Ambientalismo


Nosso frágil planeta

Ocasionalmente, ambientalistas se entusiasmam além da conta e acabam inadvertidamente revelando suas verdadeiras intenções.

Examinemos algumas declarações que refletem uma visão tida como absolutamente inquestionável. 

“O mundo em que vivemos é belo, mas muito frágil”. Ou “A terceira pedra do sol, também conhecida como Planeta Terra, é um oásis bastante frágil”. Eis algumas frases divulgadas no Dia da Terra: “Lembre-se de que a Terra tem de ser salva diariamente”. “Lembre-se da importância de cuidar do nosso planeta. É o único lar que temos.”

Tais declarações, sempre acompanhadas de previsões apocalípticas, são rotineiramente feitas tanto por ambientalistas extremistas quanto pelos não-extremistas. Pior ainda é o fato de que esta doutrinação sobre a “terra frágil” é infundida em nossa juventude desde o jardim de infância até a universidade.  Sendo assim, examinemos o quão frágil a terra realmente é.

Loucura ecofascista: “Você está congelando? Culpa do aquecimento global!”

Um “vórtice polar” avançou sobre grande parte do território dos EUA fazendo descer as temperaturas até -50º.

As cataratas do Niágara gelaram parcialmente e as perdas estão sendo calculadas em bilhões de dólares.

Malgrado a intensidade do fenômeno, ele nada tem a ver com a tendência ao esfriamento global que os cientistas objetivos vêm registrando há anos.

Trata-se de um fenômeno extraordinário já verificado em outras oportunidades, com maior intensidade até.

Entretanto, grande parte da opinião pública americana considera o fenômeno como um cruel desmentido da natureza à furada teoria do “aquecimento global”.

Aquecimentistas presos no gelo antártico

A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.

Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos.

O grupo de “cientistas da mudança climática” preso pelo gelo no barco de bandeira russa “Akademic Shokalskiy” foi felizmente resgatado e passa bem. 

Um helicóptero do quebra-gelo chinês “Xue Long” (“Dragão da Neve”) os conduziu até o australiano “Aurora Australis” que prudentemente não ingressou na área. 

Mas, o “Dragão da Neve” não conseguiu quebrar o gelo e também acabou preso pelo mar em fase de congelamento malgrado o verão antártico.

Aquecimentistas presos no gelo antártico

A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.

Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos.

O grupo de “cientistas da mudança climática” preso pelo gelo no barco de bandeira russa “Akademic Shokalskiy” foi felizmente resgatado e passa bem. 

Um helicóptero do quebra-gelo chinês “Xue Long” (“Dragão da Neve”) os conduziu até o australiano “Aurora Australis” que prudentemente não ingressou na área. 

Mas, o “Dragão da Neve” não conseguiu quebrar o gelo e também acabou preso pelo mar em fase de congelamento malgrado o verão antártico.

Os tripulantes dos dois navios ficaram a bordo. Eles aguardam serem liberados pelo quebra-gelo “Polar Star” da Guarda Costeira dos EUA, único habilitado para a tarefa.

A mídia, entrementes, omitiu dizer o que ia fazer a equipe de cientistas: demostrar o “aquecimento global”! 

40 de 41 (97,5%) crônicas de jornal impresso ou virtual, recenseadas por Mike Ciandella analista do Business &Media Institute, abafaram o objetivo anunciado pelos cientistas até a ocorrência.

O noticiário camuflou os cientistas de “passageiros” ou de “turistas”. 

A agência AFP apontou os perigos da expedição, a falta de conhecimentos do mar da região e a inexperiência dos participantes, além dos riscos do resgate. 

A história é hilariante, mas reveladora do clima ideológico e pretensamente científico com que vem sendo tocada a propaganda do “aquecimento global”, e/ou “mudanças climáticas”.

Foram constatar a mudança climática e verificaram na própria pele o contrário

 O líder da expedição foi Chris Turney, professor de mudança climática na universidade australiana de New South Wales. Em seu site pessoal, Turney havia anunciado que o objetivo era “descobrir e comunicar as mudanças ambientais que estão acontecendo no sul”.

O perigoso fiasco não lhe ajudou a criar juízo. Em entrevista a Fox News, Turney reafirmou sua crença no derretimento global dos polos.

“O gelo marinho está desaparecendo devido à mudança climática, mas aqui o gelo está se acumulando”, acrescentou num comunicado, sem se importar com a contradição nos termos. 

O ‘Dragao da Neve’ não conseguiu se desentalar a si proprio e apelou ao antipatizado EUA.

 E depois de uma tentativa de justificação concluiu: “estávamos no lugar errado, na hora errada”.

De fato, o frio na Antártica vem aumentando de modo consiste há 35 anos segundo a NASA.

