Editoria MSM


O Jardim das Aflições: o filme, as respostas e o foca da Folha

Comentário de Olavo de Carvalho:
Josias Teófilo e Matheus Bazzo tiveram a prudência — que todo brasileiro deveria ter — de gravar as declarações que deram ao repórter da Folha, Tiago Dias, podendo assim PROVAR o quanto este foi preconceituoso e safado na redação final que deu à sua entrevista.

Não que a desonestidade da classe jornalística brasileira seja alguma novidade, mas, no mínimo, a entrevista verdadeira, reproduzida aqui, terá mais leitores do que naquele jornalzinho tão pretensioso quanto porco, decadente e inútil, o qual hoje mal concorre, em número de exemplares, com os jornais menores que a empresa do sr. Frias publicava nos anos 60 do século passado.

Também é fato que o repórter Tiagódias, ao insinuar que “O Jardim das Aflições” não passa de um equivalente direitista do “Aquarius”, acrescentou, ao preconceito esquerdista de praxe, a sua própria inépcia de foquinha. O enredo do “Aquarius” — o pequeno proprietário ameaçado pelo capitalista ambicioso — é cópia local de um enredo que já foi filmado uns bilhões de vezes nos EUA, até em seriados de TV, ao passo que “O Jardim” é o documentário MAIS ORIGINAL e sem precedentes já produzido no Brasil.

Aí vai o texto da entrevista. Nunca leiam a Folha de São Paulo.


Tiago Dias:
Você se graduou em Jornalismo, fez mestrado em filosofia, focado na obra de Andrei Tarkóvski. Quando foi que você conheceu Olavo e sua obra? Como surgiu a ideia de acompanhar a vida do filósofo em um documentário?

Hilda Hilst e o feminismo

Em 1999, eu morava na Casa do Sol quando a jornalista Marilene Felinto foi entrevistar Hilda Hilst para a Folha de São Paulo. Ao telefone, ela disse que seria “a entrevista do século”. Feminista convicta, Felinto esperava encontrar uma escritora que professasse ideologia semelhante à sua, cheia de discursos anti-masculinos — mas quebrou a cara. Nunca me esquecerei da sua expressão desapontada quando partiu.

Putin confessa: “sou comunista”

pc
Eu gostava muito e continuo gostando das ideias socialistas e comunistas, reafirmou no dia 25 de janeiro o presidente Vladimir Putin durante o 1º Foro inter-regional da Frente do Povo de Todas as Rússias, em Stavropol, no sudoeste da Federação Russa, segundo a agência de Moscou Interfax.

E para afastar qualquer dúvida, acrescentou:

“Vocês sabem que, como mais de 20 milhões de cidadãos soviéticos, eu fui membro do Partido Comunista da URSS. E não somente fui um membro do partido, mas trabalhei por quase 20 anos para uma organização conhecida como Comitê para a Segurança do Estado”, o nome por extenso da KGB.

Como vocês sabem, não fui um membro por necessidade, acrescentou. Eu gostava muito das ideias comunistas e socialistas como ainda continuo gostando, sublinhou.

Venezuela: Acordo para o resgate da democracia

CONSIDERANDO

Que não há democracia sem a vigência efetiva de um texto constitucional que ordene de acordo com a justiça, o exercício dos poderes públicos, assim como as relações do poder público com os cidadãos,

CONSIDERANDO

Que não há democracia sem respeito dos direitos humanos, que o exercício dos direitos humanos é irrenunciável e que os órgãos do Poder Público estão obrigados a velar por sua efetiva vigência,

Notas de leitura: O Jardim das Aflições, de Olavo de Carvalho

Comentário de Olavo de Carvalho:
É para pessoas como o Dante Mantovani que gosto de escrever.

1- A linguagem empregada no livro é direta e sinuosa ao mesmo tempo, o que demonstra a junção dos planos da inventio, e da elocutio da retórica clássica , além de demonstrar o domínio absoluto da linguagem literária rigorosamente filiada à tradição das línguas latinas. O texto é fluido e profundo ao mesmo tempo, palatável à leitura, mas densamente povoado de informações altamente relevantes. É importante fazer essa ressalva, porque livros extremamente densos do ponto de vista filosófico costumam ser escritos em linguagem igualmente densa e impenetrável, como não nos deixa mentir a Crítica à Razão Pura, de Immanuel Kant, ou o Ser e Tempo, de Martin Heidegger. Este não é o caso de ‘O Jardim das Aflições’, que pode ser lido por pessoas com básica formação intelectual, o que, admito, é algo raro no Brasil de hoje. Porém, o mais importante é não deixar de assinalar a homologia entre os planos da forma e do conteúdo, pois o livro não chama atenção apenas por sua originalidade, mas também por sua forma “musical”, o que nos leva à minha segunda observação.

China: orações são proibidas em hospitais

Na província oriental de Zhejiang o furor do comunismo contra a fé cristã não cessa. Após iniciar a ofensiva contra as cruzes no topo dos templos religiosos, as autoridades comunistas dessa província oriental se assanharam contra a consolação religiosa dos doentes, informou o Asia News.

Uma circular persecutória estabeleceu que “fica proibida todo tipo de atividade religiosa” nos hospitais públicos. Na prática, esses constituem a totalidade das instituições de saúde no país onde tudo esta estatizado.

O hospital de Wenzhou – cidade conhecida como a “Jerusalém da China”, pela enorme concentração de cristãos – afixou a circular em seu ingresso.

O crime no comando do poder político: a morte de Plínio Zalewski no RS

Vitor Vieira: O coordenador-geral da campanha do vice-prefeito candidato à prefeitura de Porto Alegre, o comunista Plínio Zalewski, de 53 anos, foi encontrado morto no banheiro da sede municipal do PMDB, na avenida João Pessoa, no bairro Cidade Baixa, na tarde desta segunda-feira (18). Ele era considerado desaparecido desde a noite passada, quando sua esposa registrou boletim de ocorrência. O corpo tinha ferimentos, mas as circunstâncias da morte ainda não se esclareceram. O local foi isolado para realização de perícia.

Só o Cristianismo pode salvar a Europa

A verdade é que a Europa precisa recuperar sua grande narrativa pela qual deva viver, pela qual deva determinar o que é verdadeiro, bom e benéfico para seu povo.

O grande número de pessoas desembarcando no litoral da Europa – sejam refugiados, sejam imigrantes em busca de melhores condições financeiras – assim como o maléfico advento do Estado Islâmico e de outros grupos extremistas muçulmanos, levou o historiador Niall Ferguson a comparar, no jornal britânico The Sunday Times, o estado atual da Europa com o da época da chegada das tribos germânicas e dos hunos da Ásia Central às portas de Roma, no século V.

FARC e ELN: tiroteios e mortes entre esquerdistas

 PCC-FARC e o ELN abriram outra vez seu volumoso livro de carnificinas.

Educação em que a verdade importa


Lembremo-nos dos grandes livros escritos por grandes homens, como Chesterton, Eliot, Lewis e Waugh.