Jeffrey Nyquist


Marionete Russa

Declaro claramente que Marx foi conscientemente um intelectual embusteiro com o propósito de manter uma ideologia que permitiria a ele apoiar ação violenta contra seres humanos com uma demonstração de indignação moral.
Eric Voegelin, Reflexões Autobiográficas (pag 48).


Aqueles que são familiarizados com os trabalhos dos comunistas estão cientes de que os EUA são um risco. Eles temem que o povo do país desperte para o perigo. Mas os inimigos da civilização, tanto aqueles no partido comunista quanto aqueles na margem, que estão brincando com fogo ao apoiarem teorias comunistas, estão trabalhando para efetivar a derrota do governo. Eles estão trabalhando inteligentemente, insidiosamente, e estão dispostos a gastar muito tempo para alcançar seus fins, mas seu principal propósito, a meta a que eles aspiram, é a destruição da igreja, lar e estado na América e a criação de uma ditadura do proletariado, controlada por Zinoviev e seu bando em Moscou, para tomar o lugar do governo dos EUA.
R.M. Witney, Red In America, 1924, (pag 54).

Provokatsya

Não pode ser acidental que o Partido Comunista dos EUA (CPUSA) tenha endossado Hillary Clinton para presidente. O CPUSA ostensivamente tem sido, e permanece, um partido pró-Moscou.

O fundamento último da trama estratégica de Moscou está agora se tornando visível. Como John Dziak apontou em seu ensaio, “Soviet Deception: The Organizational and Operacional Tradition” (em tradução livre: O Engano Soviético: A Tradição Organizacional e Operacional), o conceito estratégico chave russo inclui: Proniknovenniye (Penetração), Provokatsiya (Provocação), Fabrikatsiya (Fabricação), Diversiya (distração), agent po vliyaiyu/ agent vliyaniye (agente de influência), Dezinformatsiya (Desinformação), Kombinatsiya (Combinação).

A Última Palavra

Não queremos admitir que estamos fracos. Queremos continuar na ocupação agradável de negar a força da Rússia, e os preparativos militares da China. É nossa desconsideração pelo que é nobre que nos condena. É a nossa desconsideração pela verdade. “O problema hoje é que as pessoas estão tão monstruosamente auto centradas que elas são incapazes […]

A Crise, parte II – Bons e Maus Líderes

Trump tenta explicar que é motivado por considerações de segurança e prudência. A elite escarnece. Mas o público, ainda possuindo uma sombra de seus velhos instintos, contrai-se com sentimentos sepultados que estão avançando para a superfície.

Aliás, nossos nobres homens de gênio, reais mensageiros do paraíso para nós, também foram transformados quase em desperdiçadores de tempo; – pré-designados por toda parte, e assiduamente treinados por seus pedagogos e monitores para erguerem-se no parlamento, compor orações, escrever livros, ou falando em poucas palavras, para aprovação de revisores; ao invés de fazer o majestoso trabalho real a ser aprovado pelos deuses! Nosso “Governo”, um altamente “responsável”; não é responsável diante de nenhum de Deus que eu possa ouvir, mas para vinte e sete milhões de deuses das sedutoras galeiras”. (Thomas Carlyle, Later-Day Panphlets, 1850).

Bonecos de gengibre

“A reestruturação da militarização inicialmente imitaria a cultura de massa de civilização desmilitarizada – com suas cabines de votação e seus símbolos de diversidade, sua hipocrisia social e seus enganos políticos –, tão competentemente quanto certa vez simulou a cultura aristocrática na Rússia. Então fomentaria um Guerra de Trinta Anos de milhares de Vietnãs locais, uma fragmentação pseudo-religiosa, pseudo-racial, pseudo-política, a qual um poder centralizado capaz de proporcionar a paz global seria a resposta gradual”.
Andrei Navrozov, The Gingerbread Race [pag. 339]

As pessoas estão perguntando a respeito dos movimentos militares da Rússia na Síria. Elas querem saber mais sobre os quartéis russos e iranianos sendo instalados em Bagdá. Elas perguntam se a anexação da Criméia pela Rússia no ano passado teve alguma coisa a ver com tudo isso. Melhor que tentar responder a estas questões urgentes, penso que seria melhor considerar o que foi escrito há tempos por um escritor chamado Andrei Navrozov.

No livro de Andrei, The Gingerbread Race: A Life in the Closing World Once Called Free, lemos a respeito do “boneco de gengibre”:

A crise, parte I – A Politização da Educação

As vítimas desta batalha não podem ver que estão sob ataque. Elas não sabem o que é uma arma cultural, ou como a guerra psicológica pavimenta o caminho para sua eventual destruição.


“Devemos organizar os intelectuais”.

