Heitor De Paola


Alerta: riscos da vacinação contra a gripe

(Com a assessoria especializada do Prof. Dr. José Jorge Neto (1).)

A vacinação contra a gripe (influenza) tornou-se em si mesma numa epidemia. As pessoas afetadas por esta febre precisam duma vacina contra sua disseminação como panacéia universal. Os pacientes, em sua grande maioria leigos, não têm idéia de que qualquer vacinação implica na introdução em seu organismo de agentes potencialmente perigosos se não forem adequadamente elaborados por seus produtores e submetidos a rígidos controles de qualidade.

Há anos houve uma ampla discussão sobre quem deve decidir sobre o uso das vacinas em crianças: os pais ou as autoridades? Na ocasião publiquei dois artigos (Vacinação: quem deve decidir? e Ainda as vacinas) no Mídia Sem Máscara que atestam minha aprovação enfática ao uso de vacinas – e, algumas vezes, como em grandes epidemias ou as doenças do tipo poliomielite e varíola que respondem bem à vacinação profilática, cabe às autoridades médicas decidir pela vacinação em massa, já que os infectados são transmissores.

O Papa, os jovens e as “doenças mentais”

Queridos educadores, para que a disciplina adquira o selo da liberdade é necessário um docente que saiba ler a inquietação como linguagem, desde a busca que implica em movimento físico, o de nunca ficar quieto, passando pelo permanente perguntar, até a do adolescente que tudo questiona e replica, inquieto por outra resposta.
Cardeal Jorge Mario Bergoglio,  Arcebispo de Buenos Aires, em ‘Mensaje a las comunidades educativas’, 23 de abril de 2008.


Um diálogo entre dois jovens, ambos em torno dos 12-15 anos:

A – Quem é o teu psiquiatra?
B – Dr. X, e o teu?
A – Dr. Y, ele é um barato! Eu tomo Ritalina e você?
B – Sai desta, eu estou com Zoloft e Effexor, quando eu tomo me dá um barato incrível! Fico outro, cara!
A – Minha irmã toma Zoloft, mas já tomou Prozac.
B – O meu irmão também.

A tradição teutônica e as raízes ocultistas do nazismo – Parte 1

Persiste (na atualidade) uma idéia, amplamente estimulada por certo gênero sensacionalista de literatura [1], de que os nazistas eram principalmente inspirados por agentes ocultos que operavam desde antes de seu advento (…) resultando num fascínio pós-guerra. Este fascínio é talvez invocado pela irracionalidade e políticas macabras e pelo curto domínio continental do Terceiro Reich. (…) Para o jovem observador (atual) o naciona-socialismo freqüentemente é tido como um misterioso interlúdio da história.
Nicholas Goodrick-Clarke

Se acreditarmos em absurdos, cometeremos atrocidades.
Sarvepalli Rahda Krishnan

Os historiadores comumente se referem às fontes do nazismo como oriundas apenas de filosofias racionais nascidas do Iluminismo. No entanto, creio que seja muito mais derivada de uma reação à racionalidade do Iluminismo, assim como o comunismo, que não abordarei com profundidade neste momento. Ambos são reações à ascensão da burguesia, dos ‘comuns’, dos sans-culottes [2] ao cenário político e à racionalidade e pragmatismo capitalistas, à democracia e à liberdade individual. Tanto os comunistas como os nazistas construíram, a ferro e fogo, sociedades tão aristocráticas como as do Ancien Régime, com a diferença de que esta ‘aristocracia’ não tinha por base as mesmas falsas premissas da antiga nobreza, baseada no sangue e na ‘unção por Deus’. Foi John Locke o primeiro a advertir: ‘os reis também são homens’, em nada diferem dos demais. E acrescento eu: a ‘unção por Deus’ não passou de uma falácia inventada pelos chefes francos e endossada por papas que freqüentemente ‘esqueciam’ os Mandamentos Sagrados de Jesus e do Velho Testamento. Por esta – e outras razões – o verdadeiro clero cristão recolheu-se às ordens monásticas, onde foi resguardada a filosofia antiga e a riqueza da filosofia medieval.

Quinze minutos de blá-blá-blá e blefes

A ‘crise’ atual é, felizmente, mais um exemplo do quanto é perigosa, incoerente e hipócrita a política externa de Obama para a América e o mundo. Felizmente porque não vai mudar nada.

Enquanto o mundo olha para as reviravoltas de Obama em relação à Síria há importantes ocorrências no Egito: os militares, com ajuda da Arábia Saudita e alguns emirados do Golfo estão exitosamente suprimindo a Irmandade Muçulmana.

Na véspera do 12º aniversário dos bárbaros ataques da Al-Qaeda ao World Trade Center, Obama ‘apresentou seu caso’ sobre a crise Síria em 15 minutos e mais uma vez se mostrou incompetente, incapaz, covarde e amadorista que não merece ocupar o lugar que ocupa. Ocorre que esta crise não existiria se não tivesse sido criada pelo próprio Obama com a incompetente Hillary quando, há dois anos, batizou uma revolta sem conseqüências na Tunísia de “primavera árabe”: supostamente a derrubada de tradicionais ditaduras do norte da África e do Oriente Médio pelo levante “popular”. Mas a verdade era bem outra, como denunciei numa série de artigos sobre a “primavera” que seria um inverno ou inferno: a revolta não era popular, mas arquitetada pela Irmandade Muçulmana e pela Al-Qaeda sabendo de antemão que podiam contar com um aliado na Casa Branca.

