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Palestra de Olavo de Carvalho no encontro com Jair Bolsonaro e Jeffrey Nyquist em Nova Iorque

17 de outubro de 2017 - 16:35:51

Conferência transmitida para o encontro com Jair Bolsonaro e Jeffrey Nyquist em Nova Iorque

Olavo de Carvalho
14/10/2017

Transcrição de Eduardo Bueno (não revista pelo autor)

Nota de Olavo de Carvalho: Não conheço o autor da transcrição.

 

Boa tarde a todos.

Muito obrigado ao André Khan e aos demais organizadores desse evento; obrigado ao Jair Bolsonaro e ao Jeffrey Nyquist por estarem presentes, e por fazer essa gentileza. Sobretudo, parabéns aos organizadores por não terem permitido a entrada de repórteres, porque a imprensa brasileira se transformou em um grupo de organizações criminosas, dedicadas especialmente à calúnia e à difamação. O mais curioso é que alguns tentam atingir o candidato Jair Bolsonaro através da minha pessoa, porque acham (sei lá de onde tiraram a idéia) que sou o ideólogo da campanha dele, a qual desconheço por completo (não tenho a menor idéia do seu programa político). Já declarei pessoalmente que irei votar nele, e isto por dois motivos apenas: primeiro, ele é um dos poucos (se houver outros) políticos honestos no Brasil, já que ser ladrão na política brasileira (no Parlamento, nos ministérios) se tornou uma obrigação moral – coisa que o Jair Bolsonaro tem descumprido vergonhosamente; em segundo lugar, porque ele é a única candidatura nacional. Eu até tenho uma certa apreciação pessoal pelos outros dois candidatos, Ciro Gomes e João Dória. Acontece que este repete, igualzinho, o discurso multicultural do poder globalista, e aquele já mostrou, já confessou, já admitiu publicamente estar vinculado ao Partido Comunista Chinês. Então, acabou: só há três candidatos, sendo dois “importados” – e, portanto, vou votar no candidato nacional. E isto é tudo o que sei do Bolsonaro – e é mais do que o suficiente para votar nele, não sendo preciso nem admitir como hipótese o votar nos outros dois.

Eu vou fazer a conferência em português, já que a maioria presente é de brasileiros. Mas farei algumas interrupções para que o nosso amigo Alessandro Cota traduza para o inglês, em favor do Jeffrey Nyquist.

O que irei dizer aqui não é novidade para a maior parte dos meus alunos. Em 1989, na Casa do Estudante do Brasil (uma organização carioca), fiz uma conferência, sob o título O Fim do Ciclo Nacionalista, na qual eu enfatizava que o traço predominante e mais constante da cultura brasileira era a busca da identidade nacional. Isto começa no tempo do Romantismo, no começo do século XIX, com aquilo que os autores de então chamavam de “busca da cor local”. Em 1870, um grande romancista brasileiro – o maior deles -, Machado de Assis, já assinalava a onipresença desse fenômeno no ensaio que publicou, intitulado O Instinto da Nacionalidade. Mais tarde, no ano de 1922, houve a chamada Semana de Arte Moderna, que foi uma revolução modernista no Brasil, mas de um modernismo marcado exclusivamente pela ênfase nacionalista, pelo abandono das ligações com a literatura portuguesa, pela afirmação do material folclórico e etnográfico nacional. Nos anos 1930, houve mais um surto nacionalista, com o chamado Modernismo do Nordeste, com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, entre outros. A maior parte dos grandes intelectuais brasileiros (como Joaquim Nabuco, Gilberto Freyre, Raymundo Faoro, dentre outros) teve, no problema da identidade nacional, o foco de todos os seus estudos, de toda a sua visão do mundo. Até um certo desprezo pela temática não nacional marcou a literatura e o pensamento brasileiros, ao ponto de romancistas que escreviam histórias que se passavam em outros países serem muito criticados por isto, como aconteceu com o grande romancista José Geraldo Vieira. Para que se possa entender a estranheza desse fenômeno, basta imaginar os americanos criticarem Ernest Hemingway por escrever histórias que se passavam na França, na Espanha, ou em Cuba; ou os ingleses criticarem Joseph Conrad porque suas histórias se passavam na África, na China, ou em outro lugar qualquer. Esta ênfase nacionalista brasileira chegou a ser caricaturada num romance de Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma: Policarpo era um entusiasta da nacionalidade a ponto de achar que deveria ser abandonada a língua portuguesa para se falar o tupi-guarani, a língua dos índios.

Toda esta ênfase nacionalista da cultura brasileira se traduz também na política, como a constante busca da afirmação e da independência nacionais. E o grande problema do Brasil é que ele desperta para o cenário internacional, e começa a ter alguma importância ali, precisamente na época em que as identidades nacionais estavam em refluxo. Já nesta época, nos anos 1980, havia regiões inteiras do Brasil que estavam sob ocupação de ONGs internacionais, em terras onde o ingresso de brasileiros era proibido. Logo, estávamos praticamente sob ocupação internacional, e não havia, de fato, na sociedade, uma reação suficiente contra isto.

Este é, então, o problema principal, para o qual desejaria chamar a atenção, especialmente do candidato Bolsonaro. Isto porque, no caso de ser eleito presidente (o que acredito que acontecerá), ele enfrentará, sendo um candidato nacionalista, um patriota voltado à defesa dos interesses nacionais, resistências medonhas do mundo inteiro. Por isto mesmo o encontro dele com o Jeffrey Nyquist é algo que deve ser celebrado, porque o Jeffrey é uma das pessoas que mais conhece este esquema globalista e a sua intervenção contra as soberanias nacionais.

