Nivaldo Cordeiro


A reconstrução

Terra arrasada, economia destruída. Agora sabemos que Lula e sua gente instituíram a economia do crime, entrópica em si mesma. Destrutiva em mais alto grau.

O que vemos é que todos os governos alinhados com o Foro de São Paulo estão sucumbindo vítimas de sua própria incúria, incompetência e má fé.

Parece que o impeachment vai se impor porque foi formada uma sólida maioria contra o PT e suas práticas perniciosas, que se estende até o Congresso Nacional. Na semana que entra poderemos ter o desfecho, mais rápido do que muitos imaginariam, com a conclusão do impeachment na Câmara de Deputados, para o devido julgamento do Senado Federal. Se A Câmara de Deputados, por maioria absoluta, decidir pelo impeachment, não caberá a Dilma Rousseff que não a imediata renúncia, a única coisa sensata a fazer, imitando o gesto de Fernando Collor de Mello.

As duas formas de corrupção

A falha estrutural do projeto político do PT foi não ter obtido o poder total antes que os anticorpos do Estado pudessem agir.

O PT levou a arte de corromper ao limite, no Brasil, fazendo jus à tradição comunista de que deriva. Temos que meditar sobre esse fato, pois com o PT houve uma mudança substantiva nas práticas deletérias que pilharam o Estado. Nunca é demais dizer que a corrupção abalou os alicerces do Estado, distorceu a representação política e fez eleger, de forma ilegítima, agentes corruptos para os mais altos cargos da nação. A própria eleição de Dilma Rousseff é um exemplo conspícuo dessa distorção provocada pela corrupção.

Interpretando o 13 de março

Alckmin e Aécio foram vaiados. As pessoas nas ruas não se deixaram instrumentalizar.
Ficou claro que há uma rejeição não apenas ao PT, mas a todo o discurso esquerdista.

Estive ontem na Avenida Paulista e pude testemunhar a exuberante manifestação que os paulistanos fizeram. Não ficaram sozinhos. No Brasil inteiro a imprensa reportou a força das ruas, números monumentais. As pessoas foram espontaneamente à via pública para deixar um recado, não apenas ao PT, mas a toda elite dirigente do Brasil: Basta! Nunca vi multidão tão entusiasta e compacta, ordeira, responsável. Toda gente está farta das falcatruas, dos discursos insossos, da pletora estatal. Quem esteve nas ruas, todavia, foi a parcela da população mais expressiva do ponto de vista moral. Os brasileiros estão cansados de serem roubados, vilipendiados e de verem o Estado ser desviado de suas finalidades.

Lula na Polícia Federal

É muito claro que o que está impedindo a volta da prosperidade no Brasil é a presença do PT no poder.

Leandro Narloch errou ao escrever no seu blog na Veja que o juiz Sérgio Moro errou ao determinar a condução coercitiva do ex-presidente Lula para prestar depoimento no âmbito do inquérito da Operação Lava Jato. Discordo da sua tese. Desde o início das investigações tudo apontava como sendo Lula o chefe da organização criminosa que operava desde a Presidência da República. Se algo estava errado era o simples fato de Lula até então não ter sido molestado pelos policiais. Outros atores, por muito menos, tiveram a prisão preventiva decretada.

O plano de emergência do PT

Cada uma das propostas “concretas” e revelam a insanidade e a irresponsabilidade do Partido dos Trabalhadores.

Eu já escrevi em vários lugares que há uma incompatibilidade essencial entre a realidade e os desejos desvairados das esquerdas na condução da economia. O recente documento do PT (O futuro está na retomada das mudanças) é um atestado de loucura que os utópicos ora no poder não hesitariam em pôr em prática, se dispusessem do poder total. Chamo a atenção para as 22 propostas “concretas” apensas ao final do documento, um conjunto de disparates que, se implantado, condenaria o Brasil a voltar à Idade da Pedra.

As eleições nos EUA

Madeleine, enquanto sacerdotisa de Satã, só tem poder mesmo de mandar suas colegas feministas aos infernos, pois as demais estão a salvo. Não se rederam ao papo demoníaco do sexismo.

