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Populismo: um brado de liberdade – Parte 3

16 de dezembro de 2017 - 2:42:48

Por Roger Kimball.

Parte 3

A questão da soberania também está por trás do debate sobre imigração: com efeito, há algum assunto que seja mais central para a questão sobre “Quem governa?” do que quem pode decidir as fronteiras de uma nação ou como um país define sua primeira pessoa do plural: o “Nós” que faz de nós quem somos enquanto um povo?

Durante toda sua campanha, Donald Trump prometeu que faria cumprir as leis de imigração norte-americanas, que daria um fim às auto-proclamadas “cidades-santuário”, as quais propagandeavam-se a si mesmas como abrigos seguros para imigrantes ilegais (embora é claro que estes não fossem por elas chamados de “imigrantes ilegais”), e que tornaria mais aguçados os procedimentos de veto para pessoas que pretendessem imigrar para os EUA de países reconhecidos como patrocinadores de terrorismo.

O presidente muitas vezes exagerou e outras tantas se atrapalhou com o assunto. Precisão semântica não é uma especialidade trumpiana. Efetividade política, contudo, parecer ser. Por trás da “Tempestade e ímpeto” que recepcionou as invectivas de Trump sobre imigração, podemos vislumbrar dois conceitos bem diferentes de Estado-nação e ordem mundial. Um deles vê o mundo como uma coleção de países soberanos independentes que, embora interajam uns com os outros, consideram o cuidado, a segurança e a prosperidade de seus próprios cidadãos como sua primeira obrigação. Essa é a visão tradicional do Estado-nação. É também a visão de Donald Trump. É o que fundamenta seu discurso de favorecer “Primeiro a América,” um conceito que, exceto na mídia anti-Trump, não tem nada a ver com o movimento isolacionista dos anos 1930, de Charles Lindbergh, e tudo a ver com a promoção de um saudável senso de identidade e propósito nacional.

A outra visão encara o Estado-nação com suspeita, vendo-o como uma forma de organização política e social atávica. O Estado-nação pode até ser uma necessidade prática, mas, segundo essa visão, é uma necessidade lastimável na medida em que ela retarda a emancipação da humanidade de seus paroquiais laços de fidelidade local e territorial. Idealmente, para esta corrente, nós seríamos todos cidadãos do mundo, não de países em particular, e nossa obrigação fundamental seria com toda a humanidade.

Essa é a visão progressista. Ela tem muitos progenitores e muitos antecedentes. Nenhum deles, contudo, é mais influente que Immanuel Kant e seu ensaio “A paz perpétua: um esboço filosófico”, publicado em 1795, quando Kant contava com 71 anos de idade. O foco do ensaio é perscrutar como a paz perpétua entre as nações pode ser obtida. A condição natural da humanidade, Kant reconhece, é a guerra. No entanto, com o advento dos “conceitos iluministas sobre a política e o Estado,” a humanidade, ele dá a entender, seria capaz de transcender aquele desafortunado hábito de guerrear e vir a viver em uma harmonia perpétua (ewigen, isto é, “eterna”).

Kant enumera várias condições para o estabelecimento inicial da paz – a eventual abolição dos exércitos regulares, por exemplo – e algumas condições para sua perpetuação. Destas, a expansão da “hospitalidade universal” pelas nações foi algo que chamou minha atenção. Notadamente, a menção à “cidadania universal.” “A ideia de … cidadania universal,” diz Kant no final do ensaio, “não é uma noção tão extravagante ou exagerada. É um suplemento do código não escrito das leis civis e internacionais, indispensável para a manutenção dos direitos humanos públicos e, por conta disso, também da paz perpétua.”

