tem se tornado ponta-de-lança, na TV aberta, desses experimentos odiosos de engenharia social num amontoado de lixo que é seu programa – ao que tudo indica – pensado milimetricamente para tal finalidade. Absolutamente TODOS os temas mais ousados de engenharia comportamental em moda são desenvolvidos no programa com uma naturalidade e desenvoltura, e ardil, acima de tudo o que tem sido visto por aqui. De uma maneira mais ampla, o canal principal da Rede Globo tem atacado em TODAS as frentes de desconstrução da guerra cultural: narrativa histórica (praxe de programas de entrevista, novelas de época e jornalismo), sexo (Fátima Bernardes), ideologia de gênero (novelas), drogas (com Caco Barcellos e até Globo Reporter), fim da PM (jornalismo), geopolítica terceiro-mundista (jornalismo), etc, etc, etc. Não há UMA pauta de desconstrução a que a empresa fuja. Ela assumiu com unhas e dentes o projeto globalizante e faz numa desfaçatez e cinismo tecnicamente melhores que as atuações de seus melhores atores – já formados nessas ideologias e instrumentalizados como militantes apaixonados. Aliás, os departamentos mais diversos da empresa foram entregues a militantes radicais dessas ideologias com seus donos seguros de que em qualquer cenário político e social possível estarão assegurados em suas posições sociais privilegiadas. Claro: todo regime demanda por uma classe dirigente e, ao que tudo indica, os Marinho sinceramente se vêem como parte dessa classe dirigente em qualquer cenário futuro. Articuladamente com projetos de governo como a BNCC, a atmosfera criada por esse mosaico de agentes trabalhando todos na mesma direção tem conseguido formar uma síntese perfeita da aplicação das ideias de revolução silenciosa: ao contrário do que acontece nos confrontos corpo-a-corpo nas ruas de rincões dos EUA, uma massa bovina e desassombradamente acovardada, idiotizada, tolida de forças e ignorante, apenas vê tudo com um misto de estranhesa, entusiasmo e impotência.
    A quem ainda tem mente sã para vislumbrar o conjunto da destruição que se processa, o cenário é perturbador.

  • Elvis Trivelin

    Ácido e preciso! Me chama a atenção que uma figura antes aparentemente inócua e insossa como Fátima Bernardes tem se tornado ponta-de-lança, na TV aberta, desses experimentos
    odiosos de engenharia social no amontoado de lixo que é o programa do qual é âncora – ao que tudo indica, pensado milimetricamente para tal finalidade desde o começo. O fato da senhora mencionada se dar ao trabalho de formar plateia de um programa desses indica que a inserção maliciosa de conteúdos obscuros em meio a inocentes quadros simpáticos a donas de casa se faz sem que a população de fato rejeite e boicote a emissora por todo o desrespeito. E esse
    comportamento rendeu um monopólio criminoso e nefasto.

    Lamentavelmente, se a Dona Regina expressou-se com naturalidade e ciente de estar fazendo o mais trivial que o bom senso recomenda a uma pessoa com sua moral minimamente preservada, o mesmo não se diz de gerações novas já intoxicadas por todo esse lixo, desprovidas de meios
    de defesa e resistência a esses ataques. Em outras palavras, por mais que as pessoas reconheçam certas malandragens da emissora como “excessos”, continuam escravizadas da emissora e recusam-se a buscar outras fontes de informação e entretenimento.

    Aproveitando-se disso, absolutamente TODOS os temas mais ousados de engenharia comportamental em moda são desenvolvidos na programação com uma naturalidade e desenvoltura, e ardil, acima de tudo o que tem sido visto por aqui. De uma maneira mais ampla, o canal principal da Rede Globo tem atacado em TODAS as frentes de desconstrução da guerra cultural: narrativa histórica (praxe de programas de entrevista, novelas de época e jornalismo), sexo (Fátima Bernardes), ideologia de gênero (novelas), drogas (com Caco Barcellos e até Globo Repórter), aborto (Fátima Bernardes e Caco Barcellos) fim da PM (jornalismo), geopolítica terceiro-mundista (jornalismo), etc, etc, etc. Não há UMA pauta de desconstrução a que a empresa fuja. Ela assumiu integralmente o projeto globalizante e age numa desfaçatez e cinismo tecnicamente melhores que as atuações de seus melhores atores – estes já formados nessas ideologias e instrumentalizados como militantes apaixonados.

