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STF usurpador

22 de dezembro de 2017 - 7:40:12

“Essas questões todas deveriam realmente ser resolvidas pelo Parlamento, mas acontece uma questão muito singular: o Parlamento não quer pagar o preço social de decidir sobre aborto, sobre união ‘afetiva’ e outras questões ‘que’ nos falta capacidade institucional. Então, como eles não querem pagar o preço social e como nós não somos eleitos, nós temos um grau de independência maior porque nós não devemos satisfação, depois de decidir, a absolutamente mais ninguém. (…) O judiciário decide porque há omissão do Parlamento”.
(Ministro Luiz Fux, transcrição literal do áudio com sua fala)

A manifestação acima, que pode ser ouvida aos 18min e 48seg deste aúdio e lida em matéria do Estadão aqui, define muito bem o que passa pela cabeça dos nossos “supremos”. No exercício de suas atribuições, os onze membros do STF creem tudo poder. Julgam não estar submetidos sequer à Constituição. Substituem-se aos congressistas para legislar e para deslegislar. A opinião de cada um e da maioria é a própria lei. O que seis decidem é irrecorrível. Pouco se lhes dá o que as pessoas pensam deles, como bem observou o ministro Fux na espantosa declaração acima.

Para ainda maior azar da sociedade, a sucessão de dois governos mencheviques do PSDB por dois governos bolcheviques do PT formatou esse STF “progressista”, em completa dissonância com as posições conservadoras e liberais majoritárias na sociedade. Não se trata de dever ou não satisfações públicas; mas de usurpar ou não atribuições de outro poder.

Alega o ministro Fux, em sua argumentação, que o STF, por omissão do Parlamento, é chamado a deliberar em relação a certas matérias que chegam à Corte. E então faz o que faz. Mas o que é isto, ministro? Quer dizer que se o Congresso Nacional não “corrige” a Constituição ao gosto do STF, o STF corrige a Constituição a contragosto do Congresso? Que absurdo! Qualquer pessoa com alguma experiência legislativa sabe que raramente são pautados para votação nos parlamentos projetos de relevo em relação aos quais o autor ou autores não têm certeza de aprovação. Não é razoável fazê-lo antes de haver maioria favorável porque projeto derrotado vai morar no arquivo. Isso faz parte do bê-á-bá na vida parlamentar. E ministros do STF o desconhecem?

Os pleitos a que se refere Luiz Fux já foram longamente deliberados pelo Congresso em seu cotidiano. E este vem decidindo não mudar a Constituição, mantendo os correspondentes preceitos na forma em que foram definidos pelos constituintes originários em 1988. Tal fato é de uma obviedade ululante, como diria Nelson Rodrigues. Perante essas pautas levadas a seu exame, o STF deveria rejeitá-las por inconformidade com a letra clara da respectiva norma constitucional. Interpretá-la de modo diverso ou reverso candidata os julgadores a uma paraolimpíada de língua portuguesa. Ou ao ainda mais triste papel de usurpadores do Poder Legislativo.

Vai-se o queijo, preservam-se os ratos

Não localizei o vídeo. O trecho a que vou me referir, provavelmente fazia parte de uma fala em que José Dirceu, discorrendo sobre a importância da política, afirmou aos companheiros, em Canoas/RS, que “se o projeto político é o mais importante, o principal é cuidar do PT”. Só localizei fragmentos desse pronunciamento no YouTube. Mas nesse ou noutro vídeo da mesma época, o então Chefe da Casa Civil de Lula fez uma referência à importância do controle dos fundos de pensão. Homem de visão, o Zé! Tudo aconteceu conforme previsto por ele: o PT passou a controlar os fundos; e tudo andou conforme o previsível: abriu-se um colossal rombo nas contas dessas importantes instituições – R$ 78 bilhões, em números de junho deste ano!

