Desarmamento


O atentado em Las Vegas e a enquete canalha do G1: não deixem de boicotar e denunciar

Você sabe o que é uma pergunta capciosa? É uma pergunta com várias intenções e interpretações, feita com objetivo (explícito ou implícito) de comprometer a resposta e o entrevistado, deixando-o em uma sinuca de bico. Vejamos um exemplo. Após o atentado recente nos EUA, que possui todas as características de um atentado terrorista (e, segundo […]

As lágrimas de Obama e o direito de defesa

As lágrimas de Obama emocionaram o mundo. Não consigo sequer imaginar, como pretenderam alguns, que elas tenham sido produto de talento teatral. Não! Ele não é ator tão competente nem faltam ao massacre de Sandy Hook motivos para uma verdadeira torrente de lágrimas.

No entanto, é abusivo valer-se das lágrimas de Obama para combater, no Brasil, propostas que buscam proporcionar ao cidadão condições de defender a si e à sua família. Obama chorou mesmo, sem qualquer mistificação. Mistificadores, estes sim, são os defensores de bandidos que enchem as páginas de nossos jornais usando expressões tipo “bancada da bala” e “turma do bangue-bangue” para se referirem aos que, como eu, querem ver assegurado aos cidadãos de bem o direito de defesa num país que se entregou para os criminosos.

A Bíblia prega pacifismo e desarmamento?

Se fosse contrário à vontade de Deus um crente ter uma arma para sua defesa, por que o Filho de Deus ordenou a aquisição de espadas e não mandou Pedro jogar fora a sua?

No segundo dia do ano, duas notícias no Portal G1 chamaram a atenção. Numa delas, “Carro passa atirando e mata 4 em bar em SP”. No meio da manhã, parecem ter descoberto que a culpa não era do carro: havia alguém dentro dele puxando o gatilho, e o título foi alterado para “Ataque a tiros em bar deixa 4 mortos em Guarulhos, na Grande SP”.

Em outra manchete, um fato que causou ainda mais perplexidade do que o ataque do carro que atirava sozinho: “Policial militar é preso após atirar e matar homem que invadiu sua casa”. Dessa vez, o título está correto, a narração dos fatos é que parece confusa. Mas, se tudo correu como se conta, o que aconteceu com o direito à legítima defesa no Brasil?

A necessidade da cultura de liberdade

Todo cidadão de bem deveria ter assegurado seu direito de defesa.

Errou a OAB ao colocar no seu site o artigo de seu presidente, o Dr. Marcus Vinicius Furtado Coêlho, publicado originalmente no blog do jornalista Matheus Leitão, no portal de notícias G1, demonstrando sua postura desarmamentista. Errou porque, em que pese o legítimo direito de manifestação do seu presidente nacional, a OAB é uma instituição que deve primar pelo pluralismo de ideias e não servir de instrumento para a inculcação de conceitos ideológicos.

Não se justifica a preocupação de que se está pretendendo uma “legalização generalizada do porte de armas de fogo” e que isso visa, no final, a ampliação dos lucros da indústria de armas, como se todos aqueles que lutam pelo direito do cidadão de possuir e portar armas estivessem a soldo dessa indústria.

Desarmados II

A certeza da inexistência de meios de defesa permite aos criminosos selecionarem milhares de vítimas, todo dia, com a tranquilidade de quem escolhe frango assado em forno de lancheria.

Tenho muito orgulho dos meus leitores. É admirável a riqueza de conteúdo dos comentários que fazem no meu site (www.puggina.org). Por isso, recomendo sempre que acessem os artigos ali. Também meus espontâneos, inteligentes e criativos comentaristas merecem a atenção dos leitores.

 Quero destacar uma das observações feitas ao texto sobre desarmamento (DESARMADOS!) que pode ser lido em http://www.puggina.org/artigo/puggina/desarmados/5593. Nela, o leitor José Luiz de Sanctis chama a atenção para o fato de que as estatísticas usadas pelos defensores do desarmamento destorcem a realidade porque apenas registram os casos em que as vítimas reagiram e se deram mal, mas não levam em conta todas as outras em que reação oportuna e correta as protegeu de um ataque. E lembrou: “Ninguém registra uma ocorrência para relatar que foi quase vítima”.

