Heitor De Paola


Villas Bôas, o general do Foro de São Paulo


“Se há algo que não está funcionando no Brasil hoje, são as ‘instituições’.”
Heitor De Paola comenta as últimas declarações do
comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.

E presta sua homenagem ao coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, que faleceu na madrugada desta quinta-feira (15).

 

http://radiovox.org/o-outro-lado-da-noticia-com-heitor-de-paola/

Fugitivos ou invasores?


“No Ocidente, a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor”
.
(Parafraseando Roberto Campos). 

Muammar Qaddafi há três décadas dizia a um repórter que os muçulmanos iriam dominar a Europa novamente, porém, sem levantar uma arma. O repórter lhe perguntou como isso seria possível, tendo recebido como resposta o seguinte: “enviando muçulmanos para lá e aproveitando-se de suas leis.

E eu complemento: e de suas fraquezas lacrimejantes. Bastou a foto de um menininho morto jogado numa praia turca para desencadear um frêmito de solidariedade num Ocidente que cada dia que passa assassina milhões de crianças nos ventres maternos, ou até quando já estão fora dele. Solidariedade falsa, portanto.

Enfim, a volta do bom jornalismo investigativo

Como Olavo de Carvalho já previra há mais de 20 anos, o jornalismo no Brasil deixou de ser informativo para se tornar desinformador. Totalmente dominado pelo peso das estatais e com jornalistas formados para moldar a mente dos brasileiros pelas ideologias esquerdistas, tornou-se uma imprensa amorfa e repetitiva: ler um ou outro jornal, assistir qualquer televisão dava no mesmo, pois todas repetiam, com pequenas variações de estilo, a mesma mensagem burrificante baseada nos ensinamentos de Antonio Gramsci.

Há anos os brasileiros se desinformam através de pravdas ou granmas disfarçados de propriedades privadas, por isto muito mais hipócritas do que seus modelos originais, francamente partidários e ideológicos. Aqui, acessar o verdadeiro sentido oculto, “O Outro Lado da Notícia”, é  tarefa para quem entende – não de imprensa, mas de Gramsci!

Conluio espúrio e pizza assando! (A vigência do Pacto de Princeton)

 
Alguém ainda duvida do Pacto de Princeton ocorrido em 1993 entre os
dois maiores pulhas do Brasil – FHC e Lula?

Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, diz que Dilma Rousseff, encorajada por setores empresariais e financeiros, cogita a possibilidade de propor um pacto político ao PSDB, a fim de evitar o agravamento da crise econômica. O assunto foi discutido com dirigentes do PT, e Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso são vistos como interlocutores de um diálogo emergencial. Diz Diogo Mainardi: “A rigor, o PSDB já está no comando da economia, com Joaquim Levy. E, claro, não adianta nada. A única maneira de evitar o agravamento da crise econômica é cassar o mandato de Dilma Rousseff. Espera-se que seus “interlocutores” no PSDB saibam disso”.

A indignação de MAG e Dilma, o Petrolão e o traficante

Dilma ficou indignada pela negativa do presidente indonésio de conceder perdão a um narcotraficante brasileiro. Marco Aurélio Garcia (MAG) ameaçou com retaliações. A farsa foi tão mal montada que a suposta indignação não passou de ridículo e a ameaça de MAG só pode ser a de pedir a seus amigos das FARC que mandem umas dezenas de traficantes desafiarem as leis daquele país levando não somente 13 kg, mas toneladas de cocaína. É claro que o PT, Calheiros et caterva e FHC, parceiro de Soros e Gaviria na legalização das drogas, vão querer parte dos lucros da “exportação”. O Cerveró, o Yousseff e a Graciosa poderão intermediar a operação colaborando com barris de petróleo vazios, mas regiamente pagos, que, por 50 dólares, só servem mesmo para montar uma banda caribenha. Lembram o Harry Belafonte, o Rei do Calypso, acompanhado da drums band de Trinidad cantando a seguinte canção: 

“Matilda, Matilda, Matilda she take me Money and run Venezuela – Five hundred dollars, friends, I lost: Woman even sell me cat and horse! Well, the money was to buy me house an’ lan’ (and land), Then she got a serious plan, A-hey, ah!”

E olha que só foram 500 dólares!!! (ouça aqui: https://www.youtube.com/watch?v=5C-DShN82mc). 

O documento mais vergonhoso da História

Hoje serei profeta mais uma vez: se os financistas judeus, dentro ou fora da Europa, conseguirem submergir mais uma vez as nações noutra guerra mundial, o resultado não será a bolchevização do planeta, portanto a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa.
Adolf Hitler
Discurso no Reichstag em 30 de janeiro de 1939.

Há 73 anos reuniam-se numa vila às margens do Lago Wannsee nos arrabaldes de Berlin, quinze membros civis do regime nazista, oficiais das SS e representantes do partido para elaborar um documento que veio a ser chamado de Protocolo de Wannsee: a Endlösung der Judenfrage – a Solução Final da Questão Judaica na Europa. 20 de janeiro permanecerá para sempre um dos dias mais infames da história da humanidade.

