Desinformação


A verdade: eu menti.

Vaidade e mau-caratismo puros, só isto. Nós saímos com a aura de hérois e a ditadura com a marca da violência e arbítrio. Era mentira? Era, mas, para um revolucionário comunista, a verdade é um conceito burguês, Lênin já tinha nos ensinado o que fazer.

Eu, de minha parte, vou dar uma contribuição à Comissão da Verdade. Fui uma subversivazinha medíocre, mal fui aliciada e já caí, com as mãos cheias de material comprometedor. Não tive nem o cuidado de esconder os jornais da organização clandestina a que eu pertencia, eles estavam no meio dos livros de uma estante, daquelas improvisadas, de tijolos e tábuas, que existia em todas as repúblicas de estudantes, em Brasília naquele ano de 1973. 

Já contei o que eu fazia (quase nada). A minha verdadeira ação revolucionária foi outra, esta sim, competente, profícua, sistemática: MENTI DESCARADAMENTE DURANTE 30 ANOS! 

A nova revolução resgatada dos escombros do Muro de Berlim

O que se tenta fazer é escamotear o facto de a “crise do edifício social” ser ainda mais aguda, por exemplo, na China do que na Europa.

Têm corrido por aí muitos e-mails – como este [em PDF] — e muitos artigos apocalípticos de semelhante conteúdo, publicados na blogosfera. Em todos eles, existe uma característica comum: a diabolização do Ocidente e, principalmente, da Europa entendida independentemente da União Europeia: o ataque ideológico é dirigido à Europa, e o facto de existirem [ou não] a União Europeia e o Euro, é acessório.

Existem, no supracitado e-mail, algumas verdades que são manipuladas e enviesadas. Por exemplo, é um facto que existe uma crise financeira internacional; mas também é um facto — que é escamoteado — que um desabamento da finança internacional não prejudica só a Europa e os Estados Unidos: a China, por exemplo, está na primeira linha dos países a quem não interessa esse desabamento financeiro; a não ser que a China defenda uma III Guerra Mundial, desta vez, atómica.

A calúnia do apartheid em Israel

Israel, caso único entre as democracias, está em um estado de guerra com muitos dos seus vizinhos que se recusam a aceitar a sua existência. Mesmo alguns árabes israelenses, por serem cidadãos de Israel, vêem-se por vezes sob suspeita de outros árabes como resultado desta inimizade de longa data.

Pedido da Autoridade Palestina para ser aceita como membro pleno nas Nações Unidas aumentou a pressão pela solução de dois Estados. A necessidade de reconciliação entre israelenses e palestinos nunca foi tão grande. Por isso, é importante separar a crítica legítima a Israel de ataques que visam isolá-lo, demonizá-lo e deslegitimá-lo.

Uma acusação particularmente perniciosa e duradoura é a de que Israel adota políticas de apartheid. Na Cidade do Cabo (África do Sul), a partir do próximo sábado, uma organização não-governamental com sede em Londres chamada Tribunal Russell sobre a Palestina vai realizar uma “audiência” sobre se Israel é culpado do crime de apartheid. Não será um “tribunal”. As “evidências” serão unilaterais e os membros do “júri” são críticos cujas duras posições contra Israel são bem conhecidas.

Terrorismo de imprensa

Mídia trata islamismo como “religião de paz”, mas trata terrorista darwinista como se fosse cristão conservador. Enquanto isso, PT quer tornar obrigatório o ensino do islamismo nas escolas.

O terrorista norueguês Anders Behring Breivik proclamava abertamente a supremacia da “ciência” de Charles Darwin sobre a Bíblia. Darwin não reconhecia Deus como a origem da vida humana, mas a atribuía às amebas e aos macacos. Essa “ciência” era a base da Alemanha nazista e da União Soviética, sistemas políticos e ideológicos hostis ao Cristianismo.

Entretanto, em resposta ao ato terrorista do darwinista fundamentalista, a imprensa esquerdista aproveitou a oportunidade para cometer um grande atentado terrorista: dizer que o norueguês era cristão conservador. E por que não aceitar essa mentira?

Lições da política midiática de apaziguamento na República de Weimar

“A imprensa judia choraminga de horror e medo. Numerosas organizações Judias proclamaram sua lealdade ao governo. (…) A imprensa já está trabalhando em completa harmonia (com o governo) (…) Temos uma esplêndida imprensa!”
Paul Joseph Goebbels
Ministro da Propaganda e Esclarecimento do Povo – Março/Abril de 1933

Este texto pode ser doloroso para muitos que viveram aqueles tempos terríveis, mas, como já venho fazendo em outros artigos, tem a intenção de alertar os leitores para perigos atuais e muito próximos.