A existência e o poder crescente do esquema globalista, voltado à destruição das soberanias nacionais, é um fato reconhecido pelos estudiosos das mais diversas orientações filosóficas e ideológicas que se possa imaginar. No meu debate com o professor Aleksandr Dugin (conselheiro de Vladimir Putin), nós dois estávamos de acordo quanto à existência, às dimensões e ao poder deste esquema internacional, e só divergimos na interpretação pessoal quanto ao esquema em si. O meu livro O Jardim das Aflições é, em parte, um estudo sobre a evolução da idéia de império no mundo, notando que a concepção de império vai se tornando cada vez mais vasta e mais abrangente. Pelas dimensões de hoje, o Império Romano é um território relativamente pequeno e limitado. Não deixa também de ser uma satisfação ver que um autor notoriamente comunista, como Antonio Negri, descreve o fenômeno atual do império global em termos bem parecidos com os meus. Em suma: o único lugar em que se nega a existência do esquema global de poder é a mídia brasileira. É evidente que o grau de incultura e de ignorância necessário para isto transcende as dimensões do próprio globo terrestre.

No debate com o professor Dugin, eu tentei explicar que não havia somente um poder global (negando, assim, a idéia dos “donos do mundo”), mas sim três esquemas globalistas abrangentes em disputa, que ora se combatiam, ora colaboravam uns com os outros. O primeiro e mais antigo é evidentemente o esquema islâmico, cuja existência remonta há mais de um milênio, com o sonho do Califado universal. O segundo é o esquema comunista russo-chinês, cuja formulação remonta às primeiras décadas do século XX; este esquema se caracteriza pela sua imensa flexibilidade estratégica. Por exemplo, no tempo da Primeira Guerra, o movimento comunista era francamente internacionalista, era já assumidamente globalista; depois da Segunda Guerra Mundial, este movimento descobriu que podia tirar proveito dos partidos e movimentos nacionalistas do terceiro mundo, jogando-os contra os poderes ocidentais, especialmente contra os Estados Unidos – e isto marcou profundamente a história brasileira, porque a esquerda nacional, especialmente a do Partido Comunista, sempre enfatizou mais o que chamava de “anti-imperialismo”, do que a criação do socialismo. Um dos candidatos nesta presente eleição, Ciro Gomes, ainda é representante deste velho tipo de nacionalismo de esquerda. Mas não se pode confiar na sinceridade de um nacionalismo incentivado pelo Partido Comunista Chinês. A partir dos anos 60, a esquerda internacional mudou completamente de discurso ideológico, ao praticamente abandonar a idéia da revolução proletária e da ditadura do proletariado, criando, no lugar, o discurso da proteção às minorias. Ao mesmo tempo, os grandes poderes econômicos de dimensão global (os megabilionários e suas megafortunas) descobriram que esse discurso em favor das minorias era um poderoso instrumento para a dissolução e destruição das soberanias nacionais. E isto criou a presente situação, na qual tem-se as grandes fortunas mundiais fomentando movimentos de esquerda, o que, evidentemente, cria também uma situação muito ambígua, em que há uma esquerda elitista e uma direita populista (nos EUA, tal situação é muito clara). E, aparentemente, esta será a situação que se repetirá no Brasil com a candidatura Bolsonaro contra os outros dois candidatos.

No entanto, seria um grande erro compreender a estratégia globalista em termos puramente ideológicos. As fontes do discurso globalista e multiculturalista são múltiplas e de diferentes origens ideológicas. Ou seja, a antiga idéia de um bloco ideológico monolítico de esquerda já está dissolvida. Esta mudança ideológica veio paralelamente com uma mudança estrutural do movimento comunista mundial. Já nos anos 70, um relatório , muitíssimo bem feito, da RAND Corporation assinalava a substituição da antiga estrutura hierárquica (a antiga linha de comando) do movimento comunista, por uma organização mais flexível, que chamaram de “redes”. Já não se tratava, portanto, de assegurar a unidade ideológica e disciplinar do movimento comunista, mas, ao contrário, de aproveitar, numa estratégia unificada, uma variedade de discursos ideológicos e de movimentos até conflitantes entre si. Isto equivalia a uma exploração estratégica e sistemática do caos ideológico. Para se ter uma idéia, o discurso globalista e multiculturalista tem fontes tão diferentes quanto as obras do próprio Karl Marx, as de Martin Heidegger, e as obras, sobretudo, de Rene Guénon (que formam, talvez, a mais corrosiva crítica da civilização Ocidental que alguém já produziu, embora ele fosse obviamente um homem conservador, de direita). Nos movimentos direitistas (tanto liberais, quanto conservadores), é possível ver que ainda existe muita ignorância a respeito do assunto, porque insistem em combater o movimento comunoglobalista com a mesma linguagem e a mesma retórica do velho anticomunismo.