Kant faz diversas considerações ao longo de sua exposição que serão balsâmicas para os corações progressistas. Ele é contra “a acumulação de riquezas,” por exemplo, porque a fartura é “um obstáculo para a paz perpétua.” Pelo mesmo motivo, ele acredita que proibir o sistema de crédito internacional que o império britânico usava “deveria ser um artigo preliminar para a paz perpétua.” O crédito pode ser empregado para aumentar a prosperidade, logo ele é suspeito. Kant também diz que todos os Estados devem ser “republicanos” em sua organização. Por “republicanos” ele quer dizer não que eles devam ser democracias mas apenas que as funções executiva e legislativa do Estado devem ser distintas. (Com efeito, ele diz que democracia, “a bem da verdade,” é “necessariamente um despotismo” pois nela ambas as funções executiva e legislativa dos governos estão investidas em uma só entidade, “o povo.”) Ele esperava ansiosamente pelo estabelecimento de uma “liga das nações” (Völkerbund”), todas as quais livremente adotariam uma forma republicana de governo.

Seria difícil exagerar a influência desse ensaio de Kant. Ele está por trás de esfoliações progressistas como os “Quatorze Pontos” de Woodrow Wilson; em particular o ponto final, em que se buscava ansiosamente o estabelecimento de uma Liga das Nações. A bem da verdade, consegue-se sentir o coração do ensaio batendo nas sonoras frases do Pacto Kellog-Briand, de 1928, o qual proibiu a guerra. Vale a pena notar que entre os quinze membros iniciais que assinaram aquele pacto de nome tão nobre, juntamente aos Estados Unidos, França e Inglaterra, estavam Alemanha, Itália e Japão. O que isso nos ensina sobre a tolice de acreditar em proclamações feitas em papel não suportadas pela autoridade da força física? Uma coisa é decretar a ilegalidade da guerra; outra totalmente diferente é fazer cumprir o decreto.

O ensaio de Kant também inspirou, diretamente, os idealizadores da Organização das Nações Unidas e, nos dias correntes, os idealizadores da União Europeia e os batalhões de progressistas transnacionais que descartam a democracia em favor de um ideal mais ou menos nebuloso (mas não, portanto, não-coercitivo) de cidadania mundial.

Eu nem vou me preocupar em arriscar um número de quantos dos histéricos que se reuniram em aeroportos por todo o país para protestar contra o esforço de Donald Trump de fazer os cidadãos americanos mais seguros seriam estudantes de Kant. Sem sombra de dúvida muito poucos. Todos, contudo, são seus herdeiros inconscientes. Peguemos, por exemplo, a ideia de “hospitalidade universal”: como os manifestantes teriam gostado disso! (Se bem que, para ser justo com Kant, ele, ao menos, notou que tal hospitalidade “não é o direito de ser um visitante permanente.”) Eu não tenho dúvida que a motivação dos manifestantes provinha de várias fontes. Mas, na medida em que ela foi baseada em um ideal político (e não apenas pose partidária ou tentativa espúria de ganhar notoriedade e poder), o espírito de Kant estava pairando lá em segundo plano.

Kant, contudo, não era desprovido de senso de humor. Ele começa seu ensaio destacando que seu título foi apropriado de uma placa em frente a um pub holandês. Nela estava escrito “Pax Perpetua” e abaixo da inscrição estava a imagem de um cemitério. Talvez a perpetuidade da morte seja a única paz que a humanidade realmente esteja buscando. Kant certamente não concordaria, mas foi elegante de sua parte reconhecer que a ideia de uma paz perpétua genuína para a humanidade poderia ser considerada por muitos como nada mais que um “devaneio” de filósofos.

Com efeito, o que tem sido, atualmente, chamado de espírito populista é essa reação que busca despertar-nos daquele “devaneio” – o qual James Madison teria chamado de fantasia “teorética” da classe intrometida, cujas propostas para nossa salvação sempre parecem envolver o crescimento de seus próprios poderes e prerrogativas. Nessa acepção, a questão da soberania também permeia os debates sobre as vantagens relativas e as condições morais envolvidas na oposição existente entre “globalismo” vs. “nacionalismo” – um par de termos quase tão carregados quanto “democracia” e “populismo” – assim como as questões econômicas correlatas sobre subempregos e estagnação salarial. Políticos “teoréticos” podem defender o “globalismo” como condição necessária para o livre comércio. No entanto, há que se reconhecer que o espírito de controle local refreia o projeto cosmopolita de um mundo sem fronteiras com o reconhecimento de que o Estado-nação tem sido o melhor garantidor não apenas da soberania mas também da prosperidade amplamente compartilhada. O que nós poderíamos chamar de ideologia do livre comércio – a aspiração globalista de transcender os entraves decorrentes das identidades nacionais e assumir o controle – é uma abstração que beneficia principalmente seus arquitetos. Como R. R. Reno, o editor de First Things, destacou em uma recente coluna pessoal escrita para o The New York Times, “o globalismo representa uma ameaça para o futuro da democracia porque ele deslegitima a vontade da maioria e transfere a autoridade a uma elite tecnocrata.”

