Ambientalismo


Consenso alarmista sobre o “aquecimento global” derrete-se rapidamente

Referindo-se à teoria do “aquecimento global” e ao rápido abandono da mesma, o Prof. Peter Wadhams, especialista da Universidade de Cambridge, afirmou: “Isto não é um ciclo, não é apenas uma flutuação. No final, tudo vai derreter de repente”.

A generalizada percepção de que não houve aquecimento de origem civilizatória fez o IPCC – Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas – modificar seu principal documento. O IPCC não é um órgão científico, mas político, criado pelos governos com muita participação dos Ministérios do Meio Ambiente nacionais.

De fato, o Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, que atualizou os desqualificados Relatórios de Avaliação anteriores apresentados pelo órgão, moderou acentuadamente suas catastróficas previsões anteriores, e supôs que pelo ano 2100 o “aquecimento global” ficará entre 0,5ºC e 1,5º.

A “Igreja do Planeta que Aquece”

Teria a seita catastrofista dogmas, teologia, pontífices, mistérios, hereges e Inquisição?

Num tom de gracejo que apanha aspectos não explicitados da realidade, o Prof. Larry Bell, da Universidade de Houston, fundador do Sasakawa International Center for Space Architecture e especialista em arquitetura espacial, abordou um ponto do qual pouco se fala: o caráter de “igreja” assumido pelo catastrofismo ambientalista.

O Prof. Bell escreveu na conhecida revista “Forbes” que enquanto membros da “Igreja da ONU do Planeta que Aquece” preparavam o 5º Relatório sobre o andamento do clima global, outros “relatórios blasfemos” escandalizavam os “piedosos fiéis” da “teologia do aquecimento global por causa humana”.

Verdes nada fazem pelos mais necessitados ante iminência de esfriamento global

A atividade solar desenvolve-se em ciclos estudados e conhecidos pelos cientistas. Essa atividade atingiu um auge durante o período compreendido entre a década de 90 e o ano 2000.

Mas agora entramos numa fase minguante, sendo provável que venha um período de invernos e temperaturas globais tendentes ao frio.

Nesse sentido, os cientistas mais equilibrados falam que a era do arrefecimento global já começou.

Mas nada de temores insensatos; não é preciso sair para reformar o mundo. Haverá anos mais frios que os anteriores, e ponto final.

O mundo continuará, como diz o ditado popular, “como antes no quartel de Abrantes”, talvez com um cobertor ou um cachecol a mais no inverno.

Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.

Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida. Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas. O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção. O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.

IPCC muda seu alarmismo. Cientistas e imprensa tentam se adaptar

O jornal britânico “The Daily Mail” escreveu que nos anos 70 que cientistas e políticos estavam preocupados pela iminência de uma “idade de gelo”. (Confira o artigo ‘Esboço de novo relatório do IPCC destrói mitos aquecimentistas’)

Mas pouco depois mudaram, passando a achar o contrário. Isto porque segundo publicações do estilo da revista americana “Time”, ONGs, ONU, políticos e governos passaram a favorecer os cientistas que falavam de um iminente “aquecimento global” gerado pelo homem.

O que houve?

Esboço de novo relatório do IPCC destrói mitos aquecimentistas

Não são apenas os cidadãos que estão achando que o clima não está mais quente, mas também os próprios cientistas que há pouco pregavam o aquecimento global – escreveu o jornal britânico “The Daily Mail”.

O jornal apresentou dados, a seu ver irrefutáveis, segundo os quais as predições oficiais sobre o aquecimento global foram “distorcidas catastroficamente” com um custo impressionante para os contribuintes.

Os britânicos teriam gastado inutilmente bilhões de libras esterlinas em impostos e subsídios para cortar emissões de gases estufa sem nenhuma razão séria.

O eco-fascismo contra a Espanha

Nas ruas, o fracking é objeto de pequenos protestos de grupos ecologistas agigantados pela mídia.

Um documentário aterrorizador apóia a campanha antiprogresso com imagens de alto impacto emotivo, mas de desconhecido fundamento científico.

A Espanha identificou recursos de gás de xisto suficientes para atender às suas necessidades energéticas durante 39 anos. Atualmente o país importa quase 99% do que consome, segundo informou o jornal madrilense “El País”.

Porém, esse gás só pode ser aproveitado utilizando-se a conhecida e rentável tecnologia moderna de fragmentação hidráulica ou fracking.

A Grande Farsa Verde nº 1:

Prova concreta finalmente mostra que as previsões do aquecimento global que geraram bilhões em gastos estavam ERRADAS o tempo todo.


Não, o mundo NÃO está esquentando (como você deve ter notado). Vamos agora revelar os dados oficiais que estão fazendo com que os cientistas mudem repentinamente de ideia sobre o apocalipse climático. Será que os políticos financiados pelos ambientalistas irão parar de travar uma cruzada verde com o nosso dinheiro? Bem… o que VOCÊ acha? O jornal britânico Mail on Sunday apresentou provas irrefutáveis de que as previsões oficiais do aquecimento do clima mundial eram catastroficamente falhas.

O ódio do alarmista verde contra a humanidade

David Attenborough, um dos mais ativos arautos ingleses da diminuição drástica da população mundial, voltou a receber escandalosa cobertura midiática após comparar a raça humana a uma praga que depreda o planeta.

Ele acenou ainda com um aterrorizador desastre, que aconteceria nos próximos 50 anos, se algo não for feito para parar com a reprodução dos humanos, noticiou a agência LifeSiteNews.

O método de espalhar pânico é bem conhecido e David Attenborough utiliza-o com desenvoltura. Ao mesmo tempo, ele oculta numa nuvem de imprecisões que a causa de seus temores é de fundo ideológico anticristão.

Virgínia: solução armada para segurança nas escolas

Autoridades da Virginia, EUA, seguem caminho próprio para proporcionar mais segurança nas escolas do estado: permitir que professores e diretores portem armas nas áreas escolares.

O deputado republicano Bob Marshall apresentou projeto de lei segundo o qual o estado dará treinamento a pessoas interessadas em portar armas nas dependências das escolas estaduais, desde que ocultadas da vista dos estudantes. Atualmente é proibido portar armas nas áreas próximas às escolas na Virginia. Segundo Marshall “as leis do estado de Connecticut transformam o cidadão em vítima sem auxílio. Isso é indesculpável”. A cidade de Newtown, onde ocorreu a chacina de Sandy Hook, em dezembro, situa-se nesse estado. Marshall observou que o atirador de Aurora, no Colorado, procurava lugares com placas de aviso indicando ser proibido portar armas no local.