Heitor De Paola


O samba do “teólogo” doido!

Este cara é doido, ou acha que seus leitores cristãos são burros?

A quatro dias da comemoração do nascimento de Jesus eis que surge entre nós uma nova história que promete mudar o mundo – ao menos já mudou a conta bancária do autor, incrementada pela venda de 320 mil exemplares da edição em Inglês do livro “Zelota, a vida e a época de Jesus de Nazaré” do muçulmano persa criado nos EUA Reza Aslan (publicado no Brasil pela Zahar).

Quem nos traz a novidade n’O Globo (else?) deste domingo 21/12 é Daniela Kresch (whom else?) o que já é uma péssima indicação. Tomei um Engov e li a reportagem, cujo título é “A vida privada de Jesus”, com o subtítulo “Historiador traça perfil polêmico de camponês nascido fora do casamento que se tornou revolucionário”.

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 4

As origens das SS: a Ordem dos Cavaleiros Teutônicos e as raízes ocultistas


A “elite” nacional-socialista
(continuação)

As funções das SS abarcavam a instalação de um Estado de terror permanente. Hitler planejava o estabelecimento de um sistema de terror para intimidar tanto inimigos quanto amigos. Desde recentemente empossado dizia:

“Eu devo fazer coisas que não podem ser medidas pelos parâmetros da sensibilidade burguesa. O incêndio do Reichstag (27/02/1933) me dá a oportunidade para interferir. E interferirei. O momento psicológico correto para a confrontação chegou. Não haverá mais compaixão, qualquer um que se ponha no nosso caminho será exterminado. O povo Alemão não aceitará nenhuma leniência. Todo funcionário comunista será fuzilado onde estiver. Os Deputados comunistas deverão ser enforcados hoje à noite mesmo. Todos que estiverem em conluio com os comunistas serão presos. Não haverá piedade também com os Social-Democratas e suas tropas Reichsbanner.O mundo só pode ser dominado pelo medo”
(H. Rauschning,
loc. cit. e Richard L. Evans, The Coming of the Third Reich).

Obviamente o inimigo principal era a “revolução sub-humana judaico-bolchevista” e para isto as SS deviam ser essencialmente uma organização de combate racista e anti-bolchevista.

República necrófila

“Nós ossos que aqui estamos pelos vossos esperamos.”
Inscrição na Capela dos Ossos, Évora

A Capela dos Ossos em Évora tem suas paredes e os oito pilares “decorados” com aproximadamente 5.000 ossos e caveiras, ligados por cimento pardo, provenientes dos cemitérios situados em igrejas e conventos da cidade. As abóbadas são de tijolo rebocado a branco, pintadas com motivos alegóricos à morte. É um monumento de arquitetura penitencial.

A tal da Comissão da Verdade, que comanda a repressão aos agentes do Estado que “cometeram atrocidades, tortura, assassinatos, seqüestros, etc.”, baseada em testemunhos nada confiáveis e sem prova objetiva nenhuma, há anos vive procurando ossos de “heróis da luta armada contra a ditadura”, ex-guerrilheiros e terroristas que viram seus objetivos frustrados em 1964. A busca desses ossos, principalmente na região da guerrilha do Araguaia, transformou-se numa obsessão: tal como arqueólogos e paleontólogos macabros lançaram-se a cavoucar pradarias e florestas numa frenética busca macabra de ossos e restos mortais de bandidos e assassinos, muitos deles mortos por denúncia de seus pares sobreviventes, hoje no Congresso ou na cadeia por crimes de corrupção.

O Irã nuclear

O acordo com o Irã é uma rendição dos EUA. Para Heitor De Paola, isso é proposital: Obama não está tentando salvar Israel do Irã, mas sim proteger o Irã das sanções internacionais e também da possibilidade de um ataque dos israelenses, que negociam com os sauditas o uso de bases na Arábia para uma ofensiva ao país do aiatolás.

Ao falar de renovações periódicas, o novo acordo apenas dá ao Irã mais tempo para construir suas armas nucleares. E pior: um país que tanto incentiva o terror assegura legitimidade para seus propósitos. Ali Khamenei já comemora os resultados do acordo.

Assim, o atual jogo geopolítico se torna mais perigoso para todos.

 

www.heitordepaola.com
www.radiovox.org

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 3

Das origens tribais à elite nacional-socialista


O fato de a Alemanha ter tido uma origem tribal e não civilizada, fora das fronteiras do Império Romano e da língua latina, são fatores que a levaram a 1945. A tribo Germânica dava segurança e significado a cada indivíduo através da absorção pelo grupo. (…) o status social era perfeitamente conhecido, dentro de um sistema totalmente absorvente e totalitário.
Carroll Quigley

Todas as ações têm seu lugar, inclusive o crime. A palavra crime vem de um mundo do passado. Existem apenas ações positivas e negativas.
Adolf Hitler

Quigley (1) mostra que “a fragmentação da tribo germânica no período das migrações e sua absorção numa nova estrutura social – o Império Romano – e a subseqüente e quase imediata fragmentação do último, causaram um duplo trauma dos quais a nação não se recuperou até hoje: deixou os indivíduos sem a anterior segurança e sentido de vida”.