Mais de duzentos mil empregados e pensionistas de empresas estatais serão chamados, ou já estão fazendo isso, a aumentar, em muito, suas contribuições aos respectivos fundos de pensão. Os participantes e pensionistas da Petros já sabem que precisarão aportar R$ 14 bilhões em 18 anos. Outro tanto (13,5 bilhões) será assumido pela “nossa” amada Petrobras. A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), interveio no Postalis e, diante do que tem descoberto, vai “aumentar o valor das punições por má gestão”, hoje limitado a ridículos R$ 40 mil.

Nada disso me surpreende. Tudo estava previsto desde o momento em que Lula subiu a rampa do Palácio do Planalto e a máquina petista se instalou no coração do governo e do Estado brasileiro. Até Deus se negou a nos acudir no subsequente Deus-nos-acuda.

Quando Carlinhos Cachoeira gravou o achaque de Waldomiro Diniz (2004) e Roberto Jefferson denunciou o mensalão (2005), o país tomou ciência de que havia uma organização criminosa atuando em larga escala no aparelho de Estado. Dez anos depois, quando se encerrou o julgamento do mensalão e a Lava Jato iniciou atividades, provavelmente os seis ministros que desconheceram o crime de formação de quadrilha eram os únicos cidadãos brasileiros que ainda se recusavam a admitir sua existência. Mas como entender, agora, esses eleitores de Lula e, mais especificamente, o silêncio das vítimas do rombo nos fundos de pensão? Por que não vejo carro de som, megafone ou apedidos na imprensa denunciando a gestão irresponsável desses planos por militantes partidários? Afinal, desde 2003 esses recursos estavam na mira do Zé, da política e, portanto, do partido que os usou para negócios, com destaque para os bilionários financiamentos concedidos aos projetos fracassados das “campeãs nacionais”.

Diante de tudo isso, não posso deixar de pensar na Síndrome de Estocolmo, ou seja, na afeição do sequestrado pelo sequestrador. É um fato que, por si só, mostra o tamanho de outro rombo, aberto na consciência política de tantos brasileiros. Ele se expressa na dedicação a quem lhes tomou a carteira e levou junto, como moedas do bolso, alguns dos mais humanos sentimentos de indignação e revolta.

http://puggina.org

 

  • marcelo almeida

    Parafraseando o Olavo: “Todo o poder emana do povo e CONTRA ele será exercido”.

    • Osvaldo Pereira Júnior

      A maior burrice que alguém pode cometer na vida é seguir sempre a vontade da maioria pois quase sempre a maioria é formada por imbecis e equivocados.

      Deve-se seguir não a maioria mas sim os poucos sábios e a sua intuição. Por isso também que a democracia é uma grande furada e não funciona em sociedades globalizadas pois quanto mais gente no mundo mais idiotas e mais imbecis também existirão no mundo.

  • Henrique Ferreira

    Eu sou testemunha de que pessoas com curso superior completo, trabalhando em empresa que foi assaltada pela gangue do PT, continuam apoiando o criminoso assaltante, o que a mim configura doença mental.

    • Renato Lorenzoni Perim

      Ou então falta de vergonha na cara, Henrique, o que aliás eu acho mais provável.

    • Osvaldo Pereira Júnior

      A maioria dos brasileiro querem ser bem vistos. Eles não querem contradizer ninguém ou perder os amigos e nem a boquinha pra ganhar um dinheirinho.

      Então se o pessoal em volta na empresa defende o ladrão para agradar o chefe, o brasileiro médio e sem cultura vai ter que defender também afinal ele não pode ficar sem os amiguinhos e a aprovação social e nem do dinheirinho para sair final de semana, comer uma putinhas e tomar uma cervejinha no bar mais badalado das redondezas.

      Vida de brasileiro médio e sem cultura é uma vidinha de merda e de escravidão social digna de pena.

      Concordo com você. É uma doença mental que foi gerada pelo sujeito insistir em viver cercado por merdas piores do que ele. Não tem cérebro que aguenta companhias assim e obviamente vai pro saco.

      • Newton (ArkAngel)

        O pior de tudo é que esse tipo de vida é o nirvana de 99% dos brasileiros.