    Os departamentos mais diversos da empresa foram entregues a militantes radicais dessas ideologias, estando seus donos seguros de que em qualquer cenário político e social possível, terão garantidas suas posições sociais privilegiadas. Claro: todo regime demanda por uma classe dirigente e, ao que tudo indica, os Marinho sinceramente se veem como parte dessa classe dirigente sempre.

    Articuladamente com projetos de governo como a BNCC, a atmosfera criada por esse mosaico de agentes trabalhando todos na mesma direção tem conseguido formar uma síntese perfeita da aplicação das ideias de revolução silenciosa: em que, ao contrário do que acontece nos confrontos corpo-a-corpo nas ruas de rincões dos EUA, uma massa bovina e desassombradamente acovardada, idiotizada, tolhida de forças e incapaz de sequer expressar o que assiste, apenas vê tudo com um misto de estranheza, entusiasmo e impotência.

    A quem ainda tem mente sã para vislumbrar o conjunto da destruição que se processa, o cenário é perturbador.

  • Hattori Hanzo

    touché!

  • Elvis Trivelin

    Ácido e preciso! Me chama a atenção que uma figura antes aparentemente inócua e insossa como Fátima Bernardes tem se tornado ponta-de-lança, na TV aberta, desses experimentos odiosos de engenharia social no amontoado de lixo que é o programa do qual é âncora – ao que tudo indica, pensado milimetricamente para tal finalidade desde o começo. O fato da senhora mencionada se dar ao trabalho de formar plateia de um programa desses indica que a inserção maliciosa de conteúdos obscuros em meio a inocentes quadros simpáticos a donas de casa se faz sem que a população de fato rejeite e boicote a emissora por todo o desrespeito. E esse comportamento rendeu um monopólio criminoso e nefasto.
    Lamentavelmente, se a Dona Regina expressou-se com naturalidade e ciente de estar fazendo o mais trivial que o bom senso recomenda a uma pessoa com sua moral minimamente preservada, o mesmo não se diz de gerações novas já intoxicadas por todo esse lixo, desprovidas de meios de defesa e resistência a esses ataques. Em outras palavras, por mais que as pessoas reconheçam certas malandragens da emissora como “excessos”, continuam escravizadas da emissora e recusam-se a buscar outras fontes de informação e entretenimento.
    Aproveitando-se disso, absolutamente TODOS os temas mais ousados de engenharia comportamental em moda são desenvolvidos na programação com uma naturalidade e desenvoltura, e ardil, acima de tudo o que tem sido visto por aqui. De uma maneira mais ampla, o canal principal da Rede Globo tem atacado em TODAS as frentes de desconstrução da guerra cultural: narrativa histórica (novelas de época e jornalismo), sexo, ideologia de gênero, drogas, aborto, fim da PM, geopolítica terceiro-mundista, etc, etc, etc. Não há UMA pauta de desconstrução a que a empresa fuja. Ela assumiu integralmente o projeto globalizante e age numa desfaçatez e cinismo tecnicamente melhores que as atuações de seus melhores atores – estes já formados nessas ideologias e instrumentalizados como militantes apaixonados.
    Os departamentos mais diversos da empresa foram entregues a militantes radicais dessas ideologias, estando seus donos seguros de que em qualquer cenário político e social possível, terão garantidas suas posições sociais privilegiadas. Claro: todo regime demanda por uma classe dirigente e, ao que tudo indica, os Marinho sinceramente se veem como parte dessa classe dirigente sempre.
    Articuladamente com projetos de governo como a BNCC, a atmosfera criada por esse mosaico de agentes trabalhando todos na mesma direção tem conseguido formar uma síntese perfeita da aplicação das ideias de revolução silenciosa: em que, ao contrário do que acontece nos confrontos corpo-a-corpo nas ruas de rincões dos EUA, uma massa bovina e desassombradamente acovardada, idiotizada, tolhida de forças e incapaz de sequer expressar o que assiste, apenas vê tudo com um misto de estranheza, entusiasmo e impotência.
    A quem ainda tem mente sã para vislumbrar o conjunto da destruição que se processa, o cenário é perturbador.

  • Osvaldo Pereira Júnior

    Reparem o ódio no rosto e a cara de decepção dos pseudo-artistas quando a senhorinha deu a opinião que todo brasileiro de bem também teria. Por eles, aquela senhora não deveria existir e se eles pudessem ela seria expulsa do programa.