Muito se fala num suposto Islã pacífico, principalmente agora que uma “primavera” democrática estaria invadindo os países no entorno imediato de Israel. Há uma cortina de fumaça bastante tênue – para quem sabe enxergar – para esconder a verdadeira natureza desta “primavera” que pode se transformar num inverno – ou inferno! – para o Ocidente e para o povo judeu: os inimigos das ditaduras árabes são radicalmente hostis ao Ocidente e a Israel e favoráveis aos Islã e mantêm estreitos contatos com grupos terroristas como Hamas, Hezbollah e Al Qaeda.

O mistério da “mão negra”

O comunismo e o nazi-fascismo são irmãos gêmeos. Esses dois movimentos totalitários compartilham uma mesma genealogia: a Primeira Guerra Mundial e o socialismo. Nem Lenin, nem Hitler, nem Mussolini, nem Stalin, nem Trotsky, nem Mao foram nem liberais, nem “gente de direita”. Todos criaram partidos operários.

Para os comunistas a direita não existe; só há “extrema direita”. Eles rechaçam as particularidades, os graus, os matizes e a complexidade das sociedades abertas e da vida em geral. Quando o debate esquenta, seus adversários são “nazistas”, “fascistas” e “para-militares”. Esses epítetos infamantes são uma de suas armas favoritas em seu combate desesperado contra a civilização e a democracia. Esse enfoque é mais um resultado do sociologismo grosseiro do marxismo. No final dos anos 1940, eles submeteram uma terça parte da humanidade mediante a violência e o terror, e enganaram milhões com sua linguagem falsa, sobretudo na Europa, Ásia e América Latina. Hoje, esse império derrubou-se e as gesticulações dos PC (Partidos Comunistas) residuais são vistas como o que são: fraudes, insultos à inteligência. Exceto na Colômbia?

A desinformação da desinformação

O esvaziamento semântico de um termo científico importante contribuiu para aumentar consideravelmente a eficácia e o poder da autêntica desinformação, transformando a opinião pública num bloco maciço de resistência à verdade.

Quando o sentido das palavras se degrada, a realidade a que elas apontavam se torna invisível e em seu lugar entra algum estereótipo desprovido de substância, pura moeda de troco no comércio diário de bobagens, irrelevâncias e chavões. A palavra “desinformação”, cunhada pelo Estado-Maior alemão na I Guerra Mundial, surgiu como um termo técnico, designando as operações complexas – quase uma ciência exata — com que um serviço de inteligência buscava orientar e determinar, à distância, as decisões estratégicas e táticas de um governo adversário, assim levado a trabalhar pela sua própria destruição.

O que é desinformação

Há dez anos atrás Olavo de Carvalho alertou sobre a necessidade de se compreender e saber como funciona a desinformação. Poucos deram ouvidos. Nas faculdades de jornalismo nem se conhece o termo.

Se o público brasileiro não adquirir rapidamente os conhecimentos básicos que o habilitem a reconhecer operações de desinformação pelo menos elementares, toda a nossa imprensa, toda a nossa classe política e até oficiais das Forças Armadas podem se transformar, a curtíssimo prazo, em inermes e tolos agentes desinformadores a serviço da revolução comunista na América Latina.

Como se tornar um jornalista influente

O que vale é a essência da lição que aprendi com meu solidário crítico. Agora eu sei. Jornalismo partidário é uma técnica de propaganda subliminar que visa atingir grupos sem opinião formada.

Bastante preocupado em me preservar dos efeitos nocivos, que por desventura possam advir das opiniões que manifesto em meus artigos, um colega de profissão, com experiência em redações, faculdades e assessoria de imprensa a políticos, advertiu-me com um carinhoso alerta publicado numa rede social. Reproduzo trecho:
“Se você fizesse um jornalismo partidário mais discreto (sem bater sistematicamente nos adversários), certamente, conquistaria mais credibilidade e outros públicos além da tucanada frustada.”

Desenlace espetacular ou começo da encrenca?

Obamabeenlyin__Não é coincidência que o documento tão longamente escondido aparecesse no preciso momento em que a credibilidade popular da versão oficial da história de Obama caía para 38 por cento.

A certidão de nascimento de Barack Hussein Obama, finalmente divulgada pela Casa Branca, resolve um problema e cria outro. O fato de que o homem nasceu no Havaí não prova que ele seja legalmente elegível para a presidência da República, pois a definição de “cidadão nativo” é “nascido em território americano, de pais americanos”, e o pai dele, nascido no Quênia, não é americano. Na melhor das hipóteses, tinha dupla cidadania, o que tornaria Obama tão inelegível quanto se nascesse ele próprio no Quênia.

Confirma-se assim a tese do senador havaiano Sam Slom – que eu mesmo defendi aqui antes dele – de que aquilo que Obama estava procurando esconder não era o seu local de nascimento, mas algum outro detalhe legal comprometedor.