    • Rodrigo Taira

      Doença Mental é uma metáfora. Doença de verdade é uma alteração fisioquímica no corpo. Como não existe um órgão no corpo chamado “mente”, não existe uma “doença mental”.
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      O que os psicólogos e psiquiatras fazem é usar uma linguajar pretensamente médico para dar à sua atividade uma aparência de medicina. Psicólogos e psiquiatras tratam, frequentemente, de problemas da vida (comportamento, sentimentos, relacionamento, frustração, manias, etc) – nada disso é doença) e dão a esses problemas um nome “científico”, da mesma forma que os médicos o fazem. A “terapia ou tratamento” quase sempre consiste em mudar o comportamento (mudança de valores e percepção) do “paciente”.
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      Recomendo que leia o livro “O Mito da Doença Mental – Thomas S. Szasz).
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      As ditas “doenças mentais” (transtornos, síndromes, etc) são uma importante ferramenta!!! Por exemplo, hoje em dia fala-se muito em psicopedagogia… adivinha só!!!
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      Doença no cérebro é diagnosticada e tratada por Neurologista.

      • Osvaldo Pereira Júnior

        Desde que se prove o contrário a mente humana não se encontra no joelho ou no dedão do pé mas sim no cérebro.

        Sendo assim não há nada demais em dizer “doença mental” afinal muito mais estranho seria dizer por exemplo “doença cerebral”.

        Doença cerebral é mais adequado dizer quando existe um dano físico causado no tecido do cérebro. Se a doença é mental então o correto é dizer doença mental ou então doença psíquica.

        • Rodrigo Taira

          Olha só, OMS (Organização Mundial da Saúde – Os psiquiatras) classificaram o vício em jogos de video game uma doença. Doença mental, certamente.
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          Entende do que estou falando?
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          Não estou dizendo que doença “mental” não exista. Estou dizendo que hoje, na maior das vezes, quando se fala em “doença mental”, estamos usando metáfora. Acontece que os psiquiatras e psicólogos criam um linguajar pseudo-científico para dar à metáfora o estatuto de doença real. Assim, hoje, vício é doença, problemas da vida é doença, desconforto é doença, “hiper atividade” é doença, timidez é doença, manias viram (são classificadas) doenças, qualquer conduta excêntrica é doença. O absurdo chega ao ponto em que fingir-se “inconscientemente” doente é um “evidente” “sintoma de doença mental (histeria ou personificação).
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          Acontece que tudo isso é altamente conveniente. Ao atribuir qualquer conduta banal o estatuto de doença, várias conseqüências surgem disso. Uma delas é o controle da conduta social. Outra pode ser a judicialização e indenização (por exemplo, se eu der uma bronca justa num funcionário, ele pode fingir-se mortalmente ofendido e dizer que “desenvolveu uma “doença”, como “trauma” ou ter “ficado deprimido” e “incapaz). A fuga de responsabilidades por condutas anti-sociais pode ser tentada usando-se o expediente da “doença mental” (“síndrome de Ganzer.”)
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          No livro Deliberated dumbing down of America, Charlotte Iserbyt diz que milhões de crianças (sobretudo meninos) americanas foram drogadas (“medicados”) com uma droga chamada Retalina. Alegação: sofriam de uma doença (certamente mental) chamada “déficit de atenção”.

          • Osvaldo Pereira Júnior

            Primeiro que tudo que venha atualmente da OMS é para se ficar com um pé atrás. Aquilo ali já foi vendido para os globalistas a muito tempo.

            A OMS perdeu o respeito quando retirou de sua lista de doenças mentais o homosexualismo em 1972. E o pior, retirou da lista sem prova científica e estudos sérios nenhum. Apenas por pressão de grupos gays.

            Sobre o vídeo-game é óbvio que qualquer coisa que o sujeito faça 24 horas por dia sem parar é uma doença. Se o cara não consegue se desligar de um vide-game é óbvio que ele é um doente e precisa de um tratamento da mesma maneira do cara que não consegue parar de fazer qualquer outra coisa que seja. Tudo na vida tem o limite.