Sobre o Obamacare

Heitor De Paola apresenta sua análise do programa nacional de saúde pública em implantação nos EUA, e as consequências desse e outros atos da administração de Barack Hussein Obama em seu programa “O Outro Lado da Notícia”, na Rádio Vox.

 
www.heitordepaola.com
www.radiovox.org

Salvem os beagles! Matem os fetos!

Um grupamento humano atinge o auge da decadência quando a autofagia suicida se instala plenamente em seu seio. Em alguns casos são evidentes para o observador, noutros o impulso suicida social não é evidente, precisa ser descoberto sob uma camada de bondade e compaixão. Um exemplo dos primeiros foi a República de Weimar que, no dizer de John Steiner [1], chegou ao ponto em que a sociedade foi tomada por grande ansiedade (arruaças constantes das SA e dos comunistas, hiperinflação, desemprego, desmoralização dos valores religiosos e das instituições republicanas) que os indivíduos passaram a se preocupar com o significado e o propósito de sua própria existência.

“Uma solução relativamente fácil e conveniente para satisfazer as prementes necessidades das massas em tempos de desorganização geral e desorientação (anomia), quando todas as soluções comuns falharam, é o escape para ideologias sobrenaturais”.

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 2

As fontes românticas e pré-românticas do nacional-socialismo: Sturm und Drang

 

A Beleza é uma manifestação de leis naturais secretas que de outro modo teriam permanecido escondidas de nós para sempre. (…) Mágica é acreditar em você mesmo, se você conseguir fazer isto poderá fazer qualquer coisa acontecer.
Johann Wolfgang von Goethe

O romantismo alemão caracteriza-se pela recusa do racionalismo imposto pelo Iluminismo e a elevação da subjetividade como bem maior. Já o movimento pré-romântico na música e literatura alemãs (1760-1780) se baseava na livre expressão da subjetividade, particularmente de extremos de emoção, como reação às amarras do racionalismo imposto pelo Aufklärung. Este período recebeu o nome da peça de Friedrich Maximilian Klinger primeiramente apresentada pela companhia teatral de Abel Seyler em Leipzig em 1º de abril de 1777: Sturm und Drang. Este movimento representava o irromper do indivíduo contra a sociedade e da intuição, dos sentimentos e da emoção contra a fria razão e, paralelamente, a nostalgia do estado feudal medieval. A Idade Média era vista por estes românticos precoces como um período mais simples e integrado e tentaram, em seu tempo, uma nova síntese de arte, filosofia e ciência medievais.

Alerta: riscos da vacinação contra a gripe

(Com a assessoria especializada do Prof. Dr. José Jorge Neto (1).)

A vacinação contra a gripe (influenza) tornou-se em si mesma numa epidemia. As pessoas afetadas por esta febre precisam duma vacina contra sua disseminação como panacéia universal. Os pacientes, em sua grande maioria leigos, não têm idéia de que qualquer vacinação implica na introdução em seu organismo de agentes potencialmente perigosos se não forem adequadamente elaborados por seus produtores e submetidos a rígidos controles de qualidade.

Há anos houve uma ampla discussão sobre quem deve decidir sobre o uso das vacinas em crianças: os pais ou as autoridades? Na ocasião publiquei dois artigos (Vacinação: quem deve decidir? e Ainda as vacinas) no Mídia Sem Máscara que atestam minha aprovação enfática ao uso de vacinas – e, algumas vezes, como em grandes epidemias ou as doenças do tipo poliomielite e varíola que respondem bem à vacinação profilática, cabe às autoridades médicas decidir pela vacinação em massa, já que os infectados são transmissores.

O Papa, os jovens e as “doenças mentais”

Queridos educadores, para que a disciplina adquira o selo da liberdade é necessário um docente que saiba ler a inquietação como linguagem, desde a busca que implica em movimento físico, o de nunca ficar quieto, passando pelo permanente perguntar, até a do adolescente que tudo questiona e replica, inquieto por outra resposta.
Cardeal Jorge Mario Bergoglio,  Arcebispo de Buenos Aires, em ‘Mensaje a las comunidades educativas’, 23 de abril de 2008.


Um diálogo entre dois jovens, ambos em torno dos 12-15 anos:

A – Quem é o teu psiquiatra?
B – Dr. X, e o teu?
A – Dr. Y, ele é um barato! Eu tomo Ritalina e você?
B – Sai desta, eu estou com Zoloft e Effexor, quando eu tomo me dá um barato incrível! Fico outro, cara!
A – Minha irmã toma Zoloft, mas já tomou Prozac.
B – O meu irmão também.