É evidente que as prévias das eleições norte-americanas estão despertando emoções consideráveis em todo o mundo. A esquerda está em pânico com a possibilidade de Donald Trump ganhar as eleições, o que mudaria o eixo de poder mundial em desfavor da agenda dita “progressista”. Trump será talvez o candidato mais claramente engajado contra o politicamente correto, contra o esquerdismo e o estatismo presentes no Partido Democrata.

A propósito, a disputa entre os democratas não está fácil, pois a favorita Hilary Clinton não decola. É provável que terá a legenda, mas há muita incerteza no caminho. A Sra. Clinton congrega as esperanças das feministas e dos globalistas de forma apaixonada. É possível ter um vislumbre desse fato no artigo publicado pela Madeleine Albright (Meu momento não diplomático). Quase me havia esquecido dela, uma velhota infernalmente feia e antipática que Bill Clinton transformou em secretária de Estado no seu malfadado governo.

A figura do pai


A luta da esquerda para destruir a família é sobretudo a luta para destruir e/ou diminuir a figura masculina, infantilizando-a. O socialismo é uma forma eminentemente feminina de organizar a sociedade.

Fui ver o filme O Regresso, do diretor mexicano Alejandro Iñarritu, um belo filme que é narrado desde a perspectiva masculina. Não à toa está indicado para uma dúzia de estatuetas do Oscar. Merecido de tão bom. É uma história de superação, de coragem e de resistência diante de intempéries, feras selvagens e inimigos. O filme se passa na segunda metade do século XIX, portanto não faz muito tempo, e se reporta a fatos ocorridos na vida real.

O erro ideológico de FHC


A desgraça do Brasil é que temos visto sucessivos governos esquerdistas buscando sua utopia às custas dos brasileiros de bem, que são roubados, vilipendiados, submetidos à tirania burocrática mais vil.

Não sei se se pode falar em “erro ideológico”, mas não encontro outra expressão para designar a persistência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso de reafirmar suas crenças socialistas e distributivistas ao tempo em que faz críticas aos governos do PT, a quem chama de lulopetismo, certamente uma forma de descaracterizar a gênese do PT, supostamente contaminada pelo personalismo de Lula. A fé na igualdade que FHC carrega é cega e estúpida e incompatível com a realidade, mas ele certamente morrerá abraçado com ela. Não beijará a cruz na hora derradeira. O ex-presidente voltou à carga no artigo Certo e Errado, publicado no Estadão.

Homens para os novos tempos

Quando alguém começa ou acaba um texto ou um discurso falando mal de Jair Bolsonaro e da “direita” ou é um engajado esquerdista ou um maria-vai-com-as-outras.

Observo com interesse as primárias das eleições norte-americanas. Ventos novidadeiros sopram de lá. Qualquer que seja o candidato escolhido pelo Partido Republicano terá grandes chances de se eleger sobre o moribundo, medíocre e canhoto governo de Obama e seu Partido Democrata. Obama sairá desmoralizado da Casa Branca.

Entre os republicanos, o candidato por quem mais nutro simpatia é Donald Trump. Este, embora quase grosseiro nas suas falas diretas, é exemplo das qualidades que mais se preza nos nascidos na América do Norte: afirmativo, conservador em costumes, liberal em economia, contra qualquer iniciativa de governo mundial, defensor ardoroso de suas fronteiras e da supremacia americana. A população de todo o mundo, submetida há mais de um século de propaganda esquerdista, agora despertou. Na América também. Esquerdismo é engodo pernicioso.

As vacas magras chegaram

Quão mais longeva Dilma Rousseff for no poder mais a economia ficará deteriorada e maior o sofrimento do povo.

À classe política não cabe outra coisa: decretar o impeachment.


N.doE.:
Assista também ao ótimo hangout do Cabo Anselmo com Nivaldo Cordeiro.

Dilma Rousseff deveria ter sido deposta antes do Ano Novo, mas o PT tem força e conseguiu procrastinar a decisão, que já está tomada no âmbito das Casas legislativas. Como o STF refez as decisões rituais de Eduardo Cunha, o parto para expelir Dilma Rousseff se prolongou por, pelo menos, seis meses. Será um tempo trágico para o Brasil, que precisa se reorganizar politicamente e tomar tirocínio administrativo, impossível sob um governo do PT.