Desarmamento


Como deter a matança de inocentes

A verdade é que todo dia civis armados impedem assassinatos em massa.

Depois do massacre na Escola Primária Sandy Hook, será que deveríamos deixar que os políticos e os meios de comunicação estatais que vivem cercados de seguranças armados o tempo inteiro ofereçam exatamente a prescrição errada para deter a matança de mais inocentes?

Assim como dá para prever o avanço dos ponteiros do relógio, dava para prever que aqueles que buscam um monopólio estatal sobre o poder de fogo explorariam uma tragédia como essa para impor soluções inconstitucionais, contraprodutivas e antiamericanas para resolver uma bagunça que eles ajudaram a criar.

Permita-me lhe dar algumas coisas para pensar — coisas que você provavelmente não ouvirá nem lerá em nenhum outro lugar.

Foco da discussão sobre armas é equivocado

Após mais uma lamentável tragédia nos Estados Unidos, com um assassino descontrolado abrindo fogo contra crianças em uma escola, volta à tona a discussão sobre o controle de armas naquele país e, por tabela, também no Brasil. Por lá, desta vez coube ao governador do estado de Nova Iorque puxar o coro por mais restrições ao acesso às armas, e, por aqui, isso parece ser tarefa da grande mídia televisiva.

A discussão, no entanto, é duramente criticada pelo pesquisador em segurança pública da ONG Movimento Viva Brasil, Fabricio Rebelo, para quem há um erro de foco na abordagem do tema. Segundo Rebelo, “o debate é necessário, porém não sob o prisma de mais proibições, pois quem comete atos assim não está observando lei nenhuma, e não seria a ilegalidade no acesso às armas que  impediria o assassino; afinal, matar já é a maior das proibições legais e ele matou dezenas de pessoas“.

O sangue na ponta de uma faca é menos vermelho?

Será que o sangue inocente de uma criança chinesa no gume de uma faca é menos vermelho que o sangue de uma criança norte-americana no chão de uma escola?

Dia 14 de dezembro de 2012, um homem invade uma escola primária e consegue atacar 22 crianças. Não, não estamos falando do mais recente e hediondo ataque em uma escola norte-americana. Estamos falando de mais um ataque ocorrido na China. Não, ele não usou uma arma de fogo, usou uma pequena faca que roubou da cozinha de uma senhora que também foi esfaqueada.

Os ataques à escolas primárias na China são extremamente comuns e causam centenas de mortes e mutilações em crianças e adultos. O governo Comunista Chinês decidiu inclusive vetar informações sobre os ataques, para evitar os possíveis copiadores, ou seja, pessoas que resolvem agir da mesma forma. Assim, dificilmente teremos número reais da quantidade de ataques que ocorrem na gigantesca e censurada China.

A esquerda e as crianças massacradas

Querendo ou não, o bombardeio midiático dá ao psicopata o recado: “Quer virar manchete internacional? Imite o que você acabou de assistir no noticiário”.

Se a esquerda se preocupasse com massacres de crianças, jamais defenderia nem trataria com pouco caso o aborto legal.

O massacre de 26 pessoas, inclusive 20 crianças, nos EUA na semana passada chocou o mundo: conservadores e esquerdistas mostraram nojo com a barbárie.

Os conservadores cristãos viram na tragédia o óbvio: é tempo de buscar a Deus.

Chacinas e desarmamento civil

O recente massacre de crianças nos EUA trouxe de novo a ladainha midiática contra o desarmamento civil, uma falsificação dos fatos. O que se viu é que leis nos EUA tornaram as áreas escolares território ‘livre’ das armas dos bons cidadãos, mas os chacinadores não as respeitam e lá encontram sua caça abundante e sem resistência. É o que há cotidianamente nas periferias das nossas cidades, que contabilizam chacinas diárias. Aqui os bandidos têm o monopólio das armas.

A nova cor do desarmamento

No Brasil, apenas 8% dos crimes de homicídio são elucidados, e sem elucidação é simplesmente impossível afirmar a origem das armas que nele foram empregadas.