    Essas pessoas não são pessoas normais. São psicopatas perigosíssimos e enquanto a cultura no Brasil estiver nas mãos dessa gente não haverá futuro nenhum para esse país.

    • nando_dsqs

      Esta atriz mostrou muito bem pela expressão dela como ficam desconfortáveis quando programas saem do roteiro e entram para realidade normal, e isso prova como a grande maioria dos programas de entrevistas são totalmente condicionados e conduzidos de acordo com sua ideia pré estabelecida.

      • Osvaldo Pereira Júnior

        Exato! O que aconteceu ali quando a senhora deu a opinião dela foi algo do tipo, “Como assim?”, “Quem essa velha pensa que é?”, “Como essa velha ousa em estragar nossa confraternização pró nova ordem mundial?”.

        Eles foram obrigados a tratar aquela senhora com respeito pois estavam ao vivo. Mas se eles pudessem com certeza enviariam aquela velhinha para um Gulag. Por mais que eles tentem disfarçar, a postura desconfortável e o ódio estampados nos seus rostos denunciaram quem eles realmente são. Verdadeiros demônios da nova ordem mundial.

        Imaginem esses demônios com poder político e das armas o que eles seriam capazes de fazer com seus desafetos políticos?

        É por isso que eu digo e reafirmo. Ou as pessoas de bem proíbem esses vermes de abrirem a boca ou o futuro da humanidade será sombrio.

        Por isso que a democracia não é e nunca sera um regime ideal. Certas pessoas não devem jamais ter o direito de cagar pela boca.

        • The Question

          Exatamente.. “nós somos tolerantes, com quem pensa igual a gente”
          infelizmente isso ainda vai perdurar por anos.. temos que dar o primeiro passo, o passo inicial, e que se Deus quiser será ano que vem!!

  • Elvis Trivelin

    Chama a atenção que uma figura antes aparentemente inócua e insossa como Fátima Bernardes tenha se tornado ponta-de-lança, na TV aberta, desses experimentos odiosos de engenharia social no amontoado de lixo que é o programa do qual é âncora – ao que tudo indica, pensado milimetricamente para tal finalidade desde o começo. O fato da Dona Regina ter se dado ao trabalho de formar plateia de um programa desses indica que a inserção maliciosa de conteúdos obscuros em meio a inocentes quadros simpáticos às donas de casa se faz sem que a população de fato rejeite e boicote a emissora por todo o desrespeito. E esse comportamento rendeu um monopólio nefasto e criminoso que hoje desgraça o país.
    Lamentavelmente, se a Dona Regina expressou-se com naturalidade e ciente de estar fazendo o mais trivial que o bom senso recomenda a uma pessoa com moralidade minimamente preservada, o mesmo não se pode dizer das gerações novas já intoxicadas por todo esse lixo, desprovidas de meios de defesa e resistência a esses ataques. Em outras palavras, por mais que as pessoas reconheçam certas malandragens da emissora como “excessos”, continuam escravizadas da emissora e recusam-se a buscar outras fontes de informação e entretenimento.
    Aproveitando-se disso, absolutamente TODOS os temas mais ousados de engenharia comportamental em moda são desenvolvidos na programação com uma naturalidade e desenvoltura, e ardil, acima de tudo o que tem sido visto por aqui. De uma maneira mais ampla, o canal principal da Rede Globo tem atacado em TODAS as frentes de desconstrução da guera cultural: narrativa histórica (com os programas jornalísticos e as novelinhas de época, o que é de praxe), sexo (com programas do tipo da Fátima Bernardes), ideologia de gênero (idem anterior e novelas), drogas (uso “recreativo” tal como abordado por Caco Barcellos e até o Globo Repórter), aborto (programas do Pedro Bial e Caco Barcellos, que teve a pachorra de tentar ensinar como explorar as brechas legais da lei cavalo de troia), fim da PM (jornalismo da emissora), geopolítica terceiro-mundista (especialidade de Chico Pinheiro), etc, etc. Não há UMA pauta de desconstrução a que a empresa fuja. Ela assumiu integralmente o projeto globalizante e age numa desfaçatez e cinismo tecnicamente melhores que as atuações de seus melhores atores – estes já formados nessas ideologias e instrumentalizados como militantes apaixonados.
    Nesse sentido, os departamentos mais diversos da empresa foram entregues a militantes radicais dessas ideologias e novilínguas. Se todo regime demanda por uma classe dirigente, ao que tudo indica, os Marinho se consideram parte dessa classe para todo o sempre.
    Articuladamente com projetos do governo, como a BNCC, a atmosfera criada por esse mosaico de agentes trabalhando todos na mesma direção tem conseguido formar uma síntese perfeita da aplicação das ideias de revolução silenciosa: em que, ao contrário do que acontece nos confrontos corpo-a-corpo nas ruas de rincões dos EUA, uma massa bovina e desassombradamente acovardada, idiotizada, tolhida de forças e incapaz de sequer expressar o que assiste, apenas vê tudo com um misto de estranheza, entusiasmo e impotência.
    A quem ainda tem mente sã para vislumbrar o conjunto da destruição que se processa, o cenário é perturbador.

