Ipojuca Pontes


O Clube Bilderberger

Os integrantes do Clube de Bilderber tem como obejtivo livrar o mundo dos estados-nação, estabelecendo em seu lugar, por via de conseqüência, uma nova ordem mundial, com um só governo, um só exército e uma só religião.

A primeira vez que ouvi falar do Clube Bilderberger (pela boca do meu amigo Olavo de Carvalho), pensei que se tratasse de uma cervejaria alemã ou mesmo, quem sabe, de algum sofisticado antro de prostituição nos confins da Europa ocidental: Clu-be Bil-der-ber-ger… Clu-be Bil-der-ber-ger… – bem, não se esquece fácil um nome desses.

Passou-se. Outro dia, transitando pela intransitável cidade de São Paulo, entrei num velho sebo e dei de cara com uma cópia xerocada do livro “A verdadeira história do Clube Bilderberger”, do jornalista e dissidente russo Daniel Estulin, com tradução de Ignácio Trofino e Marta-Ingrid Rebon, publicado pela Editorial Planeta, em 2005. Comprei-a no ato.

Uma nova oposição

Os rombos para se combater o bom combate nunca foram tão flagrantes: o governo socialista de Lula faz da corrupção sua arma política, as instituições permanentes da República se desintegram, a violência campeia, a democracia cambaleia e a insegurança se alastra.

A esta altura dos acontecimentos, com a provável derrota do candidato José Serra ao cargo de presidente da República, ainda que com a possibilidade de um eventual segundo turno, já é hora de se considerar a formação de um verdadeiro partido de oposição política no Brasil, para fazer frente ao regime totalitário que se pretende implantar com a eleição da ex-terrorista Dilma Rousseff.

5x Favela – o cinema do engodo

Abocanhar recursos públicos para produzir filmes vagabundos, politicamente corretos e em plena sintonia com a ideologia dos governantes socialistas poderosos. Eis  a sina de Cacá Diegues.

Se o badalado Cacá Diegues (como considerava Luiz Sérgio Person, autor do clássico “São Paulo S/A”) é, sem sombra de dúvida, um “cineasta sem um só fotograma de talento”, cuja filmografia percorre vasta escala de filmes ruins ou artificiais – o mesmo não se pode dizer dos seus incontáveis méritos enquanto especialista na renhida arte de sacar dinheiro público para produzir cinema.

Mundo cão na internet

A morte misteriosa de Yves Hublet, o senhor que deu as famosas bengaladas em José Dirceu, e a filmagem do que seria o estupro de Ingrid Betancourt pelos narcoterroristas das FARC, são comentadas por Ipojuca Pontes, que responde aos ataques do ator Sérgio Brito.

1 – O mundo digital, vertiginoso, avança como um maremoto incontrolável. Acabo de receber pela Internet um vídeo que se presume da ex-senadora colombiana Ingrid Betancourt sendo estuprada num cativeiro por supostos integrantes do exército das FARCs, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Seja ela quem for, são imagens de barbárie explícita, captadas por um cérebro doentio – digo, possuído pelo rancor e animalidade revolucionários.

Brasileiro ao natural

A mesma gente que se diz ansiosa pela instauração de uma sociedade mais digna e justa, sequer exige da candidata oficial uma explicação compatível para o caso escabroso ou simplesmente aceita o fato como consumado.

Anos atrás, dois diplomatas brasileiros entraram num bar da Rua da Palma, em Assunção, capital do Paraguai, paraíso do contrabando oficializado. Os funcionários do Itamaraty, bem vestidos e escovados, uma vez no bar, dirigiram-se ao balconista e pediram água mineral. Enquanto esperavam atendimento, iniciaram uma animada prosa na língua mater.

La otra Cuba

No momento em que o Foro de São Paulo, a vertente da criminosa OLAS, de Fidel, trama o nosso futuro em encontros internacionais furtivos, com o objetivo de nos transformar em sub-homens, é mais do que oportuno se tomar conhecimento, pelo milagre da Internet, de filmes do porte de “A Otra Cuba”.

Durante cinco dias desta semana, reuniram-se em Buenos Aires, Argentina, representantes do 16º Encontro do Foro de São Paulo, somando delegações de 21 países do continente, com o objetivo de debater e colocar em prática propostas e resoluções para se implantar, na próxima década, o Socialismo do Século XXI no espaço latino-americano (e em particular no Brasil, seu carro-chefe, com a eleição da guerrilheira Dilma Rousseff ao cargo de presidente da República).

Fidel Castro, Lula e a “Faixa de Gaza”

Ipojuca Pontes comenta a bajulação midiática a Fidel Castro e o vídeo no qual um garoto pobre, mas educado, acaba por expor toda a brutalidade, covardia e o cinismo do presidente Lula e de Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro.

O jornal “O Globo” tem um fascínio todo especial pelo ditador cubano Fidel Castro, a quem trata, habitualmente, por “El Comandante”. De fato, não se passa uma semana, ou quinzena, sem que os entusiastas de Fidel, acantonadas no jornal dos irmãos Marinho, deixem de assegurar espaço para acomodar, com boa dose de simpatia (e alguns senões), a figura do sinistro ditador cubano.

O Bico doce de FHC

Ferdinand Lassalle, o precursor da social-democracia alemã, era amigo íntimo e emprestava (sem retorno) dinheiro à Marx, o pai do “socialismo científico”, e o próprio Lenin, por sua vez, diante do fracasso econômico dos primórdios da revolução socialista russa, passou marcha à ré e transou numa boa com o mercado – para depois abatê-lo a pauladas.

Fernando Henrique Cardoso volta a atacar, desta feita com um livro intitulado “Xadrez internacional e social-democracia” (Editora Paz e Terra, 2010, Rio), uma coletânea de textos requentados (daí, o preço “irrisório”: R$ 29,00) sobre as transformações econômicas e políticas do mundo atual, em especial da América Latina e do Brasil.

Universidades do mal

Altos investimentos na infraestrutura e no turismo de… Cuba, além de novas universidades com cursos “inéditos”, visando ainda mais amestramento baseado na fúria revolucionária. É tudo o que se pode esperar da gestão PT-Farc no Brasil.

O programa radiofônico “Café com o Presidente”, transmitido todas as semanas pelas emissoras oficiais, proporciona ao ouvinte informações de tal virulência que o distinto, se estiver desprevenido, pode chegar ao enfarte. Sem querer, no último mês de julho ouvi dois desses informes e confesso que, ouvindo-os por inteiro, fiquei petrificado. Nunca mais vou repetir o café amargo.

Jornalismo falido x jornalismo on line

Ipojuca Pontes compara a decadência dos grandes jornais impressos de esquerda, tomando como exemplo o Jornal do Brasil, o New York Times e o Le Monde, com a ascensão do jornalismo on line e dos blogs, livres, independentes, ágeis e com poucas despesas.

“O jornalismo é a segunda mais antiga profissão do mundo.”
Bernard Shaw

A partir de 1º de setembro o ex-poderoso “Jornal do Brasil”, hoje com uma tiragem diária de 15 mil exemplares, deixará de circular. O periódico matutino, fundado em 1891 para defender a Monarquia, dirigido entre outras figuras por Rui Barbosa, vinha funcionando com um déficit operacional na ordem de R$ 100 milhões. Segundo Nelson Tanure, seu proprietário, o jornal será mantido apenas nas páginas eletrônicas da Internet – tal como ocorre hoje com a “Tribuna da Imprensa”, de Hélio Fernandes, fundada em 1949 por Carlos Lacerda.