Uma característica bastante disseminada do discurso globalista e multicultural é a exploração sistemática de qualquer tipo de insatisfação psicológica ou emocional existente, e não apenas da antiga insatisfação econômica dos povos. Destacam-se aí, evidentemente, as insatisfações de tipo sexual, que praticamente acompanham a humanidade desde a origem dos tempos. Por exemplo, todo movimento homossexual e transexual surge daí. E é evidente que este tipo de insatisfação se torna mais autoconsciente e mais pronunciado nas classes mais altas do que nas mais baixas. Se alguém estudar a história dos séculos passados, verá que a vida sexual da humanidade sempre foi muito pobre. Por exemplo, nos Estados Unidos, durante a época da ocupação do território, havia muito mais homens do que mulheres – portanto, a possibilidade de insatisfação era enorme. Mas à medida que a sociedade progride, e que o capitalismo cria uma riqueza abundante, as insatisfações de tipo emocional e psicológica começam a se destacar, justamente porque os problemas econômicos fundamentais estavam resolvidos – como bem o observou o filósofo espanhol Julián Marías, em um ensaio publicados nos anos 50, o qual morava, na época, nos Estados Unidos. Como essas insatisfações crescem, sobretudo, nas classes mais altas e nas mais letradas, é evidente que a esquerda internacional, na medida em que assume esta causa como sua, torna-se a representante das classes superiores. Isto quer dizer que houve uma inversão da composição sociológica da esquerda e da direita.

Sabe-se que, por outro lado, as insatisfações de tipo sexual são ilimitadas. Tão logo começa-se a prestar atenção nelas, quando já se está liberado da carga econômica e da carga do trabalho pesado, elas não têm mais fim. De modo que as reivindicações, as exigências, as queixas nesta área vão se alargando e crescendo à medida que o tempo passa. Isto tem um aspecto cômico na sigla dos movimentos que defendem tais interesses: LGBT (XPT…) – não há limites. Esses movimentos começaram com as reivindicações de certos direitos dos homossexuais, como o direito a um tratamento digno na sociedade, que é a coisa mais óbvia do mundo – e que ninguém nega. Depois houve a incorporação dos transexuais, com os quais criou-se um problema: todas as pessoas serão obrigadas a aceitar, como mulheres, os homens que se apresentem vestidos como tais – e, com isto, entra-se naquela famosa piada de Groucho Marx (“afinal, você vai acreditar em mim, ou nos seus próprios olhos? ”). Então, o sujeito vê um homem vigoroso (do tamanho de Arnold Schwarzenegger), mas que está usando um sutiã, e é obrigado por isto a tratá-lo por “senhora”. Assim, para evitar um desconforto para uma minoria ínfima, é criado um desconforto cognitivo intolerável para a maioria.

Houve uma época em que coisa semelhante se observava nas reivindicações de tipo racial. Por exemplo, dizia-se que a associação da cor negra àquilo que é sinistro, perigoso fosse uma manifestação racista. Isto, não obstante eu ter demonstrado que o simbolismo da cor negra era exatamente o mesmo nas culturas africanas, especialmente na Ioruba. Também, nos Estados Unidos, certas palavras tornaram-se ofensivas: começou com a palavra nigger, depois também a palavra black se tornaria ofensiva – e assim a coisa vai crescendo. A promessa dos esquemas multiculturalistas e globalistas – de proteger as minorias contra qualquer tipo de desconforto psicológico, por mais evanescente que seja – cria certamente um desconforto psicológico para a maioria.

A adoção deste discurso leva naturalmente à adoção de incongruências mentais que raiam à psicopatia pura e simples. Por exemplo, hoje os grupos gayzistas e transexualistas, dentre outros, são aliados dos imigrantes (especialmente, islâmicos) na luta contra o Ocidente; o mesmo acontece com o movimento negro. Isto implica em que dois fatos têm de ser soterrados e tornados invisíveis. O primeiro deles é que as doutrinas racistas antinegros foram uma invenção islâmica, já no século XI, ao passo que, no Ocidente, não se vê surgir nenhuma doutrina explicitamente racista antes do século XVIII – o que foi assinalado por Eric Voegelin, na sua obra A História da Idéia de Raça -, porque o racismo ocidental já aparece com pretensões científicas; portanto, é impossível que ele aparecesse antes de haver um conceito pretensamente científico de raça. O segundo fato que tem de ser escondido e soterrado é que, em todo o contexto islâmico, o homossexualismo é considerado não apenas um pecado, mas um crime hediondo, o qual é punido com a morte. Do mesmo modo, um violentíssimo preconceito anti-homossexual vigorou em todo o mundo comunista durante boa parte do século XX. Eu pessoalmente cheguei a presenciar este fenômeno na Romênia, onde, apesar da queda do comunismo, ainda havia, e estava em vigor, uma lei que tornava homossexualismo crime (motivo pelo qual só fiquei conhecendo dois homossexuais lá, ambos brasileiros).

Isto tudo dá uma idéia da confusão proposital da ideologia multiculturalista, a qual, por sua vez, cria uma atmosfera totalmente diferente da do antigo comunismo doutrinário. Um dos elementos que se tornaram importantes dentro dessa ideologia foi a defesa da pedofilia, que surge quase ao mesmo tempo da gritaria universal contra os padres pedófilos. Estatisticamente, o clero católico é uma das comunidades no mundo em que existem menos pedófilos. Mas a defesa da pedofilia aparece já abertamente na década de 70. Em 1977, havia três pedófilos, presos na França, e praticamente toda a intelectualidade esquerdista se mobilizou em defesa deles. Louis Aragon (poeta oficial do Partido Comunista), Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Philippe Sollers – enfim, toda a intelectualidade esquerdista correu para defender os criminosos. Na mesma época, o mais famoso líder da rebelião estudantil de 1968, Daniel Cohn-Bendit , publicou um artigo no qual descrevia poeticamente as delícias de ser desnudado por uma garotinha de cinco anos. Nos Estados Unidos, o famoso Relatório Kinsey praticamente criou os novos padrões de conduta sexual, adotados desde os anos 1950-60; Alfred Kinsey (ele próprio, um pedófilo praticante), nas suas “pesquisas”, pagava criminosos pedófilos para que fizessem sexo com crianças menores de idade, e para que descrevessem as suas experiências. Não se pode esquecer que todas aquelas “pesquisas” foram financiadas pela Fundação Rockefeller – um dos pilares do globalismo hoje em dia. Também não se pode esquecer que a comunidade na qual se observou o maior número de casos de pedofilia no mundo foi entre os assistentes sociais da ONU, atuantes na África.

