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Punitivismo, impunidade e impostura

22 de janeiro de 2018 - 7:50:26

Por Leonardo Giardin de Souza.

 

O grande Percival Puggina, em recente publicação (1), trouxe à colação alguns excertos ilustrativos do pensamento da corrente ideológica hegemônica no Brasil em matéria de criminologia, direito penal e segurança pública. Alguns dos soi disant arautos da “tolerância”, da “democracia” e da “liberdade” foram acolherados em um único artigo, com o perceptível objetivo de que seu discurso de proveta, uniformizado e reproduzido em intermináveis operações de clonagem, adquirisse a aparência externa de um consenso dogmático revestido da mais absoluta cientificidade, fruto de sincera busca dialética da verdade, liberto de quaisquer ranços ideológicos. Malgrado, no entanto, esse verniz “científico”, a “disposição” para o debate desses “tolerantes” denuncia-se no título autoexplicativo do artigo: “A sanha punitivista e/ou a boçalidade do discurso da impunidade” (2).

Quem quer que leia o texto, assinado por Leonardo Yarochewsky, será imediatamente tomado pela sensação de que alguém está substituindo realidade por discurso: ou há uma “sanha punitivista” irracional e despropositada, movida por um mórbido e um tanto sádico “desejo” de jogar pobres e desvalidos em calabouços, ou tenta-se soterrar a realidade sob um sem-número de palavras-gatilho, clichês e chavões, a fim de gerar uma confusão dos demônios, desqualificar os pensadores antagonistas e desviar o foco do coitado do assunto.

Com acuidade e finíssima ironia, o professor Puggina limitou-se a transcrever, para nosso “deleite”, alguns cacos desse latão pseudocientífico banhado no ouro de tolo de títulos acadêmicos. Permite, assim, que o leitor julgue por si o conteúdo. Entretanto, permito-me tecer algumas considerações sobre o material generosamente trazido pelo brilhante escritor gaúcho ao conhecimento do público em geral. Evito, desse modo, ser confundido com os que, olimpicamente, passam ao largo do pensamento alheio, substituindo-o convenientemente por rótulos e etiquetas, calculados para inibir o incauto leitor de travar qualquer tipo de contato substancial com o que querem proibir.

Em sua compilação, Yarochewsky, advogado criminalista e doutor em Ciências Penais, “denuncia” algo que nomeia “criminologia midiática”. Para ele, o “discurso” da impunidade contribui “para o avanço do Estado autoritário e para a cólera do punitivismo”, o que geraria uma “tendência” à proposição de leis “com viés autoritário, conservador e reacionário.” Yarochewski, confiante no impacto a ser causado por conta do costume arraigado no nosso mainstream de torcer o nariz para o termo “conservador”, coloca o maltratado epíteto convenientemente ao lado de termos aterrorizantes como “reacionário” e “autoritário”.

Na monumental obra “A Corrupção da Inteligência”, Flávio Gordon explica – por meio de uma analogia com o conceito de “marcação” da linguística estrutural – como a classe falante brasileira “normaliza” sua própria visão sobre determinados assuntos, dando ares de logos dogmático a perspectivas francamente minoritárias em comparação com o que pensa o cidadão comum. Este, sem meios de expressar coletivamente seu pensamento, acaba por sentir-se um fragmento “anormal” que boia caoticamente em um oceano de unanimidade. Os pontos de vista “não marcados” são o “padrão”, referenciados de forma neutra, e os pontos de vista “marcados” passam por específicos e parciais. Eis o estratagema utilizado por Yarochewsky: “marcar” quem não comunga de seu ideário como “conservador”, “autoritário”, “reacionário”, “punitivista” e “colérico” para, em seguida, valer-se de um velho e surrado clichê, dado como pressuposto científico indiscutível: a prisão se destina aos “criminalizados” por um “processo de estigmatização, segundo a ideologia e o sistema dominante”. Reverbera o discurso pueril da criminologia crítica marxista – todo ele baseado em inversão de causa e efeito e sua confusão com condições e influências.