    PS: é a quarta vez que posto porque a pocarcia do Disqus simplesmente taxa o comentário de “spam” e o suprime. Não me lembro de ter tamanha dificuldade em sites e blogues da esquerda. Enfim…

  • Rosvita Ribeiro Da Silva

    Essa é a sua opinião.

    • jorge santos

      E qual é a sua?

    • nando_dsqs

      Cada um tem a sua, a esquerda gosta de pregar sobre a liberdade de expressão mas desde que esta expressão seja a dela

    • Insider

      Ahlan wasalam! Voces da esquerda temem o Islam! Estamos por aqui…vamos enquadra-los! Allah Hafeez!

    • Thiago Canuto

      Chegou a zumbi com seu discurso relativista 😂

    • Mas o FATO, não opinião, é que houve crime tipificado no ECA e no Código Penal ao exporem a criança ao abusador do MAM.

  • Dre

    A pergunta do tal ator: ‘a criança foi exposta a q?’… e tal atriz dizendo estar espantada pela estupefação do brasileiro com um corpo nu, foi o resumo da hipocrisia e da intenção abjeta desse ‘povo’.

    • Rodrigo Taira

      Isso é quase a descrição exata daquilo que o prof Olavo disse em inúmeros Hangouts sobre a personalidade psicopática: “Você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?”.
      .
      A dona Regina recebeu aquele olhar de desaprovação e de intimidação silenciosa porque acredita nos próprios olhos e vê a realidade.

  • Elvis Trivelin

    Chama a atenção que uma figura antes aparentemente inócua e insossa como Fátima Bernardes tenha se tornado ponta-de-lança, na TV aberta, desses experimentos odiosos de engenharia social no amontoado de lixo que é o programa do qual é âncora – ao que tudo indica, pensado milimetricamente para tal finalidade desde o começo. O fato da Dona Regina ter se dado ao trabalho de formar plateia de um programa desses indica que a inserção maliciosa de conteúdos obscuros em meio a inocentes quadros simpáticos às donas de casa se faz sem que a população de fato rejeite e boicote a emissora por todo o desrespeito. E esse comportamento rendeu um
    monopólio nefasto e criminoso que hoje desgraça o país.

    Lamentavelmente, se a Dona Regina expressou-se com naturalidade e ciente de
    estar fazendo o mais trivial que o bom senso recomenda a uma pessoa com
    moralidade minimamente preservada, o mesmo não se pode dizer das gerações novas
    já intoxicadas por todo esse lixo, desprovidas de meios de defesa e resistência
    a esses ataques. Em outras palavras, por mais que as pessoas reconheçam certas
    malandragens da emissora como “excessos”, continuam escravizadas da
    emissora e recusam-se a buscar outras fontes de informação e entretenimento.

    Aproveitando-se disso, absolutamente TODOS os temas mais ousados de engenharia
    comportamental em moda são desenvolvidos na programação com uma naturalidade e
    desenvoltura, e ardil, acima de tudo o que tem sido visto por aqui. De uma
    maneira mais ampla, o canal principal da Rede Globo tem atacado em TODAS as frentes
    de desconstrução da guera cultural: narrativa histórica (com os programas
    jornalísticos e as novelinhas de época, o que é de praxe), sexo (com programas
    do tipo da Fátima Bernardes), ideologia de gênero (idem anterior e novelas),
    drogas (uso “recreativo” tal como abordado por Caco Barcellos e até o
    Globo Repórter), aborto (programas do Pedro Bial e Caco Barcellos, que teve a
    pachorra de tentar ensinar como explorar as brechas legais da lei cavalo de
    troia), fim da PM (jornalismo da emissora), geopolítica terceiro-mundista
    (especialidade de Chico Pinheiro), etc, etc. Não há UMA pauta de desconstrução
    a que a empresa fuja. Ela assumiu integralmente o projeto globalizante e age
    numa desfaçatez e cinismo tecnicamente melhores que as atuações de seus melhores
    atores – estes já formados nessas ideologias e instrumentalizados como
    militantes apaixonados.

