Educação


Criado o Bacharelado em “Estudos de Gênero e Diversidade”

Educação brasileira e seu fracasso total: criado o Bacharelado em “Estudos de Gênero e Diversidade”  Do @Confucio_CdD: Brasil: não basta figurar nos piores rankings educacionais do mundo, tem de criar “Bacharelado em Estudos de Gênero e Diversidade” para promover o lixo e criar meninos de recados de ONGs globalistas. Quando você acha que o país […]

Uma visita à universidade

Participei, no início do mês de abril, de uma conferência acadêmica de dois dias na Universidade da Pensilvânia, em parte pelo interesse na matéria (“Mundos Americanos e Muçulmanos entre 1500 e 1900”) e também para ver, em primeira mão, como anda o discurso nas ciências humanas na universidade contemporânea. Como fundador do Campus Watch, eu me pergunto se ele é tão ruim quanto os nossos pareceres sugerem ou se estamos diante de dados fora da curva.

A espiral da mediocridade

A consequência de décadas desta hegemonia esquerdista é aquilo que chamo de espiral da mediocridade. O ambiente universitário brasileiro, a exemplo do jornalístico, é um terreno no qual sempre proliferou a mentalidade esquerdista. O Partido dos Trabalhadores, desde os anos 80, é o preferido de professores e alunos, que ostentam sua militância abertamente e com […]

Primeiramente, fora PT

Onde se ocultava essa insofreável defesa da Educação enquanto o desempenho escolar os
precipitava para os últimos degraus nos comparativos com seus colegas, mundo afora?

O “Fora Seja Lá Quem For” é uma expressão de desejo que acompanha a vida do petismo quando não é ele que manda. O partido, que sempre quis derrubar os governos que o antecederam no poder, retoma, agora, suas velhas exortações golpistas. Por isso, até mesmo professores iniciam suas aulas com o ensaiado bordão “Primeiramente, Fora Temer”. Não se aborreçam, portanto, com o título deste artigo. Não fui eu quem começou. A gente poderia atribuir a essas manifestações esquerdistas um sentido anedótico, supor que sejam mera expressão de sintonia com o diapasão do governo cassado. Sim, sim, a gente poderia. Não fosse o que vem junto.

Rompe-se o ovo da serpente

 
O Escola Sem Partido quebra o ovo da serpente.

Reações em contrário não disfarçam o abalo que o projeto produz na estratégia de dominação cultural em curso.

O que vou narrar são fatos da vida. Algo do muito que me chega por meio eletrônico. Dá para encher um livro com relato de mentiras ensinadas, abusos de autoridade e assédio intelectual. Agora, bem agora, enquanto abro e-mails, recebo dois exemplos. O primeiro é de um professor de Ciências Humanas:

Uma sombra cruzou o olhar da professora


Enquanto seu interlocutor falava, ela o observava atentamente. Momentos antes o interrogara sobre se, sendo sociólogo, seria possível graduar-se sem conhecer as obras de Karl Marx, Max Weber e Émile Durkheim.

O maior de todos os assaltos, o assalto à inteligência

De milhões de brasileiros, tomaram o intelecto e a honestidade! Como calcular o valor desse dano? Mentiram-lhes tanto que já não se importam com a diferença entre verdade e mentira. Trata-se de uma atividade que se conta em décadas.

É um dos confrontos mais decisivos da história do Brasil. E terrivelmente desigual. De um lado, atuam grupos sociais espontaneamente organizados, dependentes apenas do idealismo e do civismo de seus membros. Mobilizam-se contra o uso político, ideológico e partidário do sistema de ensino. De seu sucesso depende a possibilidade de que o Brasil, num horizonte de médio prazo, possa contar com a ação livre, criativa e produtiva de sua juventude para embarcar num padrão de desenvolvimento compatível com os países que já colhem os resultados de sua opção pela Educação.

Reflexões sobre educação e família

Pergunte a várias pessoas o que é educação e a imensa maioria delas não vai ser capaz de dar uma resposta minimamente razoável.

O que a escola pode e o que a escola não pode fazer

A escola pode: ensinar que todas as pessoas devem ser tratadas com dignidade, mesmo e principalmente quando se concorda com as suas atitudes. Nesse sentido, a pessoa “A” não pode ser desrespeitada por adotar certo comportamento ou estilo de vida.

A escola não pode: fazer juízos de valor (certo\errado) com relação a comportamentos moralmente controversos, pois essa avaliação é exclusiva da família. Da mesma forma, não pode estimular ou reprimir esse tipo de comportamento. Nesse sentido, não se pode exigir ou estimular que os outros concordem ou discordem do comportamento ou do estilo de vida da pessoa “A”.

E o diploma?

Como estrangeiro, fico impressionado com um aspecto da cultura brasileira: o amor pelos documentos oficiais, com vários selos de autenticação. Não sei se o Brasil é uma república verdadeiramente federativa, mas eu tenho certeza que o Brasil é uma república burocrática. Se não tiver minha identidade em mãos, será que eu existo?

Sobre a exclusão da literatura portuguesa do currículo do MEC

A esquerda transformou o sistema educacional brasileiro no pior de todo o mundo razoavelmente desenvolvido.

O objetivo último do sistema educacional brasileiro ao final do ciclo de estudos é que os educandos atinjam o mesmo padrão de idiotia de seus professores.