Yarochewski cita Ricardo Genelhú, que, brandindo o título de pós-doutor em Criminologia, afirma que “o discurso contra a impunidade tem servido de motivo para uma suposta restauração da ‘segurança social’”, mas não passa de “desculpa para a perseguição ao “outro” (…) com seu ensaio neurótico promovido por pessoas com onipotência de pensamento”, servindo mais “para ‘justificar’, ‘ratificar’ ou ‘manter’ a exclusão dos ‘invisíveis sociais’, tragicamente culpados e, por isso, incluídos por aproximação com os ‘inimigos’ (parecença), do que para demonstrar a falibilidade seletiva e estrutural do sistema penal antes e depois que um ‘crime’ é praticado, ou enquanto se mantiver uma reserva delacional publicizante, seja porque inafetadora do cotidiano privado, seja porque indespertadora da cobiça midiática.” A primeira ideia que me veio à mente ao travar contato com esse estilo intragável, pedante e de pouca inteligibilidade ao vulgo, foi o indefectível diagnóstico de Roger Scruton, para quem “o jargão afetado e sem sentido é muito mais eficaz na propagação das opiniões de esquerda e progressistas do que os argumentos bem fundamentados”, em razão de que “quando afirmadas explicitamente, expõem-se à ameaça de refutação, algo a que elas nem sempre sobrevivem”(3) . Quando ao jargão afetado une-se o manjadíssimo truque “xingue-o do que você é, acuse-o do que você faz”, a coisa assume ares de escandaloso golpe contra o debate racional. É até ofensiva a desfaçatez de alguém que, arrogando-se a condição de dono da verdade e demonstrando verdadeiro horror à divergência, aponte no outro, e não em si, “neurose” e “onipotência de pensamento”. Acresce-se a isso a audácia de falar em “perseguição ao outro”, embutida em um sujeito que demite o delinquente de sua própria condição humana, ao negar-lhe capacidade decisória fundada na autoconsciência e na liberdade individual. Ao mesmo tempo, objetifica a vítima como instrumento de busca de bens materiais pelo “excluído social” que ele mesmo, ao fingir defender, despersonaliza e equipara a um animal que age movido apenas por instintos e reflexos condicionados. Dividir o mundo entre “nós” e “eles”, prática indissociável dos intelectuais marxistas, implica assumir a visão de um mundo de objetos, sem sujeitos, cuja consequência necessária é falta generalizada de empatia com o próximo. Eis o perfil real de certos intelectuais que denunciam atentados à “outridade”, e que, quando convém, utilizam a palavra crime entre aspas.

Yarochewski prossegue invocando Salo de Carvalho, advogado e professor, que diz haver um “sintoma contemporâneo” que denomina “vontade de punir”. Nada pode ser mais projetivo: ao medir o outro com sua própria régua, o citado jurista não faz nada além de criar um espantalho com quem brigar, de pronto decalcando-lhe na testa o oposto de seu ideário laxista (a vontade férrea de não punir bandidos que não respeitam nenhuma “outridade”). Por meio dessa variante da cosmovisão “nós x eles”, retira providencialmente o debate do campo da discussão sobre a necessidade de punição para a seara da voluntariedade. Note-se que é exatamente essa a condição mental na qual surge a decisão de cometer um crime. Carvalho parece identificar-se com esse voluntarismo, para o qual quer atrair, na base de um tu quoque invertido, os que defendem resposta adequada e proporcional à conduta de um malfeitor. Essa postura intelectual abre campo a uma discussão que resultará inexoravelmente na escolha do tipo de arbítrio que deve prevalecer. Daí porque o próprio Salo nos impõe um dilema, sem notá-lo, entre dois tipos de arbítrio: o da “democracia substancial” (marcação “neutra” ou com aparência científica), que blinda a decisão de delinquir sob uma carapaça causal-determinista, ou o “das macropolíticas punitivistas (populismo punitivo), dos movimentos políticos-criminais encarceradores (lei e ordem e tolerância zero) e das teorias criminológicas neoconservadoras”, marcados com rótulos de intenção de significado infamante, que nem de longe refletem o apelo à justa retribuição que embasa o pensamento “analisado”.

Por fim, Marildo Menegat, pós-doutor em Filosofia, sob aplausos efusivos de Gramsci e Alinsky desde algum círculo profundo do inferno, clama pela “politização” do debate, “o único caminho para pôr termo, quem sabe aos martírios e sacrifícios desde sempre praticados” pela “espécie” humana. Não se sabe em que sentido a politização da potência de fazer o mal poderia servir para corrigir essa tara inata dos indivíduos humanos, que se atualiza pari passu com seu tratamento “politizado”. Mas por que não buscar reduzir os “martírios e sacrifícios” provocados por tantos criminosos “empoderados” pelo discurso justificador e pela cultura da bandidolatria, de cuja conduta resulta o sacrifício de 60.000 brasileiros por ano? Pois, alheio a isso, Menegat propõe que “é hora de nos entregarmos à realização da liberdade e, para isso, o fim das prisões torna-se imperativo”, sem esclarecer a liberdade de quem seria “realizada” com o fim das prisões e a consequente libertação de toda sorte de assassinos, assaltantes, traficantes e estupradores. No entanto, há algo a comemorar no discurso, que encerra, com chave de ouro, o trailer do inferno coletado com luvas de laboratorista pelo mestre Puggina: a confissão espontânea, compartilhada pelos desencarceramentistas, da mais descarada apologia do abolicionismo penal. É evidente que convém a esse grupo ideológico travestido de científico, em sua “sanha” laxista e seu abolicionismo “colérico”, que as prisões sejam lugares cada vez mais inabitáveis, para que possam berrar neuroticamente, aos quatro ventos, a “falência” do sistema e exigir de modo autoritário sua extinção. Quando um porta-voz dessa ideologia afirma que o sistema carcerário “faliu”, é algo como Caim avisar candidamente que Abel “morreu”.