            Ser tímido, medroso ou engraçado óbviamente não são doenças mentais mas sim características que fazem parte da personalidade do sujeito. Já um vídeo-game não nasceu com o sujeito e portanto é algo que ele conseguiria viver sem, caso ele não fosse doente e precisa-se ficar grudado no video-game o dia inteiro.

    • Rafael

      Talvez eles conheçam a realidade de perto, sabem que a farsa a jato gerou mais prejuízos que evitou, e provavelmente estão indignados com o desmonte da estatal que esse governo golpista tem levado a cabo. Coisa que vcs da direita pouco se importam no seu fanatismo anti-esquerda e anti-pt.

      • Eduardo Prestes

        O fanatismo é contra corruptos no governo, roubando quantias bilionárias dos cofres públicos e de estatais. O prejuízo foi causado pelos ladrões que você defende. A justiça tem obrigação de investigar e processar os delinquentes. E com ladrões não há diálogo ou negociação, o lugar deles é a cadeia ou o cemitério.

        • Rafael

          Olha o pensamento coxinha ai, dane-se UM TRILHÃO DE REAIS em isenções, dane-se a venda da empresa para estatais estangeiras, dane-se o desemprego e a quebra de empresas ligadas ao setor, o que vale é show do combate à corrupção, mas diz ai amigão, quem está preso?

          • Eduardo Prestes

            Passaram pela prisão ou continuam presos: José Dirceu, Cabral, Pallocci, Garotinho, Maluf, Delúbio, Cunha, André Vargas, Queiroz Galvão, M.Odebrecht, Gim Argello, João e Mônica Santana, José Vaccari, Jorge Zelada, Bumlai, Luiz Argolo, Cerveró, Paulo Roberto Costa, Pedro Correa, Renato Duque… Tem mais uns quantos que escaparam até aqui, mas tem sido um trabalho histórico da equipe da lavajato. O susto foi grande para a elite da corrupção brasileira.

          • Rafael

            A maioria está solta ou em vias de ser, fora as prisões domiciliares em seus paraísos particulares, tem um deles que vai se monitorar com seu próprio circuito de segurança, a lava-jato só lavou por fora, como o próprio nome diz, isso se não for anulada em instâncias superiores.

            Ps.: Já digitou as palavras Tacla Duran e Zucoloto no google?

          • Eduardo Prestes

            A Lavajato foi o que de melhor já se fez contra a corrupção no Brasil. Um primeiro e grande passo, que a esquerda quis sabotar desde o princípio. Somos um país que soluciona menos de 5% dos assassinatos e os matadores presos são soltos em 3 ou 4 anos. Neste contexto, estas prisões por corrupção, mesmo curtas, foram uma vitória sobre o atraso e a incivilidade brasileira. Faltaram os chefões, mas são ex-presidentes, pessoas poderosas e com grande poder de pressão nas instituições.

          • Rafael

            Nem de longe, é um grande teatro, mas se está gostando da peça, aproveita.

  • Gustavo Costa de Oliveira

    em um ato falho freudiano, o fux mostra que prestar contas aos eleitores é um defeito e que o ideal é uma ditadura totalitária… uma fala dessa deveria ensejar não só impeachment mas cancelamento inclusive do diploma de direito

    • Luiz F Moran

      e quando o General Mourão diz exatamente aquilo que o povo mais quer – INTERVENÇÃO MILITAR – execram ele.

      • Osvaldo Pereira Júnior

        Tem que execrar mesmo pela burrice dele.

  • Osvaldo Pereira Júnior

    Ai depois vem o general Viddas-Bôas que foi treinado na China (e acreditem tem muita gente que confia nesse cara) e diz que as instituições no Brasil são sólidas e estão funcionando, excluindo assim a necessidade de uma “tutela” das FA e de uma possível intervenção constitucional para restaurar a tal ordem que pela boca do próprio ministro FUX do supremo já não existe mais. Ou por acaso o Viddas-Bôas que é um militar conhece mais as instituições brasileiras do que um ministro do STF?

