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Colômbia: Que Uribe e a direita acordem e lutem contra o FARC-Santismo

10 de junho de 2017 - 18:30:14

Segue um abaixo-assinado de vários autores, alguns deles proeminentes analistas da conjuntura política colombiana e latino-americana, dentre os quais alguns colunistas e colaboradores do Mídia Sem Máscara, como Graça Salgueiro, Eduardo Mackenzie e Luis Alberto de Villamarín Pulido e Ricardo Puentes Melo.


Colômbia: O Centro Democrático deve se reconciliar com sua história

O santismo está fazendo o uribismo crer que já tem ganhas as eleições presidenciais de 2018. “O uribismo parte como favorito para as eleições presidenciais da Colômbia”, disseram em 25 de maio duas agências de pesquisa – Invamer e Cifras y Conceptos (Polimétrica) -, cujos resultados foram difundidos por Caracol Radio e Red Noticias.

Segundo essas firmas, 12% dos colombianos querem que o candidato “que o ex-presidente Uribe indique” para as eleições de 2018 “seja o próximo chefe de Estado”. Tal algarismo, embora baixo, ocupa a primeira posição nessa pesquisa, pois a segunda corresponde à eventual candidatura do liberal Germán Vargas Lleras, ex-vice-presidente de Santos, que teria 8% de favorabilidade.

Na pesquisa de Cifras y Conceptos, 22% dos consultados não sabe em quem votariam, e o impopular Germán Vargas Lleras aparece como o mais favorecido, com 14%. Na pesquisa publicada por Caracol Radio, 39% dos consultados não sabe em quem votaria, 12% votaria pelo candidato designado por Uribe e Germán Vargas Lleras aparece como o mais favorecido, com 8%.

A revista Semana publicou em seguida um artigo do ex-guerrilheiro León Valencia, onde ele examina essas pesquisas e lamenta-se: “O apoio de Uribe a um candidato à postulação de um nome por parte da guerrilha uma vez se desarme completamente, dará uma capotada nas sondagens”.

O paradoxo é que o único pré-candidato uribista que aparece nessas pesquisas, Iván Duque, que conta com o aval do ex-presidente Álvaro Uribe, ocupa o último lugar com apenas 2% de favorabilidade. Em compensação, o pré-candidato Alejandro Ordóñez Maldonado, ex-Procurador Geral e líder conservador independente, obtém um índice de 6%, embora sua campanha presidencial não tenha deslanchado (deve recolher meio milhão de assinaturas para poder registrar sua candidatura).

Isto permite pensar que, na realidade, a posição do Centro Democrático (CD) não é hegemônica e que, pelo contrário, é mais frágil eleitoralmente do que supõem os observadores e as pesquisas de opinião. Pior, o CD poderia ter a sorte de algumas formações políticas americanas e européias que se viam como ganhadoras em uma contenda eleitoral e que, na hora da verdade, cometeram erros e fracassaram.

O Partido Democrata acreditava que continuaria na presidência dos Estados Unidos com Hillary Clinton, porém foi derrotado pelo republicano Donald Trump. O Partido Conservador britânico acreditava que o Brexit seria rechaçado e não foi. Na França, a campanha eleitoral do neo-gaullista François Fillon foi torpedeada por um falso escândalo político-judicial impulsionado pela esquerda. Isto impediu que Fillon explicasse seu programa e fizesse uma campanha exitosa. Fillon perdeu uma parte dos votos de seu próprio partido e dos setores de centro e não chegou ao segundo turno da eleição, apesar dos cinco anos calamitosos e impopulares do socialista François Hollande. Essa foi a primeira vez que, na França, um partido de direita não participava do segundo turno da eleição presidencial.

O CD poderia estar sendo o objeto de um tratamento especial discreto que permita ao candidato continuador das políticas de Santos ser re-eleito em 2018.

Os ingrediente principais da situação, tanto internos como externos, são os seguintes:

Começam a aparecer sinais de uma insatisfação dentro do uribismo ante a ausência de uma política mais combativa do CD ante o governo de JM Santos e os pactos secretos Santos-FARC.

