Ipojuca Pontes


Lobby da maconha e Caetano Veloso

Ipojuca Pontes ataca num só artigo duas ideias imbecis: a transformação da maconha em medicamento e a estatização do cinema.

Vem aí, com o apoio de Lula, Zé Serra e Fernando Henrique Cardoso (o “papa” da Fundação Ford), a Agência Brasileira da Cânabis Medicinal, que tem por objetivo “regularizar o uso da maconha para fins medicinais”.

Zé Celso – o falso louco

ze-celso-lucianopiva-cultura-gVez por outra, quase desnudo, suado e arfante, Zé Celso largava o espetáculo em andamento e aparecia na bilheteria, perguntando ao bilheteiro, em tom sôfrego : – Quanto rendeu?… Quando rendeu?… Quero ver o borderô!

Por volta de 1972 o encenador José Celso Martinez Corrêa – sem pagar royalty ao sombrio The Living Teather, grupo teatral (de vanguarda) norte-americano dado ao uso da maconha e sessões de sexo coletivo antes de entrar em cena – apareceu no Rio de Janeiro com o seu grupo (Oficina) para apresentar o espetáculo “Gracias, Señor”, uma avançada “sessão de te-ato”.

Balança infiel

Ipojuca Pontes destaca as imensas semelhanças entre Serra e Dilma, e a notória preferência da mídia progressitóide pelo candidato tucano, tão cheio de manias totalitárias quanto a candidata petista.

A julgar pela cobertura política dos jornalões do eixo Rio-São Paulo, o candidato José Serra já ganhou as eleições (embora uma discutível pesquisa do Instituto Sensus indique, no que diz respeito à corrida presidencial, empate técnico entre o ex-governador de São Paulo e Dilma Rousseff – 32, 7 contra 32, 4, respectivamente, nas intenções de voto.

Eike Batista – o Midas do Estado Forte

EikeBatista-nevercapitalistIncensado pela imprensa subserviente e baba-ovo, Eike Batista tem sua trajetória e atuação como empresário desmistificadas por Ipojuca Pontes.

Ao contrário do milionário Jay Gatsby, personagem lapidar da obra-prima de Scott Fitzgerald, “O Grande Gatsby” (Editora Record, Rio, 2003), a origem da fortuna de Eike (Fuhrken) Batista, o futuro “homem mais rico do mundo”, nada tem de enigmática: ela advém dos proveitosos conhecimentos geólogicos do pai, Eliezer Batista – engenheiro, antigo ministro de Minas e Energia do governo Jango e venerado presidente (por duas décadas) da Cia. Vale do Rio Doce – e das boas graças dos governos, em especial do governo Lula da Silva, sempre omisso, para não dizer permissivo (“entreguista”, em tempos outros) na defesa dos ativos e das reservas estratégicas da nação.

Um livro histórico fundamental

De fato, “O Livro Negro do Terrorismo no Brasil”, uma quase enciclopédia, se projeta como repositório de informações fundamentais, que lança poderoso fanal de luz sobre o “Estado Forte” a que chegamos. Sem a sua leitura fica improvável sabermos como o Brasil, dominado hoje pelos mesmos terroristas dos “anos de chumbo”, se transformou no Império da Corrupção e da Mentira, a espantar as consciências livres e o mundo civilizado.

“Há uma regra infalível para se julgar livros: basta saber por quem são amados e por quem são odiados”. Joseph de Maistre

Uma das mais impressionantes obras nacionais – de fato, documento extraordinário a se constituir em leitura obrigatória para quem, de modo abrangente, pretende conhecer a verdadeira história da subversão comunista no Brasil – permanece inédita para a generalidade dos brasileiros alfabetizados, ainda que concluída em 1988.

Brasília, a mãe de todos os escândalos

Não sei se os leitores sabem, mas Brasília nasceu de um porre. Logo depois, enxergando na provocação do bêbado um “negócio da China”, Juscelino Kubitschek passou a fazer dela o cavalo de batalha do seu “plano de metas”.