    Depois para completar o circo, vem o general Mourão e ao invés de discutir uma possível intervenção debaixo dos panos com outros generais patriotas de confiança para pegarem assim os comunistas de surpresa com as calças na mão, prefere ficar defendendo essa intervenção em público como nas palestras que ele frequenta, igual aqueles adolescentes sem malícia alguma que querem mais é aparecer do que realmente agir.

    A regra número um de um militar experiente e inteligente é falar pouco e agir em segredo e o Mourão faz exatamente ao contrário pois todo mundo está cansado de saber que uma intervenção militar é prevista pela constituição e ele não precisa ficar lembrando ninguém disso. O que ele precisa fazer é agir se estiver dentro das possibilidades se o grupo dele for maior do que o grupo do Viddas-Bôas e sendo maior que ponha os tanques na rua. Se o grupo do Viddas-Bõas for maior então a decisão mais inteligente é aguardar um pouco mais.

    O Brasil para se comunizar de vez só precisa de mais dois mandatos seguidos de um candidato do Foro de SP para assim concretizar o processo revolucionário. O congresso é formado por 95% de ladrões, o STF é formado por ministros ateus e egocentristas que estão mais preocupados em se aposentar e cair fora do Brasil do que qualquer outra coisa e as Forças Armadas Brasileiras está repleta de generais incompetentes (Ex.Mourão) ou alinhados ao comunismo (Viddas-Bõas).

    Para isso daqui virar uma Venezuela só falta o ditadorzão vir e oficializar o regime pois o sistema já está todo prontinho.

    • Rodrigo Taira

      “AÍ, depois vem o general Viddas-Bôas, que foi treinado na China (e acreditem tem muita gente que confia nesse cara), e diz que as instituições no Brasil são sólidas e estão funcionando…”
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      Mas, entenda que o Viddas-Bôas, bem como toda a putada esquerdista, são campeões no duplipensar e na novilíngua (1984 – George Orwell).
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      Quando ele diz que as Instituições funcionam, não é ele que está se expressando mal. É VOCÊ, caro ouvinte, que vê as coisas de uma perspectiva de alguém normal.
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      Quando eles dizem que as Instituições estão funcionando, a tradução para o linguajar comum deve ser algo como: “As Instituições estão fazendo o papel dela QUE É o de proteger os donos do sistema criminoso de poder, É [função delas] protegê-los [os donos do Estamento Burocrático] do povo.
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      E aí? Vendo dessa perspectiva as coisas se encaixam ou não? Percebe porque é correto afirmar que as Instituições estão funcionando?

      • Osvaldo Pereira Júnior

        Perfeito! É aquilo que foi discutido no outro artigo do professor Olavo de carvalho sobre a nova linguagem da esquerda.

        Da mesma maneira que defender democracia para eles é incentivar invasão do campo pelo MST, regulamentar a mídia, desmilitarizar a polícia e criar os sovietes assim também é dizer que as instituições estão funcionando quando elas obviamente não estão.

        Mas o que eu disse foi exatamente isso que você apontou. Quando eu disse que o Viddas-Bôas diz que as instituições estão funcionando é porque elas não estão e obviamente ele sabe disso. Ele só quer tirar o cú da reta e não atrapalhar os chefes afinal ele foi colocado lá exatamente para isso. Não atrapalhar os chefes.

        Por isso que só falta o ditadorzão pois grande parte do auto-comando das FA estão ansiosas aguardando por esse chefe supremo no bom estilo comandante Chávez.

        Viddas-Bôas precisa apenas de mais alguns amiguinhos no auto-comando igual a ele e para conseguir mais amiguinhos de confiança é preciso mais um governo do Foro de SP para apontar esses novos amiguinhos.