Este complexo de reivindicações emocionais, que, por definição, não tem fim, é um dos elementos fundamentais do caos gerado propositada e estrategicamente pela chamada Nova Ordem Mundial. É claro que a adesão a esse tipo de discurso ideológico necessariamente reduz o nível de inteligência dos seus adeptos. Isto porque eles se acostumam com a incongruência não só entre afirmações distintas, mas com o total descompasso entre o seu discurso e a sua experiência real. O tipo de militância, seja ela formal, seja informal, que adere a essas idéias é observada, sobretudo, na classe média alta para cima, entre pessoas que têm algum tipo de formação universitária, mas que não chegam a ser intelectuais (são semi-intelectuais). A classe jornalística é um exemplo. Isto quer dizer que, nos últimos vinte anos, o jornalismo se tornou quase que inteiramente ficcional, o que torna quase impossível discernir nele entre o que é uma desinformação planejada, e o que é uma simples expressão da ignorância e confusão mental da classe jornalística.

E esta é a situação com que o candidato Jair Bolsonaro vai se defrontar não somente durante a sua campanha (como, aliás, já está se defrontando, haja vista a quantidade impressionante de mitos e lendas urbanas que circulam), mas, sobretudo, se ele for eleito. Situação similar é evidentemente encontrada pelo próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Mas, no Brasil, há um fator agravante: mais de quarenta anos atrás, a adoção do método de alfabetização socioconstrutivista gerou uma geração sem fim de analfabetos funcionais. As últimas pesquisas revelam que 50% dos formandos das universidades (pessoas que estão no último ano, prestes a se formar) são analfabetos funcionais. E pode-se imaginar o que é um analfabeto funcional, recheado de insatisfações eróticas e emocionais, escrevendo sobre a candidatura Bolsonaro – tudo é absolutamente imaginário.

Mas este problema não afeta só a população universitária. Há vários anos, os estudantes brasileiros do ensino médio tiram os últimos lugares nos testes internacionais, e ficam abaixo dos alunos da Zâmbia, do Paraguai, da Serra Leoa, entre outros. Para ver como o analfabetismo funcional não afeta somente os estudantes, mas também os seus professores e dirigentes espirituais, em um dos anos em que os estudantes brasileiros tiraram o último lugar no PISA , o então Ministro da Educação pronunciou a seguinte frase: “Poderia ter sido pior”. Ou seja, para os alunos brasileiros, seria preciso criar um lugar especial, abaixo do último. Uma outra pesquisa recente, abrangendo quarenta países, demonstrou que em todos eles o QI médio da população havia subido ao menos um pouco – à exceção do Brasil, em que ele havia decrescido mais de vinte pontos.

É claro que a adesão a discursos tão incongruentes e absurdos só é possível mediante uma auto-persuasão histérica. O psiquiatra polonês Andrew Lobaczewsk, no livro Ponerologia: Psicopatas No Poder, considerado um dos livros mais importantes do século XX, demonstrou que, quando uma elite de psicopatas (ou seja, de pessoas sem senso moral nenhum) chega ao poder, eles espalham em volta não a psicopatia, mas sim a histeria. É de se imaginar o que pode ser do destino de um país regido por psicopatas, com a ajuda de multidões de colaboradores histéricos. O que define o histérico é o fato de ele não acreditar no que vê, mas sim no que ele mesmo diz. Foi assim que eu vim a ser transformado em ideólogo de uma candidatura cujo programa desconheço.

Então, este é mais ou menos o panorama psicológico que Bolsonaro vai encontrar na Presidência. Eu afirmo que votarei nele porque não gosto dele o suficiente, pois, se eu gostasse, teria dito para ele ficar em casa e não se candidatar, ou, pelo menos, torceria pela sua derrota, o que não vou fazer. Era isto o que eu tinha a dizer. Muito obrigado a todos.

 

  • Rafael

    Onde Ciro declarou estar vinculado ao PC Chinês?Alguma foto dele prestando continência à bandeira chinesa?Algum aúdio? Nas palestras ele cita muito a China, mas diz claramente que quer implantar algo respeitando nossas características e especificidades. Reveja seu voto professor.

    Podia colocar o video da palestra para vermos a participação brilhante de Bolsonaro e sua visão da conjuntura nacional e perspectivas para economia.Estou curioso sobre o que ele pensa sobre auditar a dívida pública e nossos problemas de infra-estrutura.

    • Fabio Barreiros

      Ciro é comuna, mané.

    • Fabio Barreiros

      Bolsonaro, não.

    • Fabio Barreiros

      Ciro só fez foder o Ceará.

    • Fabio Barreiros

      Bolsonaro, não.

    • Fabio Barreiros

      Ciro é conduzido pela soberba, o que o leva a parecer culto, porém é um ignorante. Deu bilhão, não deu? Deu.

