Heitor De Paola


O documento mais vergonhoso da História

Hoje serei profeta mais uma vez: se os financistas judeus, dentro ou fora da Europa, conseguirem submergir mais uma vez as nações noutra guerra mundial, o resultado não será a bolchevização do planeta, portanto a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa.
Adolf Hitler
Discurso no Reichstag em 30 de janeiro de 1939.

Há 73 anos reuniam-se numa vila às margens do Lago Wannsee nos arrabaldes de Berlin, quinze membros civis do regime nazista, oficiais das SS e representantes do partido para elaborar um documento que veio a ser chamado de Protocolo de Wannsee: a Endlösung der Judenfrage – a Solução Final da Questão Judaica na Europa. 20 de janeiro permanecerá para sempre um dos dias mais infames da história da humanidade.

56-58 Am Grossen Wannsee, Berlin

A Reunião
Entre os quinze presentes basta nomear o SS-Obergruppenführer (1), Reinhard Heydrich, chefe da SIPO (2) e do SD, SS-Gruppenführer Heinrich Müller, do RSHA e chefe da Gestapo, e o SS-Obersturmbamführer Adolf Eichmann, chefe da Seção IV B4 do RSHA, responsável pela logística da Solução Final. A reunião ocorria a pedido do Reichsmarshall Hermann Göring e, obviamente, do Führer, para decidir como implementar dois pontos importantes:

Eu não sou Charlie!

“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.
1 Coríntios 6:12

Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Ditado popular

Não, eu não sou Charlie Hebdo, nem lamento tanto a morte dos cartunistas quanto a de milhões de outras vítimas do Islã. Lamento menos, bem menos do que a morte de crianças israelenses pelos mísseis lançados diariamente de Gaza, ou por homens-bomba homicidas, dentro de ônibus escolares, discotecas ou salas de aula. Muito menos do que pelas vítimas sequestradas e degoladas pelo Estado Islâmico (ISIS).

Eu me sentiria honrado em dizer “Sou Uderzo&Goscinny”, os geniais criadores de Asterix, Obelix, Panoramix e sua turma. Ou “Sou Quino” criador de uma das personagens mais simpáticas do cartunismo, Mafalda, comparável a Charlie Brown, Snoopy e seus hilariantes amigos. “Sou os geniais cartunistas da Townhall (http://townhall.com/)”. Para ficarmos por aqui “sou Péricles, sou Millôr, sou Ziraldo”. Saindo da área do humor cartunista, “Sou Chico Anísio, Jô Soares, José Vasconcellos”. Sou provavelmente mais algumas centenas ou milhares de cartunistas sérios pelo mundo, mas definitivamente não sou Charlie.

Papéis avulsos – Eurasianismo, revisionismo e outras aberrações revolucionárias

Encontro eurasiano e antissemita em São Paulo
Leiam o que vai acontecer em SP entre os dias 10 e 12 deste mês, no ofício de Marcelo Itagiba:


Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2014

Exmo. Diretor Geral do Departamento de Policia Federal

Este mês, nos dias 10, 11 e 12, na cidade de São Paulo/SP, acontecerá um chamado Encontro Nacional Evoliano. Tal encontro pretende discutir assuntos contrários aos princípios da nossa Constituição Federal e das leis brasileiras., com a difusão de idéias de cunho racista.

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 6

Teosofia, ariosofia e racismo.


Antissemitismo e anticristianismo são essenciais para permitir o retorno ao “imperialismo pagão”

Julius Evola (1), em ‘Imperialismo Pagano’.

