Editoria MSM


O phone-gate de Hillary: uma ameaça real

O maior desertor soviético, general Ion Mihai Pacepa, explica porque Hillary Clinton não pode ser presidente


Nota do editor do WND:
o general Ion Mihai Pacepa é o mais alto oficial de inteligência soviético que desertou para o Ocidente. Ele expôs as mentiras e os crimes em massa e a corrupão do seu ex-chefe, o presidente romeno Nicolae Ceausescu, levando o ditador a um colapso nervoso e o motivando a oferecer recompensas de milhões de dólares pela cabeça de Pacepa e a mandar esquadrões de assassinos para os Estados Unidos para matar o seu ex-chefe de espionagem. Ceausescu não teve sucesso. Pacepa hoje vive sob identidade secreta nos Estados Unidos como um orgulhoso cidadão americano.

Pacepa escreveu com o professor Ron Rychlak o livro Disinformation: Former Spy Chief Reveals Secret Strategies for Undermining Freedom, Attacking Religion, and Promoting Terrorism, publicado pelo WND Books, que também deu origem ao premiado documentário Disinformation: The Secret Strategy do Destroy the West. Atualmente, um filme baseado no livro Disinformation está sendo produzido em Hollywood.

Wikileaks: Hillary confessa a executivos do Banco Itaú seus objetivos globalistas

Segundo um dos últimos vazamentos do site Wikileaks, executivos do Banco Itaú – cujos donos possuem vínculos inegáveis com organizações globalistas como a Comissão Trilateral e o Diálogo Interamericano -, tiveram um encontro com a então secretária de Estado do governo Obama, Hillary Clinton, no qual a atual candidata à Casa Branca expressou seu grande interesse na quebra das soberanias de fronteiras e barreiras comerciais nas Américas.

Trump desmascara Hillary no debate da CNN


O candidato republicano Donald Trump decidiu fazer o certo: desmascarou Hillary Clinton e sua gangue no debate da CNN, realizado neste domingo, 09 de outubro.

A esquerda e seu demônio

Não se engane. A família burguesa que o marxismo se propôs destruir
desde os seus primórdios é, na verdade, a família cristã.

Manipular palavras é parte essencial da guerra cultural esquerdista. Desmascarar essa manipulação é nosso dever, uma árdua tarefa para desintoxicar o pensamento da nação.

Vitória local, derrota global


Lula com o então presidente da Internacional Socialista, Antonio Guterres,em 2003, em São Paulo.

(Foto: Ricardo Stuckert)

Ainda estamos celebrando as pequenas vitórias eleitorais conquistadas no último domingo contra o PT e lamentando a ida do PSOL para o segundo turno do pleito carioca. Mas, longe das prefeituras e das câmaras municipais brasileiras, uma outra disputa eleitoral — infinitamente mais importante — está sendo concluída em Manhattan, onde o Conselho de Segurança das Nações Unidas chegou a um consenso e formalizou a indicação do português Antônio Guterres para o cargo de Secretário Geral da ONU.

União Européia: corrupção para viabilizar o “ecologicamente correto”


Os motores eram “limpos” para obedecer metas inatingíveis.
A Volksvagem não foi a única montadora que fez isso.
E o centro da corrupção estava na sede da União Europeia, que impunha as metas impossíveis.

 
Em diversos artigos que escrevo teço comentários sobre a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

EUA: Chefe do Estado Maior Conjunto rejeita ordem de Obama


O General Joseph Dunford, chefe do Estado Maior Conjunto, rejeitou ordem de Obama para
compartilhamento de inteligência sobre a Síria com a Rússia, o que traria riscos à segurança dos Estados Unidos.

O chefe do Estado Maior Conjunto (JCS, na sigla em inglês) e general dos Fuzileiros (Marines), Joseph Dunford, chegou onde nenhum presidente do JCS jamais foi! Sem surpresa, foi preciso que um general Marine enfrentasse o presidente Barack Obama, na esteira de mais uma de suas duvidosas decisões de segurança nacional.

Colômbia: Santos perdeu, e deve renunciar



O ex-procurador-geral Alejandro Ordóñez, um dos titãs que lutaram contra os acordos que
garantiriam a impunidade ao narcoterror comunista. (Foto: RCN)


O NÃO dos colombianos significa que é necessário acabar o processo com as FARC, pedir a renúncia de Santos e de seu gabinete, e convocar eleições adiantadas.
Não tinham a derrota prevista. Inclusive Raúl Castro, que estava céptico sobre a conveniência de fazer um plebiscito na Colômbia, se deixou convencer por Juan Manuel Santos e os cabeças das FARC, e deu sua aprovação ao que eles pensavam que era um triunfo indubitável graças ao maquinário de fraude que montaram na Colômbia. Estavam seguros de que se repetiria o roubo eleitoral com o qual Santos ganhou a re-eleição [1].

Alemanha: é o começo do fim da Era Merkel?

A chanceler alemã Angela Merkel sofreu um duro golpe em 4 de setembro, quando o partido anti-imigração Alternativa para Alemanha (AfD) ficou à frente da União Democrata Cristã (CDU) nas eleições em seu estado natal Mecklenburg-West Pomerania.

Ostpolitik: o capitulacionismo vaticano ante o comunismo aos olhos de um historiador


Observadores do Patriarcado de Moscou, na verdade agentes da KGB disfarçados, chegam para vigiar
que o Vaticano II cumpra a promessa de não condenar o comunismo.


A política de aproximação do Vaticano com o comunismo, ou Ostpolitik, iniciada na década de 1960 sob o bafejo de João XXIII e Paulo VI, não só não deu os resultados esperados, mas se revelou desastrosa para os católicos sob a tirania marxista, escreveu George Weigel, pesquisador do Centro de Ética e Política Pública, de Washington. Seu artigo foi reproduzido no site da insuspeita Unisinos.