Essa insatisfação cresce ante a incapacidade que o CD mostra de se opor com êxito à agenda suicida e entreguista de Santos em benefício dos interesses de Cuba e das FARC. Nos últimos quatro anos, Santos fez o que quis e as constâncias e debates parlamentares do CD não conseguiram frear nem suspender nenhum dos pontos-chaves da agenda do FARC-santismo.

A debilidade do CD tornou-se mais visível quando essa formação renunciou a tirar as conclusões que o triunfo do NÃO no plebiscito nacional de 2 de outubro de 2016 impunha. Em vez de pedir a renúncia de Santos e mobilizar o país contra os acordos de Havana, o ex-presidente Uribe participou de uma tentativa de negociar com Santos, em um discreto comitê, algumas modificações a esse acordo rechaçado pelo eleitorado. Santos zombou de Uribe e dos outros chefes da campanha do NÃO ao re-impor um texto idêntico ao anterior, com algumas adições que confirmaram seu caráter nefasto. O “segundo acordo de paz” não foi consultado nem negociado com ninguém da sociedade civil.

O santismo e a esquerda pró-FARC estão tentando explorar o mal-estar interno do CD. Querem impedir toda reflexão que permita ao CD corrigir os erros de construção partidária e de orientação política. O estado de prostração do CD é causado, em grande medida, pela ausência de uma linha mais ofensiva de ação política e de uma definição ideológica-programática mais clara.

A escolha do candidato presidencial do CD poderia ver-se afetada por essa situação interna. Alguns pedem que o candidato seja escolhido mediante uma “consulta aberta”, não por uma convenção do CD. Entretanto, a consulta aberta permite aos adversários políticos do CD intervir e inclinar a balança em um ou outro sentido. As “primárias abertas” abrem a porta a ingerências. Por isso elas agravaram ainda mais as divisões internas dos partidos europeus que se submeteram a esse método. A proposta de que o candidato presidencial do CD possa recair na cabeça de um líder que não seja necessariamente membro do CD deve ser acolhida, se se quer reforçar a emergência de uma “frente republicana” coerente que lute em todas as esferas contra os avanços da depredação FARC-santista.

Em conseqüência, à escolha do candidato presidencial do CD por uma convenção devem ser convidados, também, e com plenas garantias, as bases e líderes das fracções conservadoras e cristãs do país. Esse candidato de consenso inter-partidário deve rechaçar a totalidade dos acordos FARC-Santos.

Os inimigos do CD asseguram que para conquistar a presidência, o uribismo deve fazer alianças “muito vastas” e se limitar a fazer eleitoralismo. Fazem crer que o CD deve introduzir mudanças centrais às posições habituais do uribismo. Querem que o CD deixe de ser uma proposta de centro-direita, liberal-conservadora, social, de combate contra as FARC e o castrismo continental, e se converta em uma proposta “progressista”.

O senador Iván Duque, com apoio do ex-presidente Uribe, impulsiona a idéia de que o Centro Democrático agora é uma formação “centrista” capaz de forjar uma aliança eleitoral na qual cabem as correntes políticas mais diversas e contraditórias: desde o setor uribista tradicional, até os seguidores do comunista Angelino Garzón.

Duque estima que para ganhar a presidência em maio de 2018 o CD deve fazer alianças com os progressismos do país, e não com os defensores do NÃO aos acordos FARC-Santos. Se o CD deixa que esse desvio se imponha, o núcleo que dirige essa lamentável intriga tomará o controle e fará estourar o CD quando o considere necessário.

Álvaro Uribe rechaça hoje explicitamente querer fazer uma coalizão de direita: “Nós estamos buscando uma coalizão ao redor dos princípios de uma democracia progressista”, diz o ex-presidente. O senador Uribe acredita saber que os acontecimentos políticos na França lhe dão razão, que Emmanuel Macron é um “centrista” e que se propõe corrigir os erros do governo do socialista François Hollande. Uribe se equivoca.

