Heitor De Paola


Reflexões sobre o Islam

(Texto do programa O Outro Lado da Notícia, do dia 22 de julho, transmitido pela Rádio Vox.)

Nos meus tempos de juventude usava-se a expressão idiota “imprensa escrita e falada” (TV não tinha ainda). Pois bem, resolvi fazer jus aos velhos tempos: isto aqui, aviso, é imprensa falada, ou radiofonia impressa, sei lá! A razão para isto é a virose das vias aéreas superiores que devasta o Rio de Janeiro, certamente inoculada pelos lacaios do imperialismo anarco-capitalista internacional para prejudicar o brilhantismo dos Jogos Olímpicos no Rio. Sequestraram nossas vias aéreas superiores e a ANAC nada faz. Espera-se que a FAB consiga reconquistá-las em tempo!

A Hidra Vermelha – Lançamento do livro de Carlos Azambuja

Toda a gama de aspectos referentes ao Movimento Comunista Internacional e suas ramificações ao longo de 53 capítulos. Da história às organizações, da filosofia ao jornalismo – nada ficou de fora e acaba-se a leitura do livro com anseios de mais conhecimento.

Confira no vídeo as datas e locais das palestras de lançamento.

 http://ahidravermelha.com/

Prefácio
  Heitor De Paola

The devil can cite scripture for his purpose
An evil soul producing holy witness
Is like a villain with a smiling cheek –
A goodly apple rotten at the heart:
O, what a goodly outside falsehood hath!


William Shakespeare
, em ‘O Mercador de Veneza’.

O aborto, a esquerda e os cães de Pavlov

A maior perda do homo sovieticus é sua separação do coletivo. (…) Sua alma está na sua participação na vida coletiva (…).  Até mesmo a rebelião contra a sociedade soviética ocorre dentro de uma perspectiva coletiva (…). A ideologia unifica a consciência individual e une milhões de pequenos “Eus” num imenso “Nós”.
Alexander Zinoviev, em Homo Sovieticus.

Podemos ver esta característica descrita no romance satírico de Zinoviev em qualquer grupo de esquerdistas na atualidade, como também foi mostrado por Olavo de Carvalho (1), ressaltando, mais recentemente, que ‘(a) característica fundamental das ideologias é o seu caráter normativo, a ênfase no dever ser’”.

Os grupos ideológicos funcionam exatamente como um bando de cães de Pavlov, não por acaso o inventor da reflexologia, base da pseudo-psicologia que formou o Homo Sovieticus e por tabela os grupelhos comunistófilos que abundam (com trocadilho, please!) no Ocidente: basta alguém soar a campainha e todos começam a salivar selvagemente!

Villas Bôas, o general do Foro de São Paulo


“Se há algo que não está funcionando no Brasil hoje, são as ‘instituições’.”
Heitor De Paola comenta as últimas declarações do
comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

E presta sua homenagem ao coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (15).

 

http://radiovox.org/o-outro-lado-da-noticia-com-heitor-de-paola/

Fugitivos ou invasores?


“No Ocidente, a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor”
.
(Parafraseando Roberto Campos). 

Muammar Qaddafi há três décadas dizia a um repórter que os muçulmanos iriam dominar a Europa novamente, porém, sem levantar uma arma. O repórter lhe perguntou como isso seria possível, tendo recebido como resposta o seguinte: “enviando muçulmanos para lá e aproveitando-se de suas leis.

E eu complemento: e de suas fraquezas lacrimejantes. Bastou a foto de um menininho morto jogado numa praia turca para desencadear um frêmito de solidariedade num Ocidente que cada dia que passa assassina milhões de crianças nos ventres maternos, ou até quando já estão fora dele. Solidariedade falsa, portanto.

Enfim, a volta do bom jornalismo investigativo

Como Olavo de Carvalho já previra há mais de 20 anos, o jornalismo no Brasil deixou de ser informativo para se tornar desinformador. Totalmente dominado pelo peso das estatais e com jornalistas formados para moldar a mente dos brasileiros pelas ideologias esquerdistas, tornou-se uma imprensa amorfa e repetitiva: ler um ou outro jornal, assistir qualquer televisão dava no mesmo, pois todas repetiam, com pequenas variações de estilo, a mesma mensagem burrificante baseada nos ensinamentos de Antonio Gramsci.

Há anos os brasileiros se desinformam através de pravdas ou granmas disfarçados de propriedades privadas, por isto muito mais hipócritas do que seus modelos originais, francamente partidários e ideológicos. Aqui, acessar o verdadeiro sentido oculto, “O Outro Lado da Notícia”, é  tarefa para quem entende – não de imprensa, mas de Gramsci!

