Aborto


Pela vida, o veto total ao PLC 03/2013

Os promotores do aborto querem dilatar o conceito de estupro de tal modo que ele abarque um número muito maior de possibilidades de aborto “legal”.

O PLC 03/2013, evitando a palavra estupro e usando a definição vaga “qualquer relação sexual não consentida”, introduz um verdadeiro Cavalo de Tróia nos muros jurídicos do Brasil.

Provavelmente você jamais ouviu falar de Adrienne Germain. Ela é o tipo de mulher discreta e genial, que trabalha no silêncio e com muita eficiência. Adrienne está para o sucesso da agenda abortista nos últimos 25 anos como Steve Jobs esteve para o da Apple ou Bill Gates para o da Microsoft. E pode estar certo de que não se trata de nenhum exagero.

Congresso aprova lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil

Se o povo brasileiro entende que o aborto é homicídio, é necessário que ele se manifeste e exija que os governantes que ele elegeu vetem projetos como este, exemplos de pura vigarice legislativa.

O Congresso brasileiro aprovou, na última quinta-feira, 4 de julho de 2013, um projeto de lei que, na prática, legaliza o aborto no Brasil. O projeto de lei tramitou em regime de urgência e, em pouco mais de dois meses, foi aprovado por unanimidade, em quatro votações relâmpago, na Câmara e no Senado, sem que a maioria dos parlamentares tivesse tempo para tomar conhecimento do teor e da verdadeira importância do assunto. Agora, para que vire lei, só precisa da sanção da presidente Dilma Rousseff.

A iniciativa de aprová-lo em regime de urgência partiu do Dr. Alexandre Padilha, Ministro da Saúde do governo da presidente Dilma Rousseff. Cabe lembrar que a presidente assumiu um compromisso com o povo brasileiro, durante as eleições de 2010, de que não legalizaria o aborto no país. Urge agora, mais do que nunca, que a população cobre do Governo a defesa da vida e vete todos os artigos desse projeto falacioso e mal intencionado. Entenda o caso e saiba como agir:

Fim de prazo

Maria completa hoje três meses de gravidez. Prazo para o aborto legal na nova legislação brasileira, segundo a vontade de alguns.

O aborto é item prioritário na agenda dos inimigos de Cristo, ansiosos por destruir a civilização ocidental e tudo o mais por Ele criado (não cabe aqui dar os seus nomes). O edifício da civilização ruirá se for retirada a pedra fundamental da proteção à vida humana – vida dada por Deus (Eu faço morrer e faço viver – Dt 32, 39), existência específica com as suas peculiaridades únicas e irrepetíveis, com uma vocação (missão) bem definida, de uma pessoa amada por Deus e merecedora do Seu sacrifício na cruz (… que me amou e Se entregou por mim – Gl 2, 20). Assim, uma vez eliminada a sacralidade da vida humana, o novo deus será o governo, responsável por dar e tirar a vida.

Referendum uruguaio: um “sábio” pró-aborto e anti-vida?

Em que pese desilusões e orfandades, os uruguaios anti-abortistas e pró-vida estão dando um exemplo de coragem e de fé ao mundo inteiro, defendendo a vida do ser humano desde o momento da concepção.

1. No domingo 23 de junho os uruguaios participarão de uma consulta popular para decidir se convoca-se um referendum para derrogar a lei do aborto promulgada pelo presidente José Mujica em 23 de outubro de 2012, uma das mais radicais da América Latina junto com a de Cuba e Guiana. 

2. A louvável iniciativa da consulta popular anti-aborto partiu do deputado Pablo Abdala que, com a colaboração de outros legisladores e de movimentos pró-vida, conseguiu as 50 mil assinaturas requeridas pela Corte Eleitoral. A participação na consulta de 23 de junho não é obrigatória, e a legislação requer a participação de 25% do padrão eleitoral, uns 650 mil votantes, para que a Corte Eleitoral dê mais um passo e convoque um referendum para derrogar a lei, que se levaria a cabo em meados de outubro.

O estranho mundo de Clarinha

Gilbert Keith Chesterton – velho Ches para os íntimos –, grande pensador inglês do começo do século XX, disse: “O mundo moderno está mais louco do que qualquer sátira que dele se faça.” Isso pode ser prontamente reconhecido quando se realiza, por exemplo, uma comparação entre os filmes hollywoodianos mais imbecis e algumas notícias que vez ou outra saltam aos olhos em jornais e revistas. O uso da razão, o raciocínio bem estruturado e, acima de tudo, o bom senso são coisas tidas como um conjunto démodé de hábitos e inclinações do homem. O que importa mesmo é vencer e convencer.

