Heitor De Paola


O Outro Lado da Notícia: história da aviação brasileira, drogas, comunistas e globalistas

Heitor De Paola, em seu programa, O Outro Lado da Notícia, fala das ações do movimento comunista, aliançado com globalistas, na propagação e liberação das drogas, destacando o forte apoio do lobby do Partido Democrata dos EUA e seu parceiro fiel, o mega-investidor George Soros. Também comenta o perigoso jogo geopolítico entre Rússia, China e seus aliados contra o Ocidente.

E ainda traz fatos interessantes da história da aviação comercial brasileira.

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O Outro Lado da Notícia: Drogas e Terceira Guerra Mundial

Heitor De Paola, em seu programa de rádio, O Outro Lado da Notícia, fala sobre a devastação provocada pelas das drogas na sociedade contemporânea. As drogas como meio de corrosão social e suicídio coletivo, a invasão do narcoterror nas cidades brasileiras, e a disseminação do consumo de drogas como um dispositivo para controle social da parte de organizações globalistas ocidentais.

O Outro Lado da Notícia: Bob Dylan, invasão da Europa, males da maconha, FHC, etc.

Heitor De Paola, em seu programa de rádio, O Outro Lado da Notícia, comenta o Prêmio Nobel dado a Bob Dylan, a invasão armada da Europa, e os males reais da maconha e as consequências da legalização do entorpecente, proposta defendida por figuras como Fernando Henrique Cardoso.

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Imagens:
A invasão armada da Europa

Guardas de fronteira gregos encontram 52 toneladas de armas e munições em 14 contêineres CONEX disfarçadas de móveis para imigrantes.

Prefácio de “A Transformação Social – Como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda”

Prefácio de Heitor De Paola para o livro de Cristian Derosa.


“Os fatos não são adequados para os leitores em sua forma crua, apenas depois de cozidos, mastigados e, então, servidos com a saliva do repórter”.

Arthur Koestler 1

“Para alguns observadores, a imprensa tinha um significado maior dos que os próprios partidos políticos (…). Qual efeito pode ter, mesmo o maior comício, quando comparado com a influência permanente que um jornal diário possui sobre centenas de milhares, ou mesmo milhões  (…) (O povo alemão) recebia as ideias expressadas no seus jornais como um evangelho, não apenas uma fonte de informações, mas como um órgão de instrução….acreditam em tudo o que seu jornal preferido lhes diz….e os homens que devotavam sua vida para informar eram, para eles, grandes homens”.
Modris Eksteins 2

O que está em epígrafe pode ser extrapolado para qualquer grupo humano, em todas as épocas, com as devidas adaptações. Eksteins cita observações de Rudolf Kircher, do Frankfurter Zeitung (1928) e Georg Bernhard (1929). O Partido Nazista aprendeu bem a lição para fundar o seu jornal Völkischer Beobachter e depois para estruturar o Ministerium der Propaganda und Volksaufklärung 3. Aufklärung é a palavra alemã para Iluminismo, não tem, portanto, conotação de simples “esclarecimento do povo”, mas pretendia inaugurar uma forma específica de jornalismo como “iluminação” do povo-raça (Volksdeutsch), um novo Iluminismo, um novo Evangelho racial. Goebbels utilizava desta forma todas as mídias que existiam então – imprensa, literatura, rádio e cinema – englobadas no seu ministério.

Reflexões sobre o Islam

(Texto do programa O Outro Lado da Notícia, do dia 22 de julho, transmitido pela Rádio Vox.)

Nos meus tempos de juventude usava-se a expressão idiota “imprensa escrita e falada” (TV não tinha ainda). Pois bem, resolvi fazer jus aos velhos tempos: isto aqui, aviso, é imprensa falada, ou radiofonia impressa, sei lá! A razão para isto é a virose das vias aéreas superiores que devasta o Rio de Janeiro, certamente inoculada pelos lacaios do imperialismo anarco-capitalista internacional para prejudicar o brilhantismo dos Jogos Olímpicos no Rio. Sequestraram nossas vias aéreas superiores e a ANAC nada faz. Espera-se que a FAB consiga reconquistá-las em tempo!

