Ambientalismo


Os “crimes contra as gerações futuras”

É preciso ter muito cuidado com os intelectuais em geral, mas com os de esquerda em particular.

É sabido, por este exemplo, que a esquerda (intelectual) é contra a pena de morte em relação aos crimes de sangue, incluindo os assassinos em série; mas, por outro lado, é a favor da pena de morte para as pessoas que negam o aquecimento global. E o mais interessante é o conceito escatológico de “crimes contra as gerações futuras” que justifica a pena de morte para os negacionistas do apocalipse “aquecimentista”.

Para a esquerda, a noção de “probabilidade” é irrelevante. A esquerda tem certezas. Trata-se de uma fé imanente, porque só a fé tem certezas. Por exemplo, neste texto de Galopim de Carvalho:

As posições ante o ambientalismo: trabalhador/conservador ou hippie/vagabundo/esquerdista?

Repete-se que só as pessoas ignorantes em matéria de ciência ou as iletradas são capazes de engrossar o largo, e até majoritário, número de cidadãos que não acreditam no aquecimento global, nas mudanças climáticas antropogênicas e outros “dogmas” ambientalistas.

Mas especialistas da Universidade de Yale que estudaram o público que recusa as crenças ambientalistas chegaram a uma conclusão oposta.

O site Reason.com publicou um interessante resumo do sisudo trabalho.

O estudo é um fruto do Yale Cultural Cognition Project, que analisou as opiniões de 1.500 cidadãos americanos sobre questões ambientalistas do ponto de vista do nível de sua cultura e de sus conhecimentos científicos.

Caiu o telão da Rio +20, começa o avanço da farsa do “desenvolvimento sustentável”

Por trás de tudo o que aconteceu na Rio +20 pintado de cor verde, na realidade agiam militantes do socialismo vermelho. E bem mais sensíveis ao vermelho do que ao verde.

E o Paraguai foi o teste dos noves. 

O telão desceu. A Rio +20 terminou. Nos diversos pontos que serviram para o encontro, um exército de funcionários está desmontando os gigantescos cenários feitos para o lançamento do “desenvolvimento sustentável” e da “economia verde” como modelo para a humanidade.

Representantes governamentais e ativistas de ONGs apressaram-se rumo ao aeroporto levando a seus países a “mensagem” haurida. Viajaram, preparados para implementar as estratégias do “desenvolvimento” sustentável” e da “economia verde”.

Mentiras sinceras me interessam

Capivaras que me perdoem a sinceridade, mas a capacidade de se estabelecer juízos de valor, de sequer considerar se a natureza deve ser preservada ou não é uma capacidade especificamente humana.

Eu sinceramente gostaria de saber, mas confesso que não sei. Eu não sei o que se passa na cabeça dos nossos amigos ambientalistas. Se alguém souber, por favor, enviar mensagem para. Agradecido.

Segundo os ilustres filhos de Gepeto, o homem (branco, heterossexual, católico e, de preferência, norte-americano) é responsável direto por um fenômeno tremendo chamado aquecimento global. Todo mundo já ouviu falar dele. As pessoas sentem hoje os calores que os mais lúgubres dos futurólogos preveem para daqui a cinqüenta anos.

Embaraço verde

Foi interessante enquanto durou. Mas parece que a “revolução verde” começou a rolar ladeira abaixo até a pergunta: “Isso tudo para quê?”

Em janeiro, o governo espanhol interrompeu os subsídios absurdamente generosos à sua indústria de energia renovável, e a indústria de energia renovável quase implodiu. Você poderia dizer que nunca foi realmente uma indústria de energia renovável. Era uma indústria subsidiada pelo governo que, em troca de criar moinhos de vento e painéis solares que aliviavam a consciência a despeito de sua ineficiência, recebia pilhas de verbas públicas que os consumidores jamais teriam.

Reciclagem, conservação, sustentabilidade e realidade

As crianças também são doutrinadas a acreditar que reciclar irá reduzir a poluição.  Mas a elas não é dito que o processo de reciclagem é, em si, extremamente poluente.

