Ambientalismo


Mentir, mentir… até que se consolide a governança verde mundial

Abandonar os investimentos em combustíveis fósseis – quer dizer, naqueles viáveis para a atividade humana no mundo – é uma palavra de ordem repetida incessantemente nos arraias do fanatismo verde.

É fora de dúvida que aparecendo combustíveis melhores, menos onerosos, mais eficazes ou acessíveis, será bom ir fazendo a devida substituição, com sensatez e com toda a presteza possível.

Mas nada disso está acontecendo. Os verdes exigem desinvestir sem fornecer alternativas viáveis. O que equivale a parar a civilização hodierna.

Com esse objetivo, eles não hesitam em apelar até para desonestidades científicas, políticas ou administrativas.

Francisco, eco-terrorismo e miséria


Poucos sabem que o principal “dogma” dos ecologistas, o “aquecimento global” supostamente provocado pela atividade humana, em particular, pelo uso de combustíveis fósseis e as emissões de CO2, não provou-se cientificamente.


1. Enquanto o pontífice Francisco dá os toques finais em uma encíclica sobre ecologia, 100 cientistas ambientalistas norte-americanos lhe enviaram uma carta em 27 de fevereiro, implorando-lhe para que não se deixe levar pelos argumentos de ecologistas radicais, com análises que não foram demonstradas pela ciência ambiental. Esses líderes revolucionários, com o pretexto de ajudar os pobres, contribuem com suas propostas para aumentar perigosamente a miséria no mundo.

2. Imediatamente depois de entregar na Santa Sé a carta a Francisco, uma comissão representativa desses 100 cientistas deu uma coletiva de imprensa a poucos passos do Vaticano, no Hotel Columbus, na própria Via della Conciliazione, ante atônitos jornalistas do mundo inteiro que estão acostumados somente a ouvir, a fazer eco e a difundir as opiniões dos ecologistas radicais.

Florestas tropicais crescem mais rápido com aumento de emissões de CO2

As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA. A informação é do jornal britânico The Daily Mail.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.

“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa’s Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

Luiz Carlos Molion desfaz mitos “verdes” sobre causas da seca

O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação. Ele representa a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e leciona na Universidade Federal de Alagoas.

Em palestra que ministrou no dia 19 de dezembro aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), o climatologista fez uma previsão de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutou a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou o site da Correpar. O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou 2014 choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Groenlândia aquece há 19 mil anos e sem culpa do homem

Era para os aquecimentistas se perguntarem se ainda vale a pena seguir com o mesmo ritornelo. Pois mais um estudo da revista americana Science veio tirar pretextos a seus slogans e a sua ideologia. E com dados de desmaiar.

Com procedimentos de medição mais precisos dos usados até agora, a equipe de cientistas constatou que a Groenlândia começou a aquecer há 19 mil anos, informou o jornal de Paris “Le Monde”.

Quer dizer, muitos milênios antes de aparecer a civilização, as cidades, indústrias etc. Porém, segundo o dogma ambientalista, a civilização atual provocou o aquecimento global que vai derreter as geleiras da Groenlândia. E, como resultado final, esquentará o mundo até deixá-lo como um astro morto.

Uruguai: eleições e envelhecimento esquerdista

No Uruguai, a dois meses das eleições presidenciais, as pesquisas constatam até o momento um retrocesso do governante Frente Ampla, de esquerda. Além das pesquisas, que não são infalíveis, o concreto é que se percebe um envelhecimento mental e psicológico desse partido.

O ex-presidente do Uruguai e atual candidato da Frente, o Dr. Tabaré Vázquez, há até um ano tido como quase seguro ganhador, está perdendo impulso e baixou nas intenções de voto, na mesma proporção em que sobe um jovem candidato do opositor Partido Nacional, Dr. Luis Alberto Lacalle Pou, de 42 anos.

