Heitor De Paola


O privilégio de cor

Antes dos ‘Atos dos Direitos Civis’ em alguns estados americanos, principalmente no Sul, os negros eram legalmente discriminados. Não tinham direito de voto, suas instituições, inclusive religiosas, eram separadas, até mesmo os lugares que podiam freqüentar. A organização terrorista Ku Klux Klan era no mínimo tolerada, embora fora da lei.

No entanto a expressão white skin privilege (privilégio da cor branca) só veio a ser cunhada e popularizada pelos Weatherman Underground, os radicais do Students for a Democratic Society (SDS) em 1970 quando começaram uma guerra contra a ‘Amerikka’, termo usado para estigmatizar os EUA como uma nação dominada pela Ku-Klux-Klan. Os grandes amigos de Obama, os terroristas Bill Ayers e sua mulher Bernardine Dohrn, clamaram para todos os brancos renunciarem a seus privilégios e se juntarem a eles na luta racial que já estava em progresso. A idéia de white skin privilege acabou se tornando um artigo de fé entre os ‘progressistas’. Nada escapa deste conceito, nem mesmo a Constituição e os Founding Fathers: Segundo a organização católica Pax Christi USA:

O Caso Zimmerman, ou: Como transformar um caso de legítima defesa em crime racial

“Se eu tivesse um filho homem ele se pareceria com Trayvon”.
Barack Hussein Obama

“Foi uma tragédia, transformada num caso racial que nunca existiu”.
Michael Reagan

Obama se referia a um jovem negro, Trayvon Martin, morto por um vigilante voluntário, George Zimmerman em Sanford, Florida. O julgamento deste último terminou há poucos dias com o veredicto ‘not guilty[i], gerando uma onda de protestos que abalou os EUA. A mídia brasileira que não passa de cópia em carbono da mídia esquerdista americana que não veicula fatos, mas apenas o que vai de acordo com sua crença político-ideológica, tem falsificado as informações. O que lerão aqui não sairá nos noticiários brasileiros. Apenas Olavo de Carvalho tem mostrado a verdade, mas segundo os cânones politicamente corretos, Olavo é uma radical de direita (seja o que for que isto possa significar!), racista, fascista, homofóbico, contra o ‘direito’ das mulheres assassinarem seus filhos, e otras cositas ainda piores! Certamente brancos matam negros só por serem negros, estes também matam brancos pela mesma razão e ambos os grupo se trucidam internamente e algumas se unem para atacar outros. Todas as combinações são possíveis, mas,dado um caso particular, é preciso investigá-lo do ponto de vista da Justiça. Os fatos são apresentados como ocorreram. Leiam e pensem por si mesmos.

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 3ª Parte

A Zona de Ocupação Soviética (1).

Ao considerar esta área é preciso lembrar que Alemanha e URSS foram aliadas desde o Tratado de Brest-Litovsky (1918), pelo qual o Império Russo retirava-se da I Guerra Mundial livrando o Império Alemão da frente oriental e permitindo aos bolcheviques lutar a Guerra Civil Russa sem inimigos externos na retaguarda. A aliança começou quando o General Luddendorf autorizou a passagem de Lenin e seus sequazes em trem lacrado pelo território alemão da Suíça para Leningrado.

Apesar da tentativa soviética em 1919 de tomar o poder na Alemanha através da Spartakusbund de Rosa Luxemburg e Karl Liebknecht, foi assinado o Tratado de Rapallo (1922), uma ratificação pela República de Weimar da aliança com a URSS, reafirmado pela Alemanha Nazista através do Pacto Molotov-Ribbentropp (23 de agosto de 1939), às vésperas da invasão da Polônia pela Wermacht. A aliança durou até a invasão da URSS por Hitler em 22 de junho de 1941. Do último pacto constava um protocolo secreto, imposto por Stalin, no qual as duas potências se comprometiam a dividir entre si a Europa Oriental, iniciando-se pela Polônia. Este protocolo foi encontrado pelos ingleses nos arquivos nazistas ao fim da II Guerra, e era negado pela URSS até 1989, quando uma comissão nomeada por Gorbachëv reconheceu-o como verdadeiro. A II Guerra foi uma guerra de Stalin, que usou Hitler como ponta de lança para a conquista européia.

Edward Snowden e a hipocrisia mundial

Um governo que tem um agente da DGI cubana, José Dirceu, como um dos seus líderes pode criticar alguém?


“Quando não existem bons conselhos, o povo cai, a segurança está na existência de múltiplos conselheiros’.
Provérbios 11,14.

As denúncias de Snowden sobre a ampla rede de espionagem da National Security Agency foi recebida com protestos mais ou menos histéricos pelos países observados, como se isto fosse novidade. Todos espionam todos, o tempo todo, o diferencial é a competência. A espionagem é tão antiga quanto a existência de seres humanos no planeta. Mas falemos de países: a espionagem é generalizada, é como um gato escondido com rabo de fora. Todos fingem que é só um rabo, não tem gato. Quando um destes bichos aparece é um fuzuê. Começa um ritual já bem conhecido. Como diz João Ubaldo, no excelente artigo ‘O Ritual do Esperneio’: “não há um só dos diretamente envolvidos que não saiba tratar-se de uma encenação, mas ela é levada adiante”.

Guerra aos médicos!

O que a NSA poderia espionar? Que o Exército brasileiro sobrevive à míngua com blindados de antepenúltima geração e meio expediente nos quartéis?

Não podendo enfrentar uma potência que poderia, com um só de seus navios aeródromos de verdade acabar com todas as Forças Armadas brasileiras em menos de meia hora, Estella escolheu os médicos.