Quer salvar árvores e diminuir a poluição?  Enfie seus papeis em uma grande sacola plástica e jogue-a fora.

A reciclagem adquiriu um status moral quase que inquestionável, em grande parte porque crianças e adolescentes, doutrinados pela propaganda ambientalista continuamente regurgitada pelas escolas e universidades, chegam às suas casas munidos de informações falaciosas e as utilizam para intimidar seus pais.  Não seria exagero algum dizer que mais de 70% da juventude quer que seus pais reciclem.

Números sobre Belo Monte e a “coerência” da atriz Dira Paes

A atriz Dira Paes é contra Belo Monte e a favor das hidrelétricas na Amazônia. Não entendeu? Nem eu…

Eu sei que não se deve exigir coerência de artistas, muito menos de artistas brasileiros, e menos ainda de artistas brasileiros globais. Mas, por favor, Sra Dira Paes, acenda uma vela para Deus, e só depois, outra para o diabo. Não é querer ensinar missa pro vigário, mas é só questão de deixar a imagem do artista descansar, como vocês mesmos dizem. 

Quem quer entender do que estou falando, assistam aos dois vídeos abaixo. No primeiro, a atriz Dira Paes participa do Movimento Gota D’água, fazendo campanha contra a criação da Usina de Belo Monte. Suas aparições estão nos minutos 2:18 e 2:40. No segundo, faz campanha contra a divisão do estado do Pará, do qual destaco interessantíssimo trecho de sua fala, entre os segundos 13 a 17: “ – O Pará só perde…perde os rios que mais geram energia…

Prêmio Nobel recusa “nova religião” de mitos sobre o “aquecimento global”

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973 renunciou à famosa American Physical Society (APS) em 13 de setembro de 2011 como forma de condenar a posição oficial da associação sobre o aquecimento global.

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adoptou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

O clima não muda? Falsifiquemos os mapas!

O jornalista James Delingpole, mostrou que o alarmismo professado pelos editores do Atlas chegou ao ponto de suprimir os países-arquipélago Tuvalu e Maldivas, além de grandes partes de Bangladesh, com o objetivo de induzir à “verdade emocional” das “mudanças climáticas causadas pelo homem”.

O reputadíssimo Times Comprehensive Atlas of the World representou na sua 13ª edição, do ano 2011, a Groenlândia como tendo perdido 15% (em relação a 1999) da cobertura de gelo perene que ocupa 84% daquela imensa ilha.

Eminentes cientistas acusaram o Atlas de falsificar o mapa da Goenlândia para encaixá-la no esquema dos supostos efeitos do “aquecimento global”, noticiou “The Guardian” de Londres.

O mapa da 13ª edição mostra vastas áreas da costa leste e sul da Groenlândia coloridas de modo a sugerir que 300.000 km2, ou 15% da cobertura de gelo do território, perderam-se nos últimos 12 anos.

Estudo afunda mito do “aquecimento global de origem humana”

O fim do mito do “aquecimento global antropogênico” trará uma economia de trilhões de dólares, que teriam sido gastos à toa se tivessem sido ouvidos os apelos apocalípticos de figuras como o senador americano Al Gore ou o Painel Internacional para as Mudanças Climáticas ? IPCC.

Uma equipe de cientistas do CERN, um dos máximos institutos mundiais dedicados ao estudo das partículas, definiu a causa determinante do aquecimento da Terra, registrou o escritor, jornalista e radialista James Delingpole comentando importante relatório recentemente dado à luz pelo instituto.

Parafraseando uma expressão carregada da vulgaridade socialista, e originalmente atribuída ao então presidente americano Bill Clinton, Delingpole resumiu o resultado do sisudo trabalho: “it’s the sun, stupid”.

O físico dinamarquês Henrik Svensmark defendia há muito que as mutações relevantes na temperatura da Terra se devem antes de tudo à influencia dos raios solares.