Mergulhada num eterno mar de corrupção e sufocada por ondas sucessivas de escândalos, Brasília vai completar 50 anos no próximo 21 de abril. Os principais veículos da mídia cabocla estão faturando alto com anúncios programados pelo ora trancafiado (ex-) governador José Roberto Arruda, que, entre outras bravatas, diz ser a cidade artificial uma das “mais admiráveis do mundo”.

Barreto, o falso Al Capone

luis-carlos-barretoSó para exemplificar: se o repórter almejasse dar ao leitor uma visão mais completa do empresário Barreto, na certa não deixaria de consultar os arquivos do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (1ª instância, vara cível) e tomar conhecimento das inúmeras ações judiciais (arquivadas ou não) contra o grande produtor.

Caiu-me em mãos o Nº 39 da “piauí”, revista cultural de esquerda – de propriedade do filho do falecido banqueiro Walter Moreira Salles, João Moreira Salles – que, no propósito dissimulado de promover o filme “Lula, o Filho do Brasil”, traz ampla matéria sobre Luiz Carlos Barreto, tido pela publicação como “o chefe do clã mais poderoso do cinema nacional”. Título da reportagem: “Metade Jesus Cristo, metade Al Capone”.

O fracasso do filme de Lula

E na sua terceira semana de exibição, em circuito nacional, a freqüência media do filme, que já era baixa, caiu 70%, consolidando a derrocada.

Produto estrategicamente amparado pelo aval do Palácio do Planalto e embalado para ser visto por 20 milhões de espectadores pagantes, “Lula, o Filho do Brasil”, o mais caro filme produzido até hoje no país (algo em torno de R$ 40 milhões, incluindo farta publicidade, confecção de 430 cópias e outras despesas) – fracassou miseravelmente. Ao tomar conhecimento do fato Lula ficou “desapontado”, pois contava com o êxito do filme para arrebanhar votos e eleger Dilma Rousseff – ex-terrorista e assaltante de banco – à presidência da República.

Choque da desordem e a “indústria de multa”

De minha parte, avanço que sou intransigentemente contra a prefeitura construir garagem ou qualquer coisa no gênero, entre outros motivos pelas inalienáveis licitações fraudulentas, comissões, superfaturamentos e os tradicionais desperdícios que campeiam o negócio pútrido das “obras públicas” no Brasil – afinal, sempre pagas pelo contribuinte.

Antes de tudo devo me penitenciar junto aos leitores do deste site por não ter esclarecido em minúcia, no artigo sobre o choque da desordem no Rio de Janeiro promovido pelo prefeito Eduardo Paes, que “estacionamento defronte aos prédios sem garagens”, defendido por mim, não é, sob nenhuma hipótese, a mesma coisa que “estacionamento na calçada” – equívoco que determinou a justa reação de alguns leitores. Sendo um intransigente defensor do livre direito de ir e vir, como defender o estacionamento de veículos nas calçadas, um abuso flagrante ao pedestre? Nem de porre!

Rio de Janeiro: Choque da desordem

Enquanto a prefeitura enche as burras de dinheiro esfolando os munícipes, e trama projeto bilionário para mergulhar no subsolo a vida urbana da Avenida Rio Branco, obra irretocável de Pereira Passos, a cidade atravessa a sua fase mais crítica, entregue à sujeira, às intempéries, à marginalidade e ao caos urbano generalizado.

Mas, como ia dizendo no último artigo, em pouco menos de um ano o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, versão carioca do Conde Drácula, já cometeu todo tipo de vilania contra os seus munícipes, a começar pela ampliação de tributos e criação de novos impostos – dois achaques que prometeu à população jamais cometer. Sim, claro, o “carioca” protesta e assume ar de indignação, escreve incontáveis cartas às redações de jornais, mas não há do que reclamar: todo mundo pressentia que, embora noviço no executivo, Paes iria se comportar como o político (socialista) veterano que só enxerga no cidadão a presa indefesa a ser vampirizada.