Aborto


Você acredita no aborto “legal”?

Quem examina atentamente o artigo 128 do Código Penal não encontra uma redação que indique que algum aborto é “permitido”. Lá nem sequer está escrito que algum aborto “não é crime”. Afirma-se apenas que em duas hipóteses o crime do aborto “não se pune”.


A crença nos quatro elementos
Fogo, ar, terra e água eram considerados os elementos que formavam o universo material.

Essa teoria, que remonta a Empédocles (cerca de 490-435 a.C.), foi retomada por Aristóteles (384/385–322 a.C.) e permaneceu por séculos. Santo Agostinho (354-430) refere-se aos “quatro conhecidíssimos elementos” [1] e Santo Tomás de Aquino (1225-1274) cita-os inúmeras vezes em suas obras. René Descartes (1596-1650), o pai da filosofia moderna e grande crítico de Aristóteles, não fez grandes mudanças nessa teoria; apenas reduziu os quatro elementos a três, excluindo a água [2].

Aborto forçado pela exploração dos sentimentos normais

Como a indústria abortista se aproveita da frequente confusão de sentimentos sobre a gravidez para vender o aborto

Uma postagem de Christina Dunigan no blog Real Choice examina como a indústria abortista se aproveita de mulheres e de suas famílias utilizando os normais sentimentos ambíguos que muitas mulheres experimentam ao saber que estão grávidas para vender abortos:


Para muitas mulheres, aceitar (ou chegar a um acordo sobre) a gravidez geralmente envolve uma mistura de sentimentos positivos e negativos acerca do acolhimento de uma nova pessoa em suas vidas. Algumas mulheres questionam a sua disponibilidade para iniciar uma família (haverá um momento certo?). Outras podem se concentrar em suas próprias questões pessoais e/ou em seus valores familiares, à medida que lutam com o quadro inteiro de estar grávida
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Para se falar sobre o aborto

Para se falar sobre o aborto é necessário ter em mente algumas verdades indispensáveis:

1) O aborto é, sim, assassinato;

2) Portanto, o aborto é sempre inaceitável, a não ser que manifesta e inequivocamente haja a necessidade de se optar entre a vida da criança e a vida da mãe;

3) Em caso de estupro a criança gerada pode ser dada para adoção; a permissão do aborto em caso de estupro pelo Código Penal torna esta forma de aborto legal, mas não a torna ética;

4) A mulher tem direitos sobre seu próprio corpo, mas não tem direitos sobre os direitos do outro ser humano que está dentro dela, o qual tem direito inalienável à vida e à proteção;

ONU: CDH tenta criar direito de aborto

O Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra chegou mais perto em seu avanço para declarar o aborto como um direito humano na semana passada quando aprovou uma resolução apoiando um novo conjunto polêmico de diretrizes sobre mortalidade materna. As diretrizes foram elaboradas com recomendações de promotores do aborto e refletem uma opinião que as nações na Assembleia Geral da ONU rejeitam.

A resolução, patrocinada pela Nova Zelândia, Burkina Faso e Colômbia, defendeu um documento de “orientação técnica” do Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos que inclui o aborto sob o termo “direitos de saúde sexual e reprodutiva”.

Novo estudo reacende polêmica sobre droga abortiva

Ligado à mortalidade materna, o misoprostol é novamemte tema de controvérsia. A droga, conhecida pelo nome Cytotec, foi originalmente criada para tratar úlceras gástricas, mas tem sido usada para hemorragias pós-parto e abortos. Desde 2011, a OMS tem a droga como fundamental para o tratamento de sangramentos pós-parto.

Um estudo recente que avaliou a eficácia de uma droga para uso no parto provocou uma reação cruel dos grupos pró-aborto de pressão política nesta semana, aprofundando as preocupações com a politização das pesquisas internacionais de saúde materna.

Um estudo publicado na prestigiosa revista da Sociedade Real de Medicina investigou como a eficácia da droga misoprostol para impedir sangramentos que coloquem em perigo a vida das mulheres que acabaram de ter um bebê. O estudo revelou que as pesquisas existentes são insuficientes para justificar a inclusão do misoprostol na lista de medicamentos essenciais da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A doutrina liberal e o direito à vida

Não é de se estranhar que em todos os Estados totalitários, o aborto era autorizado de forma integral e irrestrita.