      • Rafael

        A ignorância é o traço marcante de jair.Ciro sabe o que diz.

        • Vicente Vilhena

          É a primeira vez que ouço falar que a AMAN forma ignorantes. O Ciro sabe o que diz? Um cara que já rodou de partido em partido mais do que charuto em boca de bêbado? Você imagina o que um cara desses tem na cabeça…

          • Ig Moura

            De fato. Considerar a que AMAN, uma instituição que forma os indivíduos que protegem a população, forma um bando de ignorantes é incongruente. Não que todos formam lá sejam um primor de inteligência, mas em alguns aspectos se destacam dos demais. O Ciro pode até saber o que diz, ou talvez não. Mas não muda o fato de que realmente rodou muito entre partidos, é um sujeito que ficou apagado por muito tempo dentro do cenário político e agora está tentando voltar. O pior de tudo, com apoio do partido comunista chinês. Isso por si só já um dado grave, pois ele será uma marionete nas mãos dos chinglings. Assim como FHC, Dória e um punhado ai são marionetes nas mãos dos globalistas.

          • Rafael

            Vê-se nas falas do Bolsonaro o desconhecimento puro e simples de questões nacionais, por exemplo, pegue o General Villas Boas, formado na mesma AMAN e tu nota a diferença, e outros oficiais menos conhecidos do público. O fato dele pular de partido, ele mesmo diz que sua vida partidária foi uma tragédia.Mas enfim, o voto é de cada um, eu não arrisco o meu com alguém sem experiência administrativa para o cargo de Presidente da República, quem quiser colocar uma segunda Dilma lá pela porta direita que o faça e depois não reclame.

          • Ig Moura

            Veja como seu comentário tem furos básicos. Você compara Bolsonaro com outros superiores formados na mesma acadêmia. Mas vejamos um ponto da realidade, se você diz que os generais demonstram uma superioridade em comparação ao Bolsonaro, por que é então que nada fizeram? Sobre o Ciro Gomes você acabou de corroborar com seu comentário que ele, como político e suas filiações partidárias foi uma tragédia. Como é que posso considerar que Ciro Gomes é um sujeito com maior experiência perante tal afirmação sua? Entende agora o furo no seu comentário?
            Você afirma que Bolsonaro não tem experiência administrativa, mas também afirma que Ciro Gomes teve uma vida desastrosa, com isso você inconsciente, ou não, os nivela com a mesma régua, olhe que ridículo. Se seguirmos seu raciocínio e aplicarmos a realidade podemos dizer que Bolsonaro não tem experiência administrativa, mas demonstra uma honestidade que é inegável até então. Fato que que corrobora que seu nome não é citado em nenhuma lista de investigação. Mas o Ciro Gomes tem experiência administrativa e se mostrou desastroso, coisa que ele mesmo afirma. Então você olha os dois sujeitos e vê que um não tem experiência mas tem possibilidade de fazer algo bom, e outro que tem experiência e já foi demonstrado que não fez algo bom. Para quem você daria um voto de confiança?
            Veja que a única coisa realmente plausível que você disse é sobre o voto particular de cada um e as consequências caso vote em um candidato que não seja bom. Isso devo concordar e talvez a maioria dos leitores do site também não podem dizer o contrário. No entanto, a maioria está aos poucos compreendendo que se mesmo se o Bolsonaro não fizer algo bom, estes mesmos que votaram nele terão a hombridade de apontar dedo acusando suas falhas.

          • Rafael

            O próprio Ciro disse que sua vida partidária é uma tragédia, pelas vezes que saiu dos partidos, ele afirma que saiu por discordância programática, o que deve ser meia verdade, de toda forma, o sujeito tem sim larga experiência administrativa o que o coloca em superioridade a todos os outros nesse ponto, sua vida pública até onde sabemos é honrada, trocar de partido não é crime.
            O que vc quer dizer que os generais nada fizeram?Deram outro golpe?

          • Ig Moura

            Ele pode ter dito, e pode ser verdade ou não sobre suas más escolhas partidárias. E sim trocar de partido não é crime. Só penso eu, que ele mesmo com toda sua experiência, não se destacou. Pois veja que a realidade da sociedade brasileira demonstra uma crise moral e cultural e não em outras esferas, que talvez com a experiência que tem o Ciro, possam ser úteis para resolver. Ele pode ter uma uma vida pública honrada, mas querer voltar a ter uma vida pública expressiva e como possível presidente e ainda mais com apoio de comunistas chineses é uma outra má escolha dele. E sobre os militares eu quis me expressar no sentido de que se realmente se destacam em relação ao Bolsonaro, por que é que não fizeram nada até agora, atualmente falando, com relação a essa crise e desmoralização nacional.

          • Rafael

            Bom, eu acho que fizeram, difícil pensar em golpe de estado na América Latina sem dedo dos militares, mas ai é teoria minha. Se nada fizeram, estão cumprindo o papel institucional puro e simples. Lembrando que Bolsonaro tem 20 anos de parlamento e ficou esse tempo todo no mais obsequioso silêncio em relação aos desmandos que viu lá

          • Ig Moura

            Que golpe de estado você está falando? Não estou entendendo. Não estou falando de golpe de estado. Eu só fiz uma comparação para exemplificar os furos nos seus argumentos.
            Se o Bolsonaro, assim como você diz, ficou 20 anos no parlamento e ficou em silêncio aos desmandos não muda o fato que ele, mesmo em silêncio ,ficou e ainda está lá dentro de forma íntegra. O silêncio dele pode ter inúmeros motivos que podem ser citados. Você acha que lá dentro uma pessoa que conseguiu se manter por 20 anos, mesmo em silêncio, e com integridade, até então indiscutível, não tem um diferencial do restante dos ladrões que lá estão? A maioria, que se diz contra ele, fica procurando pequenos detalhes e aumentando com uma lupa retórica para ver se consegue assassinar a reputação dele.

