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CO2: Brasil não cumpre o impossível, mas ambientalistas querem mais e pior

Nada indica que os ativistas profissionais abandonarão as exigências insensatas e sem a menor base científica. O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a Folha de S.Paulo. Em Paris, a […]

Populismo: um brado de liberdade – Parte 4

Por Roger Kimball. Parte 3 Quando Donald Trump assumiu a presidência, seu estrategista-chefe, Steve Bannon, disse que seu objetivo era “desconstruir o Estado administrativo.” Este termo “Estado administrativo” – também chamado de “Estado regulatório” ou “Estado profundo” – tem, ultimamente, emergido no debate público. Com efeito, no livro A Ameaça Administrativa, o jurista e pesquisador […]

Lendas e mistérios da Amazônia

Resumo: O debate a respeito da Amazônia tem sido mais de coração do que de raciocínio, mais de paixão do que de razão. “Nosso problema não são os ingleses, mas os traidores.” General Michael Collins Mártir da luta pela independência da Irlanda. O debate a respeito da Amazônia tem sido mais de coração do que […]

Decisão de Trump sobre Acordo de Paris é a pior derrota política de Bergoglio

A retirada dos Estados Unidos do Acordo do Clima de Paris, em 1º de junho de 2017, foi a pior derrota política do papa Francisco, mostrando assim o equívoco de suas posições políticas, assumidas escancaradamente desde que assumiu o pontificado, em março de 2013, para perplexidade de muitos católicos, especialmente os que se empenham com […]

A feminização do mundo é prejudicial aos meninos

À medida que a nossa sociedade desaprende a masculinidade e feminiza cada estágio da vida masculina, os meninos pagam um preço enorme. Deixe-me compartilhar com vocês duas notícias preocupantes – e, creio eu, intimamente ligadas. A primeira vem como cortesia de Mark Perry, do American Enterprise Institute. Em um gráfico, ele destaca a diferença dramática […]

Quanto da nossa cultura estamos cedendo ao Islã?

Após o massacre do staff da revista Charlie Hebdo, pouquíssimos veículos de imprensa republicaram as caricaturas de Maomé. Stéphane Charbonnier, editor da Charlie Hebdo, que foi assassinado em 7 de janeiro de 2015 juntamente com vários colegas, na foto acima, em frente da antiga redação da revista, logo após ela ter sido atacada com bombas incendiárias em novembro de 2011.

As aparências não enganam

Londrina recebeu nestes dias a proposta de casamento de um jovem pretendente incomum que tem sido acusado de uma aparência incomum e, por isso, suspeita. Ele certamente não é o príncipe encantado que a cidade esperava, mas quem sabe caso receba um beijo dos eleitores venha a sê-lo. As urnas dirão.

Uma sombra cruzou o olhar da professora


Enquanto seu interlocutor falava, ela o observava atentamente. Momentos antes o interrogara sobre se, sendo sociólogo, seria possível graduar-se sem conhecer as obras de Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.

Colômbia: “Fora, forças estrangeiras!”

Jean Arnault (foto), chefe da Missão de Verificação da ONU na Colômbia, pretende fazer a opinião pública acreditar que a verificação dos “acordos de paz” de Santos com as FARC estará a cargo de 500 soldados estrangeiros, entre os quais ele pretende incluir, com a anuência do presidente Santos e dos chefes das FARC, nada menos que 50 soldados cubanos. Arnault simula que a chegada de tropas estrangeiras não estabelece nenhum problema de soberania nacional à Colômbia, e faz como se tal ato não constituísse uma violação brutal da Constituição e das leis da República da Colômbia.

Islã: ressentimento e justificação

As fórmulas culturais do comunismo, do conhecido marxismo cultural, onipresentes no Ocidente na forma de explicações politicamente corretas, dão curso à doutrina vulgar do ressentimento e da justificação para os atos de terror islâmicos. Árabes muçulmanos, no final das contas, teriam razões de fundo para matarem europeus e israelenses porque agem movidos por um ressentimento arraigado em sua cultura, por uma revolta compreensível devido às décadas de colonialismo na África do Norte ou na Ásia. Observem que, junto aos meios esquerdistas, esta é sempre a primeira explicação explícita e, nos espaços da grande mídia colonizados pelo esquerdismo, é a alusão ou o subtexto embutido na alegada explanação dos atentados na Europa, em Israel e nos EUA. Mesmo nossas crianças são ensinadas, nas escolas, a lançar um olhar na perspectiva solidária do eterno colonizado, do oprimido revoltado contra o opressor.