A Hidra Vermelha – Lançamento do livro de Carlos Azambuja

Toda a gama de aspectos referentes ao Movimento Comunista Internacional e suas ramificações ao longo de 53 capítulos. Da história às organizações, da filosofia ao jornalismo – nada ficou de fora e acaba-se a leitura do livro com anseios de mais conhecimento.

Confira no vídeo as datas e locais das palestras de lançamento.

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Prefácio
  Heitor De Paola

The devil can cite scripture for his purpose
An evil soul producing holy witness
Is like a villain with a smiling cheek –
A goodly apple rotten at the heart:
O, what a goodly outside falsehood hath!


William Shakespeare
, em ‘O Mercador de Veneza’.

O aborto, a esquerda e os cães de Pavlov

A maior perda do homo sovieticus é sua separação do coletivo. (…) Sua alma está na sua participação na vida coletiva (…).  Até mesmo a rebelião contra a sociedade soviética ocorre dentro de uma perspectiva coletiva (…). A ideologia unifica a consciência individual e une milhões de pequenos “Eus” num imenso “Nós”.
Alexander Zinoviev, em Homo Sovieticus.

Podemos ver esta característica descrita no romance satírico de Zinoviev em qualquer grupo de esquerdistas na atualidade, como também foi mostrado por Olavo de Carvalho (1), ressaltando, mais recentemente, que ‘(a) característica fundamental das ideologias é o seu caráter normativo, a ênfase no dever ser’”.

Os grupos ideológicos funcionam exatamente como um bando de cães de Pavlov, não por acaso o inventor da reflexologia, base da pseudo-psicologia que formou o Homo Sovieticus e por tabela os grupelhos comunistófilos que abundam (com trocadilho, please!) no Ocidente: basta alguém soar a campainha e todos começam a salivar selvagemente!

Villas Bôas, o general do Foro de São Paulo


“Se há algo que não está funcionando no Brasil hoje, são as ‘instituições’.”
Heitor De Paola comenta as últimas declarações do
comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

E presta sua homenagem ao coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (15).

 

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Fugitivos ou invasores?


“No Ocidente, a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor”
.
(Parafraseando Roberto Campos). 

Muammar Qaddafi há três décadas dizia a um repórter que os muçulmanos iriam dominar a Europa novamente, porém, sem levantar uma arma. O repórter lhe perguntou como isso seria possível, tendo recebido como resposta o seguinte: “enviando muçulmanos para lá e aproveitando-se de suas leis.

E eu complemento: e de suas fraquezas lacrimejantes. Bastou a foto de um menininho morto jogado numa praia turca para desencadear um frêmito de solidariedade num Ocidente que cada dia que passa assassina milhões de crianças nos ventres maternos, ou até quando já estão fora dele. Solidariedade falsa, portanto.

Enfim, a volta do bom jornalismo investigativo

Como Olavo de Carvalho já previra há mais de 20 anos, o jornalismo no Brasil deixou de ser informativo para se tornar desinformador. Totalmente dominado pelo peso das estatais e com jornalistas formados para moldar a mente dos brasileiros pelas ideologias esquerdistas, tornou-se uma imprensa amorfa e repetitiva: ler um ou outro jornal, assistir qualquer televisão dava no mesmo, pois todas repetiam, com pequenas variações de estilo, a mesma mensagem burrificante baseada nos ensinamentos de Antonio Gramsci.

Há anos os brasileiros se desinformam através de pravdas ou granmas disfarçados de propriedades privadas, por isto muito mais hipócritas do que seus modelos originais, francamente partidários e ideológicos. Aqui, acessar o verdadeiro sentido oculto, “O Outro Lado da Notícia”, é  tarefa para quem entende – não de imprensa, mas de Gramsci!