Willi Münzenberg

Em Memoirs of a Superfluous Man (Memórias de um homem supérfluo, em tradução livre), Albert Jay Nock explicou que macacos podem ser treinados, mas apenas uma pequena porcentagem de seres humanos pode ser educada. Ele acrescentou que seus alunos nas escolas Ivy League eram, em grande parte, “macaquinhos”. Mas será isto justo, dada a natureza burocrática das universidades de agora e de então? Uma burocracia não pode ensinar a crianças e adultos como pensar. A burocracia pode oferecer testes e currículos padronizados. Pode oferecer programas adaptados a todos, e até mesmo programas de “elite”. Mas tudo é baseado na lei das médias, pensamento grupal, e um tipo de conformismo intelectual. Se Marshall McLuhan estava correto e “o meio é a mensagem”, então se o meio é a escola burocratizada, a mensagem significa a burocratização da mente humana. O fato de que bilhões de dólares têm sido despejados neste tipo de educação, e que produza resultados crescentemente desanimadores ano após ano, atesta um tipo de estupidez em massa – uma preparação para as algemas intelectuais.

Em defesa da linguagem

“Eu e meu público nos entendemos perfeitamente. Eles não ouvem o que digo, e eu não digo o que eles desejam ouvir”. Karl Kraus Há tanta coisa acontecendo bem agora, com um possível terremoto financeiro na Europa, que estamos todos sujeitos a focar os efeitos ao invés das causas. Por muitos anos tenho me perguntado […]

A violação da linguagem

Não pode haver justiça quando as palavras são usadas em sentido perverso. Quando os significados podem ser invertidos e o mundo virado de ponta cabeça. Nenhuma ideologia pode transformar uma mentira em verdade. Nenhuma alegação especial vai abalar o eixo da terra. As Leis Universais prevalecem.

Em sua obra ‘A Quarta Teoria Política’, Alexander Dugin diz algumas coisas profundas, que precisam ser conhecidas (mesmo por alguém que se opõe a sua convocação pela destruição dos EUA). “Na política pós-antropológica”, ele escreve, “tudo é invertido: lazer e trabalho (a ocupação mais séria, verdadeiro trabalho, é assistir televisão), conhecimento e ignorância… Os papéis tradicionais macho e fêmea estão invertidos. Ao invés de serem anciãos estimados e experientes, os políticos são escolhidos por sua juventude, glamour, aparência e inexperiência. Vítimas se tornam criminosos e vice versa…”

Moscou e o nazismo internacional

A atual inexplicável aliança entre comunistas e nazistas na América do Sul é melhor compreendida como um jogo complexo que remonta à penetração do Terceiro Reich por agentes soviéticos durante a guerra.

Alexander Dugin, o teórico geopolítico russo e conselheiro do presidente Putin, tem dito que o século XX foi o “século da ideologia”. Foi um século no qual, como predisse Nietzsche, ideias (e ideologias) guerrearam umas contra as outras. As três facções em guerra foram, em ordem de aparição: liberalismo (da esquerda e da direita), comunismo (assim como a social-democracia) e fascismo (incluindo o nacional-socialismo de Hitler). Estas três ideologias combateram-se mutuamente até “a morte, criando, em essência, toda a dramática e sangrenta história política do século XX”. De acordo com Dugin, o liberalismo veio a vencer no final do século XX. Ainda que vitórias deste tipo raramente sejam permanentes. Na verdade, Dugin diz-nos que o liberalismo já se desintegrou na “pós-modernidade”. Dugin argumenta que, com seu foco no indivíduo, o liberalismo conduziu à globalização, e globalização significa que o homem é “libertado de sua adesão a uma comunidade” e de qualquer identidade coletiva…” Isto aconteceu porque a massa de seres humanos, “compreendida inteiramente por indivíduos, é atraída em direção à universalidade e busca tornar-se global e unificada”. Mesmo agora este ímpeto em direção à globalização coincide com a glorificação da liberdade total “e a independência do indivíduo de qualquer tipo de limite, incluindo razão, moralidade, identidade… disciplina, e assim por diante”. O resultado, diz Dugin, é o “Fim da História” de Francis Fukuyama. Mas não nos enganemos, explica Dugin. A história não termina realmente. O que realmente aconteceu, na verdade, é que a realização do triunfo do liberalismo tem sido o desastre da humanidade. É um desastre para o indivíduo, devido ao indivíduo ter perdido seu ancoradouro. É um desastre para a liberdade, porque agora estamos sob “a tirania das maiorias”. É um desastre para nossa economia, porque a espoliação é o princípio emergente do mercado. E aqueles que desejam preservar sua identidade racial, nacional ou religiosa são apontados como inimigos pelo politicamente correto tão iludido como desumano.

Diálogo contínuo sobre guerra na Europa e na Ásia

Sim, há um perigo de guerra. Mas este perigo não se deve ao imperialismo de Obama, mas à fragilidade de Obama.

Em maio recebi uma nota da analista romena Anca-Maria Cernea que se referia à conferência “de um excelente analista polonês, o professor Przenyslaw Zurawiski vel Grajewski, que estava dizendo que seja o que for que os russos estivessem por fazer, em termos de avançar para a guerra, seria provavelmente feito antes do término do segundo mandato de Obama. Logo, deverá ser agora, ou muito em breve, ou nunca…” Como Cernea também observou, a guerra pode ocorrer porque Putin está “desesperado com a possibilidade de perda de poder…”.