Quero deixar bem claro que como médico e profissional liberal me nego a aceitar diagnósticos ou dar sequência a qualquer conduta pré-estabelecida por profissionais não médicos, sejam eles oriundos do serviço público ou da iniciativa privada. Minha conduta é soberana e eu só assumo total responsabilidade pelos meus atos. Não aceito diagnósticos de quem não foi preparado para tal.
Dr. Humberto De Luna Freire Filho, no artigo Desobediência Civil dos Médicos.

As promessas mentirosas de Dilma e do Congresso

Um monte de idiotas úteis nas ruas que nem sabem quem os está conduzindo, só pode pedir o quê? Idiotices! E um governo – Executivo e Legislativo – mentiroso só pode oferecer o quê? Mentiras! Tais respostas, de tão óbvias, nem deveriam ser dadas. Isto se fosse apenas para meus leitores habituais, mas como alguns imbecis arruaceiros podem ler este texto, elas são necessárias.

Uma destas promessas em resposta ao “grito rouco” (ou louco?) das ruas poderá morrer na praia, literalmente: o destino de 75% dos royalties do pré-sal para a educação e 25% para a saúde. Reportagem da BBC News Business de 14/05 revela a próxima revolução nas fontes de energia que pode tornar a prospecção do pré-sal economicamente inviável por desnecessária.

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 2ª Parte

A Zona de Ocupação Americana

Talvez jamais na história mundial tenha sido tentado purgar nestas proporções uma sociedade. Olhando para trás, talvez tivesse sido melhor selecionar um número menor de líderes Nazistas para julgamento, desistindo desses julgamentos em massa.
General Lucius Clay

O governo militar americano criou o Public Safety Branch para desnazificar os 13 milhões de alemães sobreviventes em seu setor. Preparou, juntamente com os ingleses, um Fragebogen, questionário detalhado com 131 perguntas para todos, sem exceção, responderem sobre sua conduta e filiação partidária durante o III Reich. Ninguém poderia se recusar a fazê-lo sob nenhuma alegação. Penas severas de vários anos de prisão foram criadas para os que se recusassem responder ou falsificassem a resposta.

Você sabe o que é a AVAAZ? Ou: Do globalismo, Soros e o ativismo imbecil

O que há de mais barulhento no ativismo esquerdista atualmente – da defesa do aborto às badernas urbanas do MPL, passando pelo ambientalismo à caçada aos opositores da agenda gay – é fomentado e financiado por uma elite globalista multimilionária que, contando com o engajamento de milhões de ‘idiotas úteis’ ao redor do planeta, acaba por obter ainda mais influência e poder.

Provavelmente o leitor ou a leitora – a linguagem politicamente correta obriga a usar os dois sexos, digo, gêneros, com mil perdões pelo conceito antiquado, pois como todos sabem não existem mais sexos. Pois como eu dizia: você aí que está lendo este texto provavelmente já recebeu um ou mais e-mails da AVAAZ para apoiar alguma iniciativa e respondeu clicando no link enviado. Saiba que isto o registrou como membro da AVAAZ sem que você nem saiba do que se trata. Pois então saiba.

A AVAAZ é mais uma da miríade de organizações fundadas e financiadas por George Soros (ver aqui e aqui), o judeu antissemita e antissionista húngaro que, dizem as más línguas, começou sua brilhante carreira de multibilionário denunciando aos nazistas pessoas da comunidade judaica de Budapest. Seu verdadeiro nome é György Schwartz. Seu pai, Tvadar Schwartz, judeu não religioso, trocou o sobrenome por Soros quando o nazismo começou a crescer na Hungria em 1930. Em 1944 quando Adolf Eichman chegou à Hungria para levar a cabo a “Solução Final”, os filhos de Tvadar foram distribuídos por famílias cristãs. György acabou na casa de um homem cujo ‘trabalho’ era confiscar propriedade dos judeus. Soros o acompanhou e também lucrou. Mais tarde, declarou que 1944 foi o melhor ano de sua vida. (ver em Soros: Republic Enemy #1).

A desnazificação da Alemanha: fato ou farsa? – 1ª Parte

In looking back, I think if we had realized the confusion and chaos which existed, we would indeed have thought ours a hopeless task.
(Olhando para trás, penso que se tivéssemos compreendido a confusão e o caos que existiam, pensaríamos, na verdade, que não havia esperança para o cumprimento da nossa tarefa.)

Gen. Lucius Clay
Governador Militar dos EUA na Alemanha ocupada

A nazificação da Alemanha foi de uma velocidade estonteante, como demonstrado por vários autores, entre eles Karl Mannheim (1), William Shirer (2), Victor Klemperer (3), Curzio Malaparte (4), Nicholas Goodrick-Clarke (5), Lively & Abrams (6), Steigmann-Gall (7), Richard Grunberger (8), Rohan D’O Butler (9) e muito outros. Daniel Goldhagen (10) defende que o Holocausto não foi um espetáculo de horror ao qual os alemães teriam sido obrigados a assistir, mas, na verdade, produto de ideais amplamente compartilhadas pela maioria do povo alemão durante a primeira metade do século.

Características militares da linguagem revolucionária

Num artigo anterior apontei que a nova linguagem revolucionária foi influenciada pela linguagem militar e depois corrompeu esta linguagem. Exemplifiquei com as obras de Marx e Lenin e seu caráter acusatório, beligerante, desafiador, ofensivo. O caráter comunicativo da linguagem foi corrompido totalmente: não serve para comunicar e convencer, mas para acusar e intimidar. As palavras se transformam em mísseis ou balas.

Pretendo demonstrar hoje que não apenas foi influenciada, como se apossou da linguagem militar, corrompeu-a e a distorceu para emprego em assuntos civis, que nada têm a ver com seu emprego original.