Desarmados!

Só alguém muito ingênuo não percebe a quem convém a condição totalmente indefesa da população civil ordeira. No campo, serve aos invasores; nas cidades aos bandidos; e na vida social e política a quem controlar o armamento.

Não há tese errada, prejudicial ou desastrosa, sob o ponto de vista social, político, moral ou econômico, que não seja, mundo afora, abraçada pela esquerda. Desarmamento da população civil, entre elas. É inconcebível a irresponsável superficialidade, despegada do mundo real, com que os defensores do desarmamento tratam de uma questão tão prática. Transcrevo abaixo, então, para reflexão dos leitores, experiência que relatei numa crônica de 2011. Inúmeros pais de família devem ter passado por situações semelhantes.

EUA: Porte de armas cresce 178% em 7 anos; criminalidade despenca

“Mais permissões [para porte de armas] significa que está ficando mais difícil para os criminosos atacarem as vítimas”.

De 2007 até o presente momento, o número de americanos com licença para portar armas cresceu 178% (
fonte, página 9).

Só no ano passado, foram emitidas mais de 1,7 milhão de novas licenças, um crescimento de 15,4% num único ano — o maior já registrado —, totalizando 12,8 milhões de autorizações de porte de armas (fonte, página 6).

Essa estatística despertou a preocupação de diversas organizações desarmamentistas, que temiam que as armas elevassem as taxas de homicídio no país.

Bene Barbosa: um herói em Belém

Belém do Pará é uma cidade extremamente singular. Nomeada “a capital da Amazônia”, é vista, por quem aqui chega, como uma cidade um tanto misteriosa, principalmente por perceber sua condição de metrópole e o comportamento provinciano do homem amazônida.

Belém na realidade é uma cidade carente, mas a carência de que falo aqui não é daquelas tão comuns, que logo vem à cabeça quando se pensa nos problemas inerentes a praticamente todas as grandes cidades brasileiras. Belém é uma cidade carente de grandes eventos culturais. Os lançamentos de livros, palestras e apresentações corriqueiros em nossa cidade quase sempre se resumem a algo que não têm mais do que uma certa importância local e que, portanto, apenas reforçavam a mentalidade provinciana já mencionada.

10 anos do referendo: Desarmamento e a fantasia democrática

O Brasil virou um “bang-bang” onde só o vilão tem arma.

Há exatos 10 anos, 95.375.824 de eleitores iam às urnas para votar no que ficou conhecido como O Referendo das Armas. Com 63,94% de votos contrário ao desarmamento vencia a tese de que a venda legal de armas não deveria ser proibida no Brasil. Foram exatamente 59.109.265 votos em favor do “não”, votação recorde em uma eleição nacional, número até hoje não suplantando por nenhum presidente eleito no Brasil.

O desarmamento no Terceiro Reich: aprenda a lição

Houve uma grande discussão sobre portes de armas, confisco de armas, zonas livres de armas, e o mais controverso, se os judeus tinham se armado na Alemanha durante a ascensão do partido nazista ao poder. Teria feito diferença?

O Dr. Ben Carson escreveu em seu novo livro A More Perfect Union: “através de uma combinação de remoção de armas e divulgação de propaganda, os nazistas foram capazes de realizar suas más intenções com, relativamente, pouca resistência.”

Os suspeitos de costume denunciaram Carson, incluindo o pessoal da Anti-Defamation League – ADL (Liga da Anti-Difamação).

De fato, a ADL, na verdade, manifestou-se a favor de Carson quando o diretor nacional Jonathan Greenblatt disse, “o pequeno número de armas de fogo pessoais disponíveis para os judeus da Alemanha em 1938 não poderia, de forma alguma ter parado o poder totalitário do estado alemão nazista”.

Exatamente!