          • Rafael

            O golpe contra a Dilma.
            Mas entendi seu ponto.

            Ora mas uma pessoa que fica batendo boca por causa de qualquer coisa que sobe a tribuna para falar bem de torturador, que se diz corajosa e destemida,nenhuma vez? Nem de modo geral? Pra mim ele é conivente. Mas não é esse motivo que não voto nele, mas sim porque não o acho preparado o suficiente perto de outro candidato que já escolhi.Se ele tivesse acabado com a violência no RJ seu estado natal, base eleitoral, se tivesse ficado ao lado do Freixo na denúncia contra as milícias, e tantas coisas que poderia ter feito EM SUA BASE ELEITORAL, agora estaria cacifado, mas nem isso, nem na área que domina o sujeito tem destaque.

          • Ig Moura

            Putz cara, golpe contra a Dilma? Agora sim eu entendi.
            Sobre seus motivos de voto eu já entendi, o direito é todo seu, mesmo você estando em grande parte enganado, mas tudo bem. Não precisa explicar pois eu já saquei de onde você tira seus argumentos. O simples fato de você citar o Freixo já deixa claro como você observa os acontecimentos. Você simplesmente esquece que todo estado está aparelhado. A distribuição de verbas para os estados é fortemente aparelhada conforme a relação dos partidos do presidente e dos demais governadores, sem contar os conchavos particulares e possíveis amizades fora do âmbito político. Acabar com a violência não depende apenas de medidas estaduais. Percebe como você não vê uma coisa logicamente descarada. Bolsonaro tem experiência segurança pública, e se destaca nisso conforme você citou, e veja que mesmo assim ele não conseguiu fazer nada, assim como você citou. E com isso você argumenta de forma como se tudo pudesse ser resolvido apenas por ele e seu “DESTAQUE”. Ou você é muito ingênuo, ou comenta tudo isso sabendo que está errado ou é um alienado completo. Sem contar que o Rio de Janeiro tá quebrado a muito tempo e os direitos humanos, que o próprio Freixo defende, não deixam os policiais fazerem o trabalho como deve ser feito.
            Agora sim eu devo concordar com a forma como os demais leitores aqui do site o tratam, você demonstra sintomas muito claros de alienação e histeria.

          • Lucas Santos Amaral

            Quem considera golpe a defenestração da ogra assassina de economias é analfabeto funcional… rsrrsrsssss… “golpe” com aval jurídico do STF… rsrrsrssss… essa nem a oab esquerdalha reclamou… só vc… rsrrrssssss…

          • Rafael

            Analfabeto funcional é você, esqueceu do audio do Jucá?Esqueceu que teve voto comprado a favor da derrubada dela? Isso sem falar na tese furada das pedalas. Aval do STF? O golpe de 64 também teve.Mas ver as coisas como são é coisa de esquerdalha né?

            Você deve estar muito feliz com o governo Temer, com o fim da “corrupçaodopt”.

            Cada uma.

          • Lucas Santos Amaral

            Eu pensava que esquerdalhas não se vendiam por grana e dariam a própria vida pela “causa”… rsrsrsrsrssssss… no final não passam de CANALHAS travestidos de idealistas… SAFADOS… fazem o povão de trouxa…

          • Lucas Santos Amaral

            Em tempo… esse Jucá é o que foi LÍDER do governo do molusco e da ogra assassina ???… vcs merecem… rsrsrsrssss… todo castigo pra corno é pouco… LOL…

          • João Sena

            A situação é a seguinte. Bolsonaro é o representante legítimo da maioria da população brasileira conservadora. isso é indiscutível. Depois de tantos anos, a esquerda se depara com um opositor de verdade. Outra questão é, em quem a esquerda vai apostar? Na ala radical ou na fabiana. Muito se fala de que a esquerda não vai deixar Bolsonaro governar, igual o que aconteceu com o Collor. Mas, a situação agora é diferente. Ninguem confia mais nos esquedistas. As instituições não tem moral nenhuma para se opor. A mídia está desacreditada. Resumindo, Bolsonaro tem a faca e o queijo nas mãos.

          • Lucas Santos Amaral

            Ciro gosma é um bosta, um canalha, um mentiroso contumaz… tinha que ser a escolha perfeita dazisquerdas… rsrsrsrsrssssss…

          • Felipe Toget

            kkkkkkki vc arriscou seus últimos votos para presidente do Brasil em pessoas com larga experiência administrativa: Lula e Dilma.
            Percebemos que você é um cara de visão, Rafael. Visão comunista.
            Pede para cagar e sai, cara!

          • Rafael

            Votei no Lula duas vezes, não votaria em uma terceira, na Dilma votei só na última no segundo turno pq conheço a mazela que é Aécio Neves de perto.

          • Alexandre Sampaio Cardozo de A

            Puxa! Você votou em um analfabeto duas vezes e está preocupado com a formação intelectual do Bolsonaro?