Para esses intelectuais orgânicos, apontar racionalmente a necessidade de uma punição adequada aos crimes cometidos voluntariamente por agentes individuais – abordando do ponto de vista empírico a chaga da impunidade – torna-se, num grotesco truque de mágica, “desejo” de punição, “cólera” e “sanha” persecutórias, “neurose” e delírio de onipotência. Exclui-se da esfera do pensamento racional a argumentação do oponente de ideias para jogá-la indevidamente na seara da psicopatologia. Sobre isso, diria Pirandello: ma non è uma cosa seria! Nesse campo, quanto mais a vítima da artimanha maliciosa se defende, mais louca parece aos desavisados. Ante tamanho grau de impostura com verniz de pseudociência, só resta render-me à “metodologia” desses doutos ilusionistas e desmascará-los: “é golpe!”.

Sempre desconfiei que esses senhores julgassem idiotas todos os demais membros da humanidade, à exceção dos iniciados nos ritos de sua igrejinha acadêmica. Mas não imaginava que fizessem tão pouco da inteligência alheia, ignorando ao mesmo tempo a catastrófica situação de sua própria. Esse paradoxo é muito bem observado e descrito por Flávio Gordon, para quem esses intelectuais são as primeiras vítimas do fenômeno que ele denomina, em seu extraordinário livro homônimo, “a corrupção da inteligência”, espécie de corrupção não criminalizável porque não se refere a um fenômeno causal, mas é fruto de uma alteração substancial do ser que afeta de forma trágica o intelecto e a personalidade do agente-vítima. Quem quer que pretenda nunca mais entender coisa alguma, que ingresse resoluto nessa prisão mental e jogue a chave fora, como fazem esses homens. Sendo essa uma decisão livre, de nada adianta buscar culpados que não sejam as próprias vítimas desse longo e doloroso processo de suicídio intelectual.

Essas observações aparentemente irreverentes não constituem de maneira alguma insultos ou adjetivações gratuitas. Busca-se uma descrição que só adquire contornos ácidos justamente por respeitar o objeto, descrevendo-o com fidelidade. Vimos que esses intelectuais ousam sugerir, senão afirmar, que impunidade não existe neste paraíso perdido. Não passaria de um “discurso midiático” forjado para gerar “autoritarismo” e “criminalizar” os “excluídos”. É perceptível que, não dispondo de meios racionais para refutar uma realidade indesmentível e brigar com os fatos (4), somente resta-lhes um apelo emotivo: imputar intenções malignas e soturnas, temperadas de estupidez e ignorância, àqueles que ousam descrever o que qualquer um vê com os olhos da cara. Arrogam-se a condição de defensores de uma humanidade que só amam em abstrato. A impunidade real cuja ostensividade e feiúra estampada em seus frutos cotidianos é insuportável à visão daqueles que se comportam ao modo avestruz, deve ser, juntamente com a humanidade de carne e osso que sofre com a criminalidade, convenientemente posta de lado e excluída do debate. Em seu lugar, entra em cena uma “impunidade” prêt-a-porter, mistificada, retórica e evanescente, moldada como espantalho para uso dos “defensores” de um humanismo sem humanidade, abstrato, insípido, inodoro, incolor e sem sangue. Assim, esperam tornar politicamente incorreto o uso da própria palavra “impunidade” e estigmatizar quem dela se vale como instrumento de descrição dos fatos.

É preciso estar demasiado fora da realidade para crer haver “punitivistas encolerizados” à mancheia, como lobos perseguidores, prontos a devorar pobres cordeirinhos marginalizados (5) pela sociedade e empurrados inexoravelmente para a criminalidade por culpa de entidades etéreas como “capitalismo tardio” e “sistema burguês”. De fato, parafraseando o professor Percival Puggina, a imagem do restante da biblioteca deve ser imprópria para menores, e aqueles que sustentam nossas universidades com o suor do próprio rosto, na vã ilusão de estar investindo em conhecimento e ensino “superior”, devem atentar para esse tipo de conteúdo nefasto e imbecilizante, a ser neutralizado não mediante censura, mas pela persistente exposição dessas ideias, por si aptas a causar repulsa, e pela contínua análise crítica desse pensamento destrutivo. Somente assim serão criados anticorpos intelectuais para defesa de mentes incautas, expostas ao fluxo torrencial desse ideário maligno nas artes, nos meios de comunicação e nos ambientes acadêmicos.

Referências:

(1)  http://www.puggina.org/artigo/puggina/conheca-o-pensamento-dos-defensores-da-impuni/10951

(2)  http://emporiododireito.com.br/backup/a-sanha-punitivista-eou-a-bocalidade-do-discurso-da-impunidade-por-leonardo-isaac-yarochewsky/

(3)  ROGER SCRUTON, “Uma Filosofia Política: Argumentos para o Conservadorismo”. É Realizações, p. 137.

(4) Vivemos em um país cujos níveis de elucidação de homicídios atinge até 8% (ainda assim superior à taxa de esclarecimento dos crimes em geral), que registra mais de 1.700.000 roubos por ano (dos quais um Estado como o Rio de Janeiro consegue apurar menos de dois por cento dos autores), em que há cerca de 700.000 mandados de prisão em aberto (o número de foragidos supera o de encarcerados em nosso país “autoritário”), e onde a punição efetivamente aplicada dilui-se em progressões de regime carcerário cuja velocidade é turbinada com remições, “prisões” domiciliares, monitoramento eletrônico, fugas etc.