Há pouco mais de um ano, escrevi um artigo intitulado “Os Camaleões do Desarmamento”, discorrendo sobre a sucessiva metamorfose das justificativas para o desarmamento civil, ou voluntário, seguindo uma cansativa insistência no reavivamento de algo já completamente fracassado. No derradeiro parágrafo daquele texto, assim indagava: “Fica a pergunta: Se desamamento não combate o crime, não diminuiu os homicídios, não desarma os criminosos e não garante que acidentes deixem de acontecer, qual será a próxima cor usada pelos camaleões do desarmamento? Que tal a verdade?”

Sete anos do Referendo: a nossa Batalha das Termópilas

Vencemos o referendo. Mas os “persas” não desistiram.

Para quem não devora história grega, essa batalha foi travada em 480 a.C., no chamado desfiladeiro das Termópilas. Naquele local, Leônidas, rei de Esparta, acompanhado de 300 dos seus melhores soldados e não mais de 7.000 aliados, enfrentou o exército invasor persa liderado por Xerxes, que contava com nada menos que 250 mil combatentes.

Na iminência da derrota, Leônidas ordenou que apenas os espartanos ficassem e combatessem. A resistência durou poucos dias, pois foram surpreedidos pela retaguarda, traídos pelo soldado Efialtes, que mostrou aos persas um caminho alternativo para o ataque.

Menina de 12 anos usa revólver e se livra de invasor

Se os familiares de Kendra St. Clair tivessem dado ouvidos aos esquerdistas anti-armas, o final desta história poderia ter sido trágico.

“Ela fez tudo o que devia fazer e como último recurso, ela fez o que tinha de fazer para se proteger”, afirmou o delegado.

 
A polícia em Oklahoma diz que uma menina de 12 anos usou a arma da família para atirar num intruso durante um assalto.

A menina Kendra St. Clair disse para o noticiário ABC News que ela estava em casa sozinha quando ouviu um golpe estrondoso na porta, e em seguida vidro se quebrando, e o intruso entrando na casa.

As viúvas do referendo, suas lágrimas de crocodilo e a morte da democracia

Nota:
O mui democrata Cristovam Buarque apagou seu perfil no Facebook após receber milhares de mensagens de protesto! Clique aqui.


As viúvas do referendo querem simplesmente anular quase 60 milhões de votos.

Desta vez quem volta a falar em proibir o direito de defesa é o senador Cristovam Buarque que propôs um inaceitável Projeto de Lei que agora segue para relatoria do senador Eduardo Braga. O projeto simplesmente anula o resultado inequívoco do referendo de 2005 onde 65% da população votou que não queria o fim do comércio legal de armas de fogo, ao propor a proibição da venda de armas legais em todo o território nacional.

Ianques Assassinos versus Pacíficos Tupiniquins

Enquanto os “ianques belicistas” de Utah possuem a taxa de 1,9 homicídios por 100 mil habitantes, os “pacifistas tupiniquins” de Alagoas engolem a taxa de 66,8 por 100 mil habitantes.

Todos os dias, pela manhã, recebo a clipagem das notícias de interesse do MVB, veiculadas pelos diversos órgãos de impressa de todo o país. Hoje, um texto me chamou a atenção, não pelo seu conteúdo, uma vez que é, maxima data venia, claudicante e simplório, mas sim por ser de autoria de um proeminente membro da magistratura brasileira e, também, coincidentemente, um ex-professor de quando cursei direito.

Nesse artigo, basicamente ele sustenta a velha tese que quanto mais armas, mais homicídios, externando parecer-lhe absurdo querer copiar os “ianques” em suas leis sobre a posse e o porte de armas. Obviamente, ele se baseou tão somente eu sua ideologia e não em fatos e dados, repetindo apenas aquelas velhas cantilenas que nos chegam aos ouvidos e nem mesmo nos lembramos de onde partiram. Não fosse isso, não teria escrito o descalabro de que o comércio de armas aumentou no Brasil, quando, em verdade, sofreu uma redução superior a 90% desde o ano 2000.