A Doutrina Secreta de Blavatsky (2) servia como uma luva para enaltecer o racismo germânico. A “Antropogênese” Teosófica era baseada no nascimento e queda de sete consecutivas raças-raízes (root-races) que descendiam de uma escala de desenvolvimento espiritual: da primeira à quarta estão embebidas no mundo material antes de ascenderem para raças-raízes superiores, da quinta à sétima. As três primeiras, presentes no início do “atual ciclo planetário” são proto-humanas: a Astral, que surgiu numa terra sagrada e invisível, a Hiperbórea, que residiu num continente polar desaparecido e a Lemuriana que floresceu num continente perdido do oceano Índico. A quarta foi a Atlântica que submergiu no cataclismo da Atlântida, mas antes alguns elementos evoluíram para a quinta, a Ariana, a primeira das raças superiores. Antes de perecerem os Atlânticos desenvolveram forças psíquicas cósmicas e seu gigantismo possibilitou a construção de estruturas ciclópicas e uma tecnologia superior baseada na exploração bem sucedida do Fohat (em tibetano: vida cósmica ou vitalidade, na Teosofia designa a força de interação entre a Ideação e a Substância Cósmica, o “incessante poder formador e destruidor”), herdada pelos arianos. As duas últimas, sexta e sétima, representam o futuro desenvolvimento da humanidade ariana nos próximos ciclos cósmicos do planeta. Blavatsky, usando o conceito espiritual de evolução, afirmava que o homem das raças superiores pode tornar-se divino ao avançar no processo evolutivo cosmológico.

Fantasma de carne e osso


O Sr. Presidente João Goulart que sempre se utilizou – com êxito e sem riscos – do apoio dos comunistas em proveito de sua carreira política, ainda não se deu conta de que presentemente os partidários do Sr. Luís Carlos Prestes é que dele se estão aproveitando para imprimir ritmo acelerado à “guerra revolucionária” em curso no Brasil, que visa à tomada do poder para a implantação de um regime comunista.(…)  o Sr. João Goulart, ao que parece, ainda não se apercebeu do alto e grave sentido de nossa advertência, pois suas palavras e atos mais recentes revelam que S. Ex. – consciente ou inconscientemente – aprofunda cada vez mais o seu comprometimento no processo da “guerra revolucionária”.
Bilac Pinto, Presidente da União Democrática Nacional (UDN), 1964

É profundamente estranho que o senhor presidente da República atue mais como chefe de partido do que como supremo magistrado da Nação. Para manter-se a mística dos liderados, arquitetam-se, como nos regimes ditatoriais, motivações que instigam as massas a permanecer em clima de continuada tensão emocional, ante promessas ilusórias de reforma vazias de conteúdo pela falta de planejamento e ausência de sinceridade de seus objetivos.

Manifesto Das Classes Produtoras, março de 1964

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 5

Crenças místicas na Vaterland, educação da juventude e antissemitismo.


A reação germânica ao positivismo estava intimamente conectada com a crença numa força vital cósmica existente na Natureza, uma força obscura cujos mistérios não poderiam ser entendidos pela ciência, mas através do oculto, o “enxergar com a própria alma” (H. Blavatsky). Este ponto de vista estava ligado à crença da oposição entre esta força cósmica e tudo o que é artificial e construído pelo homem (…)A maioria dos historiadores ignorou esta linha de pesquisa porque é muito exagerada (e irracional) para ser levada à sério. No entanto, essas ideias deixaram uma profunda impressão numa nação inteira.
George L. Mosse (1)

O pensamento völkisch é fundamentalmente místico, guardando, se tanto, uma forma de racionalismo altamente abstrato que exclui qualquer pensamento analítico. Ontologicamente estava enraizado num conceito de natureza fluindo da “realidade superior” do cosmos para o homem, tornando-se cristalizada no horizonte, na paisagem, no meio ambiente e no estilo de vida do Volk. Esta atitude rejeita o cristianismo – e o judaísmo – em favor de uma cosmovisão panteísta da natureza como fonte das condições especiais e no potencial exclusivamente humano. A própria paisagem alemã supostamente despertava características culturais superiores. Os alemães, embora tivessem chegado ao futuro, deveriam retornar ao passado – um passado desprovido de tudo, menos da voz primeva da Natureza. Só aquelas pessoas que estavam próximas à Natureza poderiam compreender através de suas almas, a força de vida cósmica interior que constitui o eterno.

Sobre as manifestações em virtude dos 50 anos da Contra-Revolução de 64

Um importante alerta de Heitor De Paola sob o risco da participação em certas iniciativas.

 


http://heitordepaola.com
http://radiovox.org/

Eu não disse?

