Ambientalismo


União Européia: corrupção para viabilizar o “ecologicamente correto”


Os motores eram “limpos” para obedecer metas inatingíveis.
A Volksvagem não foi a única montadora que fez isso.
E o centro da corrupção estava na sede da União Europeia, que impunha as metas impossíveis.

 
Em diversos artigos que escrevo teço comentários sobre a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

113 Prêmios Nobel: ações contra transgênicos envolvem “crime contra a humanidade”


Sir Richard John Roberts ganhou em 1993 o Premio Nobel de Medicina
e lidera campanha contra o extremismo verde-vermelho.

113 Prêmios Nobel e mais de 5.933 cientistas e cidadãos concernidos lançaram um apelo em favor dos alimentos geneticamente modificados num site dedicado ao assunto, “Support Precision Agriculture”.

De fato, o Programa de Alimentação e Agricultura da ONU enfatizou a necessidade de duplicar até o ano 2050 a produção mundial de alimentos para satisfazer a demanda da crescente população mundial.

Acabar com as criancinhas para desaquecer o planeta?

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Para combater a “mudança climática”, ONGs ecologistas pedem a redução da taxa de natalidade
até uma média estatística de “meio filho” por casal (sic) .

O sol anuncia: vem aí uma mini-era do gelo

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Qualidade, excelência e santidade

Se somos tão aperfeiçoáveis em tudo, por que abdicamos à busca do Bem e da perfeição moral e espiritual? Quando se trata dessas dimensões do ser, apesar de sermos cobradores permanentes da perfeição alheia, costumamos afirmar que “somos como somos” e que “devemos aceitar nossa imperfeição”.

Vivemos num cenário de generalizada presunção. Ordenam-se, para o compor, vários fatores: as eficientes técnicas de marketing – demonstrando que a exaltação da qualidade de produtos e serviços gera dividendos empresariais – acabam induzindo todo mundo a fazer a mesma coisa; a velocíssima multiplicação das informações e do conhecimento que, saindo da escala humana e entregue ao ritmo de máquinas sofisticadas, nos acena com a possibilidade de sermos usufrutuários de todo esse manancial de dados; os métodos de auto-ajuda, que convertem em sucesso editorial qualquer livro cujo título proponha transformar em sofisticada porcelana a argila vulgar de que fomos feitos; a evidente qualificação dos instrumentos e da possibilidade de formação necessários para que se possa fazer de modo certo o que se tenha para fazer; a vertiginosa evolução da tecnologia de ponta e da quantidade de pontas da tecnologia, produzindo um crescente otimismo quanto à excelência das futuras condições da vida humana.

Porcos voando e ONU mudando o clima

O empresário Maurice Newman, ex-assessor do anterior premiê australiano Tony Abbott, criticou o atual premiê Malcolm Turnbull e o próprio presidente dos EUA, Barack Obama, porque, segundo ele, os líderes mundiais estão agindo “como os antigos druidas (sacerdotes pagãos celtas) invocando falsos deuses para atrair boas safras”, noticiou o jornal inglês “The Guardian”.

Ele se referia às reuniões ambientalistas planetárias – como a COP21, realizada recentemente em Paris – que imaginam poder mudar o clima do planeta apelando para teorias e métodos anticientíficos ou irreais.

Segundo Newman, a meta fixada pelo encontro de Paris, de segurar a temperatura global até um máximo de 1,5ºC acima dos níveis pré-industriais, “não se apoia em prova científica alguma”.

COP21: fracasso completo


Políticos fingem vitória para esconder o fracasso. De esq. p/ a dir.: Christiana Figueres, secretária-executiva;
Ban ki-moon, secretário geral a ONU; Laurent Fabius, presidente da COP21 e François Hollande, presidente socialista da França.

Abraços, lágrimas, euforia: não foi a final da Copa, mas da COP21 em Paris. Os organizadores comemoraram com emoção um “acordo histórico” sobre o clima futuro do planeta, sob a presidência do chanceler socialista francês Laurent Fabius.

COP21 empobrecendo os mais pobres e degradando os mais ricos

Paris não se deixa dobrar pelo terror islâmico. Cederá antes as aterrorizantes armadilhas verdes que ressoarão na COP21?

A COP21, ou Convenção do Clima das Nações Unidas – Conferência das Partes, vai começar numa atmosfera enrarecida pelos atentados islâmicos que enlutaram a França. Mas o fundamentalismo verde não manifesta intenções de parar.

As negociações preliminares para redigir o acordo que será submetido à aprovação na COP21 desenharam a criação de um Fundo Climático Verde (Green Climate Fund) que deverá tirar anualmente 100 bilhões de dólares dos países “ricos” por volta do ano 2020.

Isso é apenas um piso. Como as metas almejadas pelos promotores da COP21 são fantasiosas e inalcançáveis, esse fundo vai exigir sempre mais e mais.

COP21: a raiz ateia, anticristã e anticientífica da proposta ambientalista

A Terra e todos os seus muito diferentes sistemas geológicos e oceanológicos são o produto de um Planejador infinitamente sábio, de um Criador onipotente e de um Sustentador absolutamente fiel.

Se não temos nenhum problema em dizer que o conjunto da Enciclopédia Britânica é o resultado de um projeto inteligente, então eu não sei por que poderíamos ter problema em dizer que os próprios seres humanos — bem como o sistema climático — são o resultado de um projeto inteligente.


(
Continuação de ‘COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral?”‘)

CatolicismoO senhor julga que os norte-americanos são mais propensos que outros povos a uma visão objetiva sobre a questão do aquecimento global? Eles são receptivos à mensagem da Cornwall Alliance e de organizações similares?

Calvin Beisner — Comparadas com sondagens realizadas em várias partes do mundo, constata-se que a população americana é mais cética do que a europeia quanto ao “perigo do aquecimento global provocado pelo homem”.

COP21: “pressão moral” ou “pressão imoral”?

Na medida que se aproxima a Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas, ou COP21, o ambientalismo radical e as esquerdas em geral preparam uma grande pressão. Eles têm muito a ganhar.

A COP21 visa assinar um tratado que substitua o decaído Protocolo de Kyoto que teoricamente devia limitar as emissões de CO2 no planeta.

O Protocolo de Kyoto hoje está falido e deve ser substituído, segundo eles. Alegando o combate ao aquecimento global e a diminuição das emissões de CO2, com o novo acordo eles visariam instaurar uma governança mundial diante da qual as nações perderão soberania, em graus crescentes.