1. Estados Unidos

Obama e a Falácia do Islamismo não Violento

9 de junho de 2009 - 6:13:42

O interessante, é que o maior estereótipo é exatamente esse que Barack Obama vem propagando: o caráter supostamente pacífico dos seguidores de Maomé. No discurso pronunciado no Cairo, em 04 de junho de 2009, reportado pelas várias agências da mídia internacional e por nossa Folha de São Paulo (05.06.2009 – A12), para não ofender seus cicerones, o presidente dos Estados Unidos não utilizou a palavra terrorismo em nenhuma ocasião. Nele, Obama disse que o Corão exalta a paz e a tolerância e que, com relação à violência, o “Islã não é parte do problema… é uma importante parte da promoção da paz”.

Será? A falácia do islamismo pacífico é o estereótipo que vem sendo propagado aos quatro ventos pela intelligentsia da esquerda política. Os fatos parecem contradizer essa propaganda insana.

Não faz muito tempo, a imprensa internacional registrou os inúmeros protestos eivados de mortes contra as charges dinamarquesas que retratavam Maomé como um terrorista. Algum tempo depois, perante um pronunciamento de Bento 16, que aparentava relacionar violência com islamismo, houve violentas demonstrações para provar que os islâmicos não são violentos! Em Basra, no Iraque, a efígie do Papa foi queimada; no oriente médio, muçulmanos jogaram bombas incendiárias em sete igrejas católicas. Líderes islâmicos, em todo o mundo, condenaram o pronunciamento e exigiram um pedido integral de desculpas do Papa, com reconhecimento de erro. A sandice se baseava na premissa de que, se aumentassem um pouco mais a violência, talvez conseguissem forçar violentamente os de fé contrária a acreditar que eles realmente não o são

Cansamos-nos, também, de ver pela televisão o resultado dos atentados bivalentes entre as facções islâmicas sunitas e xiitas, no Iraque. Mesquitas dessas correntes rivais, que se colocam, cada uma, como herdeiras e propagadoras do legítimo islamismo, foram violentamente atacadas e explodidas com vítimas fatais. Em um desses incidentes, mais de trinta maometanos, sunitas e xiitas, que protestavam contra a violência e pediam paz, foram massacrados a tiros por um dos lados, nessa luta insana.

Obviamente, Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, aquele que foi alvo de tanta lavagem cerebral que já acredita nas bobagens que fala, afirmou de pronto que todos esses incidentes assassinos, no Iraque, eram operados por Israel, em meios às palmas de uma multidão entorpecida e com a complacência da mídia narcotizada pelas máximas esquerdistas que abraçam.

Muito se tem falado dos diferentes aspectos do islamismo, com a inferência de que atos violentos não fazem, na realidade, parte dos maometanos. No máximo, aponta-se que tal agenda de desprezo pela vida humana é característica apenas de algumas das suas correntes. Como o faz, agora, Barack Obama. Com essas afirmações, repetidas ad nauseam, fecham-se os olhos para o fato de que o islamismo realmente abraça e encoraja a violência e a sua propagação pela espada, como alicerce e eixo central de sua fé.

Estudemos os shiitas e sunis; arábios e indonésios; moderados e extremistas; afro-americanos convertidos e os tradicionais. A realidade cruel é que o islamismo, independentemente de sua persuasão ou corrente, derrubam prédios (eram árabios) e detonam discotecas em Bali (indonésios); explodem-se a si mesmos em Israel (palestinos), junto com mulheres e crianças; e nessas ações recebem festejos de heróis e o orgulho dos instigadores da barbárie. Fora do eixo, um afro-americano pratica tiro ao alvo nos subúrbios da capital americana, matando mais de uma dúzia; rebeldes chechenos ameaçam mandar pelos ares centenas de pessoas, em um teatro moscovita – gerando uma desastrada intervenção, característica da competência russa. Na mesma Rússia outra brigada de muçulmanos chechenos faz 1200 mulheres e crianças reféns, provocando um morticínio em massa – e haja mais intervenção desastrada. Agora, além de atos terroristas passados e dos protestos violentos, para provar que são pacíficos, se dedicam, no Iraque e Paquistão, à prática esportiva do extermínio mútuo.

As razões apresentadas para cada incidente são diversificadas. Justificativas múltiplas vazias, às quais a imprensa sorve avidamente, no afã de marcarem pontos, salvarem sua pele, ou, simplesmente, de serem “politicamente corretos”. Mas o que todos esses incidentes e correntes têm em comum? O Corão e a religião islâmica.

Virou moda, entretanto, dizer que o cristianismo é que é uma religião de sangue, que propaga a sua fé pelas guerras, etc. Digam o que disserem, o cristianismo verdadeiro não tem esse argueiro ou trava no olho – como instituição não exaltou os suicidas, nem encorajou massacre de inocentes, e os raros fatos pontuais da história, em que um segmento ou outro confundiu a Espada do Espírito com a de metal, não provam a regra. O cristianismo é pacífico. Eu – pessoalmente, sou da paz! Agora, dêem uma olhada no Corão (Sura 9.5). Não há dúvida sobre o que ensina o Islamismo: “Assim, quando os meses sagrados passarem, então matem os idólatras aonde quer que possa encontrá-los e leve-os cativos e encurrale-os e espere por eles, em cada emboscada…” Ou (Sura 4.56) : “… com relação àqueles que não crêem em nossas comunicações, faremos com que adentrem o fogo; com tanta freqüência que suas peles serão totalmente queimadas. Mudaremos elas por outras peles, para que possam experimentar o castigo; certamente Alá é poderoso e sábio”. Realmente, não é um exagero equacionar islamismo com violência – ela está na raiz dessa religião. Podem até existir alguns muçulmanos moderados, mas serão incoerentes com os documentos da fé que professam.

Poucas vozes de expressão têm se levantado para dizer isso, com todas as letras e em tom audível. O Charles Colson, nos Estados Unidos é um desses. O Berlusconi, na Itália, com todos os seus defeitos e problemas, quando fez afirmação semelhante, em 2002, foi execrado pela imprensa e pelo público viciado no ópio europeu do antiamericanismo. Tiro o meu chapéu pela coragem desses dois. Continuemos pacificamente apoiando o islamismo, em sua viagem cega no apoio do terrorismo e da violência, e seguiremos todos de mãos dadas a caminho do cemitério.

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