56-58 Am Grossen Wannsee, Berlin

A Reunião
Entre os quinze presentes basta nomear o SS-Obergruppenführer (1), Reinhard Heydrich, chefe da SIPO (2) e do SD, SS-Gruppenführer Heinrich Müller, do RSHA e chefe da Gestapo, e o SS-Obersturmbamführer Adolf Eichmann, chefe da Seção IV B4 do RSHA, responsável pela logística da Solução Final. A reunião ocorria a pedido do Reichsmarshall Hermann Göring e, obviamente, do Führer, para decidir como implementar dois pontos importantes:

Eu não sou Charlie!

“Tudo me é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não deixarei que nada me domine.
1 Coríntios 6:12

Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Ditado popular

Não, eu não sou Charlie Hebdo, nem lamento tanto a morte dos cartunistas quanto a de milhões de outras vítimas do Islã. Lamento menos, bem menos do que a morte de crianças israelenses pelos mísseis lançados diariamente de Gaza, ou por homens-bomba homicidas, dentro de ônibus escolares, discotecas ou salas de aula. Muito menos do que pelas vítimas sequestradas e degoladas pelo Estado Islâmico (ISIS).

Eu me sentiria honrado em dizer “Sou Uderzo&Goscinny”, os geniais criadores de Asterix, Obelix, Panoramix e sua turma. Ou “Sou Quino” criador de uma das personagens mais simpáticas do cartunismo, Mafalda, comparável a Charlie Brown, Snoopy e seus hilariantes amigos. “Sou os geniais cartunistas da Townhall (http://townhall.com/)”. Para ficarmos por aqui “sou Péricles, sou Millôr, sou Ziraldo”. Saindo da área do humor cartunista, “Sou Chico Anísio, Jô Soares, José Vasconcellos”. Sou provavelmente mais algumas centenas ou milhares de cartunistas sérios pelo mundo, mas definitivamente não sou Charlie.

Papéis avulsos – Eurasianismo, revisionismo e outras aberrações revolucionárias

Encontro eurasiano e antissemita em São Paulo
Leiam o que vai acontecer em SP entre os dias 10 e 12 deste mês, no ofício de Marcelo Itagiba:


Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2014

Exmo. Diretor Geral do Departamento de Policia Federal

Este mês, nos dias 10, 11 e 12, na cidade de São Paulo/SP, acontecerá um chamado Encontro Nacional Evoliano. Tal encontro pretende discutir assuntos contrários aos princípios da nossa Constituição Federal e das leis brasileiras., com a difusão de idéias de cunho racista.

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 6

Teosofia, ariosofia e racismo.


Antissemitismo e anticristianismo são essenciais para permitir o retorno ao “imperialismo pagão”

Julius Evola (1), em ‘Imperialismo Pagano’.

A Doutrina Secreta de Blavatsky (2) servia como uma luva para enaltecer o racismo germânico. A “Antropogênese” Teosófica era baseada no nascimento e queda de sete consecutivas raças-raízes (root-races) que descendiam de uma escala de desenvolvimento espiritual: da primeira à quarta estão embebidas no mundo material antes de ascenderem para raças-raízes superiores, da quinta à sétima. As três primeiras, presentes no início do “atual ciclo planetário” são proto-humanas: a Astral, que surgiu numa terra sagrada e invisível, a Hiperbórea, que residiu num continente polar desaparecido e a Lemuriana que floresceu num continente perdido do oceano Índico. A quarta foi a Atlântica que submergiu no cataclismo da Atlântida, mas antes alguns elementos evoluíram para a quinta, a Ariana, a primeira das raças superiores. Antes de perecerem os Atlânticos desenvolveram forças psíquicas cósmicas e seu gigantismo possibilitou a construção de estruturas ciclópicas e uma tecnologia superior baseada na exploração bem sucedida do Fohat (em tibetano: vida cósmica ou vitalidade, na Teosofia designa a força de interação entre a Ideação e a Substância Cósmica, o “incessante poder formador e destruidor”), herdada pelos arianos. As duas últimas, sexta e sétima, representam o futuro desenvolvimento da humanidade ariana nos próximos ciclos cósmicos do planeta. Blavatsky, usando o conceito espiritual de evolução, afirmava que o homem das raças superiores pode tornar-se divino ao avançar no processo evolutivo cosmológico.

Fantasma de carne e osso


O Sr. Presidente João Goulart que sempre se utilizou – com êxito e sem riscos – do apoio dos comunistas em proveito de sua carreira política, ainda não se deu conta de que presentemente os partidários do Sr. Luís Carlos Prestes é que dele se estão aproveitando para imprimir ritmo acelerado à “guerra revolucionária” em curso no Brasil, que visa à tomada do poder para a implantação de um regime comunista.(…)  o Sr. João Goulart, ao que parece, ainda não se apercebeu do alto e grave sentido de nossa advertência, pois suas palavras e atos mais recentes revelam que S. Ex. – consciente ou inconscientemente – aprofunda cada vez mais o seu comprometimento no processo da “guerra revolucionária”.
Bilac Pinto, Presidente da União Democrática Nacional (UDN), 1964

É profundamente estranho que o senhor presidente da República atue mais como chefe de partido do que como supremo magistrado da Nação. Para manter-se a mística dos liderados, arquitetam-se, como nos regimes ditatoriais, motivações que instigam as massas a permanecer em clima de continuada tensão emocional, ante promessas ilusórias de reforma vazias de conteúdo pela falta de planejamento e ausência de sinceridade de seus objetivos.

Manifesto Das Classes Produtoras, março de 1964