Ciência


As declarações do Gen. Mourão e a tirania do CFP na falsa polêmica da “cura gay”

“É um absurdo que o Brasil tenha no comando de sua defesa ministros comunistas.” Heitor De Paola comenta as declarações do Gen. Mourão, parabeniza-o pelo diagnóstico da situação do país, e explica porque no momento é contra a intervenção militar. Destaca aspectos importantes da natureza e da história do Ministério da Defesa, criado pelo globalista […]

Maconha e legalização: antes de falar asneiras, se informe

Se você fumou maconha (ou queimou, cheirou, injetou), por favor, leia este texto. Mas não pegue no volante, porque a erva está relacionada ao aumento do número de colisões fatais, com o dobro de chances de acontecerem. No estado do Colorado, EUA, onde a droga é liberada, os acidentes aumentaram 100% de 2007 a 2012, […]

Quando a medicina enlouqueceu

A perda da identidade da Medicina e a necessidade de compreender o modelo hipocrático e cristão do Ocidente.

Copio a idéia deste título do livro
When Medicine Went Mad, editado por Arthur Caplan [1], um grande bioeticista norte-americano. E se a Medicina pode enlouquecer, a conclusão é que há um padrão de sanidade a ser reconhecido.

Muitas vezes sou questionado sobre meu trabalho e minhas pesquisas. Por que se preocupar com o que médicos mortos há mais de mil ou dois mil anos disseram? Por que buscar os escritos desatualizados da tradição hipocrática e cristã?

É claro que os escritos antigos estão cientificamente desatualizados, mas guardam o aspecto eterno que repousa nos valores e na experiência humana. Remexo tanto no passado, e no presente, da Ética Médica e da Bioética porque trabalho com a essência da Medicina, com a nossa identidade enquanto profissionais da área da saúde.

Num antigo seminário promovido pela Associação dos Estudantes de Medicina em Vitória, no Espírito Santo, lembro-me de um colega que defendeu a possibilidade de a Medicina ser compatível com qualquer ideologia política que você tenha. O que defendi à época, e ainda defendo, é que essa idéia é errada e perigosa. Aliás, perigosíssima!

A água doce é um recurso escasso?

Eis o primeiro mapa mundi das águas subterrâneas.

Se fosse possível retirar essa água e depositá-la sobre a parte seca da Terra, ela poderia produzir um dilúvio que cobriria todos os continentes com uma profundidade de 180 metros.

Certa feita, visitando a catedral católica de uma cidade do oeste do Paraná, chamou-me a atenção o esmero com o qual duas senhoras tentavam arrumar uma montagem com papéis coloridos no fundo do templo.

“Caitlyn” Jenner e o parecer do ex-chefe de psiquiatria do Johns Hopkins

O Dr. Paul R. McHugh é um brilhante ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital. Ele já escreveu mais de 125 artigos bem avaliados pelos colegas em revistas médicas, e publicou seis livros acadêmicos. Quando se trata das mudanças recentes do ex-atleta olímpico Bruce Jenner, ele tem coisas a dizer que deixará os esquerdistas furiosos.

Todas as famílias são iguais? Breve relato das evidências empíricas

E estudo realizado pelo Dr. Mark Regnerus reafirma e fortalece a convicção de que o melhor padrão para criar os filhos ainda é a família biológica intacta.

 
Muito se tem falado sobre a “decadência” e a “transformação” da família. O foco dessa discussão, porém, parece-me deslocado. Considerando que a existência da instituição “família” somente se justifica no exercício de sua função primária, a perpetuação da sociedade, por meio da criação e educação das novas gerações, a verdadeira questão é quão bem cada tipo de família pode exercer essa atribuição. Assim, quanto melhor a família exerce sua função primária, mais funcional ela é; por outro lado, quanto menos eficaz for a família no exercício de sua função, mais disfuncional ela é.

Abstraindo as questões ideológicas que contaminam severamente o debate público, é possível distinguir empiricamente a funcionalidade e a disfuncionalidade de cada espécie de estrutura familiar. Para isso, serão consideradas as seguintes estruturas familiares, definidas nos termos do New Family Structures Study (NFSS) – Novo Estudo de Estruturas Familiares, realizado pelo professor Dr. Mark Regnerus da Universidade do Texas com quase 3.000 adultos de 18 a 39 anos: [i]

O Multiverso: 1895 – 2012. Descanse em paz.

O último deus dos ateístas, o multiverso, foi aposentado em janeiro de 2012 em um evento deveras inusitado: a celebração do 70? aniversário de Stephen Hawking, em Cambridge. Com a palavra estava o Dr. Alexander Vilenkin, autor de um artigo apresentado no encontro “Estado do Universo”, de cientistas que se reuniam para honrar Hawking.

Depois de demonstrar as falácias de várias teorias que tentavam validar o multiverso, Vilenkin resumiu a sua conclusão dizendo: “Toda a evidência que nós temos diz que o universo teve um começo.” Isso, naturalmente, deixou todos os naturalistas filosóficos e ateístas de luto, porque o próprio Hawking tinha admitido: “Muitas pessoas não gostam da ideia de que o tempo tenha um começo, provavelmente porque isso sugere a intervenção divina.”

Para os que não estão familiarizados com a ideia do multiverso, a teoria do universo múltiplo postulava a existência simultânea de muitos (possivelmente infinitamente muitos) universos paralelos, na qual quase qualquer coisa teoricamente possível seria realizada no fim das contas. O multiverso era usado por materialistas e ateístas como uma forma de evitar o argumento cosmológico e o argumento do ajuste fino para a existência de Deus.

Boas notícias do espaço: “muro invisível” protege a Terra contra radiação letal

Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva. Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e raras vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

Stephen Hawking e Mlodinow erram e dão mais evidências para a existência de Deus

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Hawking e Mlodinow fizeram um trabalho completamente suficiente de derrotar seu próprio argumento.

Há um velho ditado que diz “dê muita corda a alguém e ele vai se enforcar”.  A ideia é que, se alguém está errado ou mentindo, quanto mais o tempo passa, mais óbvio isso se torna presente. Bem, a Bantam Books deu a Stephen Hawking e Leonard Mlodinow toda a corda que eles queriam, e o resultado é The Grand Design (O grande projeto), um novo livro no qual eles argumentam contra a necessidade (e a existência) de Deus. Aqui está o núcleo de seu argumento:

[Assim], como Darwin e Wallace explicaram como o projeto aparentemente milagroso de formas de vida poderiam aparecer sem a intervenção de um ser supremo, o conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas, sem a necessidade de um Criador benevolente que fez o universo para o nosso beneficio. Como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe, porque nós existimos.

O caos e a dialética dos efeitos

Estudantes formados por Lazarsfeld se tornaram verdadeiros “gurus” da indústria publicitária e seus estudos eram também aplicáveis à política. Trabalhavam para grandes empresas e órgãos governamentais com considerável influência em muitos países.

O primeiro resultado da pesquisa de opinião do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) tentava demonstrar um povo machista e violento, o que a esquerda buscou identificar imediatamente com um conservadorismo. Daquele primeiro resultado vieram inúmeras manifestações de políticos, incluindo o próprio ex-presidente Lula, chamando a atenção para o perigo representado pelos supostos 46% da população. Na carona do IPEA, impulsionou-se votações de leis sobre violência doméstica que a relacionavam com o machismo da sociedade. Estas leis, por sua vez, já estão servindo de modelo para a inclusão da ideologia de gênero não mais somente no novo Plano Nacional de Educação, mas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o que terá caráter permanente. O extenso uso político e militante daqueles primeiros resultados mostra o intuito dessa verdadeira operação de engenharia social.