Ao fim e ao cabo, o que James Burnham descreveu como a “revolução gerencial” é parte de um projeto progressista ainda maior. O objetivo desse projeto é, em parte, emancipar a humanidade de fontes tradicionais de autodefinição como identidade nacional, afinidades religiosas, cultura enraizada específica e, em parte, perpetuar e agigantar o aparato que dirigirá a dissolução daí resultante. Burnham acusa essa forma hipertrofiada de progressismo (o que poderíamos chamar de “progressismo antiprogressista”) de ser uma “ideologia do suicídio” que se insinuou para o centro da cultura ocidental. Ele reconhece que sua proposição pode soar hiperbólica. “Suicídio”, ele destaca, pode até parecer “um termo muito emotivo, muito negativo e ‘mau.’” Porém, é parte da patologia que Burnham descreve que tais objeções são “mais frequentemente feitas, acaloradamente, por ocidentais que odeiam sua própria civilização, sempre prontos para relativizar ou mesmo comemorar os ataques desferidos contra ela, e que ajudam, entusiasticamente e com frequência suficiente, a desmantelá-la.” O problema, Burnham percebeu, é que o progressismo moderno imbuiu-nos com uma ética muito abstrata e vazia para inspirar comprometimento real. O progressismo moderno, diz ele, não oferece ao homem comum motivos convincentes para o sofrimento pessoal, o sacrifício e a morte. Não há dimensão trágica nesse projeto de “vida ideal”. Os homens somente se dispõem a sofrer, sacrificar-se e morrer por Deus, pela família, por sua honra, sua nação, por uma noção de dever absoluto ou uma visão exaltada da história… E são precisamente essas ideias e instituições que o progressismo tem criticado, atacado, e em parte derrubado como sendo algo supersticioso, arcaico, reacionário e irracional. No seu lugar o progressismo propõe um conjunto de abstrações pálidas e exangues – pálidas e exangues justamente pela razão de que elas não têm raízes no passado, no sentimento humano profundo e no sofrimento. Exceto para mercenários, santos e neuróticos, ninguém está disposto a se sacrificar e morrer por educação progressista, saúde pública, humanidade abstrata, pela ONU ou por um aumento de dez por cento nos benefícios da previdência social.

Segundo Burnham, a função principal do progressismo é “permitir à civilização ocidental reconciliar-se com sua decomposição”, para encarar fraquezas, falhas e até mesmo o colapso não como uma derrota mas “como a transição para uma nova e mais elevada ordem na qual a humanidade em sua inteireza se unirá em uma civilização universal que evoluiu acima das distinções paroquiais, das divisões e discriminações do passado.”

O que tem sido chamado de “populismo” é justamente uma reação visceral contra essas forças de dissolução.

(Continua.)

Leia a primeira parte clicando aqui. E a segunda aqui.

 

Roger Kimball, crítico cultural norte-americano, é o editor da revista The New Criterion e autor de vário livros, dentre os quais, “Radicais nas Universidades – Como a Política Corrompeu o Ensino Superior nos Estados Unidos da América” e “Experimentos Contra a Realidade – O Destino da Cultura na Pós-Modernidade”.

Tradução: Filipe Catapan

 

  • Osvaldo Pereira Júnior

    É o que eu disse no outro artigo. A elite ocidental está apostando todas as fichas e confiando muito na tecnologia militar de ponta, assim como na nanotecnologia e na biotecnologia como se esses fossem os únicos fatores decisivos para subjugar a Eurásia e o islã e como se esses dois blocos adversários também possuisem seus próprios projetos particulares e secretos.