Conluio espúrio e pizza assando! (A vigência do Pacto de Princeton)

 
Alguém ainda duvida do Pacto de Princeton ocorrido em 1993 entre os
dois maiores pulhas do Brasil – FHC e Lula?

Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, diz que Dilma Rousseff, encorajada por setores empresariais e financeiros, cogita a possibilidade de propor um pacto político ao PSDB, a fim de evitar o agravamento da crise econômica. O assunto foi discutido com dirigentes do PT, e Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso são vistos como interlocutores de um diálogo emergencial. Diz Diogo Mainardi: “A rigor, o PSDB já está no comando da economia, com Joaquim Levy. E, claro, não adianta nada. A única maneira de evitar o agravamento da crise econômica é cassar o mandato de Dilma Rousseff. Espera-se que seus “interlocutores” no PSDB saibam disso”.

A indignação de MAG e Dilma, o Petrolão e o traficante

Dilma ficou indignada pela negativa do presidente indonésio de conceder perdão a um narcotraficante brasileiro. Marco Aurélio Garcia (MAG) ameaçou com retaliações. A farsa foi tão mal montada que a suposta indignação não passou de ridículo e a ameaça de MAG só pode ser a de pedir a seus amigos das FARC que mandem umas dezenas de traficantes desafiarem as leis daquele país levando não somente 13 kg, mas toneladas de cocaína. É claro que o PT, Calheiros et caterva e FHC, parceiro de Soros e Gaviria na legalização das drogas, vão querer parte dos lucros da “exportação”. O Cerveró, o Yousseff e a Graciosa poderão intermediar a operação colaborando com barris de petróleo vazios, mas regiamente pagos, que, por 50 dólares, só servem mesmo para montar uma banda caribenha. Lembram o Harry Belafonte, o Rei do Calypso, acompanhado da drums band de Trinidad cantando a seguinte canção: 

“Matilda, Matilda, Matilda she take me Money and run Venezuela – Five hundred dollars, friends, I lost: Woman even sell me cat and horse! Well, the money was to buy me house an’ lan’ (and land), Then she got a serious plan, A-hey, ah!”

E olha que só foram 500 dólares!!! (ouça aqui: https://www.youtube.com/watch?v=5C-DShN82mc). 

O documento mais vergonhoso da História

Hoje serei profeta mais uma vez: se os financistas judeus, dentro ou fora da Europa, conseguirem submergir mais uma vez as nações noutra guerra mundial, o resultado não será a bolchevização do planeta, portanto a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa.
Adolf Hitler
Discurso no Reichstag em 30 de janeiro de 1939.

Há 73 anos reuniam-se numa vila às margens do Lago Wannsee nos arrabaldes de Berlin, quinze membros civis do regime nazista, oficiais das SS e representantes do partido para elaborar um documento que veio a ser chamado de Protocolo de Wannsee: a Endlösung der Judenfrage – a Solução Final da Questão Judaica na Europa. 20 de janeiro permanecerá para sempre um dos dias mais infames da história da humanidade.

56-58 Am Grossen Wannsee, Berlin

A Reunião
Entre os quinze presentes basta nomear o SS-Obergruppenführer (1), Reinhard Heydrich, chefe da SIPO (2) e do SD, SS-Gruppenführer Heinrich Müller, do RSHA e chefe da Gestapo, e o SS-Obersturmbamführer Adolf Eichmann, chefe da Seção IV B4 do RSHA, responsável pela logística da Solução Final. A reunião ocorria a pedido do Reichsmarshall Hermann Göring e, obviamente, do Führer, para decidir como implementar dois pontos importantes:

Eu não sou Charlie!

“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.
1 Coríntios 6:12

Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Ditado popular

Não, eu não sou Charlie Hebdo, nem lamento tanto a morte dos cartunistas quanto a de milhões de outras vítimas do Islã. Lamento menos, bem menos do que a morte de crianças israelenses pelos mísseis lançados diariamente de Gaza, ou por homens-bomba homicidas, dentro de ônibus escolares, discotecas ou salas de aula. Muito menos do que pelas vítimas sequestradas e degoladas pelo Estado Islâmico (ISIS).

Eu me sentiria honrado em dizer “Sou Uderzo&Goscinny”, os geniais criadores de Asterix, Obelix, Panoramix e sua turma. Ou “Sou Quino” criador de uma das personagens mais simpáticas do cartunismo, Mafalda, comparável a Charlie Brown, Snoopy e seus hilariantes amigos. “Sou os geniais cartunistas da Townhall (http://townhall.com/)”. Para ficarmos por aqui “sou Péricles, sou Millôr, sou Ziraldo”. Saindo da área do humor cartunista, “Sou Chico Anísio, Jô Soares, José Vasconcellos”. Sou provavelmente mais algumas centenas ou milhares de cartunistas sérios pelo mundo, mas definitivamente não sou Charlie.