O novo presidente francês é um socialista cujas diferenças com Hollande são só de matiz. Inclusive a respeito do que ocorre na Venezuela o ex-presidente Uribe tem idéias questionáveis. Ele chega ao extremo de afirmar que Maduro não é de esquerda, que é um “destruidor da democracia” e “de tudo”, porém que esse ditador não é de esquerda. Será então de direita? Tal valoração de Uribe mostra uma mudança considerável de visão. Hugo Chávez e Nicolás Maduro destruíram a Venezuela. Maduro está esfomeando, reprimindo e martirizando brutalmente seu país para preservar os interesses de Cuba, um país regido por uma ideologia totalitária de esquerda, sangrenta e extrema: o castrismo. Negar isso é não querer ver a realidade política do continente.

Os novos conselheiros “progressistas” do ex-presidente Uribe tentam fazer crer que o sistema eleitoral reformado por Santos, o que inclui, entre outras coisas, o sistema de voto eletrônico, respeitará os resultados das eleições (presidencial e parlamentar) de 2018.

Na realidade, as eleições de 2018 poderiam ser adiadas por Santos. Em 20 de dezembro de 2016, o senador Ernesto Macías, do CD, denunciou que Santos quer suspendê-las “para permitir o ‘governo de transição’ de Timochenko”.

O CD não investigou esse risco. Ao contrário, seus novos amigos querem que o CD abandone sua oposição sistemática aos pactos FARC-Santos e adote uma atitude conciliadora, aceitando a maioria das cláusulas desse pacto e negando os princípios e valores originais do CD e das personalidades, grupos e partidos exteriores ao CD que militaram pelo NÃO ante o passado plebiscito.

Eles querem que o CD não tente mobilizar suas bases e o país em geral para derrubar a institucionalidade espúria que Santos-FARC impuseram ao país em desprezo da Constituição nacional, e se limite ao jogo parlamentar e ao fetichismo eleitoral.

Com o apoio diplomático do presidente Barack Obama, e com a ajuda técnica dos agentes do castrismo, Santos conseguiu neutralizar a classe política colombiana, a oposição parlamentar, o Congresso, o poder judiciário, a Procuradoria Geral, a imprensa nacional. Nada parece poder se opor a seus desígnios. Seu desprestígio no país é geral, porém Santos faz o que quer, pois crê que ninguém é capaz de pará-lo. Seus principais opositores, embora contassem com o apoio das maiorias do país, nunca foram capazes de organizar a destituição do chefe de Estado, apesar de que sobram os motivos, pois ele violou várias vezes a Constituição e as leis da Colômbia para impor a qualquer preço o “processo de paz”.

Em 31 de maio de 2017, dois cabeças das FARC, com forte escolta armada, irromperam ilegalmente na sede do Congresso da Colômbia sem permissão do Senado nem da Câmara de Representantes. Nesse mesmo dia, em uma vereda do Guaviare, militares da Força Tarefa Ômega foram atacados a bala por terroristas “desmobilizados” das FARC. Um capitão foi ferido e outro militar foi seqüestrado pelos delinqüentes. O governo de Santos não reagiu ante tais agressões e se conformou com as explicações das FARC. O presidente Santos chegou a esse nível de cumplicidade com o crime narco-terrorista.

Dirigentes do CD, como Iván Duque, que não quis explicar que compromissos tem com a organização do especulador financeiro e magnata esquerdista George Soros, se deram o trabalho de estigmatizar todos aqueles que não se submetem à nova orientação do CD. Tratam de vender a idéia de que os candidatos e personalidades políticas que preconizam a abolição do pacto FARC-Santos são gente de “extrema-direita”. Essa redução do adversário político, e de vastos setores do uribismo, a uma categoria tão repudiável, deve ser rebatida com vigor.

Não há candidatos nem pré-candidatos de extrema-direita na Colômbia. Há sim candidatos de direita, liberais e conservadores. A extrema-direita é outra coisa: é uma força claramente subversiva. A extrema-direita tem traços comuns com os bandos comunistas. Caracteriza-se pelo uso que faz da violência física e moral para impor sua ideologia.