O frenteamplista Vázquez não envelheceu somente em idade. Sua aparência cansada colabora com o eclipse de um carisma de comunicador que teve outrora, inclusive com bom trânsito no centro político. Para compensar esse envelhecimento, o partido de Vázquez escolheu como candidato a vice-presidente o jovem Raúl Sendic, ex-presidente entre 2008 e 2013 da petroleira estatal ANCAP, a maior empresa do país. Porém, a nomeação de Sendic, por má sorte, coincidiu com a divulgação de perdas milionárias da ANCAP nos balanços dos últimos quatro anos, o qual não fala bem de sua capacidade de administrador público. Até o momento, a Frente bloqueou no Parlamento uma investigação sobre as reais causas desse mal resultado.

“Nós Odiamos o Grande Irmão”

O que vemos diante de nós é um espetáculo medonho de rendição interminável e entreguismo.

No final de “1984”, de George Orwell, o herói e aspirante a revolucionário Winston Smith é torturado brutalmente por capangas do governo macabro no Ministério do Amor. Após esse sofrimento, sua vontade é totalmente estraçalhada, ele trai seus aliados mais próximos, bem como a si mesmo e, além do mais, aprende a “amar” o Grande Irmão, a horrível entidade totalitária que fez de sua vida algo insuportavelmente infeliz. O próprio Winston não ganha absolutamente nada com este negócio, exceto certa deformada paz de espírito e uma impressão perversa de que ele, de alguma forma, “fez a coisa certa”:

“Ele olhou para o enorme rosto. Foram-no necessários quarenta anos para que aprendesse que tipo de sorriso se escondia por baixo do bigode escuro. Oh mal-entendido cruel e desnecessário! Oh teimoso e obstinado exílio do peito acolhedor! … Estava tudo bem, tudo estava bem, a luta tinha terminado. Ele havia ganhado a vitória sobre si mesmo. Nós amávamos o Grande Irmão.”

Ambientalismo: uma coluna infiltrada de Putin no Ocidente

Um importante número de grupos ambientalistas radicais procede da metamorfose operada por organizações montadas pela URSS no Ocidente com fachadas enganadoras no tempo da Guerra Fria.

O jornal “Washington Post” apontou que “a mais moderna arma da Europa” contra a agressividade do presidente russo Vladimir Putin jaz enterrada sob os belos pastos de pitorescas aldeias.

Trata-se do gás e do petróleo de xisto – ou shale gas – que a Europa possui em quantidades suficientes para livrar-se das chantagens da “nova URSS”.

Agora, muitas vozes europeias nos setores conservadores aumentam de volume pedindo essa arma pacífica. O premiê inglês David Cameron somou-se a esse coro.

Neo-paganismo com pele de ambientalista é denunciado na França

Para certos anticristãos ecofascistas, houve um estilo de vida não cristão numa época abençoada onde não havia nem ricos nem pobres, no qual a natureza era idolatrada.

Analisando a parcialidade de certa mídia contra os cientistas que defendem com seriedade a falta de argumentos e de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”, o site “Nouvelles de France” foi em busca da causa dessa propaganda tão tergiversadora.

De início, ele descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, o site encontrou, no fim dos anos 1960, sua motivação ideológica. Ele se refere aos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Denunciado esquema da UE para financiar ONGs ambientalistas

ESM

Para impor seu projeto de poder, a elite do globalismo ocidental não hesita em jogar montanhas de dinheiro público nas mãos da ONG´s ecofascistas.

A União Europeia (UE) está pagando pesado para financiar grupos ambientalistas que fazem campanha contra ela própria, denunciou o jornal inglês “The Telegraph”. Parece um absurdo, mas não o é. A UE, em matéria de ecologia pelo menos, tem objetivos extremistas que não ousa dizer.

Ela precisa então da “pressão da sociedade” para justificar medidas ambientalistas radicais. Mas a sociedade europeia não quer saber desses radicalismos. Então, a UE financia campanhas de grupos ambientalistas verdes radicais, fingindo acreditar que esses grupos representam a sociedade.

A seguir aprova leis e recomendações revolucionárias, alegando que são exigidas pela “pressão da sociedade”, num jogo de engana-bobo.

A prática foi qualificada de “carrossel do dinheiro à vista” e não deixa de ter bastantes analogias com o financiamento federal a “movimentos sociais” como o MST, índios, quilombolas, sem-teto e outros no Brasil.