          • Lucas Santos Amaral

            Rafinha vc tem “pobrema”… vá se tratar… comece por uma colonoscopia… rsrsrrssssss… faz bem seu tipo… rsrsrsrsrsssss…

          • Seu Zé

            até pq lulla era super experiente na adm pública e a dilma era uma empresária de sucesso antes de assumirem a presidência…

          • Rafael

            Lula é uma liderança nata, um gênio politico. Já Dilma foi o erro da esquerda, o mesmo erro que a direita quer cometer agora.

          • Lucas Santos Amaral

            Realmente ele é um “JENIO”… onde é que ele está agora com sua “jenialidade” ???… com uma dúzia de processos no lombo… gênio mesmo ele foi em limpar os cofres por onde passou… desde a época dos sindicatos… LADRÃO…

          • Rafael

            Liderando as pesquisas, Lula já era uma liderança nacional quando foi candidato pela primeira vez, goste ou não dele.

          • Lucas Santos Amaral

            Ele realmente lidera os burros… não a toa é conhecido como encantador dos burros vermelhos… e sim, não gosto dele… não gosto de BANDIDOS…

          • Newton (ArkAngel)

            Tenho que concordar com você, Lula é um sujeito inteligente e tem carisma, além de ser esperto (seja lá o que for o que isso signifique…) mas infelizmente direcionou todas essas qualidades para o lado obscuro. Se liderança for uma referência para avaliar um político, o que dizer então de Adolf Hitler?

          • Shirley Loos

            Errado, militante falador. A Direita não erra intencionalmente. E sabe qual nossa intenção? É melhor JAIR se acostumando. 😉 Ah sim, e sem Urnas Eletrônicas. Três, dois, um…. blá blá blá blá blá blá…. e blá blá blá blá… Ah esquerdopatas, a brincadeira acabou.

          • Rafael

            Então é burrice mesmo.

          • Newton (ArkAngel)

            Um bom presidente não precisa ser uma mistura de Mises, Chico Xavier, Margaret Thatcher e Albert Einstein, mesmo porque isso seria impossível. Basta nomear ministros competentes. A função de um bom comandante é saber delegar poderes.

        • Lucas Santos Amaral

          rsrsrsrssrsss… agora conta aquela do papagaio… rsrsrsrssss… se estas a defender o ciro gosma é porque azisquerdas não tem mais lula como candidato certo… rssrrssssss… peidaram na farofa… 🙂

          • Rafael

            As esquerdas desconfiam de Ciro, ainda estão apegadas a Lula, um erro.

          • Lucas Santos Amaral

            Erro não… treino… animais não pensam… seguem aquilo para que foram treinados…

        • Danilo Dalla Vecchia

          C.G. ex-ministro de nove dedos não fez bosta nenhuma como ministro ! além de que durante sua gestão seu ministério esteve envolvido em esquema de corrupção de quase trezentos milhões de reais , será que ele não sabia de nada ! ” A corrupção passiva é um traço marcante de C.G. e muitos esquerdistas ” .

          • Rafael

            Não fez bosta nenhuma?Fez mais que o “Mito’ em 20 anos de parlamento, nem o RJ tem algo a agradecer a esse sujeito que se acha capacitado para governar o país.

    • Fabio Barreiros

      Você mesmo disse: o crápula admira o esquema chinês.

    • Fabio Barreiros

      Então nos faça um favor: mude-se para China. E leve Ciro com você.

      • Rafael

        Prefiro Cuba

        • Joao Alberto Nogueira Muniz

          Por falta de Adeus, até logo e não volte nunca mais.

        • Felipe Toget

          Vá logo, cara. Estão aguardando por você lá. Há anos.

        • candangus

          Prefere Cuba? Então por que não vai pra lá, filha da puta? Arrombado de merda! Petralha viado do caralho!

          • Osvaldo Pereira Júnior

            Pergunta pra ele se ele quer ir pra Cuba mas viver com salário de cubano e com direitos de cidadão cubano?

            Ele quer viver em Cuba desde que seja com vida de funcionário de alto escalão do partido. Ai fica fácil pois qualquer psicopata também quer.

        • Newton (ArkAngel)

          Cuba é ótima…principalmente quando você se aposenta com uma gorda aposentadoria ( de preferência privada) depois de trabalhar e enriquecer num país capitalista.

          • Osvaldo Pereira Júnior

            Exatamente. Poder comer médicas e engenheiras por 5 dólares deve ser o máximo para qualquer tarado esquerdista que encheu o rabo de dinheiro em um país capitalista.

          • Newton (ArkAngel)

            5 dólares é muito…um conhecido meu, que já foi técnico da seleção de beisebol aqui no Brasil, já viajou algumas vezes para Cuba, e lá as meninas se prostituem em troca de um sabonete. Os cubanos, com exceção dos funcionários, não podem adentrar as dependências dos hotéis, então ficam abordando os turistas nos arredores. Parece mentira, mas infelizmente não é.
            Mas como nosso amigo Rafael deseja ir a Cuba, achei de bom alvitre já ir adiantando para ele alguns detalhes, como bom cristão é meu dever ajudar o próximo:

            https://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/agronegocio/133540-cubano-por-30-dias–por-patrick-symmes-na-ilustrissima–da-folha.html

        • Osvaldo Pereira Júnior

          Tem certeza? Prefere ganhar 30 dólares por mês sem direito a internet, a tecnologia ocidental e a receber ordens de ditadores?

          Eu sei que você não quer essa merda pra você. Você quer isso pros outros mas pa você não.