A extrema-direita é anti-sistema, anti-democracia e anti-capitalistas. Detesta o jogo parlamentar e rechaça parte do sistema republicano, participar de eleições, de plebiscitos, etc. A extrema-direita é anti-americana, racista, xenófoba, anti-semita, anti-sionista e anti-Israel. Acredita que o mundo é governado por um “lobby judeu mundial”. Qual pré-candidato na Colômbia defende um tal programa? Nenhum.

Sobre a natureza dos acordos FARC-Santos. Foram escritos com uma só perspectiva: desmantelar a institucionalidade vigente da Colômbia, a economia de mercado, a democracia liberal e erigir uma institucionalidade coletivista que permita às FARC, sob as roupagens de um novo partido político, se apoderar das alavancas do Estado. A meta desses acordos é a constituição de um “governo de transição”, um governo “bolivariano”, como diz Iván Márquez.

Esse acordos não são um conjunto disparatado de capítulos e cláusulas. São um bloco de imposições das FARC a Santos em seu pacto. Não há pontos bons nem menos bons. Cada parágrafo desse texto faz parte de um todo coletivista. É uma arquitetura coerente a serviço de uma lógica: fazer a revolução socialista tomando-se o castelo por dentro. É preciso revogar a totalidade dos acordos e pactos secretos de Havana com Santos e propor um acordo de paz baseado na justiça e no bloco de constitucionalidade colombiano (excluindo os pactos FARC-Santos).

É um erro dizer que o pacto particular FARC-Santos são “temas já aprovados”, ou que são “reformas já aprovadas” e que só alguns de seus pontos devem ser “emendados”. Do mesmo modo é errado dizer que esses pactos são “temas que ficaram para trás”, pois o Governo “os dá como aprovados”. Na realidade, esses acordos são ilegais, não existem juridicamente, logo não tem sentido “modificá-los parcialmente”. Há que rechaçá-los de plano e totalmente. O plebiscito os aboliu de maneira muito clara.

A oposição não deve cair no sofisma de acreditar que revogar ou esfarelar o “acordo de paz” é lançar à guerra e deixar sem chão os guerrilheiros e milicianos das FARC que tenham se desmobilizado e realmente entregado as armas. A Colômbia dispõe de uma legislação que permite enquadrar essas pessoas e permitir-lhes sua reintegração à sociedade. Essa reintegração não depende exclusivamente da chamada “implementação” do pacto FARC-Santos. Esse mito é o que faz alguns no CD dizer que é impossível revogar a totalidade do acordo FARC-Santos.

A estratégia das FARC não é a paz. O pacto FARC-Santos não trouxe a paz à Colômbia. A guerra continua e se intensifica sob outras roupagens. O objetivo das FARC é continuar sendo um elemento hostil à democracia. As FARC continuarão sendo um cisto canceroso no seio da Colômbia.

Não renunciaram a seu programa nem a suas orientações iniciais. Não pretendem se reintegrar à vida pacífica e à contenda política democrática. Procuram explorar as brechas abertas para subverter o Estado, derrubar o sistema e dominar a sociedade. As FARC querem passar a esta nova fase de sua “luta”, aberta por Juan Manual Santos, como uma organização fechada, como um Estado dentro do Estado, não como indivíduos.

A Colômbia deve reconhecer aos guerrilheiros que realmente se desmobilizem os direitos que os colombianos têm, como indivíduos, mas não como organização político-militar. Um partido armado, o que as FARC são até hoje, depois de haver assinado a paz e de ter conseguido territórios onde pretendem que a lei não os alcance, é inadmissível. O suposto novo partido dos desmobilizados não pode ser armado e não pode propor a derrubada da Constituição. A ausência de debate e de exigências claras do CD e da oposição a respeito, abriu novas avenidas à violência subversiva.

A estratégia das FARC é utópica. É a paz em armas. A paz provisória armada. É a transformação bélica de um território. É a concentração de suas forças narco-militares em pontos-chave do solo colombiano. É a mutação, por um tempo, de suas bases, em partido armado com um programa anti-democracia e anti-capitalismo. “Partido” que cedo ou tarde voltará a dar o assalto violento contra o poder estabelecido. Para as FARC, a Colômbia não é um povo mas uma população. Não é um país, senão um território. Não é uma nação senão um grupo disparatado de etnias e comunidades.

