Aborto


Perigosas crendices sobre o aborto

Certa vez, um químico deixou acidentalmente que uma solução de ácido clorídrico (HCl) fosse lançada sobre sua pele. Um colega de laboratório pôs-se a pensar o que fazer para socorrer seu amigo que gritava de dor. Pensou ele: ácidos e bases neutralizam-se mutuamente, produzindo sal e água. Assim, uma solução de ácido clorídrico (HCl) é […]

Nota sobre minha condenação por danos morais no STJ

Notícia falsa publicada pelo jornal O Popular.

Nosso Bispo Diocesano, Dom João Wilk, estando com a saúde fragilizada, pediu-me que emitisse uma nota à imprensa acerca da minha condenação por danos morais que sofri pela 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, por ter impetrado um habeas corpus em favor de Geovana Gomes Leneu, uma criança deficiente, portadora da síndrome de “body stalk”, condenada ao aborto por uma sentença de um juiz da 1ª vara criminal de Goiânia.

O aborto e a memória intra-uterina

Há muitos argumentos contrários ao aborto. De razões religiosas, éticas e espirituais, até argumentos científicos, são vários os motivos para não se praticar a interrupção da gravidez. Sem contar o óbvio: a proibição da lei.

E em meio ao debate sobre o tema, muito se discute se o feto já pode ser considerado um tipo de vida, ou mesmo uma vida plena, ou se é apenas um amontoado de células, que não possui, ainda, as características necessárias para ser considerado um ser humano completo.

Aqueles que defendem que o feto não pode ser considerado um ser humano, entendem que, por isso, a mulher que o carrega no ventre teria liberdade para escolher se quer ou não dar seguimento à gestação. Se o que ela carrega em seu útero não é uma pessoa, não haveria razão para força-la a levar até o fim a gravidez.

George Soros: 1 milhão de dólares para turbinar apoio da Planned Parenthood a Hillary

Nota de Heitor De Paola: Papai Soros já havia doado 8 milhões diretamente para a campanha de Hillary em 2015.

Microcefalia como sentença de morte, segundo Débora Diniz

O ser que mais sofre com o aborto é o próprio feto assassinado, sem qualquer meio de defesa, embora se saiba que a mulher que aborta sofre dores físicas e psíquicas profundas.

O direito constitucional à “saúde”, nos moldes referidos pela antropóloga, é um direito à “saúde” apenas da mãe. E é uma sentença de morte para o bebê.

Os que acompanham, participam ou são vinculados a grupos de pesquisa e instituições pró-vida já vêm discutindo há algum tempo que toda a estratégia abortista iniciada em meados dos anos 60, fim dos anos 70, é desenvolvida de modo incansável para alargar e ampliar as possibilidades do aborto, principalmente em países que ainda o proíbem ou limitam os casos legalmente. O trabalho é tão fortemente direcionado para a via legislativa quanto se aperfeiçoa pela via social/judicial. Neste último caso, mesmo que adormecidos após novas conquistas, os movimentos pró-aborto esforçam-se para alagar a quantidade de categorias que devem ser legalizadas.

Carta a um juiz

(“Vós sois deuses… contudo, morrereis como um homem qualquer” Sl 81,6-7)

Prezado juiz Jesseir Coelho de Alcântara,

Permite-me tratar-te por “tu” em vez de “Vossa Excelência”, sem que isso queira significar nenhuma falta de respeito.

Tu deves ter-te emocionado pelo recém-nascido encontrado no centro de Goiânia em 22 de dezembro de 2015, dentro de dois sacos de lixo, debaixo de uma árvore da Rua 01. A criança foi encontrada por um casal, socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada até o Hospital Materno Infantil, onde os servidores, emocionados, deram-lhe o nome de Manoel, “Deus conosco”. O bebê teve alta no dia de Natal, 25 de dezembro, com uma lista extensa de pessoas querendo adotá-lo[1]. Que alegria, para um juiz como tu, da 1ª vara de crime dolosos contra a vida, ver que uma pessoa foi salva de uma tentativa de homicídio!

Aborto: ódio à vida e à lógica

Toda filosofia que atribui a um ser humano o direito de decidir sobre a humanidade do outro traz em si a raiz do genocídio e da autodestruição.

Por trás da nuvem de fumaça criada por grupos favoráveis ao aborto com chavões como “o direito da mulher sobre o próprio corpo”, resta uma questão primordial e que gira em torno do seguinte corolário:

Toda vida humana inocente deve ser protegida
O bebê em gestação é humano, vivo e inocente
Todo bebê em gestação deve ser protegido

Quem pretende debater o tema com rigor e seriedade precisa apreciar essa questão antes de qualquer outra.

Desejo de matar


(Dedicado a Olavo de Carvalho, que há tantos inspira na luta contra a cultura da morte.)


Desejo de matar

A foice da morte, um cano
pequenos membros suga.
A morte em um oceano
de sal, sem chance de fuga.

Sua carnezinha pouca,
Não têm força de lutar
Contra uma tesoura louca
No desejo de matar.

Uma boa mãe apóia um bom aborto

Não há, na visão do abortista, nada intrinsecamente valioso na vida humana. A vida de uma pessoa não tem valor por si mesma, mas por elementos extrínsecos a ela

O aborto é, sem dúvida, a maior calamidade humana de todos os tempos.

Não conheço Rita Lisauskas. Fiquei sabendo de sua existência através de um blog no site do jornal O Estado de S. Paulo intitulado “Ser mãe é padecer na internet”. Para seu último texto do blog, Rita escolheu uma bela manchete: “Sou mãe e a favor do aborto”. Curioso. Resolvi ler o texto, (in)felizmente. E, após ter me deparado com uma porção considerável de afirmações perigosas, para dizer o mínimo, resolvi escrever um punhado de comentários. Eles estão abaixo em itálico, e se referem sempre aos grifos em vermelho que fiz ao texto original.

Espantalhos, nazistas e coerência ética

Reduzir à politicagem uma questão que toca no valor da vida humana e na dignidade da vida e nos limites de definição do que é digno, correto ou errado fazer é, no mínimo, uma barbaridade.

Alguns seres humanos têm a capacidade de nos surpreender ao tornarem realidades as mais estapafúrdias hipóteses.

Explico melhor…

No livro A Morte da Medicina, joguei com a hipótese da perda de dignidade do feto e do bebê, e perguntei se caso não houvesse problema em matar um feto ou bebê por não o considerar pessoa, por que então haveria problema em vender suas partes ou degustá-lo como fina iguaria? Confesso que foi um gracejo na época, uma conductio ad absurdum de valor retórico, talvez.