(5) Uma dessas “vítimas do sistema” é o hoje “jurista” Marcinho VP, líder da facção criminosa Comando Vermelho. Recentemente, VP anunciou que irá lançar um livro sobre o que entende por “direito penal do inimigo”, que muito bem poderia ser prefaciado por qualquer um dos doutos aqui citados: as ideias defendidas pelo novel “doutrinador”, atualmente hóspede da Penitenciária Federal de Mossoró, RN, muito se assemelham aos excertos analisados no presente texto.

 

Leonardo Giardin de Souza, promotor de justiça, é, juntamente com Diego Pessi, autor do livro ‘Bandidolatria e Democídio‘.

Publicado no site de Percival Puggina, escritor e colunista do Mídia Sem Máscara.

 

  • marcelo almeida

    A “bandidolatria” esquerdalha, em breve, vai santificar o Hitlher…

  • Peri Richard

    Cuidado que tem um mav rondando aqui o msm, e fica tentando responder aos comentaristas, postando comentários, que defendem estes defensores de bandidos, só porque têm doutorados e pós-doutorados.
    Tsk, tsk, tsk, tsk!

    • Rafael

      Claro, ao invés de ouvir quem estuda o tema, o melhor é acompanhar o que pensa um achólogo qualquer,

      tsc, tsc, tsc.

      • Francisco Renato

        Verdade. Especialistas em tudo. Rafael, acho engraçado sua coragem em discutir temas que a turma aqui tá meio fechada por fidelização genérica. Abcs.

        • Peri Richard

          Eita! Outro?
          Pensava que o msm fosse um reduto de reaça, mas, estou vendo que os filhotes de Gramsci gostam daqui também. Que coisa não? Eu hein?! Quem diria que o povo viesse aqui pra tentar subverter os reaças. Bem, ainda que vocês não fiquem sãos, porque não querem se convencer da verdade, pelo menos estão aqui para testemunhá-la, ainda que issi seja ruim pra vocês.

          • Francisco Renato

            Não quero substituir Deus em ” tentar subverter os reaças”. Os reaças como vc se denominou, os radicais, precisam de algo para substituir a falta de chão de descobrir suas ilusões. Caso eu pretendesse retirar seu chão estaria fazendo algo errado que pode levar a depressão ou coisas piores, caso não tivesse algo pra colocar no lugar. Não tenho preocupações com os radicais em “conversão”, apenas, com os indecisos, pois, podem vir para a luz e evitar ser capturado pela ignorância. Não quero ofender você ou qualquer outro. Gosto do debate e de ajudar as pessoas, possivelmente como você também goste, acho que pode haver ponderações que nos façam pensar melhor nossos radicalismos.Quanto a Gramsci já foi superado há décadas.Mas, pouca gente sabe disto, e por tal razão, muitos tem medo do fantasma dele e se distraem do verdadeiro pensamento progressista atualmente.

          • Newton (ArkAngel)

            Gramsci já foi superado há décadas? O comunismo acabou?

            Acho que já ouvi isso antes…

          • Francisco Renato

            É igual ao tio Olavo ultrapassado.

          • Newton (ArkAngel)

            Essa esquerdalhada se finge de morta pra comer o cu do coveiro…esse papo de comunismo ter morrido é enrolação pra tirar o foco.

        • Rafael

          Meio chato pregar para convertidos, por isso comento menos nos sites de esquerda.Mas há pessoas inteligentes por aqui, vale o debate as vezes.

          • Hattori Hanzo

            Tu é chato pra caralho.

          • Newton (ArkAngel)

            Você não debate, você apenas repete quando soa o apito.

        • Gustavo Costa de Oliveira

          o Rafael não é um cara do logos, mas sim do patos

      • Peri Richard

        Ora, ora, quem vem aqui querer rotular pessoas.
        Então fulano, deve ganhar bem ficar vindo ao msm tentar desconstruir as verdades inatingíveis à sua mentalidade? Ou faz isso por esporte? Lazer? Quer ter um sentido na vida, e acha que tentando conduzir as pessoas ao erro, isso o fará um cara engajado, e que pode testemunhar da sua tentativa (ainda que frustada) de ludibriar os outros?
        Antes ser considerado um achólogo, por quem se comporta como um esquerdopata, a ter a aprovação do clero esquerdopata, como discípulo fiel, e servo duma mentalidade incapacitante, limitadora, que só consegue enxergar atráves da lente estereotipadora, cheio de ideia mirabolantes, que só dão certo nas cabeças de pessoas que, sofreram traumas intelectuais graves ou gravíssimos.
        Ainda bem que isso tem cura.
        Você até está num lugar bom pra se curar, pena que você adora a doença de que é acometido. E por isso mesmo, nem posso te desejar: “passar bem!”