A ilusão com um happy end é por ignorância de como funciona um partido revolucionário. Perceberam só agora que “tá tudo dominado” MESMO? Não é uma frase vã, é a pura verdade. Não existe Judiciário independente neste país há muito tempo. Nem Forças Armadas, nem nada!

Tão logo começou o chamado “julgamento do século” (putz!) em agosto de 2013, percebi que se tratava de um circo montado para enganar a classe supostamente letrada do país e escrevi um artigo, Panem et Circensis. Escrito em 3 de agosto, fui alvo de críticas por não dar crédito à “insuspeita” máxima instituição judiciária da Nação. Um verdadeiro delírio de vingança anti-petista totalmente baseado em wishful thinking tomou conta dos bem pensantes conservadores: “agora vai! O STF vai por na cadeia esta corja de petistas canalhas”. Pensei: “esperem e verão”. Quando houve as condenações e vimos os mesmos sendo levados ao xilindró com a mão na velha saudação comunista, o delírio foi aos píncaros. E eu continuei pensando e dizendo para quem queria me fazer ver a realidade: “esperem e verão”. Quando se discutiram os embargos infringentes alguns começaram a duvidar, mas o delírio se impôs. Pensavam e diziam: “é claro que eles não vão aprovar”. Eu esperava, acreditando que iam sim.

Ora, só faltavam dois votos para virar o jogo e o PT não iria perder esta. Deu no que deu. Agora não espero mais, grito com prazer sádico: EU NÃO DISSE?

O sumiço de Trotsky na foto

O diabo pode citar as Escrituras para seus próprios fins. Uma alma danada prestando falso testemunho. É como um vilão com uma face risonha. Uma bela maçã podre por dentro. Oh, que formosa aparência tem a falsidade.
William Shakespeare
The Merchant of Venice, Ato I, cena 3 [1]

Uma das primeiras revisões da história no século XX foi, mesmo ainda não existindo Photoshop, retirar a imagem de Trotsky da foto do discurso de Lenin aos soldados em 1920. Esta falsificação desencadeou uma sucessão de outras em que personagens importantes da URSS iam sumindo, primeiro das fotos, depois fisicamente indo para o Gulag ou sendo simplesmente fuzilados. Mas a mentira, a falsidade de bela aparência, iniciou-se com o farsante que deu origem a esta ideologia que não passa de uma bela maçã podre por dentro: Karl Marx.

Psicologia soviética ou psico-pilantragem?

Estas “clínicas” são a consequência lógica do que venho denunciando há anos: a invasão das instituições psicanalíticas, psiquiátricas e psicológicas pelo marxismo cultural, baseado nas teses da Escola de Frankfurt e seus principais expoentes.

A Omissão da Verdade do Ministério da Injustiça acabou de perpetrar mais uma manobra tipicamente soviética: a Clínica do Testemunho. Dá vontade de rir e até parece uma psico-palhaçada, mas é para valer, uma forma tipicamente soviética de angariar “testemunhos” dos que pleiteiam uma vida boa sem trabalhar auferindo mimos da anistia a guerrilheiros e terroristas que queriam levar este país a um paraíso à cubana.

No jornal O Globo (onde mais?) de domingo (19), sob o pomposo título “Tocando as feridas em busca da redenção”, fala-se que os “torturados da ditadura procuram clínica do testemunho, oferecidas pelo governo para aprender a lidar com o que viveram”. Tadinhos, não? Só queriam o bem de nosso país e os malvados militares os prenderam e torturaram sem nenhum motivo, só por sadismo típico de milicos! Eles nem conseguiam falar sobre o que aconteceu de tão traumatizados! Mas, felizmente, o governo da República popular socialista conseguiu alguns pseudo-psicanalistas abnegados que, gratuitamente, os ajudam a “superar seus traumas”. Quatro “testemunhos” são relatados. No mínimo um parece palhaçada, pois acusam os milicos de responsáveis por seu pai cornear sua mãe e estabelecer nova família na região do Araguaia, onde pacificamente lutavam pela reforma agrária! Atenção esposas corneadas do Brasil, uni-vos e entrem com pedido de indenização porque a culpa é dos milicos! Palhaçada? Não, não é: é método soviético de extorquir informações da mesma forma que se fazia nos famosos “julgamentos de Moscou” na década de 30.