Ipojuca Pontes


Bolsonaro, Lula e a mídia

Pesquisa do manipulável Datafolha, do Grupo Folha (jornal amestrado pelas esquerdas), diz que Lula da Selva está à frente na disputa presidencial para 2018. Na pesquisa, o velho guru da seita petista (condenado a 9 anos e seis meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva) aparece na liderança das intenções […]

Rombo da cultura oficial

O governo Temer anunciou que o déficit primário das contas públicas em 2017 saltou de R$ 139 bilhões para R$ 159 bilhões, enchendo de som e fúria a mídia amestrada. De fato, para um “quadrilhão” que derrubou o gangsterismo da dupla Lula/Rousseff em nome do repúdio às  “pedaladas fiscais”, a trolha do rombo deficitário, na […]

Lula: caso de cadeia

Garantia Sivuca – José Guilherme Godinho, policial membro da Scuderie Detetive Le Cocq, um dos responsáveis pela caçada e morte de Cara de Cavalo, cafetão, traficante, assassino e “caso íntimo” do Hélio Oiticica, o vanguardeiro performático das artes tropicalistas que chegou a homenagear o amor bandido com a ode-legenda “Seja marginal, seja herói” – bem, […]

FHC, o perdulário da palavra

Assinalei antes que FHC era o office-boy do globalismo patrocinado pela Open Society Foundations, de George Soros, o mega especulador que, segundo denúncia da revista Executive Intelligence Review (EIR), lidera o ranking dos pesos pesados do narcotráfico internacional. A denúncia merece aprofundamento, mas antes – por oportuno – tomo a liberdade de assinalar alguns aspectos […]

O Tagarela FHC

O Tagarela FHC  – acusado de ter recebido “vantagens indevidas” da Odebrechet – entrou na Lista Fachin. Decoreba da charlatanice marxista, o ex-presidente, diante do adverso, adota deste sempre o modelo da genuína parolagem “gauche”. No entanto, mesmo refinado na arte de iludir, a “dialética sem síntese” de FHC está dando com os burros n’água. […]

Fernando Henrique Cardoso – O rei da pilantragem

Fernando Henrique Cardoso – o FHC – grudou como visgo de jaca na vida política brasileira. Não sei se vale a pena levantar o seu histórico de falsas espertezas, pois elas são por demais conhecidas e encontram-se fartamente registradas nos anais tupiniquins. Em todo caso, vamos lá.

Televisão: a serviço da mentira globalista

Como disse antes, a televisão,  seguindo ditames do Grande Inquisidor descrito por Dostoievski, adotou o “milagre”, o “mistério” e a “autoridade” como elementos fundamentais para subjugar a consciência humana. Solerte, a máquina de fazer doido se fez o mais formidável instrumento de lavagem cerebral por ventura imaginado. Onipresente, ela se infiltrou no cotidiano de cada […]

Sucessão no Rio falido

Como sabem todos, o Rio de Janeiro (cidade e Estado mais do que problemáticos) não tem governo decente, que se preze, desde a gestão de Carlos Lacerda, exercida entre os anos 1960/1965. De lá pra cá, cito de memória, figuras descartáveis como Negrão de Lima e Chagas Freitas (duas vezes), ou lamentáveis como Marcelo “Velho Barreiro” Alencar, Leonel Brizola, Saturnino Braga (socialista que decretou a falência oficial da cidade), Moreira Franco, Garotinho (com a mulher a tiracolo), César Maia, Luiz Paulo Conde (tipo que se arrastava de bengala pelas ruas da cidade), Sérgio Cabral, Eduardo Paes e similares que conseguiram transformar o Rio numa imensa casa de tavolagem, amontoando, a um só tempo, muita miséria, fraudes, corrupção política, densa criminalidade, narcotráfico, prostituição, mistificação ideológica, malandragem acadêmica e, a cada pleito, as mais ousadas formas de estelionato eleitoral.

Derrota comunista

A mídia esquerdista mostrou-se frustrada com a vitória indiscutível do “não”.
Diante do fato, foi de um cinismo colossal.

Os comunistas foram fragorosamente derrotados no plebiscito costurado na Ilha Cárcere para livrar a cara das Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (Farc), bando narcoterrorista que há mais de cinco décadas vem detonando a vida da Colômbia e da América Latina. Para quem ignora os fatos, as Farc atuavam (e atuam) como braço armado do Partido Comunista Colombiano. De início, eram apenas um projeto esboçado durante os motins de “el Bogotazo”, em 1948, mas tornado trágica realidade dezessete anos depois sob o comando de Manuel Marulanda Velez, o “Tirofijo”, índio astucioso que entrevistei no final dos anos 1960 para documentário produzido pela TV alemã sobre as guerrilhas virulentas que, já então, tomavam conta do noticiário internacional.

Bufão acintoso

O “Comandante Máximo”, que se acha um sujeito “safo” na sua eterna permissividade, é um péssimo exemplo que nos leva à desídia e à dissolução.

No clássico romance “Os Irmãos Karamazov”, Dostoievski nos fala de um personagem abjeto, Fiodor Pavlovitch, o Karamazov pai, sujeito que embute na alma corrompida a “volúpia de mentir”. O gigante russo, abarcando como nenhum outro os abismos da alma humana, considera, com agudo senso psicológico, que o sujeito que mente a si próprio e que mergulha na própria mentira, acaba por não poder mais discernir a verdade, nem em si mesmo, nem em torno de si, deixando, portanto, de respeitar a si próprio e aos outros.