        • Rafael

          Narciso acha feio tudo que não é espelho.

      • Gustavo Costa de Oliveira

        vc é um idiota completo, Rafael.. por isso tuas referencias morais são todas feitas à uma autoridade externa, como se ainda fosse criança.. certo é o que mandam, tu é incapaz de descobrir..

        certamente acreditas não possuir uma alma, estou certo?

      • Gustavo Costa de Oliveira

        tudo o que tu queres saber sobre esse assunto está aí na tua alma, embaixo de todo esse verdadeiro aterro sanitário que tu depositou.. é só confessar pra ti mesmo o que sabe e o que não sabe, jogando fora o que tu mesmo colocou, o que sobrar é a tua alma

      • Gustavo Costa de Oliveira

        como se mostra empiricamente que o clamor por segurança é uma desculpa para perseguir o “outro” ?

        vc não percebe que isso é pura retórica?

        • Rafael

          Quando temos estatiscas do sistema prisional indicando bem o tipo de preso, de onde vem e porque estão lá, mostra um panorama claro que o sistema está montado para deixar um determinado tipo de cidadão à margem.

      • Newton (ArkAngel)

        Até parece que estudo significa bom senso. Mais importante do que estudar, é o uso que se faz do conhecimento adquirido.

  • Nihil SubZero Nemo

    Bandido preso ganha comida, teto, roupa, vida social e sexual, férias (indultos), etc sem precisar mover uma palha para isso – não é uma ótima “bolsa família”? Por que são contra o encarceramento?

    Acho isso uma excelente política social – tira um monte de gente da miséria sócio-econômica e da insegurança pública nas ruas ao mesmo tempo em que restaura, ao cidadão de bem, a sua liberdade e sua segurança perdidas (estas, nunca defendidas por comunistas da OAB ou do Ministério Público).

    • Rafael

      Não existe país civilizado que trate mal quem está preso. Isso é regra de civilização.

      • Newton (ArkAngel)

        Sim, concordo, não acho necessário maltratar os presos. Mas também não acho necessário a “saidinha do dia das mães”, o bolsa-presidiário e a redução da pena por bom comportamento.
        A principal regra da civilização é proteger os inocentes. E para isso, os presos devem permanecer presos.

        • Rafael

          Também acho que o preso deveria cumprir a pena na totalidade, mas antes o sistema carcerário tem de passar por uma profunda reforma, e deixar de ser uma forma de controle social dos mais pobres.

          • Renato

            Que tipo de reforma seria esse? Como se dá esse controle social dos mais pobres? Disserte sobre. No aguardo.

          • Rafael

            Sinceramente, uma reforma estrutural nas prisões, e depois uma legal. Esse controle ocorre na media em que o sistema funciona quase que exclusivamente para prender os tres ppps, qualquer plantão de delegacia ou visita em presídio mostra isso.

          • Renato

            Também acho que o sistema funciona para prender mais os pobres, por isso a prisão do Lula é um marco histórico para a mudança desse paradigma. Outra medida crucial para isso é o fim do foro privilegiado, que a meu ver é inconstitucional, considerando inconstitucional o que não está na Constituição, e não o que o STF decide.

      • Gustavo Costa de Oliveira

        bolsa presidiário, que faz a família do bandido ficar tranquila quanto ao futuro no caso de ele ser preso, funcionando como uma previdência ou seguro, diluindo os motivos pra ele abandonar o crime..

        isso é bom pra ele???

        parece que aquilo o Rafael pensa ser bom para o preso decorre apenas de ele ser ignorante, ele mesmo e sua turma são os que mais prejudicam os outros, tanto as vítimas quanto os bandidos que imaginam ajudar

        • Rafael

          Não existe bolsa-presidiário, se esta´se referindo ao auxílio-reclusão, ele só é devido ao preso contribuinte, o que não é a regra entre a bandidagem.

      • Renato

        Pensei que os EUA fosse um país civilizado, lá tem pena de morte.

        • Rafael

          Mas não tem tortura, as instalações são limpas…

          • Renato

            Que bom, talvez devêssemos copiar o sistema deles.

  • Rafael

    Claro, os dados coletados em pesquisas, as análises empíricas nada servem, afinal são todos de inteligência corrompida, uma simples visita a qualquer prisão confirma as palavras dos doutores, mas claro, que para o teórico da conspiração é tudo corrompido.

    Afinal, a universidade brasileira só produz bobagens como se os estudos sobre cirminologia nas outras partes do planeta não indicassem o mesmo caminho.

    Então, vamos parar de ouvir quem estudo o assunto, pra que né?

    • Peri Richard

      “Claro, os dados coletados em pesquisas, as análises empíricas nada servem, afinal são todos de inteligência corrompida, *uma simples visita a qualquer prisão confirma as palavras dos doutores*, mas claro, que para o teórico da conspiração é tudo corrompido”.
      Se você conhece prisão, seja ela qual for, você nunca que poderia ter asseverado isso, como não tem que provar o que afirmou, e mesmo que confirme, não tem como comprovar a veracidade da sua interpretação, você fica ileso.
      Depois vem querer defender bandido! Trabalhe numa prisão, como agente, e depois nós conversamos.

