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Demência digital e morte por GPS

Veja na Internet.” No ano passado, no Rio de Janeiro, um casal foi recebido a balas – a mulher morreu – ao entrar por engano em uma favela após o GPS tê-los enviado para a RUA Quintino Bocaiúva em vez da AVENIDA homônima. O erro não foi do GPS mas da confiança que nós estamos depositando na informática (GPS, internet, smartphones etc.). Agora, a Ars Technica traz uma longa matéria sobre o mesmo problema intitulada Death by GPS – Why do we follow digital maps into dodgy places?

A resposta está nos ensinamentos do controverso neurocientista alemão Manfred Sptizer, autor do livro Digitale Demenz, sobre o impacto das novas tecnologias no aprendizado. O uso excessivo, prova o doutor, leva ao declínio das funções cognitivas. Uma criança, acostumada a “aprender” pelo Google, por exemplo, ficará totalmente desorientada ao ser retirado dele esse instrumento tecnológico. O mesmo vale para o GPS. As pessoas ficam desatentas e perdidas, nem sabem onde estão. Além da desatenção que provocam, as novas tecnologias deixam de lado uma fase muito importante do aprendizado: a memorização. No pain no gain, não tem jeito. Hoje, sabemos muito bem que os jovens sequer sabem quanto é 7×4. Experimente perguntar. Se quiser diversão de fato, vá para os números altos na tabuada do 7, 8 ou 9. (Demência Digital é um termo que surgiu na Coreia do Sul para designar a verdadeira dependência – igual drogas e sexo – de muitos coreanos em relação ao uso excessivo de computadores.)

Carta aberta a Fernanda Montenegro

Não tomei conhecimento de qualquer mobilização da constelação de celebridades para contestar a fusão dos dois ministérios em virtude do prejuízo que a medida eventualmente possa causar aos que dependem do ensino público.

Prezada Senhora,

Sirvo-me da presente para fazer algumas considerações sobre a sua adesão à manifestação contra a decisão de fundir – sim, o governo interino procedeu à fusão das pastas, e não à extinção de nenhuma delas – o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, que passam a integrar o Ministério da Educação e Cultura (MEC), como o foi no passado. Para minha surpresa, a senhora fez a seguinte declaração: “Isso é uma tragédia. E o presidente interino vai pagar um preço alto por essa visão de um ministério que é sempre dotado de um orçamento miserável, mas é a base de um país”. Sua alegação é tão sintomática que requer uma análise acurada, o que passo a fazer adiante, embora eu não esteja convicta de estar à altura da incumbência. Preliminarmente, cumpre destacar a influência que a senhora exerce sobre o povo brasileiro, o que lhe atribui imensa responsabilidade sobre o teor das suas palavras. Uma pessoa com tamanho prestígio pode dar grande contribuição para um povo que atravessa tão difícil momento de transição política e econômica, como é o caso do Brasil.

Menina yazidi expõe o inferno do estupro perpetrado pelo ISIS

Meninas yazidi eram “vendidas” por míseros maços de cigarro.

“Eles vinham e pegavam qualquer menina contra a sua vontade; se ela se recusasse, eles a assassinavam sumariamente”.

Uma nova entrevista televisionada, conduzida em árabe, concedida por uma menina yazidi que foi mantida em cativeiro sexual nas mãos do Estado Islâmico, foi difundida em 22 de março de 2016. Ela apareceu no programa “Conversa com a (Juventude) Shabaab”, apresentado por Ja’far Abdul.

O espírito revolucionário da Missão Integral

A Missão Integral não tem na a a ver com teologia e, ouso dizer, nem mesmo com política. É apenas mais uma expressão do espírito revolucionário, como ele se apresenta desde meados do século XVIII.

Imagine alguém elogiar a coragem de um homicida. Imagine ele dizer que nós é que deveríamos ter o espírito daquele assassino. Estranho, não? Pois bem, é exatamente isso que o ideólogo máximo da Teologia da Missão Integral, René Padilla (foto), faz em relação aos cristãos e ao comunismo.