Apesar de diversas épocas apresentarem ideias sobre a liberdade, a doutrina filosófica conhecida como Liberalismo tomou forma somente no século XVII com os escritos de John Locke e, posteriormente, Adam Smith. O liberalismo baseia-se na defesa da liberdade individual, nos campos político, econômico, religioso e intelectual, contra as ingerências e atitudes coercitivas do poder estatal.

Enquanto sua influência política foi materializada no formato da maioria dos governos ocidentais – divisão de poderes e “check and balances” – sua expressão econômica é mais conhecida através da metáfora de Smith – “a mão invisível” do mercado – e da máxima dos fisiocratas – “laissez faire”-, defendendo a primazia do mercado e da livre iniciativa como organização social.

Um liberal constantemente faz uso da expressão “direito natural” para designar direitos que seriam anteriores ao advento do Estado. Nesta visão, o Estado apenas decodificaria em lei o que a própria natureza humana já havia identificado como direito fundamental.

28 de setembro: dia de lutar contra o aborto

No dia 28 de setembro de 2012, grupos feministas irão tentar promover o odioso “Dia Internacional do Aborto Seguro e Legal”. (N.do E.: As abortistas já declararam também que pretendem realizar a “ocupação virtual” de igrejas e monumentos públicos.) Temos a obrigação de defender nossas crianças contra esta aberta apologia ao crime.

Neste mesmo dia, em diversas cidades do Brasil haverá campanhas e eventos diversos para promoção do combate ao aborto. Aos católicos, digo que procurem seus párocos e peçam para que eles fiquem atentos, pois poderá ocorrer tentativa de invasão de grupos feministas radicais, semelhantemente o que aconteceu durante a Marcha das Vadias no Rio de Janeiro.

No Rio de Janeiro, haverá a partir das 16h00 um ato civil no auditório da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ). Logo em seguida, seguiremos para o Largo da Carioca e lá faremos uma distribuição pacífica de panfletos para conscientização das pessoas do crime do aborto e a sua promoção.

Declaração de movimentos pró-vida e pró-família contra o governo do PT

Declaração do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família

Nós, participantes do VII Encontro Nacional de Movimentos em Defesa da Vida e da Família realizado em Brasília de 7 a 9 de setembro de 2012,

CONSTATAMOS:

O crescente favorecimento da causa abortista pelo Governo Federal, em desconformidade com o compromisso assumido pela então candidata à Presidência da República, Dilma Rousseff, com os eleitores, em 2010.

A lamentável nomeação da Sra. Eleonora Menicucci, defensora e praticante confessa do aborto, para o cargo de Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres.

A celebração de contrato entre a União Federal e a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), prorrogado pelo atual Governo (1), assim como a manutenção do grupo GEA (Grupo de Estudos sobre o Aborto), criado com a finalidade de promover a despenalização do aborto no país.

Mais uma afronta das abortistas: “ocupação virtual” de igrejas

A rede de ONG´s pró-aborto apoiadas pela ONU e financiadas por grupos globalistas está programando para o dia 28 deste mês, uma “ocupação virtual” de catedrais, igrejas e monumentos simbólicos de diversos países, por meio de uma ferramenta de “Realidade Aumentada”, desenvolvida pelas abortistas da ONG Women on Waves. Por meio de fotos tiradas por celulares e smartphones, pretende-se ““ocupar” virtualmente estes locais com mensagens das militantes, que vão desde protestos pelo “direito” de abortar a instruções para o uso de drogas abortivas como o Misoprostol.

Confira a armação toda na matéria publicada pela RETS – Revista Eletrônica do Terceiro Setor -, que dá todas as intruções à militância da cultura da morte.

Link: http://www.rets.org.br/?q=node/1819

Drogas abortivas ligadas à mortalidade materna

A Dra. Harrison acusa organizações pró-aborto como o IPAS de afirmarem mentirosamente que abortos médicos são completamente seguros nos países em desenvolvimento e que legalizar o aborto reduz a mortalidade materna.

Vários estudos recentes revelaram que drogas de aborto — elogiadas como solução para os abortos ilegais e inseguros — estão ligadas a um aumento de morte e sofrimento de mães.

Um estudo do Sri Lanka revelou que “nos países em desenvolvimento, o abuso generalizado [de abortos médicos] tem levado a abortos parciais ou sépticos, aumentando assim a mortalidade e morbidade materna”.