      • Rafael

        Pesquisas nada servem? Sei.

        Rapaz, conheço prisões, presos, agentes, delegados, policiais, e tudo converge para o que os citados no artigo dizem. Não é ideologia, é a realidade.

    • Tulio Stephanini

      É vamos ver o que os especialistas tem a dizer, no entanto, que tal dados do infopen primeiro (matéria de 2015, atualmente o Brasil está em 26°)
      https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/brasil-e-no-minimo-o-34-em-numero-de-presos-por-100-mil-mas-jornais-caem-na-maquiagem-do-relatorio-do-infopen/
      E que tal o de um instituto internacional também, o Centro Internacional de Estudos Prisionais (consultado hoje).
      http://www.prisonstudies.org/highest-to-lowest/prison_population_rate?field_region_taxonomy_tid=All
      Aí os admiráveis especialistas no assunto dizem que há no Brasil uma tara da direita “delirante” e “reacionária” em punir, porém como pode haver uma tara tão louca se somos o líder mundial em número absoluto de homicídios, mas apenas 8% desses casos chegam a ser solucionados? Isso indica que a polícia prende muito menos do que deveria. Ninguém compara o número de homicídios ocorridos com o número de prisões efetuadas, só um exemplo, você pode ir lá e ler as pesquisas dos doutores mas tudo não passa de conversa fiada mesmo pra defender uma ideologia e só isso.
      Mas uma coisinha pra ler rapidinho.
      https://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/mitos-e-verdades-sobre-populacao-prisional-e-jornalismo-no-brasil/

      • Francisco Renato

        Não confunda incompetência para investigar crimes com prevenção e política de encarceramento. Aliás, o problema das poucas prisões e descoberta dos crimes é do mesmo naipe do punitivismo exagerado. Não se defende bandido, apenas, devemos tentar ser racionais (mesmo se não formos utilitaristas). As diversas teorias criminológicas abordam temas variados. A chamada cifra amarela, também aumenta os casos de não investigação entende?

        • Tulio Stephanini

          Pautas desconexas que aparentemente não tem nada a ver mas indiretamente concorrem pra o mesmo objetivo, a velha estratégia das tesouras, incompetência e a suposta tara de prender que não existe na realidade.

    • Newton (ArkAngel)

      Melhor parar mesmo. Do jeito que a coisa está, o resultado não parece ter sido muito bom…

  • tabajara_music

    Ah, esses doutores, que nunca tiveram uma 9mm apontada para a própria cabeça, com o dedo no gatilho não sendo o seu próprio…

  • Francisco Renato

    Impressionante. Parece que os estudos acadêmicos e pesquisas nada valem, mas, analisando os referidos estudos se sabe que a intenção é buscar diminuir a criminalidade racionalmente, não meramente com bravatas “bandido bom é bandido morto”aliás a política proposta pelo autor do texto é a utilizada até o momento sem sucesso no Brasil, já foi sacudida e testada, apenas aumentando o caos e a corrupção policial e estatal. Realmente, ninguém está defendendo bandido, há um erro deste discurso de “nós” conservadores contra “eles” progressistas. Se por um lado, o discurso é parecido,esquerda e direita dizem a mesma coisa (nós contra eles), por outro lado, há pontos em comum mais positivos. Devemos respeitar as leis, assim, tratar como diz a Constituição, o Código penal e os tratados internacionais que o Brasil é signatário os encarcerados. A visão dos neoconservadores ou dos conservadores no estilo brasileiro (não são conservadores no estilo inglês ou americano) é contrária, muitas vezes, a atos civilizatórios e até mesmo contra o legado cristão (Jacques Maritain). Sabe-se que temos que cumprir os contratos, inclusive, ouvimos muito esta expressão por pessoas da direita, mas, o discurso anticientífico tem sua a tônica fortalecida num claro gesto de falta de sensibilidade em relação ao ser humano, como disse Jesus em Mateus 25 verso 31 em diante. Muitas vezes discursos atacando autores, pensadores e figuras que estão produzindo e atuando na linha de frente por pessoas que “escrevem” sobre tudo é mera forma de aprisionar pessoas na sua ignorância fidelizando neófitos.

