Desinformação


A retórica soviética de John Kerry


Produzi o mesmíssimo tipo de virulência repetida por Kerry para o Congresso americano quase palavra por palavra e o plantei nos movimentos esquerdistas por toda a Europa. O chefe da KGB, Yuri Andropov, gerenciava a nossa operação contra a guerra do Vietnã.

O movimento pacifista da era do Vietnã teve sua origem no Kremlin.

Parte do encanto do senador John Kerry em certos meios americanos se deve ao status de veterano da guerra do Vietnã aliado ao seu ativismo pacifista daquele período. Em 12 de abril de 1971, Kerry relatou no Congresso americano ter sido informado pelos próprios soldados americanos que eles tinham “estuprado, cortado orelhas, decepado cabeças, colado fios de telefones portáteis nos genitais e ligado os aparelhos, cortado lábios, explodido corpos, atirado aleatoriamente contra civis e arrasado vilarejos ao estilo Genghis Khan.”

Monopólio e choradeira

Se você examinar caso por caso, verá que desde a década de 60 – em pleno regime militar –, os altos cargos da nossa mídia são quase todos ocupados por militantes ou simpatizantes da esquerda.

Os comunistas da mídia acham que a coisa mais normal e natural do mundo é possuir o monopólio do espaço jornalístico no Brasil e ainda choramingar como se fossem uns coitadinhos desprovidos do direito à palavra.

Quando os comunistas da internet vociferam contra a “mídia burguesa”, é bom saber que a mídia burguesa são eles mesmos atuando em dois níveis: dominam os grandes jornais e canais de TV desde dentro para usá-los como veículos de desinformação e ao mesmo tempo descem o porrete neles desde fora para dar mais credibilidade à desinformação.

Isso é uma regra básica dos manuais de desinformátsiya. Desinformação só funciona quando a mentira não vem da boca de um inimigo notório e sim de alguém de confiança da vítima. Se você lê no Vermelho.org, no Paulo Henrique Amorim ou no Baixamiro Borges alguma grossa denúncia contra os EUA, contra a Igreja, contra Israel, contra os militares ou contra os liberais e conservadores, pode desconfiar que é propaganda esquerdista. Se lê a mesma coisa na Folha, no Globo ou no Estadão, imagina que é informação idônea, imparcial, puro  jornalismo. Para que servem então o Vermelho.org, o Paulo Henrique Amorim, o Baixamiro e similares? Servem precisamente para isso. São a substância de contraste que dá credibilidade à “grande mídia” quando esta, num estilo mais comedido, mente igualzinho a eles.

Desinformação: de Benghazi ao terrorismo nuclear

Na análise do ex-chefe de espionagem comunista, o atentado à embaixada americana em Benghazi é o pior escândalo de Obama.

A politização sem precedentes do IRS (Internal Revenue Service) à moda soviética foi, dentre todos os escândalos que infestam a administração Obama, o que maior indignação popular causou, pois muita gente sentiu na pele a arrogância da IRS.

Entretanto, muito mais importante é o encobrimento da verdade sobre o bárbaro assassinato do embaixador J. Christopher Stevens e de três dos seus subordinados dentro do nosso posto diplomático em Benghazi, cometido na emblemática data de 11 de setembro.

Odioso preconceito

À margem dos grandes jornais, uma operação gigantesca de desinformação a respeito se desenvolve em livros escolares, programas de TV e sites da internet, a começar pela maldita Wikipedia, concebida precisamente para ser levada a sério só por meninos de ginásio.

O célebre historiador britânico George Macaulay Trevelyan, que ninguém dirá ter sido um conservador, escreveu em 1947: “A mais odiosa forma de preconceito moral está na historiografia que condena em voz alta os crimes e perseguições de um lado, e esconde ou defende os do outro.” Ele não imaginava que um dia, num país do Terceiro Mundo, haveria de aparecer uma comissão subsidiada com dinheiro público para dar cunho oficial precisamente a esse tipo de historiografia. Talvez ele imaginasse que semelhante aberração só poderia existir nas ditaduras comunistas, onde a mentira histórica, imposta à população interna para fins de controle social e distribuída no restante do mundo como arma de guerra psicológica, era a norma em vez da exceção.

Yoani Sánchez, a desinformatzia cubano-brasileira e a mídia idiota nacional

Para hoje, 18 de fevereiro, foi anunciada a chegada ao Brasil, via Recife, da mais famosa blogueira cubana, tida como de oposição ao regime comunista, Yoani Sánchez.

Esta señorita é certamente o maior sucesso da desinformatzia cubana e, como sempre acontece com os agentes de desinformação comunista, encanta os idiotas úteis de todo o mundo. É desnecessário re-escrever o que já publiquei anteriormente sobre esta mentirosa e falsa oposicionista cubana.

Faz-se, no entanto, necessário comentar a montagem de mais uma manobra de desinformação para dar mais credibilidade à impostora: a invenção de uma vasta operação de espionagem sobre sua visita ao Brasil por parte dos serviços de informação de Cuba em conluio com o governo brasileiro.