Um exemplo bastante ilustrativo disso é o exercício de ius sperneandi da escritora Clara Averbuck em seu blog a respeito da aprovação do Estatuto do Nascituro pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Efetivamente, não existe problema nenhum em que qualquer pessoa exerça seu direito de achar ruim alguma decisão política – eu faço isso todos os dias –, mas considero essencial fazer de maneira honesta e bem embasada. E disso, efetivamente, Clara Averbuck passa longe.

Clara Averbuck: a verdade que se f…

Clara Averbuck. Escritora, acredite. Abortista militante.

Do tipo que argumenta com “Pfff”. Do tipo que chama o feto de “amontoado de células“, como se também não o fosse.

Do tipo que diz que “O Estado não tem que se meter em nossos úteros”, como se tivesse sido o Estado a colocar outro corpo dentro desses úteros e ainda fosse lá passar o lacre.

Do tipo que luta pela “autonomia total do corpo da mulher”, como se ela tivesse produzido o feto sozinha. Do tipo que apelida de “bolsa estupro” a ideia — discutível, mas não por ser uma bolsa — de fazer o estuprador literalmente pagar pelo crime que cometeu.

Aos amigos do “Brasil Sem Aborto” sobre o Estatuto do Nascituro

O Movimento Brasil Sem Aborto causa estranheza. Parece que ele se apoderou do Estatuto do Nascituro e não aceita sugestões de quem quer que seja, mesmo que seja de quem tenha sido o seu idealizador.

Depois de ter alertado os cidadãos sobre o perigo de o PL 478/2007 (“Estatuto do Nascituro”) ser aprovado em sua versão atual, recebi do Movimento Brasil Sem Aborto uma resposta.

Segundo meus amigos, é preciso distinguir dois textos: a proposta original do PL 478/2007 e o Substitutivo da Deputada Solange Almeida (PMDB-RJ), votado e aprovado na Comissão de Seguridade Social e Família em 19/05/2010. Reconhecem eles que “Pe. Lodi distingue os 2 textos, mas faz referências a coisas que não estão escritas em nenhum deles, talvez tendo em mente um texto escrito por ele, mas que nunca foi debatido no Congresso”.

Tentemos esclarecer as coisas:

Abismo atrai abismo

No escritório de Kermit Gosnell, uma coleção de centenas de mãozinhas e pezinhos de bebês em formol servia de decoração.

Parece bonito falar de “escolha” e de “direitos reprodutivos”, escondendo-se a realidade da morte.

A vida humana tem valor infinito. Cada ser humano carrega, em si, a humanidade inteira. À medida que o tempo passa, contudo, vamos perdendo potencialidades; quem poderia tornar-se campeão de ginástica olímpica aos 3 anos de idade não tem mais essa possibilidade aos 30. Cada criança carrega em si mesma a potencialidade de toda a espécie humana. Ela pode vir a ser um gênio, um artista, um santo, um rei. É um pouco por isso que nos percebemos incapazes de ver um bebê sem sorrir, de ouvir uma risada de criança sem nos alegrarmos com ela.

A apologia ao infanticídio nos meios universitários

Se leis iníquas estão em curso nas Câmaras dos Deputados, Senados e Supremas Cortes é porque antes um grupo de “estudiosos” – muitas vezes financiados por fundações filantrópicas – preparou o terreno para que elas fossem semeadas no debate público.

O caso do Dr. Kermit Gosnell – que segue sob julgamento nos Estados Unidos – chocou a opinião pública no mês passado por tamanha crueldade dos crimes. O médico responde à acusação de pelo menos oito homicídios, sendo sete de crianças recém nascidas, após tentativas frustradas de aborto. Kermit Gosnell era dono de uma clínica de abortos na Filadélfia e seus métodos de abortamento espantaram até mesmo os defensores da causa. As crianças nascidas vivas tinham o pescoço perfurado pelo médico. Segundo depoimentos de testemunhas que trabalharam com o acusado, o número de assassinatos de bebês ultrapassa a casa dos 100.

64 perguntas para se fazer a um abortista

Do que deveríamos chamar aquele que ainda não nasceu e está no útero?

Se aquela entidade é um ser vivente, não é uma vida?

Se você surgiu primeiramente como uma simples célula, como pode aquele óvulo fertilizado ser algo diferente de um ser humano?

Não é mais correto dizer que você era um embrião, em vez de dizer que simplesmente veio de um?

Então quando é que um ser humano passa a ter o direito de viver?

Devemos dizer que o tamanho importa?