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A Constituição inaudita



Juan Manuel Santos, Raúl Castro e o narcoterrorista Timoleón Jiménez, o “Timochenko”, líder das FARC.

A Colômbia de julho de 2016 é como a Venezuela de dezembro de 1999: o abismo está ante nossos pés. O “sim” nos lançará no vazio. O NÃO” nos permitirá manter os pés em terra firme.

Esta será, talvez, uma das votações mais fraudulentas da história da Colômbia. O presidente Santos quer que os colombianos votem “sim” no plebiscito, um sim que quererá dizer, segundo ele, “sim à paz”. Na realidade, os que votem sim ou os que se abstenham de contradizer Santos, estarão ajudando aos que tomarão esse sim como um sim a outra coisa: não à paz verdadeira senão a uma nova Constituição, a uma constituição monstruosa, espúria, não-democrática, defensora da impunidade e da injustiça, redigida às escondidas, que prolongará a guerra e nos afundará na miséria mais tenaz.

Arquivo Mitrokhin: O escritor Josué Guimarães e a KGB

Josué Guimarães morreu sem arrepender-se de suas atividades comunistas e sem inutilizar Muralhas de Jericó. Agora sabemos o porquê.

Na edição de 22 de julho último, Zero Hora publicou uma entrevista do jornalista Paulo Anunciação, sobre o Arquivo Vasili Mitrokhin, em particular sobre as atividades do escritor Josué Guimarães como agente nos anos 70. Chama a atenção que, no título da entrevista, foi recortado o trecho que o jornalista enunciou na primeira frase da resposta à última pergunta do entrevistador. O que ele disse, como consta do texto na íntegra, é que “o documento que faz referência a Josué Guimarães não diz que ele era espião ou agente contratado ou que recebeu dinheiro dos soviéticos. Apenas diz que foi incluído na rede da agência (KGB) em Lisboa.” Não é necessário ser um estudioso de espionagem para saber que alguém que foi incluído na “rede da agência” era, no mínimo, um colaborador da KGB, o que é o mesmo que afirmar que desempenhava algum tipo de atividade de espionagem. Pensar diversamente é incorrer em vício de confusão. Mas, como disse, a entrevista segue e trata de elucidar o tema.

O Eixo do Mal Latino-Americano: comentários de Casimiro de Pina

É uma delícia ler Heitor de Paola, que foi militante comunista durante algum tempo, e aprender com a vastidão dos seus conhecimentos. A sua perspicácia é singular, e rara a sua visão dos pormenores.

O pensamento político autêntico, como aconselhava Eric Voegelin, visa compreender a realidade política e não construir rendilhados falsos, castelos na areia ou justificações complacentes. Compreender e não mistificar.

A compreensão é um acto de vontade e de inteligência, num profundo apego à docilidade das coisas. Do verum. Exige uma certa disposição de alma e uma estrutura de personalidade isenta, firme e imparcial, que não se vende por um prato de lentilhas.

Lula, um caso perdido

O título acima expressa minha convicção de que o ex-presidente já está condenado a uma das muitas grades em que se pode conter um ser humano: a que o confina ao pequeno séquito dos que compartilham os mesmos vícios e desvios morais.

O “Daesh” põe o Brasil na berlinda


Jihad Ahmad Diyab

E chegou a vez do Brasil. Apesar de ser o refúgio preferido de terroristas durante a malfadada era PT, nunca antes tivemos notícia do terrorismo islâmico por nossas plagas. Mas o Daesh, ou Estado Islâmico (EI), liberou seus “soldados” para agirem também aqui, uma vez que entre os dias 5 e 21 de agosto receberemos milhares de europeus de países considerados inimigos, para a realização das Olimpíadas.

O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso

Padre Jacques Hamel, degolado durante realização de uma missa, por imigrantes islâmicos.

Comentário de Luis Dufaur:
Vivamente impactados pelo brutal e sacrílego assassinato do Pe. Jacques Hamel, oferecemos a nossos leitores uma tradução livre do inteligente e vibrante comentário de Antoine Burckhardt publicado em seu blog Civilisation Chrétienne.

A ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.

França: magro arsenal jurídico contra o jihadismo

Há quatro meses das eleições primárias da direita e há nove meses da eleição presidencial, Hollande e Valls querem despedaçar o campo da direita, e atrair de novo o redil socialista a seus aliados habituais, comunistas, verdes e radicais.


A lassidão e a cegueira oficial continuam vigentes na França. Insensível ao clamor popular que pede mão dura contra o terrorismo islâmico, especialmente após a matança de 84 pessoas em Nice, o presidente François Hollande freou, através de seu primeiro-ministro Manuel Valls, tudo o que pôde para que o novo plano de segurança, negociado com a oposição na Assembléia Nacional, seja magro e mesquinho. Após sete horas de acalorado debate parlamentar com a direita, o compromisso que saiu disso só consta de três pontos: o prolongamento do estado de urgência até janeiro próximo, a possibilidade de realizar invasões domiciliares sem permissão de um juiz e a possibilidade de explorar os dados que se encontrarem em computadores e telefones apreendidos.

Honório, Roma e a galinha

São inúmeros aqueles que procuram entender ou explicar os acontecimentos apenas com base nas articulações ou tramas políticas, nas vantagens ou interesses econômicos, nos avanços ou conquistas tecnológicas. Pouca atenção prestam ao caminhar dos espíritos, à transformação das mentalidades, à influência das ideias, à alteração dos hábitos, costumes sociais, leis e instituições.

Farândola enlouquecida
O Ocidente sofre há muito a erosão sistemática dos valores cristãos que estão na base da maior e mais esplendorosa civilização que o mundo tenha conhecido.

USP aprova COM LOUVOR um plágio descarado

 

A luta dos cristãos chineses contra a perseguição comunista

Fiéis se amarram ao Cruzeiro para tentar impedir a demolição.

A região de Wenzhou ganhou o apelativo de “Jerusalém da China” pela sua extraordinária devoção à Santa Cruz e a construção de inúmeras e até colossais igrejas, sempre coroadas por enormes cruzes vermelhas especialmente iluminadas à noite, segundo descreve o jornal espanhol “El Mundo”.