    Nesse sentido, os departamentos mais diversos da empresa foram entregues a
    militantes radicais dessas ideologias e novilínguas. Se todo regime demanda por
    uma classe dirigente, ao que tudo indica, os Marinho se consideram parte dessa
    classe para todo o sempre.

    Articuladamente com projetos do governo, como a BNCC, a atmosfera criada por
    esse mosaico de agentes trabalhando todos na mesma direção tem conseguido formar
    uma síntese perfeita da aplicação das ideias de revolução silenciosa: em que,
    ao contrário do que acontece nos confrontos corpo-a-corpo nas ruas de rincões
    dos EUA, uma massa bovina e desassombradamente acovardada, idiotizada, tolhida
    de forças e incapaz de sequer expressar o que assiste, apenas vê tudo com um
    misto de estranheza, entusiasmo e impotência.

    A quem ainda tem mente sã para
    vislumbrar o conjunto da destruição que se processa, o cenário é perturbador.

    PS: é a quarta vez que posto
    porque a pocarcia do Disqus simplesmente taxa o comentário de “spam”
    e o suprime. Não me lembro de ter tamanha dificuldade em sites e blogues da
    esquerda. Enfim…

  • Elvis Trivelin

    Recomendo aos administradores do site que retirem esse lixo de plataforma Disqus. Essa m… classifica comentários como spam sem qualquer fundamento. Seja qual for o algoritmo usado, ele só pode ter sido concebido por mentecaptos. Se for para funcionar com essa porcaria, melhor deixar o espaço livre. Disqus é uma m… completa. Estou removendo minha conta dessa b…eta.

  • Eduardo Prestes

    Boa parte dos artistas brasileiros produz arte para consumo de sua própria casta. Como o público é ínfimo, dependem de financiamento estatal. Confiscam o dinheiro da sociedade para pregar a sua destruição. Querem o dinheiro dos católicos para xingar o cristianismo. Querem o dinheiro dos conservadores para disseminar a patológica ideologia de gênero nas escolas. Se a Lei Rouanet acabar, a maior parte destes militantes das artes terá que procurar outra ocupação.

  • Lucas

    Quanta bobagem e estupidez!

    • Insider

      O que, khufarun? Shariah pra ontem!

    • Da parte da esquerda global? Concordo plenamente!

  • Edilson Olimpio

    Graças a Deus! Deus ouviu nossas orações e nos presenteou com um ser humano como você. Que Deus te fortaleça mais ainda e que proteja você e todos os seus!

  • Odilon Rocha

    O artigo é um tiro calibre doze nessa tentativa descarada de termos de engolir essa funesta cartilha globalista.
    Realmente a Veja tem razão quando declara em sua capa ser o Deputado Jair Bolsonaro uma ameaça. Sim, em ambiente pútrido como este do país, uma voz que só deseja coisas boas só pode ser ameaça. A revista deu um tiro no pé.
    A dona Megera nunca me enganou.

    • Rafael

      Só deseja coisas boas?

  • Luiz F Moran

    A Globo é uma estatal a serviço do governo de extrema-esquerda, comunista e revolucionário, que se apossou do Brasil, pilhando-o e destroçando-o moralmente.

    • Rafael

      Governo de extrema-esquerda,!? Revolucionário?Quando foi? O Rui Costa Pimenta é o Presidente agora? Maduro invadiu o Brasil? O Temer foi para o paredão?Nossa, vou ler as noticias agora, porque até ontem o Brasil era governado por um chefe de quadrilha, fisiológico e de direita, cujo governo faz tudo AO CONTRÁRIO que a esquerda pretende ou prega.Talvez as coisas tenham mudado de ontem pra hoje, quem sabe o Stédile não resolveu marchar até Brasília?

      • Renato

        Quem a Globo apoiou para prefeito do Rio de Janeiro?