        • Rodrigo Taira

          Não acredito que no Brasil a coisa descambe para o “Ditadorzão”. Não que o sistema implantado já não seja, mesmo agora, já, de certo modo, uma ditadura (a ditadura das instituições CONTRA o povo – STF, TSE, Congresso: todos contra o povo). O que digo é que não vai haver a figura do “Ditadorzão”.
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          O Comunismo no Brasil é do pior tipo, pois é fingido, dissimulado.
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          Não acompanhei o caso da Venezuela tanto quanto deveria. Mas, a impressão que tenho é que a coisa lá, de duas uma:

          1) Foi mal feita. Aceleraram demais a agenda – como Hitler e seu Dritte Reich (Terceiro Reich). O povo percebeu e sua ação (protestos, etc) forçou a reação violenta que escancarou o caráter ditatorial do regime.
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          2) Parte do povo, dos intelectuais, das lideranças políticas opositoras, percebendo para onde a coisa descambaria (cedo ou tarde), começou com protestos, desobediência, insubordinação e isso acabou obrigando o regime a acelerar a agenda o que expôs a verdadeira natureza do regime. Isso é desobediência civil.
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          É por isso que acho que muito cedo não há de aparecer o ditadorzão por aqui não. Isso só vai acontecer se começar a desobediência civil o que me parece muito distante. Até lá vão seguindo a agenda para alterar o regime, as leis e cassar as possibilidades de que se surja alguém de fora.
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          Um bom teste será quando frustrarem o desejo popular por Bolsonaro. Você acha que o povo vai “passar nesse teste”? Eu acho que não. Quando fraudarem a eleição, ou simplesmente, e ilegalmente, tornarem Bolsonaro inelegível, ou ainda mudarem o sistema para “semi-presidencialismo” ou “parlamentarismo”, para limarem o Bolsonaro para fora do poder, você acha que o povo fará o quê? Eu acho que não haverá distúrbio e desobediência civil. Enfim… a agenda vai seguir na maciota… e seguiremos rumo à ditadura perfeita cada vez mais consolidada.

          • Osvaldo Pereira Júnior

            1- O comunismo no Brasil ainda não existe.O que existe na verdade é uma mentalidade socialista entre grande parte da população que ai sim poderá descambar para o comunismo. O Brasil hoje por pior que seja ainda é um paraíso se comparado com a Coréia do Norte, Cuba ou mesmo venezuela. Por enquanto aindo podemos utilizar internet, ter nossas propriedades privadas e professar nossa fé.

            2- Na Venezuela eles não pularam etapa nenhuma. Pelo contrário fizeram a implantação do socialismo da maneira que deve ser feita. Ou seja, desarmando e empobrecendo a população, criando outra constituição e outra polícia a serviço do partido, fechando os canais de televisão de oposição, estatizando empresas privadas a força e aparelhando as forças armadas. A Venezuela deu uma aula de como deve-se implantar uma ditadura comunista.

            3- Em relação ao ditadorzão pode ter certeza que essa é uma figura que surge naturalmente durante o final do processo revolucionário. Talvez o sujeito que você menos esperaria é que será o ditadorzão. Quem imaginaria a dez ou quinze anos atrás que um motorista de ônibus desconhecido como o Maduro seria o novo Saddan Hussein da América Latina?

            4- Se as forças armadas estiverem aparelhadas não adianta a população sair nas ruas pois quem tem as armas controla tudo. O povo está desarmado e não pode fazer frente ao exército ou a polícia. A Venezuela recentemente é uma prova disso. Quando o aparelho repressor de um estado se encontra aparelhado (como na Venezuela, Cuba ou Coréia do Norte por exemplo) apenas uma intervenção estrangeira pode dar jeito.

          • Rafael

            não existe, nunca existiu e provavelmente nunca existirá comunismo no Brasil. Olha a realidade a sua volta.

          • Inti

            Por aqui todo mundo já sacou que você é pelego desinformante.

      • Rafael

        Vai na onda desse Osvaldo, o cara é um fanático.