    • Adriano Ferreira

      PDT e Partido Comunista da China debatem candidatura de Ciro e fortalecem parceria
      http://www.pdt.org.br/index.php/pdt-e-partido-comunista-da-china-fortalecem-parceria-e-discutem-candidatura-de-ciro/

      • Rafael

        Interessante.Em uma das falas ele disse que não trocaria o imperialismo chinês pelo americano…

        • Roberto Mario Sergio

          interessante é vc não saber nada e ainda querer contrapor-se.

          • AHAHAHAHAHA o que mais tem no Brasil é palpiteiro de buteco

          • Elizabeth Sousa Aguiar

            Kkkkkkkkkkkk o melhor comentário.

          • Osvaldo Pereira Júnior

            Imagine se fosse o contrário. A CIA faz reunião com o Bolsonaro e ofereçe apoio incondicional com direito a link e tudo mais.

            Mas se o cara for de esquerda pode tudo, até mesmo fazer reunião com partido de ditaduras de potências estrangeiras que ele ainda é considerado nacionalista.

            Que papel ridículo esses esquerdistas estão fazendo.

        • Otavio

          Rafael : Caraca, mano ! Te deram a referência da pauta da reunião no link acima, e mesmo assim você não entendeu ? Aff… Analfabetismo funcional é de doer !

          • João Sena

            Discutir com esquerdista é o mesmo que jogar xadrez com um pombo. O bicho derruba as peças, caga no tabuleiro e depois sai voando com o peito estufado.

    • Márcio Machado da Silva

      Esse rafael é um bosta petralha. Está sempre aqui enchendo o saco. Cai fora daqui petralha!

      • Rafael

        Discordou é petralha.Quanto argumento.

        • Felipe Toget

          Não! Discordou e utilizou argumentos vazios é: petralha, canalha, hipócrita e, talvez, viado.

        • Lucas Santos Amaral

          Mas continua petralha… rsrsrsrssss…

    • Felipe Toget

      Rafael, você acredita mesmo que esses argumentos são válidos?
      Saia daqui e pare de passar vergonha, moça!

  • wilaney correia

    Meu voto é dele, pra frente bolsonaro

    • Joao Alberto Nogueira Muniz

      É isso mesmo Wilaney, parabéns pra você também.

  • Moises Hilário (moises e franc

    Que bom que existem essas matérias para esclarecer o sistema político nacional… Bolsonaro… Vc acaba de ganhar o meu e da minha família!

    • Joao Alberto Nogueira Muniz

      Muito bem Moisés, precisamos de mais gente com o seu entendimento, parabéns. #BOLSONARO.

  • marcelo almeida

    Para mim o Ciro Gomes é um Lula com invólucro reaproveitado.

  • Joao Alberto Nogueira Muniz

    Estou com o Olavo, o Bolsonaro é o que temos de melhor para o momento. É claro que ele precisará de uma grande equipe e muita dedicação para tentar colocar a ordem na casa. Certa vez eu ouvi de um grande Comandante: Não precisamos saber de tudo, precisamos ter ao lado pessoas especializadas em cada seguimento. Na minha visão é como um time, seja ele de qualquer modalidade, precisamos ter os melhores em cada posição e procurar ter o melhor entrosamento. A união faz a força.

  • Ariano Diniz

    Eu também vou votar no Bolsonaro.

  • Alexandre Sampaio Cardozo de A

    Meu voto é para Bolsonaro. Apesar de acreditar que, se for eleito, não terminará o mandato. PT, PSDB, PMDB, PQP, farão o diabo para cassar o mandato do homem. E, verdade seja escrita, se não fizer “alianças” com a corja política, não sobrevive. Lamentável a situação em que vivemos. Não basta votar apenas em Bolsonaro. É necessário eleger pessoas que possam dar sustentação política ao Bolsonaro. Por isso, as eleições de 2.018 serão cruciais para tentarmos “endireitar” as coisas no país.

  • sandro

    Esse Olavo não é fraco, não. Janela de luz na escuridão da nossa ignorância.

  • Shirley Loos

    Espalhem, compartilhem, não deixem de mostrar o que pensam. Do contrário, a esquerda destruidora continuará com muito mais afinco a destruição. Somos soldados de Cristo, somos eleitores conscientes e elegeremos pessoas comprometidas claramente com nossas ideias. #Bolsonaro2018

  • Rafael Nascimento

    A capacidade que o Olavo tem de descrever a realidade é incrível

  • Lucas Santos Amaral

    NÃO IMPORTA se o governo do Bolsonaro não vingará, ou será amarrado pela malta esquerdalha… importa sim, é o SÍMBOLO que ele representa para todo o país que quer a todo custo abandonar essa horda de esquerdismo maldito que está a nos escravizar… agora, melhor será quando pudermos tornar a maioria do Congresso com a mesma visão que a nossa… isso sim, é imprescindível… se somarmos o governo do Mito mais um CF com uma base conservadora, ai sim, os dias dos canalhas dazisquerdas estarão contados… para sempre se o SENHOR DEUS assim quiser…

  • Ricardo Bordin

    Daí muitos repetem à exaustão “mas o Bolsonaro só fala em segurança pública e nada conhece de economia”, ignorando a intrínseca relação entre estas duas áreas:

    https://bordinburke.wordpress.com/2017/10/25/bolsonaro-promete-focar-na-seguranca-publica-e-isso-seria-otima-noticia-para-a-economia/