ABC da desinformação

Psicologicamente, Pearl Harbor é ainda hoje um símbolo aglutinador do patriotismo americano, mas, em termos substantivos, foi uma tremenda vitória da desinformação soviética.

Para quem zela pela sobrevivência do seu cérebro num tempo de naufrágio universal da inteligência, nada mais urgente do que compreender o que é realmente “desinformação”. O uso corrente da palavra como rótulo infamante para denegrir qualquer opinião adversa é garantia segura de que as verdadeiras operações de desinformação passarão despercebidas, condição necessária e quase suficiente do seu sucesso.

Só há dois tipos de desinformação genuína, e cada um deles requer muito mais planejamento e execução cuidadosa do que o mero vício jornalístico de espalhar mentirinhas ideologicamente sedutoras.

Revisionismo esquerdista a serviço da desinformação

Todo país tem o direito natural de se defender contra a agressão estrangeira. Foi o que o Brasil fez contra o Paraguai e ponto final.

Paulo Fonteles Filho é filho de Paulo Fonteles, ex-deputado e advogado de posseiros no Sul do Pará, assassinado em 1987. Em seu blog, Fonteles Filho se apresenta orgulhosamente como “comunista”, apesar desta peste vermelha ter ocasionado o assassinato de 110 milhões de pessoas ao redor do planeta: “Nasci nos cárceres da repressão política brasileira e os brutamontes diziam que ‘Filho desta raça não deve nascer’. Sou filho de um ventre rebelde, rubro. Sou comunista desde tenra idade e vou levando na lapela a rosa vermelha da esperança.”

Um dos textos de Fonteles Filho, A guerra biológica no Araguaia, já começa com o título errado: se realmente foi utilizado o Aldrin no Araguaia, com propósito militar, o correto seria chamar isso de “guerra química”, não “biológica”. Quem entende de guerra biológica  – ou melhor, de terrorismo biológico – são alguns petistas, que deliberadamente propagaram a praga da vassoura-de-bruxa no sul da Bahia –  cfr. em http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html.

Lendas árabes

A rede de mentiras e mitos que a máquina de propaganda árabe criou é parte importante no implacável objetivo de destruir o Estado de Israel. É uma vergonha que o mundo, inclusive israelenses, as tenha aceitado como verdades. A paz no Oriente Médio será impossível até que esses mitos sejam expostos como tais.(*)


Os “palestinos”
Este é o mito principal, na realidade o conceito de ‘povo palestino’ não existia até 1948 quando os árabes que habitavam a região quiseram se diferenciar dos judeus. Até então os palestinos eram os judeus. Os árabes que hoje assim se denominam o fazem para persuadir um mundo desinformado de que pertencem a uma nacionalidade distinta, quando são árabes como os sírios, os libaneses, os jordanianos com os quais partilham a mesma língua e costumes tribais. Enquanto os judeus sionistas construíam de uma terra inóspita um próspero Estado de Israel, os árabes que ali habitavam estavam confabulando com Hitler através do Grão-Mufti Al Husseini para matar judeus.

Edward Bernays e o controle da opinião pública

propabernaysA palavra propaganda, na sociologia e na política, nos remete às técnicas empregadas por Joseph Goebbels a serviço de Hitler, cujos crimes normalmente nos trazem à memória o que acreditamos ser o pior e mais devastador genocídio que já houve. Ocorre, porém, que nem Goebbels é idealizador da propaganda nazista e nem o nazismo seria merecedor do status de maior causa de mortes na história humana. Mas por que então palavras como esta e tantas outras nos remetem a ideias sobre as quais manifestamos opiniões de apoio ou repulsa quase que imediatamente?

O uso que Goebbels fez das técnicas de propaganda foi somente uma articulação possível dentre as diversas possibilidades desenvolvidas, na verdade, por Edward Bernays, o pai da profissão de relações públicas e uma das maiores mentes da propaganda no século XX. A inovação trazida por ele foi justamente a associação de palavras e ideias a determinadas emoções, tornando possível o controle dos sentimentos do público e, com isso, de suas ações.

Crônica de Damasco

Quais fatos podem ser distorcidos e ocultados de milhões de pessoas quando a Fraternidade Islâmica empreende uma guerra contando com o apoio de toda a imprensa ocidental?

Os políticos ocidentais têm uma ideia errada acerca da “Primavera Árabe” síria. Há pouca ou nenhuma oposição liberal e progressiva; o próprio ELS resulta da união de diferentes grupos milicianos, incluindo marginais, mercenários e jihadistas.

De acordo com a comunicação social ocidental, a Síria encontra-se em plena “guerra civil”. Grupos como o Observatório dos Direitos Humanos da Síria, sedeado em Londres, disseminam afirmações extravagantes acerca de um número desmesurado de vítimas (afirmam já terem morrido cerca de 20 mil pessoas) às mãos das forças de segurança do Estado sírio. Aos jornalistas independentes, dizem, é vedada a entrada na Síria e o regime não permite o exercício de uma imprensa livre.