A Colômbia, quer dizer, seu povo (pois o alto governo de Santos a passou às mãos do inimigo), luta por preservar sua democracia e desenvolver sua economia livre, em harmonia com o resto do mundo. A nação colombiana luta para não cair na esfera exclusiva de uma ditadura estrangeira que a ensangüentará inevitavelmente, como ocorreu na Venezuela, penetrada e controlada até os ossos pela Cuba castrista.

A Colômbia luta não só contra o narco-terrorismo das FARC mas também, e ao mesmo tempo, contra forças e estruturas políticas, privadas e estatais, que dispõem de enormes recursos em escala internacional. E que têm longas fronteiras com a Colômbia. Por seu ódio e sua atitude ambivalente anti-Trump, Santos afasta o país dos Estados Unidos e continua, por caprichos ideológicos, uma política destinada a deteriorar as relações com a Espanha. Nesse contexto, é legítimo que a Colômbia procure reconstruir sua diplomacia e encontre aliados poderosos em escala mundial que a ajudem a sair da situação trágica de cerco interno e internacional na qual se encontra hoje.

Ninguém ignora que os liberais e as FARC estão negociando uma coalizão que pretende chegar ao segundo turno. Em conseqüência, se requer que as direitas, os cristãos, protestantes, quer dizer, todos os setores que militaram pelo NÃO, se coaliguem e, antes do primeiro turno, se dotem de um programa principista ao redor do qual possam gravitar todos eles. Líderes como Uribe, Ordóñez, Pastrana, Ramírez devem entender que é decisivo erigir, sem reticências, uma grande candidatura de unidade e erigir uma frente combativa que deslanche a campanha e esteja com capacidade de fazer frente às tentativas grosseiras ou sofisticadas de fraude que se podem esperar do campo adverso.

Lista de assinantes:

Eduardo Mackenzie
Lía Fowler
Ricardo Puentes Melo
Jesús Vallejo Mejía
Rafael Uribe Uribe
José Alvear Sanín
Brigadier General (r.) Adolfo Clavijo
Coronel (r.) Luis Alberto Villamarín Pulido
Graça Salgueiro
Annette Tessmann
Pedro Corzo
Ricardo Angoso
Beatriz de Majo
Jean-Gilles Malliarakis
Oscar Alberto Díaz García
Alberto López Núñez
Jorge Guidobono
Rodrigo Obregón

Tradução: Graça Salgueiro

 

  • Esse Michael Myers da Colômbia é um grande filho da puta.

  • Odilon Rocha

    Lá como aqui, se um partido liberal conservador, que se erroneamente se costuma chamar de direita, não apresentar um programa com propostas consistentes e factíveis, concretas e não utópicas, longe da realidade, a resistência ao engodo das Farc, lá, e da continuidade da esquerda, aqui, ficará nas boas intenções e discurso vazio.
    O poderoso lobby internacional não dorme no serviço.

  • Forkert

    DIREITA(?) na America Latina? DEMOCRACIA(?!) depois da Revolução de Fidel?

    DIREITA NA AMÉRICA LATINA, SOMENTE SE FOR HÁ MAIS DE 50 Anos.
    DEMOCRACIA NUNCA EXISTIU NEM AQUI, NEM EM LUGAR NENHUM NO PLANETA TERRA.

    O que sempre existiu isso sim, é a OPOSIÇÃO CONTROLADA, que é na verdade liderada por AGENTES DO PRÓPRIO GOVERNO. Praticamente todos os GOVERNOS ATRAVÉS DA HISTÓRIA empregaram esta TÉCNICA DE EMBUSTE para ENGANAR E SUBJUGAR SEUS POVOS.

    LENIN, a mais de 100 anos atrás, já professava:

    “A MELHOR MANEIRA DE CONTROLAR A OPOSIÇÃO, É LIDERÁ-LA NÓS MESMOS”

    Esta ESTRATÉGIA até agora NUNCA FALHOU.

  • Forkert

    Ah, convém sempre lembrar que:

    UM POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO e que:

    PARTIDO É O CONTRÁRIO DE UNIDO!