    • Francisco Carlos Siqueira Mour

      Gostei, parece que ele não leu A Arte da Guerra de Sun Tzu, se leu não entendeu.

    • Inti

      Osvaldo, enquanto a grana rolar solta para toda a rataiada, incluindo aí militares graduados, nada vai mudar. Ainda há dinheiro vindo de outros propinodutos, planos B, ou quem sabe até de figuras invisíveis internacionais, agindo nos bastidores. Quando a grana acabar, veremos quem é quem, e com certeza, não sobrarão muitos.

  • Luiz F Moran

    Dilma indicou 05 (FSP)
    Lula incicou 03 (FSP)
    FHC indicou 01 (lactopurga)
    Collor indicou 01 (priminho)
    Sarney indicou 01 (linguapleza)
    Eu e o José Nêumanne Pinto NÃO confiamos nesse STF (e temos esse direito).
    E você, confia ?

  • Nelson Domingos Ribeiro

    Eu me lembro, como se fosse hoje, quando a canalhada do PT e correlatos resolveu que os “trabalhadores da Caixa tinham de tomar conta da FUNCEF”:o fundo de previdência dos empregados da CAIXA. Hoje estou aposentado e vendo a cada ano minha aposentadoria minguar por causa da “gestão” dos “companheiros” do PT. Por enquanto, mais de dez por cento da minha aposentadoria é descontada para pagar o rombo. E a previsão é que a coisa vai piorar. E a canalhada sindicalista nem se mexe.

  • Evelyn Petter

    Pessoal
    Alguém confirma a notícia de que a Carminha já pré-deliberou que vai acatar o habeas corpus do Lula, soltando-o?
    Se verdade, tudo dominado. Como sempre esteve,…até a Lava Jato dar uma paulada nos planos de ‘venezuelização’.
    Estamos em momento crítico, pois as palavras proferidas pelo condenado (!) José Dirceu, por seu conteúdo, convocando a galera para a revolta, configuram crime. E ninguém fez nada. Nem uma repreensão. É inacreditável.

  • Newton (ArkAngel)

    Pode ser que eu esteja enganado, mas já notei que quase tudo que aconteceu nos USA há 50 ou 60 anos atrás, acontece hoje no Brasil. Estamos defasados cerca de 50 ou 60 anos, a começar pela independência (1776 X 1822)
    Parece-me estar chegando a época em que começarão a assassinar políticos.

  • Danilo Dalla Vecchia

    A ‘Dilmanta’ continua elegível graças ao STF ou não ? corremos o risco de não termos o lula da selva entre grades ! e sim numa prisão domiciliar , donde provavelmente continuará comandando sua malta de criminosos . A inércia dos venezuelanos perante o ”chavismo” é um bom mal exemplo que parece estarmos seguindo , Venezuela esta aqui .

    • Rafael

      Inércia não, eles viram quem estava com eles, e se prontificaram a defender.

  • Isso é um escárnio e um golpe constitucional. Ora, se o legislativo não vota tal matéria é porque ainda não há ambiente político para tal. Faz parte do jogo democrático e do processo legislativo. Nunca, jamais isso daria ensejo pra intromissão do STF que deve se ater à Constituição. Nitidamente os “senhores ministrinhos” estão sob outra agenda senão aquela de interesse do povo Brasileiro. Essa declaração é escandalosa e esse sujeito deveria ser chutado da suprema corte

  • Rafael

    O combate à corrupção no país é uma farsa completa, um jogo de cena com objetivos claramente politicos, o que explica porque a nomeação legítima de um ministro vira protesto e um presidente denunciado não, porque um pronunciamento presidencial faz panelas baterem, mas malas de dinheiro não. O povo instintivamente sabe que tudo isso é um teatro.

    Quanto ao ativismo do judiciário, é a mais pura verdade, entregamos o Poder a esses senhores,sem que nenhum deles tenha passado pelo crivo eleitoral.

  • Eder Giovani Savio

    Ação nega ação, só nega ação.