Respeitadas as oscilações cíclicas, a expansão da superfície gelada da Antártica cresce há 150 anos. 

total da superfície gelada do planeta aumenta regularmente há 25 anos, pois o gelo antártico compensa a diminuição cíclica e temporária da camada de gelo do Ártico.

A marinha australiana conhecia bem o local, mas os alegres ambientalistas ficaram escravos de seus mitos e o navio alugado “Akademic Shokalskiy” amanheceu o dia 30 de dezembro encravado numa banquisa de 4 metros de profundidade. 

USCG Polar Star. O vilipendiado vilão aquecedor do planeta (EUA)
é a grande esperança para solucionar a trapalhada.

 Os ambientalistas pretendiam refazer o percurso da épica mas trágica expedição do explorador Douglas Mawson. 

Em 1912, Mawson protagonizou uma histórica façanha de sobrevivência, passando dois anos na Antártida, vencendo dificuldades gigantescas e ficando como único sobrevivente de uma falida expedição ao polo sul magnético.

Obviamente, os auto-embombados aquecimentistas não estavam dispostos a sofrer nem a milésima parte do que padeceu seu herói e fugiram de helicóptero na primeira dificuldade.

Não lhes faltará financiamento para nova excursão visando provar que o planeta esquenta por todo lado.

Luis Dufaur edita o blog Verde, a cor nova do comunismo.

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“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª Conferência dos Países Signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas entravam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França, pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

O tufão Haiyan e as manobras inescrupulosas do alarmismo climático

“Cada vez que há uma tempestade forte, alguém com influência na mídia solta um comentário bombástico. A imprensa pega e espalha, e isso se transforma numa lenda sagrada. Depois, por mais que haja estudos científicos, não há jeito de desmentir essa lenda.”

Explorando a dor enorme que significou para as Filipinas o tufão Haiyan (ou Yolanda) o desastre vem sendo relacionado pela mídia ambientalista com o “aquecimento global”.

O viés alarmista que aflora em certos noticiários é de molde a impressionar o público para alguma decisão demagógica que possa adotar a 19ª Sessão da Conferência das Partes (COP 19) (Nineteenth Session of the Conference of the Parties) agora reunida em Varsóvia.

A COP 19 é a reunião mais importante sobre clima do ano e tem o objetivo de ‘preparar terreno’ para novo acordo global climático em 2015.

Malabarismos catastrofistas de ontem… e de hoje

Contrainformação aquecimentista feita por 15 anos é confessada. Afinal o oceano Pacífico foi mais forte que todo o aquecimento global antropogênico, se é que ele existiu.
Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.

Tornou-se lugar comum noticiar que a temperatura do planeta parou de subir nos últimos 15 anos.

E o próprio Quinto Relatório do IPCC — órgão político e não científico — abaixou fortemente as assustadoras previsões anteriores.

Esse tipo de notícias contradiz o bombardeio durante anos de informações segundo as quais a temperatura não parava de aumentar e, aliás, nunca pararia, salvo drásticas mudanças de tipo socialista planetário.

A revolta dos zooxiitas

O braço desses movimentos é mais longo. Depois que os animais forem totalmente substituídos por plataformas vegetais, os zooxiitas irão se unir contra a criação e o abate de reses para alimentação humana, como já é o objetivo atual do PETA. 

No dia 18 de outubro de 2013, um bando de “ativistas” (leia-se “terroristas”) assaltou o Instituto Royal, em São Roque, SP, de onde roubaram 178 cães da raça beagle e depredaram as instalações, incluindo equipamentos e arquivos de pesquisas. Os vândalos destruíram o conhecimento proveniente de décadas de experimentos, especialmente a busca de um medicamento para combater o câncer (quebra de patente) e fitoterápicos para diversos usos.

Os responsáveis pelo instituto garantem que os testes realizados com cães e outros animais estavam de acordo com a lei brasileira, dentro das normas do Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e que os meigos beagles não sofriam maus tratos, como alegam os zooxiitas.

“Lares” gays colocam crianças em risco

Um estudo recente levado a cabo pelo professor-adjunto Mark Regnerus, da Universidade do Texas, revela o quão perigosa a vida duma criança criada por duplas homoeróticas pode ser:

– A pedofilia paternal está amplamente disseminada: 23% das crianças com uma mãe lésbica reportaram terem sido sexualmente tocados por um dos adultos da dupla homossexual, em comparação com 2% das crianças que foram criadas pelos pais biológicos.

– A violação existe em números galopantes: 31% das crianças criadas por uma mãe lésbica, e 25% das criadas por um homem homossexual reportaram terem sido forçados a levar a cabo atos sexuais contra a sua vontade, comparados com os 8% criadas pelas famílias intactas.