    • Peri Richard

      Tsk, tsk, tsk, tsk!
      Sempre a mesma cantilena. Impressionante!
      Estudos, estudos, estudos! Sim, sempre os estudos, e que se dane o Bom Senso, o Limite, a Ordem [Social], o Respeito, enfim, todas essas coisas que se diz buscar pelos estudos dos fenômenos sociais, e, não os encontrando, fique com os tais estudos, juntamente com suas conclusões enviesadas, claro! Até porque, estudo/pesquisa é tudo hoje em dia, ainda que eles solapem todas as boas ideias e virtudes, e contrariem tudo o que há bom e de justo nesse mundo, afinal, se estudos apontam que, precisamos reduzir a população mundial, promovendo o aborto, a eutanásia, e tudo o mais, o que são vidas humanas, se os estudos assim o dizem. Só não querem que eles [os estudiosos] sejam as bolas das vezes, pois os estudos dizem que temos que reduzir a população no planeta, mas, não dizem quem, o fato é que, não sendo eles, tá tudo certo!
      Oras, se eu produzir estudos, que sugerem que a maioria dos esquerdopatas têm de absterem de opinar por tempo indeterminado, será que eles não acharão que faltou Bom Senso nesta pesquisa, e portanto, não se submeterão à recomendação empírica?
      Essa falácia de que estudos humanos sugerem pela política de desencarceramento é um dos maiores sofismas da contemporaneidade, e que tá mais pro famoso “se colar, colou”, do que respaldado em Bom Senso, Verdade, Realidade, e tutti quanti.
      Outra falácia muito utilizada é a tal de que a política de punitivismo é utilizada aqui no Brasil! “Cê tá loko Cachoeira!” Num país com mais seis dezenas de milhares de assassinatos por ano, onde temos o tal do Estatuto do Desarmamento em vigor, que prometeu justamente o contrário; Índices de crimes cada vez mais violentos e banalizados, e apenas por volta de 08% (oito porcento) dos crimes têm investigações que são conclusivas, ou seja, aproximadamente 92% (noventa e dois porcento) dos crimes não tem investigação concluída, e sequer podem, em determinados casos, prosseguirem, pois não há efetivo, nem material, nem nada que vença a violência criminal; Num país onde policiais enxugam gelo, pois prendem os meliantes, e depois, no dia seguinte mais precisamente, muitos são liberados em audiências de custódias, quando não, logo recebem alvará de soltura após pouco período, pois pelas inumeras brechas legais, até advogado de porta de cadeia, hoje em dia, consegue solta pé-rapado, com muitas passagens e comprovação ilícitos. Onde é que, um país, com um cenário desse descrito, tem uma política de punitivismo que não está sendo perceptível?! Justamente porque os tais operadores do direito (desembargadores, juízes, promotores, e sem falar nos tais defensores, todos públicos), estão aos montes, comprometidos em solapar essa tal política de punitivismo, e ainda tem gente que, insiste na cantilena de que há o tal punitivismo! Legisladores fazem leis, não as cumprem! Os tais operadores do direito fazem as leis serem cumpridas, e não as elaboram, porém, com a tal doutrina espúria do NeoConstitucionalismo – Ativismo Judicial, os tais operadores, entenderam que, inconstitucionalmente, vão tomar as rédeas, e acatar apenas o que a coletividade entender como “certo”/”correto”, e que se dane o direito escrito, se este não convergir com os ideais estabelecidos na mentalidade desse povo, eles não estão nem ai! Soltam criminosos mesmo, ainda que haja apenas uma resolução do tal famigerado e nefasto cnj, e a Sociedade que se vire com seus marginalizados.
      Jacques Maritain é piada! Esquerdopata que só, e vem usá-lo como bucha de canhão intelectual, para referendar essa papagaiada toda. Próxima!
      Agora, utilizar dum discurso proferido por Cristo JESUS, para tentar referendar a sanha esquerdopata, no capítulo 25 (vinte e cinco), a partir do verso 31 (trinta e um), sem contextualizar corretamente, quando o mais correto seria utilizar à essa discussão sim, o mesmo livro, porém, no capítulo de número 05 (cinco), dos versículos 17 (dezessete) ao 26 (vinte e seis), sobretudo os versículos 25 (vinte e cinco) e 26 (vinte e seis).
      Mas, vindo de quem vem, até que é de se esperar, estas manifestações contrária ao bem, até porque, na cabeça de pessoas que defendem ideias como as de que há toda uma política, e um sistema punitivo, para resolver o mal, basta ser conivente com ele.

    • Rafael

      Exatamente, assino embaixo. O povo aqui é meio passional quando contrariado em suas verdade.

      • Gustavo Costa de Oliveira

        tu é o mais passional de todos, não argumenta nada, só faz apelo para a fé que tem na autoridade e em diplomas, em doutorados, mestrados, etc.. NUNCA vi tu contra argumentar algo..

        como disse em outro comentário, tu é do patos, não do logos

      • Gustavo Costa de Oliveira

        alias, parece que tu nem sabe diferenciar uma argumentação objetiva da expressão de impressões subjetivas..

        o autor fala sobre um monte de asneiras emocionais, usando as emoções imantadas nas palavras pra fazer siricutico retórico, como por exemplo esse papo de “clamor por segurança social é desculpa pra perseguir o outro”, e só porque tu já concorda de antemão com o que ele diz e porque ele recebeu o carimbo de doutor de outro igual a ele, tu vai e aceita

        e quanto alguém te contraria, tudo o que tu consegue fazer é se referir aos títulos do autor e dizer que provavelmente ele sabe mais que quem não tem títulos..

        ou seja, tu coloca tudo na contada fé que deposita nos autores da ciência administrada, és um fanático, um fundamentalista no sentido mais eminente do termo

      • Gustavo Costa de Oliveira

        só o fato de no Brasil ser normal terminar a faculdade, já emendar um doutorado e um mestrado, mostra bem qual o nível do pessoal que sai de lá: só servem pra cumprir exigência burocrática da própria universidade, pra ter um empreguinho, segurança, aquilo que só os medíocres procuram

        • Rafael

          Eu aaté concordo, mas na seita nos tual a ciência de qualidade ainda é feita na universsidade, pelo quê ganham meu voto de confiança.

