Conservadorismo


A relação entre Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro

Hoje tentarei explicar a relação pública entre Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro, com dados disponíveis que foram coletados na internet e outros que eu guardo na minha memória. A análise do ‘Fenômeno Bolsonaro’ como ‘efeito colateral’ do trabalho do professor Olavo fica para a próxima, porque é mais complexo. Acredito que a maioria aqui […]

Metem medo

Algumas pessoas reclamam da quantidade de tempo, energia e de postagens que dedico ao político Jair Messias Bolsonaro e ao filósofo Olavo de Carvalho, sobre a questão dos liberais que vivem atacando-os, seja de forma velada, dissimulada, vil e, em alguns casos, de maneira explícita. A esquerda socialista sempre fez isso, mas, aqui no Brasil, […]

A Europa oriental escolhe a civilização ocidental

O povo polonês recebeu Donald Trump de forma calorosa. Em um discurso histórico diante de uma exultante multidão polonesa, precedendo o início da reunião dos líderes da Cúpula do G20, o presidente dos EUA, Donald Trump descreveu a luta do Ocidente contra o “terrorismo islâmico radical” como forma de proteger “nossa civilização e nosso modo […]

Só o Cristianismo pode salvar a Europa

A verdade é que a Europa precisa recuperar sua grande narrativa pela qual deva viver, pela qual deva determinar o que é verdadeiro, bom e benéfico para seu povo.

O grande número de pessoas desembarcando no litoral da Europa – sejam refugiados, sejam imigrantes em busca de melhores condições financeiras – assim como o maléfico advento do Estado Islâmico e de outros grupos extremistas muçulmanos, levou o historiador Niall Ferguson a comparar, no jornal britânico The Sunday Times, o estado atual da Europa com o da época da chegada das tribos germânicas e dos hunos da Ásia Central às portas de Roma, no século V.

Hype Conservadora: por que ser autêntico é mais importante do que ser descolado?

Os habitantes de Washington não se importam se você disser que o Distrito de Colúmbia é a Hollywood das pessoas feias. Mas diga-lhes que a cidade não é o epicentro do poder que eles acham que é, e eles ficarão incomodados.

A sociedade dos conservadores de Hollywood, The Friends of Abe, Inc. (FOA), acredita que a guerra de idéias está acontecendo dentro de nossa cultura, e não nos “think tanks”. O diretor-executivo do grupo, o cineasta independente Jeremy Boreing, conversou comigo recentemente por telefone sobre a luta crucial da qual os conservadores, há muito tempo, abriram mão.

O conservadorismo é o inimigo comum

Para a grande mídia, meios intelectuais e para a classe política, o conservadorismo continuará a ser o que sempre foi: uma ameaça ao status quo.

Cada vez mais, fica evidente que não se deve fazer concessões àqueles que não comungam dos mesmos objetivos, que não possuem a mesma cosmovisão e possuem paradigmas que se diferenciam muito dos seus, ainda que, politicamente, haja alguma afinidade de idéias.

No ano passado, quando a disputa presidencial ficou entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, a quase totalidade dos conservadores brasileiros fizeram uma campanha positiva em favor do candidato do PSDB. Apesar desse apoio ter sido dado com desconfiança, ele foi bem explícito, chegando a parecer mesmo uma aprovação à figura do senador mineiro.

Homens para os novos tempos

Quando alguém começa ou acaba um texto ou um discurso falando mal de Jair Bolsonaro e da “direita” ou é um engajado esquerdista ou um maria-vai-com-as-outras.

Observo com interesse as primárias das eleições norte-americanas. Ventos novidadeiros sopram de lá. Qualquer que seja o candidato escolhido pelo Partido Republicano terá grandes chances de se eleger sobre o moribundo, medíocre e canhoto governo de Obama e seu Partido Democrata. Obama sairá desmoralizado da Casa Branca.

Entre os republicanos, o candidato por quem mais nutro simpatia é Donald Trump. Este, embora quase grosseiro nas suas falas diretas, é exemplo das qualidades que mais se preza nos nascidos na América do Norte: afirmativo, conservador em costumes, liberal em economia, contra qualquer iniciativa de governo mundial, defensor ardoroso de suas fronteiras e da supremacia americana. A população de todo o mundo, submetida há mais de um século de propaganda esquerdista, agora despertou. Na América também. Esquerdismo é engodo pernicioso.

A auxiliar das senhoras contra-revolucionárias

O que acontece quando uma mulher deixa a esquerda?

“O homem é um animal político”
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Aristóteles

“Eu gosto quando um colega me manda flores
Eu babo em vestidos de rendas
Eu falo ao telefone por horas
Com um quilo e meio de creme no meu rosto!”
Oscar Hammerstein

David Horowitz, David Mamet, e Jon Voight estão entre os famosos ex-esquerdistas que se submeteram a uma conversão para o conservadorismo político. (Nota de Heitor De Paola: Acrescento Olavo de Carvalho, eu mesmo, e muitos outros, como Bella Dodd.) Nesse sentido, eu sou tal qual eles. Eu também sou um ex-esquerdista. Em outro sentido, eu sou diferente. Eu sou uma mulher.

Acusam-me!

Acusam-me de ser:

• racista, porque sou branco;

• fascista, porque não voto no PT, no PCdoB nem no PSOL;

• homofóbico, por ser heterossexual;

• traidor da causa operária, por dizer que a CUT é um antro de petistas;

• machista, por ser contra o aborto;

• fundamentalista, por sustentar que estado laico não é o mesmo que estado ateu;

Desperte para o real significado da liberdade

Quando pressionados por uma declaração de suas crenças, conservadores dão respostas evasivas ou irônicas: crenças são o que os outros têm, aqueles que, como socialistas e anarquistas, confundiram política com religião. Isto é lamentável, porque o conservadorismo é uma filosofia genuína, ainda que não sistemática, e ela merece ser afirmada especialmente em tempos como o atual, quando o futuro de nossa nação está ameaçado.

Conservadores acreditam que nossas identidades e valores são formados através de nossas relações com outras pessoas, e não através de nossas relações com o estado. O estado não é um fim, mas um meio. A sociedade civil é a finalidade última, e o estado é o meio de protegê-la. O mundo social emerge através da livre associação, enraizada nas relações de amizade e na vida em comunidade. E os costumes e instituições que estimamos têm crescido de baixo, pela mão invisível da cooperação. Elas raramente têm sido impostas de cima pelo trabalho de políticos, cujo papel, para um conservador, é reconciliar nossos propósitos, não ditá-los ou controlá-los.