    Os muçulmanos realmente são atrasados tecnologicamente, mas a eurásia russo-chinesa pelo contrário possui tecnologia e projetos de desenvolvimento tão poderosos ou quase tão poderosos como os projetos ocidentais hoje. Isso aliado ao fato de a China em breve desbancar o poderio econômico americano, isso piorará ainda mais as coisas para o ocidente.

    A ferramenta principal para vencer uma guerra é um número grande e expressivo de homens de verdade dispostos a morrer pela sua terra ou cultura. Mas quem em sã consciência daria a vida para defender gayzismo, drogas, libertinagem, desrespeito a religiões e etc?

    Só idiotas completos fariam isso ou então se estiverem com a cabeça cheio de drogas.

    Para que haja homens de verdade e em grande número é preciso famílias grandes e conservadores e isso está em extinção no ocidente hoje.

    Se o ocidente terá muitos robôs no futuro para lutar a eurásia e quem sabe até o islã também terá então essa aposta total em tecnologia apenas deixando de lado totalmente os valores morais que sustem uma civilização é um suicídio.

    A elite ocidental do jeito que está caminhando acha que está ganhando a guerra cultural contra o resto do mundo mas na verdade a longo prazo a derrota será iminente pelas razões que eu acabei de dizer acima.

    O que temos de fazer é derrubar esse esquema suicida fortalecendo novamente o cristianismo e as famílias conservadoras. É a única forma de fazer um ocidente forte e que se imponha ao resto do mundo.

    Não é atoa que o lema de Trump é “Make América Great Again”. Ele não é trouxa e já percebei isso.

    O Trump é de uma vertente globalista que se rebelou contra a Nova Ordem Mundial e agora luta contra a essa nova ordem mundial. Como diz o coronel Fontenelle o Trump representa a nova-nova.

  • Marcos Pereira

    Tenho refletido sobre os tais ideias republicanas. Contaminados pelas simplificações e atalhos, os coletivistas ( socialistas/comunistas/progressistas), dividem administrações nacionais em legislativos (decadentes, sem poder) e executivos (cada vez mais fortes e suas agências administrativas sem limites), que impõe à sociedade um número sem fim de regras, normalmente não aprovadas pelos legislativos. Tem sido solo fértil para, implantação de um “regrismo” sem limites, carregados de bizarrices. Como exemplo temos as regras “nonsense ” união européia, e os exageros e falta de senso na implantação de regras, que cada vez mais solapam as liberdades individuais e causam imensos prejuízos aos cidadãos nacionais. Destaco dentre essa regras amalucadas, a obrigação de acender os faróis durante o dia, mesmo nos dias ensolarados e escaldantes de um certo país tropical. Tal imposição da elite burocrata, que se compraz em nos ferrar, realmente é um despropósito. Vejamos: considerando que o consumo de nosso veículos gire em torno de 100W (0,1kW) com faróis e lanternas acesas, temos que, para cada milhão de veículos nas estradas, temos um consumo de aproximadamente 100.000 W/hora/Milhão de Veículos. Para um país de combustível de baixa qualidade e caro, com custo de energia nas alturas, estamos jogando dinheiro no lixo, para pouquíssimos ou desprezíveis retornos em segurança. Isto fora absurda queima de lâmpadas ( os faróis de LED são caríssimos) e custos de substituição (Tempo + Dinheiro).
    Aí vemos os absurdos que cometem as elites burocratas que lotam agências administrativas, que com a “boa intenção”, muitas vezes carregadas de má fé, vivem de defecar regras contra cidadãos sem quase nenhum poder de reação.
    SUGIRO NESTE CASO QUE TOMEMOS ALGUMA MEDIDA JUDICIAL CONTRA MAIS ESSE ABSURDO.
    É a tal mania dos coletivistas de governar para o mundo, para o “Bem Comum”, não para seus países.
    É a tal mania dos coletivistas por ATALHOS.
    Lembrando o antigo dito popular: Quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece. Forçar altruísmo, impor a caridade social, soa artificial, ineficaz e PERIGOSO.
    Sugestão: Conservador e Liberais devem evitar o termo “progressista” . Essa palavra, é mais uma desvirtuada pelos coletivistas a exemplo de tantas outras como “liberal!. O termo COLETIVISTA é mais apropriado.
    Lembrando: O futuro pertence ao Indivíduos, não aos coletivos, que remontam a ideia das hordas selvagem de um passado remoto. O ser humano, bem como qualquer civilização evoluem NATURALMENTE, em termos INTELECTUAIS, MORAIS e ESPIRITUAIS, sendo a tendência no futuro de indivíduos e sociedades mais auto-governadas, exigindo para zeladoria ESTADOS BEM ENXUTOS com custos que variam de 10% a 20% no máximo, para investimentos e serviços.
    O COLETIVISMO NÃO TEM FUTURO, pois a RESPONSABILIDADE sempre foi e será, para sempre INDIVIDUAL.