    • Newton (ArkAngel)

      Bandido também tem cu. E quem tem cu tem medo.
      Law enforcement é um conceito interessante. E é justamente o que falta aqui.

  • Mauricinho

    A raça humana, em sua grande maioria, foi convencida pelos lobos que usar de violência contra eles é uma desumanidade.
    Os mesmos lobos que tem como modus operandi a ilimitada violência.
    A mentalidade geral está dominada pela covardia das ovelhas que apenas discursam e gritam enquanto os lobos promovem a carnificina.

  • Tulio Stephanini

    Por mim criminoso tem que trabalhar jogando world of warcraft igual na “amada” China comunista.
    https://www.youtube.com/watch?v=yi46itQrfj8

  • Newton (ArkAngel)

    No fundo a coisa é bem simples: nada mais do que a velha e manjada sem-vergonhice e canalhice.
    Bandidos e criminosos são pessoas nocivas à sociedade, e cada vez que um desses é eliminado, o planeta se torna um pouco melhor. Qualquer um com um mínimo de bom senso percebe isto, nem é preciso um artigo extenso para tal. Bandido é gente que não presta, que promove benefícios para si mesmo à custa do prejuízo alheio. Mais vale a nomenclatura dada a tais pessoas pelos policiais: são simplesmente vagabundos, pois não gostam de trabalhar, é mais fácil ganharem a vida em cima do trabalho alheio.

  • Newton (ArkAngel)

    “A propaganda encaminhada a favor da ação que concorda com o interesse bem compreendido apela para a razão por meio de indícios lógicos baseados sobre as provas livres mais sólidas expostas honesta e totalmente. A propaganda a favor da ação inspirada por impulsos que estão abaixo do verdadeiro interesse, apresenta provas falsas, falsificadas ou incompletas, evita os argumentos lógicos e procura influenciar as suas vítimas pela simples repetição de frases feitas, pela denúncia louca de bodes expiatórios, estrangeiros ou domésticos, e pela associação hábil das paixões mais vis com os mais elevados ideais, de modo tal que são perpetradas atrocidades em nome de Deus e a mais cínica espécie de realpolitik chega a converter em algo como um princípio religioso ou um dever patriótico.”

    E pensar que isso foi escrito há 60 anos atrás…

  • Newton (ArkAngel)

    Recebi um conselho útil do @ilbirs; reproduzo aqui sua postagem no site sensoincomum.org.

    “Quando vocês respondem ao comentário do cara, na prática estão ajudando a dar repercussão a ele e seguindo a mecânica análoga a subir hashtag de esquerda mesmo que estejam criticando a dita cuja. O cara pode estar aqui sendo batido por todos, mas na prática está servindo de batedor para que outros esquerdistas vejam como está o terreno para que entrem aqui. Observe que só para o número de pessoas a quem esta mensagem se dirige já teríamos potencialmente oito votos negativos para o comentário, o que faria muito mais efeito do que ir lá bufalescamente responder de maneira furibunda, pois jogaria o comentário do cara cada vez mais para baixo na barra do Disqus, de modo que em um determinado momento iria soar o alarme para a moderação fazer alguma coisa de tanto voto negativo que iria tomar. Tratem o cara como tratariam uma criancinha birrenta que fica provocando: se você cai na pilha dele, perdeu o jogo. Observem aqui que na prática o Flavio Morgenstern estava antevendo que viriam esquerdistas aqui falarem furiosos a respeito da coisa, o que significa que na prática ele jogou a isca para que algum mundo-melhorista qualquer mordesse tal qual um tucunaré, peixe agressivo mas bobo, morde uma isca artificial. Quando vocês respondem ao esquerdista que foi fisgado, na prática estão dando margem para dizer que ele está “forçando os malvados fascistas-taxistas-eletricistas a se revelarem”. Imagino que tenham entendido o jogo que involuntariamente ajudaram a criar para o esquerdista em questão e do qual estão sendo os peões do tabuleiro.”

    • Francisco Renato

      Quanto tu ganhas por estes comentários? De graça? Sério que tu pensas assim? Entendi, o negócio é não contrariar. Beleza, Maduro te inveja. Mas, falando sério, com todo respeito amigo, espero que possamos caminhar para um mundo mais justo. Apenas, reforço que uma boa leitura “conservadora” dos tratados que o Brasil é signatário já afasta qualquer um da sandice dos argumentos acima expostos no tenebroso artigo, bem como estudos acerca do Estado e do direito penal (pensamento jurídico na história). As vezes acho que os conservadores são mais comunistas leninistas que muito psolista. Não acredite em mim, apenas leiamos os tratados e documentos do tema. Abcs.