Desarmamento


A opção pela enxada

Sem armas para se defender, qualquer coisa serve para atacar, o que é comprovado pelos cada vez mais frequentes casos de crimes cometidos com os mais variados objetos. Facas, machados, martelos, pedras, garrafas, ou um guarda-chuva.

Pedro Marangoni é, infelizmente, um personagem brasileiro pouco conhecido, um tipo de herói de guerras esquecido em tempos de paz e império do politicamente correto. Ex-piloto da FAB – Força Aérea Brasileira, integrou-se à Legião Estrangeira Francesa na década de setenta e, a partir daí, lutou em diversos conflitos no continente africano, sempre contra regimes ditatoriais. Sua história é contada no livro “A Opção pela Espada”, de sua autoria.

Enquanto Marangoni conta uma briosa e corajosa história em seu livro, uma notícia recentemente veiculada na seção policial de alguns jornais nos remete a uma triste e vergonhosa realidade brasileira: o acovardamento da sociedade.

Da filosofia retal ao desarmamento

Ao falar sobre desarmamento, Ghiraldelli assina, mais uma vez, o seu atestado de idiotice.

Na semana passada, um tal Paulo Ghiraldelli, que se proclama filósofo, publicou uma lista sobre como se identifica um energúmeno, pondo como primeiro item o fato de que “ele quer andar armado”. Após a divulgação da “obra” pelo MVB, ele teve recorde de audiência em seu modesto canal, com mais de uma centena de comentários, absolutamente todos contrários ao posicionamento que defende.

E ele deve ter gostado, pois voltou a escrever sobre o tema, com ainda mais ênfase – e bobagens. Isso não me espanta, o tal filósofo só ganha alguma notoriedade quando resolve passar vergonha em público. Primeiro, foi sistematicamente humilhado pelo filósofo Olavo de Carvalho, que desbancou os seus pífios devaneios pseudo-filosóficos. Não contente, acabou processado pela jornalista e apresentadora Rachel Sheherazade, após postar nas redes sociais que desejava que em 2014 ela fosse estuprada, numa demonstração de “altíssimo” nível intelectual.

Lobão, Bene Barbosa e Rodrigo Constantino: a esquerda caviar e o desarmamento


Os índices alamantes da violência no Brasil, as conexões escusas entre as ONG´s anti-armas com globalistas e a esquerda revolucionária, o conservadorismo do povo brasileiro, que já repudiou o desarmamento em plebiscito, e a inviabilidade econômica notória do socialismo foram alguns dos assuntos do bate-papo entre o cantor Lobão, 
o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, e o economista Rodrigo Constantino.

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O fascismo em praça pública

O estado deve ser não apenas um criador de leis e instituições, mas um educador e provedor de vida espiritual. Deve ter como objetivo reformular não apenas a vida, mas o seu conteúdo – o homem, sua personalidade, sua fé.

A frase acima parece estar sendo adotada por muitos políticos no Brasil. A mais nova prova disso é a lei aprovada no Distrito Federal sobre a proibição da venda de armas de brinquedo, cuja concepção já bem revela o autoritarismo e a ingerência do Estado sobre a liberdade individual do cidadão. Pais, mães e responsáveis não poderão mais presentear seus rebentos com o brinquedo que lhes bem aprouver.

Reservas de caça

Estas ‘zonas livres de armas’ (in)devidamente delimitadas, demarcadas e divulgadas mais não são do que ‘zonas cinegéticas exclusivas’, reservas de caça, campos de tiro, para predadores, psicopatas, homicidas de todos os tamanhos, cores e feitios.

Mais um massacre nos EUA, mais um assassino em série – e mentalmente doente – à solta (deveria estar internado) que matou muitas – demasiadas – pessoas (12, e oito feridas)… antes de ser abatido: foi a 16 de Setembro último no denominado Navy Yard, uma base militar em Washington. Rapidamente e previsivelmente, e tal como em anteriores, semelhantes e infelizes ocorrências, não faltaram, na política e na comunicação social, aqueles (à esquerda) que se precipitaram, se enganaram (em especial quanto ao tipo de armas utilizadas) e reclamaram mais gun control

Tiroteio em Chicago… lá vem a desinformação

Façamos uma rápida comparação: Chicago x Houston.

Hoje (20/09) passei boa parte da manhã lendo todas as publicações que consegui sobre um tiroteio em Chicago que feriu 13 pessoas. Jornais, revistas, portais, blogs deram grande destaque ao tiroteio e, claro, partiram para a frequente desinformação sobre o assunto.

Em nenhuma, absolutamente nenhuma – se alguém achar alguma em qualquer grande jornal ou agência de notícias, por favor, me envie! – reportagem se disse que Chicago é uma das cidades com as maiores restrições à posse e porte de armas dos EUA e que Illinois é o único estado americano que proíbe o porte de armas pelos cidadãos, por outro lado fizeram questão de lembrar que Obama tenta aprovar restrições à armas.

Armas, liberdade e a Bíblia

A Bíblia volta e meia nos faz ter mais abertura a um ponto de vista diferente. Isso acontece mais uma vez no debate requentado sobre desarmamento.

Do ponto de vista religioso, há muito o que se dizer contra a cultura de ódio e violência estimulada pelos nossos filmes e livros.

Porém, filmes e livros não puxam o gatilho de uma arma – quem puxa é um ser humano que deve ser preso, adequadamente acusado, defendido e julgado.

Legítima defesa: uma questão de dignidade

A equação é simples: sem direito a armas não se tem plena capacidade de exercer a juridicamente assegurada legítima defesa; sem legítima defesa, a propriedade e a vida não são protegidas.

O direito de defesa é natural ao ser humano e corolário de sua dignidade. Não é o Estado que lhe dá e, portanto, não lhe pode retirar por leis injustas.

Os que invocam o direito de possuir e portar armas de fogo nos Estados Unidos baseiam-se, sobretudo, na 2ª Emenda à Constituição americana. Aparentemente, teríamos, no Brasil, uma deficiência em buscar argumento de tamanho peso, eis que nossa Carta Magna não é clara ao prever esse direito ao cidadão de bem.

A guerra contínua da esquerda contra as mulheres

Ann Coulter: uma arma na mão de uma mulher maltratada muda a dinâmica do poder

O New York Times não quer que as mulheres tenham uma chance de lutar. Em vez disso, continua fazendo pressão por políticas desarmamentistas.

O jornal New York Times causou surpresa com seu longo artigo de 17 de março escrito por Michael Luo a respeito da recusa dos tribunais estaduais de tirar as armas das mãos de homens em situações de violência doméstica.

O objetivo principal do artigo era alfinetar a mais antiga organização de direitos civis dos EUA, a Associação Nacional de Rifles (National Rifle Association), por se opor a algumas das propostas desarmamentistas mais avançadas sendo discutidas nos legislativos estaduais, como a que permite aos tribunais confiscar as armas de uma pessoa com base em uma liminar.

Comemorando a segurança dos bandidos

A taxa de homicídios cresceu no mesmo período analisado em praticamente todos os estados brasileiros, em especial naqueles onde os cidadãos mais participaram das tais campanhas voluntárias de desarmamento.

No dia 1º de abril, data emblemática, o IPEA apresentou um estudo sobre o impacto do chamado Estatuto do Desarmamento na aquisição de armas de fogo no Brasil, que em tese indica uma queda de mais de 35% nos gastos das famílias brasileiras com esses produtos. O lançamento foi acompanhado por autoridades e organizações, todas favoráveis ao desarmamento da sociedade civil.