      • César Augusto Simões

        #SQN

      • ### Andreis###

        Ainda vivemos sob a esquerda, senão não estaríamos assistindo tantas aberrações humanas tentando destruir os valores desta sociedade sofrida. Fácil enganar a pessoa que não tem conhecimento e discernimento suficiente para enxergar as armadilhas que a esquerda artimanha. Agora, resolveram atacar as crianças, pois a cultura já dominaram.
        Que vergonha!!! Mas por aqui não passarão. Cadeia no Lulla.

    • nando_dsqs

      Na realidade as midias convencionais estão falidas e se sustentam com a propagada e a agenda oficial
      É mas do que claro que a esquerda gasta horrores com isso e um regime mais voltado a direita e mais conservador isso iria diminuir muito.

  • Divino Souto

    Nossa, que belo texto…..animou meu início do dia !!! Parabéns Cláudia !!!

  • Iason Souto

    A diferença entre dona Regina e Fernanda M. É só uma palavra; caráter

  • Rodrigo Taira

    Para eles, povo é um “título honorário”. Quando um comunista ou socialista ou social democrata ou progressista (no fundo tudo a mesma coisa já que trabalham para o mesmo fim: a destruição/desconstrução) fala de povo, eles se referem apenas àqueles que compartilham da mesma visão de mundo deles… os demais não são nem povo, nem gente, nem ser-humano…
    .
    … No livro 1984 George Orwell fala de novilíngua. A novilíngua confunde porque os progressistas (comunistas) usam a mesma palavra que nós, porém, dão a ela outro significado. Assim, quando eles falam de povo, o povo mesmo pensa que está incluído nisso. Ledo engano. Povo é somente os militantes, os simpatizantes, os fichados em sindicatos, os que comungam dos mesmos anti-valores deles. E o mesmo se aplica a diversas outras palavras como censura, democracia, direitos, tolerância, etc.. para eles, tudo isso tem outro significado. É quase uma língua cifrada acessível apenas aos iniciados.

  • Antônio Augusto Simões

    Touché! Parabéns Claudia e muitos anos de vida.

  • Olimpio Artur Louro Maia Maia

    Sensacional esta matéria. Parabéns para a lucidez, coisa que vemos pouco hoje em dia.

  • Jorsanne Barreto Granhen Dutra

    Excelente, Claudia Wild!!!!! Parabéns!

  • fbl

    A classe artística e sua chefa dona globo não parecem nada democráticas nessa hora. Devem pensar agora que essa opinião da maioria é burra. Papel bizarro faz essa globo hoje em dia. Já era tremendamente manipuladora mas agora às vésperas das eleições de 2018 e queda da esquerdalhada entrou em trabalho de pressão total na propagação da lavagem cerebral do politicamente correto. Quanto mais pessoas se levantarem contra isso maior será a esperança de mudarmos nosso país para algo bem mais decente.

  • RENATO

    FERNANDA MONTENEGRO JÁ MORREU HÁ TEMPOS. ESQUECERAM DE ENTERRAR. HJ SÓ FEDE

  • Renato

    Tem um áudio curtinho do Pondé no youtube que ele faz uma interessante observação: boa parte da turma que hoje reclama da censura nas exposições é a mesma que pede por retirada de textos, censura a humoristas ou indenizações por discursos que considere ofensivos, dentro da lógica que rege a ditadura do politicamente correto, cujo sonho é banir Mark Twain, Monteiro Lobato, Wagner, entre muitos outros.

  • MarcosGBispo

    chega de esquerda……

  • MarcosGBispo

    Se for preciso usar o Bolsonaro pra acabar com eles …. eu topo… qualquer coisa pra acabar com esses cupins vermelhos….

  • OSCAR CARRIVALE

    Em minha opinião, se o povo não desse IBOPE à TV brasileira, eles perderiam a razão de existir. Há oito anos que eu disse adeus à TV e não sinto nenhuma falta dela. Prefiro usar meu laptop e assistir DVD. O mesmo aconteceu com o futebol desde que soube do suborno dos juizes nos campeonatos, manipulando os resultados dos jogos. Dez anos que não sigo futebol e não piso no estádio. Prefiro ver a molecada na praia jogando com paixão. Vagabundo só prospera porque alguém financia e apoia.

  • Eduardo Mota

    Provavelmente o pior texto sobre o assunto….parabéns !