Em seu livro, O que é Missão Integral, o pensador equatoriano deixa claro qual é o espírito desse movimento que vem fazendo a cabeça de uma parte dos protestantes latino-americanos.

Ministério da Cultura: retrocesso para frente

Ministério da Cultura petista funcionava, na prática, como um vertiginoso mensalão para cooptar medalhões e medalhinhas da área e manter a peso de ouro uma entranhada burocracia militante no espaço perdulário da cultura oficial.

O problema é que os vossos políticos, muitos deles ignorantes, se curvam diante da palavra “cultura” incensada pela mendacidade da onda vermelha.

Numa orquestração típica de quem suga há décadas, de forma parasitária, os cofres públicos – e, muito pior, de quem procura embotar noite e dia a alma da nação com a criminosa propaganda ideológica vermelha -, a parte mais ruinosa da  chamada “classe artística”, porta-voz da melopéia lulopetista (comunista) tramada no bunker do mafioso Instituto Lula e coordenada nos fundos dos do Palácio da Alvorada, passou a encarar o impeachment da nociva Dilma como “golpe” e a fusão do malfadado Ministério da Cultura (MinC) ao Ministério da Educação como um “retrocesso”.

O mundo contra as crianças

Vocês percebem como o direito pode ser converter num instrumento de legitimação da mais pura malignidade quando descolado de qualquer referência a uma cosmovisão judaico-cristã?

O que publico abaixo são dois posts que escrevi essa semana no Facebook — com alguns pequenos acréscimos. Não gosto de ficar replicando aqui o que posto lá, mas como há pessoas que nos acompanham somente pelo blog, achei por bem não deixá-las alheias a estes conteúdos, uma vez que eles (assim como uma infinidade de outros mais que poderiam ser listados também) apontam para uma terrível e cada vez mais acentuada e explícita tendência.

O mundo contra as crianças

Vocês percebem como o direito pode ser converter num instrumento de legitimação da mais pura malignidade quando descolado de qualquer referência a uma cosmovisão judaico-cristã?

O que publico abaixo são dois posts que escrevi essa semana no facebook — com alguns pequenos acréscimos. Não gosto de ficar replicando aqui o que posto lá, mas como há pessoas que nos acompanham somente pelo blog, achei por bem não deixá-las alheias a estes conteúdos, uma vez que eles (assim como uma infinidade de outros mais que poderiam ser listados também) apontam para uma terrível e cada vez mais acentuada e explícita tendência.

O mundo contra as crianças

jbab

Vocês percebem como o direito pode ser converter num instrumento de legitimação da mais pura malignidade quando descolado de qualquer referência a uma cosmovisão judaico-cristã?

O que publico abaixo são dois posts que escrevi nesta semana no Facebook — com alguns pequenos acréscimos. Não gosto de ficar replicando aqui o que posto lá, mas como há pessoas que nos acompanham somente pelo blog, achei por bem não deixá-las alheias a estes conteúdos, uma vez que eles (assim como uma infinidade de outros mais que poderiam ser listados também) apontam para uma terrível e cada vez mais acentuada e explícita tendência.

No primeiro post comento uma campanha de péssimo gosto:

A água doce é um recurso escasso?

Eis o primeiro mapa mundi das águas subterrâneas.

Se fosse possível retirar essa água e depositá-la sobre a parte seca da Terra, ela poderia produzir um dilúvio que cobriria todos os continentes com uma profundidade de 180 metros.

Certa feita, visitando a catedral católica de uma cidade do oeste do Paraná, chamou-me a atenção o esmero com o qual duas senhoras tentavam arrumar uma montagem com papéis coloridos no fundo do templo.

Grã-Bretanha? Moderados? Como é que é?

Ouve-se com frequência acerca da “maioria moderada muçulmana”. A cada ataque terrorista, os políticos nos dizem que “a maioria moderada dos muçulmanos condena veementemente esses ataques”. Passada a comoção, cronistas e especialistas aparecem para ressaltar: “é óbvio que a ampla maioria dos muçulmanos é moderada”. Mas será que é verdade? Será que a ampla maioria dos muçulmanos é realmente “moderada”?