O rato que ruge: Brasil já vai à guerra?

O recente episódio das denúncias de espionagem americana dos e-mails e telefonemas da presidAnta do Brasil,acabaram se tornando um ridículo de fazer dó! ’Nunca antes este país’ se meteu numa tramóia diplomática tão idiota com os Estados Unidos, digno da comédia de Jack Arnold com Peter Sellers, Jean Seberg, que leva o mesmo título acima, ou da modinha de Juca Chaves, Brasil já vai à guerra, quando da compra da sucata pomposamente chamada Navio Aeródromo Minas Gerais, o único navio com dois comandos na história da humanidade! Absurdo, embora mais sério, foi a denúncia, em 1977, do tratado militar com os EUA pelo presidente Geisel, certamente com prejuízos incomensuráveis para os gringos. A indústria bélica brasileira faliu e hoje importamos sucatas alemãs, fracesas e russas! A usinas nucleares acertadas com a americana Westinghouse foram pro beleléu e os alemães, tão a gosto de Herr General Geisel nos deixaram com uma usina vagalume e outras por construir pelos próximos séculos.

Uma errata, uma citação, e três comentários

O que falta para os eleitores tucanos se convencerem que este partido representa somente interesses internacionais e deveria ser chamado PSDI (Iinternacional)?

Errata:
Metido a besta, achei que conseguiria traduzir Shakespeare rapidinho e cometi um erro numa citação do meu último artigo. Ao reler, depois de publicar e enviar, me dei conta de que sharper é ‘mais afiado’.

Já corrigi:

How sharper than a serpent’s tooth it is to have a thankless child!

(Mais afiado do que o dente de uma serpente é ter um filho ingrato!)

Estrofe completa (do Ato 1, cena 4, de King Lear):

A abjeta retratação do jornal O Globo

O Brasil está novamente à frente do mesmo abismo e hoje não existem mais homens de coragem e honra para enfrentar este abismo!


Cría cuervos y te sacarán los ojos.

No último domingo o jornal O Globo publicou uma dos mais abjetos e repugnantes editoriais já publicados na imprensa brasileira: “Foi um erro editorial o apoio ao golpe de 1964”.

Tenho recebido inúmeras cartas que, enviadas para o jornal, não foram publicadas nem seus remetentes receberam qualquer resposta. Pensei em publicá-las, mas como o teor de cada uma difere das demais, decidi escrever este artigo.

As fontes do ‘white skin privilege’

O racismo não mais é sistêmico na América, apenas episódico. Existe, certamente, mas não mais controla a vida dos negros e de outras minorias. Racismo não mais serve de explicação do porque na América alguns são bem sucedidos e outros não.
Dinesh D’Souza, The End of Racism

Quando falamos de racismo devemos distinguir claramente preconceito de discriminação. O primeiro, um fenômeno individual, impossível de extinguir, já a discriminação, sim. O preconceito, se não combatido pode levar à discriminação e vice-versa. Mais freqüentemente ambos são associados de uma forma ou de outra. O preconceito pode estar presente, mas para haver discriminação são necessárias leis discriminatórias que façam com que este preconceito se mostre em todo o seu vigor. Leis discriminatórias sem preconceito manifesto ou latente não ‘pegam’, mas se houver, exacerba-os. Um exemplo clássico com conseqüências terríveis são as Leis Raciais de Nüremberg de 1935: foi um rastilho acendido num barril de pólvora previamente preparado para explodir.

Desnazificação e antissemitismo

Roosevelt, Truman, Stalin e os judeus.

Um aspecto importante do tema que venho abordando é a relação entre desnazificação e antissemitismo. Se desnazificar superficialmente a Alemanha foi relativamente fácil, a erradicação do antissemitismo americano, alemão e europeu é uma tarefa que tenho dúvidas se será conseguida. Li na última edição do jornal Visão Judaica, de julho, comentário de Manfred Gernstenfeld sobre o livro FDR and the Holocaust: A Breach of Faith, de Rafael Medoff. Já o encomendei, mas o assunto é já muito conhecido: Roosevelt era antissemita e jamais teria entrado na guerra para salvar judeus dos campos de concentração. Só o fez para salvar a economia em frangalhos e, discordando de Medoff, para salvar a América de seu danoso New Deal que estava aprofundando ainda mais a crise pré-existente, prolongando os anos de catástrofe (1).

Mercadores de morte

Como o cigarro e as bebidas alcoólicas têm efeito tranqüilizante, impedir seu uso prepara o aumento do consumo de drogas. E o lucro dos mercadores da morte.

 

Esta feliz expressão usada pelo Papa Francisco para uma situação infeliz, define bem o que se passa no tráfico de drogas, mas vai muito além! São mercadores da morte, além das FARC e outras máfias, os nobres senhores ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e César Gaviria (Colômbia), o Foro de São Paulo, os pilântropos George Soros e Peter Lewis, as Fundações internacionais Ford, Rockfeller, Carnegie, Open Society entre dezenas de outros. A liberalização das drogas será um grande negócio para os que a defendem. Os lucros dos plantadores de maconha na Califórnia devem fazer brilhar de cobiça os olhos de FHC et caterva. Porque o que realmente querem é assumir – junto com as FARC, as máfias russas, turcas, e italiana – os lucros estupendos com o plantio, transporte e distribuição das drogas. É um dos ‘mercados’ mais ricos do mundo! Por isto lutam tanto contra a repressão aos usuários.