  • Marcos Pereira

    Tenho refletido sobre os tais ideias republicanas. Contaminados pelas simplificações e atalhos, os coletivistas ( socialistas/comunistas/progressistas), dividem administrações nacionais em legislativos (decadentes, sem poder) e executivos (cada vez mais fortes e suas agências administrativas sem limites), que impõe à sociedade um número sem fim de regras, normalmente não aprovadas pelos legislativos. Tem sido solo fértil para, implantação de um “regrismo” sem limites, carregados de bizarrices. Como exemplo temos as regras “nonsense ” união européia, e os exageros e falta de senso na implantação de regras, que cada vez mais solapam as liberdades individuais e causam imensos prejuízos aos cidadãos nacionais. Destaco dentre essa regras amalucadas, a obrigação de acender os faróis durante o dia, mesmo nos dias ensolarados e escaldantes de um certo país tropical. Tal imposição da elite burocrata, que se compraz em nos ferrar, realmente é um despropósito. Vejamos: considerando que o consumo de nosso veículos gire em torno de 100W (0,1kW) com faróis e lanternas acesas, temos que, para cada milhão de veículos nas estradas, temos um consumo de aproximadamente 100.000 W/hora/Milhão de Veículos. Para um país de combustível de baixa qualidade e caro, com custo de energia nas alturas, estamos jogando dinheiro no lixo, para pouquíssimos ou desprezíveis retornos em segurança. Isto fora absurda queima de lâmpadas ( os faróis de LED são caríssimos) e custos de substituição (Tempo + Dinheiro).
    Aí vemos os absurdos que cometem as elites burocratas que lotam agências administrativas, que com a “boa intenção”, muitas vezes carregadas de má fé, vivem de defecar regras contra cidadãos sem quase nenhum poder de reação.
    SUGIRO NESTE CASO QUE TOMEMOS ALGUMA MEDIDA JUDICIAL CONTRA MAIS ESSE ABSURDO.
    É a tal mania dos coletivistas de governar para o mundo, para o “Bem Comum”, não para seus países.
    É a tal mania dos coletivistas por ATALHOS.
    Lembrando o antigo dito popular: Quando o discípulo está pronto, o Mestre aparece. Forçar altruísmo, impor a caridade social, soa artificial, ineficaz e PERIGOSO.
    Sugestão: Conservador e Liberais devem evitar o termo “progressista” . Essa palavra, é mais uma desvirtuada pelos coletivistas a exemplo de tantas outras como “liberal!. O termo COLETIVISTA é mais apropriado.
    Lembrando: O futuro pertence ao Indivíduos, não aos coletivos, que remontam a ideia das hordas selvagem de um passado remoto. O ser humano, bem como qualquer civilização evoluem NATURALMENTE, em termos INTELECTUAIS, MORAIS e ESPIRITUAIS, sendo a tendência no futuro de indivíduos e sociedades mais auto-governadas, exigindo para zeladoria ESTADOS BEM ENXUTOS com custos que variam de 10% a 20% no máximo, para investimentos e serviços.
    O COLETIVISMO NÃO TEM FUTURO, pois a RESPONSABILIDADE sempre foi e será, para sempre INDIVIDUAL